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RISCOS por lorenamezza

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Palavras: 1459
Acessos: 346   |  Postado em: 29/12/2025

CAPÍTULO 28 RAM LUNA

Carrie ruborizou, sorriu tentando disfarçar o nervoso.

- Como se você precisasse de qualquer coisa para ficar bonita. - Cameron, dava pequenos beijos no rosto da amada.

- Vindo de você não vale. É apaixonada por mim, vai dizer que sou bonita. - disfarçou Carrie.

- Adoro você nesse jeito convencida, sabe? Assim como te conheci. - a garota franziu os olhos sorrindo, ainda agarrada ao seu pescoço.

- Vamos! Fiz uma reserva para nós, depois pensei em irmos a um bar. 

No maior clima de romance, logo elas estavam dentro de um carro que alugaram através do hotel mesmo. Carrie parecia guia turística. Contava sobre cada cantinho da cidade, e Cameron olhava para ela com um encantamento ímpar. Por diversas vezes fazia carinho no rosto dela, sorrindo e apreciando suas histórias.

O restaurante estava localizado no alto de uma montanha que tinha uma vista privilegiada da cidade. Carrie escolheu esse local, porque havia um observatório, quase como um portal. 

- Meu deus que vista é essa! Não temos isso na grande maçã - a garota apontava a cidade que era iluminada por algumas luzes e a lua, que estava linda naquele dia.

- Sim! Aqui é maravilhoso. Me sinto em casa.

Depois de alguns minutos conhecendo o  local, o garçom veio para acompanhá-las à mesa. Assim que se sentaram, Carrie pediu para apresentar os pratos.

“ Entrada, temos uma  releitura de ceviche de corvina com frutas tropicais ou empanaditas de milho artesanal recheadas com queijo Turrialba derretido.

Prato Principal:  Temos  clássico Casado, Servido em louça de cerâmica rústica, apresentando um corte nobre de carne ou peixe fresco, acompanhado de arroz com especiarias, feijões pretos cozidos lentamente, bananas-da-terra caramelizadas e uma salada de palmito fresco; e de sobremesa,  mousse de chocolate orgânico costarriquenho com flor de sal ou um pudim de coco com calda de frutas vermelhas locais.

  Elas ficaram sorrindo enquanto ele fazia toda a apresentação e concordaram com tudo.  Pediram Desejando experimentar tudo que pudessem.

- Você já veio aqui Carrie? - perguntava uma encantada futura noiva.

- Há muitos anos, mas o cardápio era outro, esse eu não experimentei ainda. Estou curiosa.  - ela checava se estava tudo bem com o anel.

- Você parece ansiosa. Está tudo bem? - Cameron estendeu a mão e segurou a da amada.

Tentando disfarçar, ela disse que aquele lugar trazia lembranças de sua infância. 

- Sabe que até não tinha pensando muito em minha mãe, até você falar de lembranças.  Ela também dizia ter adorado aqui. 

- Sinto muito amor, não quis te deixar para baixo.

- Não me deixou. Minha mãe sempre dizia que temos de aproveitar os bons momentos. Na nossa condição, ela dizia que eles podiam ser poucos. Me ensinou que tudo que podemos fazer pelas pessoas, é em vida. Lembrar que ela esteve aqui, viveu esse país que parece ser maravilhoso, só me deixa com vontade de viver o que ela viveu.

- Fico encantada com a forma que você lida com essa perda. Sofri tanto quando perdi meu pai. Não tinha muitas pessoas que estavam verdadeiramente ao meu lado. E você perdeu sua mãe a pouco e sei lá, entende. 

- Ela me ensinou a ser forte, mesmo na ausência. E como disse, perdemos tanto na vida que. - Cameron fez uma pausa, respirou fundo e continuou. - Perdemos tanto que simplesmente não é quando vamos perder, e sim como.

- Sinto muito. Agora estamos aqui e juntas e isso não vai mudar.  

Elas deram as mãos, sorriam apaixonadas e unidas no sentido mais real, a vontade de estar juntas e enfrentar juntas. 

- Posso fazer uma pergunta?

- Sempre.

- Não te ouço falar de amigas, só daquelas cobras, que não vou citar agora. Porque?

- Camy. Posso te chamar assim? - balançando a cabeça, a garota assentiu. - Imagina você na infância, brincando na rua, andando de bicicleta com amigos, subindo em árvores. 

- Sim você quase descreveu minha infância.

- Sim Camy, agora imagina uma criança andando de um lado para outro com a mãe por set de filmagens. Vendo ela atuar, sempre com gente mais velha. Quando eu brincava de boneca, era nos sets. Em casa eu andava de bicicleta, mas sozinha. Por conta da fama, ela nunca me deixou levar amiguinhos para casa. Pois os pais ficavam em cima dela e perguntando tudo sobre cinema, atores e tals. E ela também só queria ser ela. Por isso não a culpo total, ela errou, mas também foi vítima da fama.

- Você não teve uma infância tão feliz. E há quem diga que o dinheiro compra tudo - Camy bebericava a bebida local oferecida. - Mas a minha não foi também um mar de rosas. Não tive o brinquedo que queria, mudamos de casa em casa até podermos comprar a nossa, desempregos, fome. 

- Você teve carinho, amor e eu tive os brinquedos e facilidades. Que dupla formamos. Meu pai, era o único que me dava amor incondicional, mas quando nem ele suportou a pressão do trabalho de minha mãe, foi embora. Depois faleceu e sinto a falta dele até hoje. 

- Mesmo com tudo, amamos nossos pais . - Cameron ergueu a taça para brindarem.

A comida chegou, com fome foram logo comendo e aprovando tudo. 

- Me fala sobre o restaurante

- Ele foi construído com madeiras tropicais nobres, como o cedro ou a teca, apresentando tetos altos com vigas expostas. A iluminação é suave, utilizando luminárias feitas de fibras naturais ou ferro forjado. Um restaurante típico da Costa Rica que equilibra elegância e rusticidade é frequentemente chamado de. - antes mesmo que Carrie pudesse terminar, Cameron falou por ela.

- Gourmet Criollo". Imagine uma estrutura inspirada nas antigas casas de fazenda de café (haciendas), mas com um toque de sofisticação moderna.

- Já sabia?

- Estudei arquitetura da América Central e do Sul Carrie. - Cameron sorriu

- O que o difere de outros aqui da cidade? - a arquiteta quis testá-la.

- É a integração com a natureza: é comum que o restaurante seja aberto nas laterais ou possua grandes paredes de vidro para oferecer vistas de jardins tropicais, vulcões ou montanhas.

- Encontrei a mulher da minha vida! - respondeu com os olhos reluzentes.

Já trouxe alguém aqui Carrie? perguntou erguendo uma das sobrancelhas.

- Não teve nenhuma que eu tive vontade.  Como começou na dança? - rebateu de volta.

- Te falei que precisava pagar as contas. Meu pai sumiu e minha mãe ficou doente. Como te falei antes, nunca fiz programa, mas já dancei para gente muito importante. Me rendeu uma boa grana.

- Verdade! Tinha esquecido. - Carrie sorriu com certa vergonha, olhou de longe e viu o garçom fazendo sinal de jóia para ela. Carrie sequer percebeu.

Após a sobremesa, Carrie pediu que lhe acompanhasse ao portal para verem as luzes da cidade.  Num clima de total romance, andando uma encostando na outra elas se direcionaram ao portal. Quando chegaram lá, Cameron percebeu que ele estava iluminado, diferente de quando chegaram. Como uma criança num parque, Cameron se aproximou do arco, deixando Carrie um pouco para trás e logo chamou pela amada.

- Carrie! - virou-se para puxá-la. Quando a viu ajoelhada.

- Cameron: Sempre disse que eu só me casaria o dia que eu encontrasse alguém que eu admirasse. Quando olho para você vejo minha felicidade em forma de gente. Com você não tenho medo de lutar, de me perder. Pois eu me acho em você. Aceita se casar comigo. - Carrie e Cameron demonstraram estar emocionadas, sendo observadas por alguns clientes que pareciam adorar aquela cena. 

- Claro que quero! - Cameron, ajudou a amada a se levantar e estendeu a mão para que ela colocasse o anel em seu dedo. - Você já tinha pensado em tudo né. - Cameron entrelaçou os braços no pescoço da amada e deram um beijo carinhoso. 

- Queria que fosse especial, assim como você é! - a arquiteta, limpava os joelhos. - Só não pensei nessas pedras, aqui do chão. 

As duas riram emocionadas, abraçadas, admirando a noite. 

De volta ao hotel se amaram como sempre. Com amor, tesão, gemidos. Assim como no dia em que se conheceram. 

No café da manhã, a donas das casas, veio para se despedir.

- Carrie, muito obrigada. Sua empresa vai ajudar muitas pessoas. 

- Imagina! Adorei trabalhar nesse projeto. Mas de verdade, quem finalizou tudo foi minha noiva Cameron. - apontou para a garota que exibia o sorriso mais feliz do mundo. 

- Parabéns Cameron. Quem dera, pudéssemos trabalhar sempre juntas. Adoraria trabalhar com vocês de novo.

- Obrigada pela hospitalidade. - agradeceu a garota

Pela manhã,  já arrumam as malas para voltar para a grande metrópole. Coisas seriam resolvidas, decisões seriam tomadas.

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https://restauranteramluna.com/en/image-gallery-restaurant-mirador-ramluna-san-jose-costa-rica.html


Fim do capítulo


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