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RISCOS por lorenamezza

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Palavras: 1405
Acessos: 414   |  Postado em: 26/11/2025

CAPÍTULO 24 - LUTO

Apenas Cameron, Liz e alguns amigos próximos e vizinhos compareceram ao enterro de Glória. Notaram alguns fotógrafos fora do cemitério. Liz tentou proibir a entrada deles, mas foi em vão. Brigou com alguns

- Seus urubus! Não respeitam  a dor das pessoas! - bradou à plenos pulmões

- Você também faz programa? - Liz partiu para cima de um deles, logo sendo  contida por colegas.

Cameron não falava, não discutia, não chorava. Parecia atônita diante de tamanha invasão.  Voltaram para casa e era hora de enfrentar a realidade, a casa estava vazia, já não se ouvia a risada contagiante de sua mãe, as piadas sobre os programas americanos, o beijo na testa logo após o trabalho. Liz fez questão de ficar. 

- Falou com Carrie? -  Liz afagava os cabelos de sua colega no sofá.

- Pedi que ela não fosse. Sem ela já foi aquele caos. - a garota deitada, toda encolhida no colo da amiga.

- Ela deve estar preocupada. Não quer que ela venha hoje?

- Quero! Preciso do seu abraço, de sua companhia, mas se ela vier e amanhã tiver novas notícias sobre nós, não sei se aguento. Olha que quem é famosa é a mãe. Nunca imaginei passar por isso. Achei que suportaria. 

- Vou ficar um pouco, preciso trabalhar, e sabe como é meu patrão. Desconta tudo que pode.

- Vou ficar bem. Só quero descansar. 

- Não está pensando em terminar com ela não né?

- Não, só que parece que a gente não tem um dia de paz. Desde que começamos, sempre teve algo para atrapalhar. Não quero sofrer e também não quero que ela sofra. 

- Aquelas duas não deram sossego para vocês! Como que as pessoas que têm dinheiro são invejosas!. Elas têm tudo e querem mais. Vou fazer algo para a gente comer.

- Só quero a Carrie.Quero nós duas tranquilas. 

Após comerem um lanche, Liz se despede da amiga, e corre para o trabalho, já Cameron toma banho, escova os dentes e em choro, abraçada à um porta retrato com foto de Glória, se joga na cama dela.

Adormece por um tempo e acorda com batidas na porta.  Olha no relógio e se passavam das 10 da noite. Pensou em quem poderia ser aquela hora. Olhou pela janela, tinha uma pessoa de moletom com capuz na cabeça, não reconhecendo de princípio. Ao abrir, tal qual sua surpresa. 

- Sei que disse para eu não vir hoje, mas não consegui parar de pensar em você. - Carrie abriu um rápido sorriso, e Cameron olhava ao redor. 

- Entra! - fez menção para que ela entrasse.

- Não fui seguida. Revivi meus dias de juventude, quando fugia para ir às boates, sem os paparazzis saberem. 

Nem deu tempo de Carrie retirar o capuz, Cameron se abraçou à ela. Mantiveram- se em silêncio por alguns minutos. Quando se desvencilharam, Cameron estava com os olhos marejados.

- Sinto muito! Sua mãe era uma ótima pessoa. Vou sentir falta dela.

- Obrigada por vir. Sei que é difícil com os fotógrafos e tudo, mas é tão bom que esteja aqui. 

Cameron a puxou pela mão e foram para o quarto dela. 

- O que posso fazer por você amor? 

- Só de estar aqui já estou feliz.  - deitaram-se ainda com roupa. 

- Me desculpe por toda essa loucura. Além dos paparazzis, ainda tem as duas que decidiram nos infernizar.

- Também sou culpada por isso. Afinal todos acham que sou garota de programa. 

- Já reparou que a maior fofoca para eles, não é se estou me relacionando com uma mulher, mas o fato dessa mulher supostamente ser garota de programa! Como se as GP não fossem gente como nós. Deita de costas amor, vou te fazer uma massagem.

- É muito injusto amor. Quer me falar como foi a reunião? - a garota obedeceu sem reclamar do pedido carinhoso da namorada.

- Nada bom! Elas querem a firma, já percebi. Sou sócia majoritária, posso comprar a parte delas, mas só se elas quiserem vender ou posso vender minha parte para elas, basta que elas paguem. Aí começaria do zero, ficaria dependendo dos clientes virem ou não comigo numa nova firma. - com Cameron deitada de bruços, Carrie sentada sobre ela, já começava a massagem.

- A empresa é sua, como assim você a venderia? - 

- Batalhei tanto para me livrar daquele traste do meu ex. Deveria ter confiado na minha capacidade e não ter chamado ninguém para ser sócia.

- Você é uma ótima massagista.  Devia ter feito tudo sozinha. Não tem outra forma de se livrar delas?

- Vou tentar algo com meu advogado, vamos torcer. 

Carrie a massageava com carinho, pôde perceber que lágrimas escorriam pelo rosto de Cameron e molhavam o travesseiro. Deitou-se sobre sua amada e a beijava também no rosto.

Adormeceram abraçadas, Carrie ouviu sua namorada chorando algumas vezes durante a noite. A abraçava demonstrando total preocupação. 

Pela manhã, Carrie levantou mais cedo, fez café e levou na cama. Sentou-se e com cuidado acordou a garota.

- Não queria sair sem saber que você comeu. Preciso ir trabalhar.

- O que eu fiz para merecer você! Obrigada amor. - Cameron tapava a boca, com vergonha do bafo.

- Sou prendada viu! Me liga se precisar de alguma coisa? 

- Ligo sim. Amanhã volto para o escritório está bom? - ela mordia uma torrada.

- Leve o tempo que precisar. Vou me reunir com meu advogado. Quero resolver essa situação logo. Mando notícias se conseguir algo. 

- Obrigada por estar aqui amor. Como vai embora? Afinal, como fez para vir? elas se mantinham sentadas lado a lado na cama

- O que vou te contar é segredo. Tenho uma sósia. Ela saiu no carro com Alex. Saí pela porta dos fundos e  outro motorista me pegou em casa. 

- Era assim que você saía com seus crushs. - ela ria.

- Era um inferno com os paparazzi antes. Minha mãe fazia tudo para aparecer, eu tinha de me virar para poder namorar sem ninguém saber. Tão bom te ver sorrindo.  - Carrie segurou delicadamente o rosto de Cameron, deu um selinho demorado. 

- Obrigada por ser a melhor namorada que alguém como eu poderia ter. - sorriu sincero.

- Qualquer coisa me liga. Deixa eu ir que o tempo urge.

Carrie colocara novamente o agasalho com capuz, um óculos para disfarçar e saiu ouvindo o barulho da buzina tocar. Já Cameron, ficou na cama mais um pouco. Olhou ao redor e só tinha silêncio. Respirou fundo tentando evitar as lágrimas e falou consigo mesma:

“ Levanta e faz o que tem de fazer, sua mãe não gostaria que ficasse o dia inteiro na cama sofrendo.  Você tem coisas para fazer. Decidiu que não iria mexer no quarto de sua mãe, arrumou um pouco a casa; mesmo que chorasse durante todo esse processo, se mantinha nas atividades, não queria parar e pensar no luto. 


Carrie já no escritório, recebia Roger.

- Alguma novidade? - fez menção para que o mesmo se sentasse.

- Tenho e não são boas. - ele meneou negativamente com a cabeça.

- Sabe que elas estão aí? Ainda vieram me dar bom dia! - ela demonstrava nervosismo. Fala logo doutor.

- Elas querem comprar sua parte. Conseguiram o dinheiro. 

- Como assim? Elas querem meu escritório!! Quem em sã consciência  daria dinheiro para elas? 

- Infelizmente você conhece,e muito bem. Carrie demorou uns segundos para entender, mas logo caiu a ficha.

- Não acredito que aquele desgraçado. Liam! Filha da puta. Porque ele não some da minha vida.  Roger não tem um artigo neste contrato que me ajude. 

- Tem, mas teria de descobrir algo que pudesse desfavorece-las para entrar com uma ação. 

- As imagens vazadas na boate. Podemos falar com o garçom? 

- Sim! Se ele puder depor a nosso favor, podemos entrar com um processo de conflito de interesse. 

- Por favor! Encontre esse cara.  Porque não quero conviver com essas duas, mas também não quero vender para o Liam. 

- Pode deixar.  

Roger saiu apressado, Carrie avisou sua secretária que não estaria para ninguém. Sentou-se no sofá com um copo de Whisky na mão, tentando não surtar. A situação estava ficando insuportável lá dentro e só de pensar que para não perder o escritório precisaria conviver com as duas cobras. 

Também pensava em Cameron, queria tirá-la de Nova Jersey. Pensava em pedi-la em casamento.



Fim do capítulo


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