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Nórdicos por Natalia S Silva

Ver comentários: 6

Ver lista de capítulos

Palavras: 3439
Acessos: 2341   |  Postado em: 18/03/2024

Capitulo 15

 

Stephanie

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu não tinha entendido absolutamente nada do que aconteceu na montanha, de repente estávamos sendo espionadas pelo irmão de Gunnar que surgiu do nada, e depois ele estava chorando contando alguma história na sua língua mãe, que eu não entendi nenhuma palavra. Gunnar rapidamente recolheu as coisas que tínhamos levado e voltou apressada para a colônia, me trazendo direto para o quarto, certificando-se de que a porta estava bem trancada por dentro. Eu nunca a tinha visto assustada, nem com medo de alguma coisa como naquele momento e aquilo me assustava, pois pra mim ela era inabalável.

 

 

 – Você está me assustando Gunnar!

 

 

Eu estava parada no meio do quarto enquanto ela fixava uma barra de ferro no meio da porta, que só poderia ser removida por dentro. Seus olhos voltaram na minha direção assim que terminou a tarefa, andando até o meu encontro segurando-me delicadamente pelos braços.

 

 

 – Não quero te assustar!

 

 

 – Então me diz o que está acontecendo? Eu nunca te vi assim!

 

 

Gunnar contraiu o maxilar antes de se pronunciar.

 

 

 – Segundo Enok, meu pai quer vingança por Erling!

 

 

 – Eu achei que os duelos eram comuns para o seu povo!

 

 

 – E são! Só que foi a primeira vez que alguém desafiou o filho preferido de Agnar!

 

 

 – Mas você também é filha dele!

 

 

 – Mas sou mulher! Não posso ser o seu sucessor, menos ainda a sua preferida!

 

 

 – Mas ele tem o Enok! 

 

 

 – Ele não ama o Enok, ele não ama nenhum dos filhos como amou o Erling! Ele era seu espelho! Erling era seu primogênito, nasceu doente e o deixou quase louco, quando se recuperou meu pai achou que ele era um presente dos deuses, e eu tirei isso dele.

 

 

 – Você fez isso pelo Heimdall!

 

 

 – Pior ainda! Ele também sabe sobre isso e não está contente com a traição. Heimdall e sua irmã não são nada discretos!

 

 

 – Anne está correndo algum risco?

 

 

 – Todos estão correndo risco desde que o seu pai trouxe o meu pai para dentro dessa colônia. Nunca foi da vontade dele esse acordo! Ele não quer união, não quer paz, ele quer tomar essa colônia pra ele!

 

 

 – Meu Deus! Eu preciso avisar o meu pai!

 

 

 – Não precisa não! A menos que queira que ele faça uma bobagem e morra antes do tempo!

 

 

 – E o que eu devo fazer?

 

 

 – Nada! Não se preocupe tanto assim! Eu vou resolver isso!

 

 

 – Como não vou me preocupar Gunnar? Você acabou de dizer que estamos todos correndo risco de vida?

 

 

 – Eu não vou deixar que nada aconteça com você! Eu prometo!

 

 

Meu coração ficou apertado diante daquela promessa, sentia verdade nas suas palavras, e talvez mais do que isso. Senti que tinha amor envolvido. 

Agarrei-me no seu casaco, ficando ainda mais perto.

 

 

 – O que pretende fazer?

 

 

 – Enok quer dar um golpe! Quer tomar a liderança do nosso povo para si! 

 

 

 – E como o meu povo fica nessa história?

 

 

 – Por isso ele veio até mim! Quer minha ajuda! Derrubamos o nosso pai e ele se torna o Lord do nosso povo. E deixa o seu povo comigo, pra eu fazer o que bem entender, seja tomar o poder do seu pai ou deixar com ele, desde que o acordo de união e paz seja mantido. Ele quer viver aqui em harmonia, nórdicos e americanos, sem guerra, sem morte e sem violência.

 

 

 – Confia nele?

 

 

 – Tanto quanto confio no seu pai! Ou seja, nenhum pouco! Mas é o que temos por enquanto!

 

 

 – O que vai fazer?

 

 

 – Me certificar de que Enok foi sincero! Depois eu planejo o resto! Mas antes de qualquer coisa eu preciso garantir a sua segurança e a do Heimdall!

 

 

 – E a Anne? E o resto da minha família?

 

 

 – E a deles também!

 

 

 – Não se importa com eles?

 

 

 – Não! Mas se você se importa é o suficiente para mim!

 

 

Eu não sabia como reagir diante da sua sinceridade, era como se ela não ligasse pra nada além do irmão caçula e agora de mim, talvez pelo fato de sermos um casal agora, ou porque nutria algum sentimento, mas aquilo me comovia de certa forma, saber que era a sua prioridade aquecia o meu coração, já que nunca tinha sido prioridade de ninguém.

 

 

 – E se eu morrer?

 

 

 – Não vai!

 

 

 – Mas e se ele me matar pra se vingar de você?

 

 

 – Não vou deixar isso acontecer!

 

 

 – Mas e se acontecer?

 

 

Gunnar estreitou o olhar diante da minha pergunta, fazendo uma leve pressão sobre os meus braços.

 

 

 – Eu vou matar todos que tiverem alguma coisa a ver com isso! E vou proteger a sua família com a minha vida, porque sei que é isso que você iria querer! Mesmo não dando a mínima pra eles!

 

 

Seu rosto tentou esboçar um meio sorriso, mas sabia que ela estava tensa e não gostava daquele tipo de questionamento.

 

 

 – Você se importa comigo?

 

 

 – Você é minha esposa! É minha obrigação!

 

 

 – Não foi isso que eu perguntei…

 

 

Gunnar desviou o olhar dos meus olhos, soltando a respiração com força.

 

 

 – Você gosta de mim?

 

 

Suas mãos afrouxaram o contato com meus braços e ela tentou se afastar, mas apesar da minha altura e da minha força incomparável com a dela, a segurei firme pelo casaco impedindo-a de se afastar.

 

 

 – Qual é Gunnar? É só dizer sim ou não! Eu vou entender!

 

 

Procurei os seus olhos com os meus, desviando a cabeça de um lado para o outro, obrigando-a a me encarar.

 

 

 – Que diferença faz? Eu vou proteger você!

 

 

 – Faz toda a diferença! Quero saber se eu sou só uma obrigação pra você!

 

 

 – Eu sou uma obrigação para você! Só está aqui pela Anne!

 

 

 – É eu estou aqui pela Anne sim!

 

 

Eu queria falar mais, mas era realmente difícil abrir o coração, era compreensível a sua resistência.

 

Minha pele se arrepiou debaixo das roupas, apesar do calor agradável que estava no quarto graças ao fogo aceso na lareira.

Gunnar pareceu se incomodar com meu comentário, obrigando-me a prosseguir assim que ela tentou se afastar.

 

 

 – Eu faria isso pela Anne seja lá quem fosse à pessoa com quem deveria me casar! Mas eu estou muito feliz por ter sido com você! 

 

 

Suas mãos tentaram afastar as minhas que a seguravam firme pelo casaco.

 

 

 – Gunnar?! Olha pra mim?!

 

 

Suas mãos repousaram sobre as minhas, sem querer me encarar, mas sem usar força para me afastar. 

 

 

 – Se você disser que sente qualquer coisa por mim que não seja só obrigação… eu vou ser a melhor esposa que alguém poderia ter! Eu tenho medo de te desejar tanto a ponto de não perceber que estou sendo um fardo pra você.

 

 

Finalmente seus olhos se encontraram com os meus, ela parecia confusa porque eu a estava confundindo com as minhas palavras.

 

 

 – Eu fiz pela Anne! Mas… mas eu estou completamente apaixonada por você Gunnar! E não é de hoje! Não aconteceu agora… foi desde que a gente se conheceu, você mexeu comigo desde que chegou aqui! E eu tenho medo de sentir isso tudo e ser só um fardo pra você!

 

 

Gunnar abriu e fechou a boca algumas vezes, enquanto seus olhos piscaram ainda perdidos com as minhas palavras.

Sem resposta, acabei me sentindo ainda pior, tive medo que fosse exatamente o que temia, soltando rispidamente o seu casaco, tentando me afastar, irritada por ter sido tola e ingênua.

 

 

Gunnar me apanhou por um dos braços, mas a empurrei tentando me livrar das suas mãos, sentindo um nó se formando na garganta. Virei-me de costas e antes que pudesse me afastar, mais uma vez suas mãos me seguraram, obrigando-me a empurrá-la inúmeras vezes, enquanto lágrimas se formavam nos meus olhos e seus braços rodearam o meu corpo, unindo os nossos corpos, me apertando contra ela. 

 

Ainda de costas e presa entre seus braços, senti as primeiras lágrimas rolarem pelo meu rosto, enquanto ela depositou alguns beijos no topo da minha cabeça, sobre os meus cabelos, me deixando ainda mais confusa.

 

 

 – Eu podia ter escolhido a Elisabeth!

 

 

Aquele comentário não fazia sentido, não até ela continuar.

 

 

 – Mas eu te escolhi porque era o que eu queria! 

 

 

Aquilo não era exatamente o que eu esperava ouvir, mas era melhor do que poderia ter sido. 

Fechei os olhos e me deixei ser abraçada, me deixei ser aninhada nos seus braços e sentir os seus beijos nos meus cabelos, até que suas mãos afrouxaram ao redor do meu corpo, deslizando suavemente para a minha cintura. Meu corpo foi afastado do seu e ela finalmente se colocou na minha frente, segurando-me com força, enquanto me encarava nos olhos.

 

 

 – Eu gosto de você! De um jeito que me assusta!

 

 

Seu corpo estava quase encurvado para que pudesse me encarar nos olhos, tentando fazer com que eu entendesse e acreditasse nas suas palavras. Podia não ser um eu te amo, mas era tudo que eu precisava ouvir naquele momento, me fez sorrir mesmo com lágrimas nos olhos, enquanto meu corpo relaxava entre as suas mãos e meus dedos se agarravam nos seus braços.

 

 

 – Porque não disse logo?

 

 

 – Porque você me assusta!

 

 

 – Nem um exército de árabes não conseguiu te assustar e eu sim?

 

 

Gunnar sorriu, seu sorriso era lindo e eu me acostumaria facilmente com ele. Retribuí o gesto engolindo seco quando percebi que seus olhos desviaram dos meus, descendo na direção da minha boca. Eu sabia o que ela queria e era exatamente o que eu queria, o que tínhamos começado na montanha e não havíamos terminado.

 

Sem pedir permissão, suas mãos firmaram em minha cintura, me erguendo do chão sem fazer muito esforço, encostando-me no seu corpo. Rapidamente enlacei sua cintura com minhas pernas e enfiei minhas mãos nos seus cabelos, enquanto ela andou rapidamente na direção da cama comigo no colo.

 

Gunnar subiu de joelhos sobre a cama, se sentando comigo sobre suas pernas, enquanto sua boca encostou suavemente sobre a minha, prendendo meu lábio inferior entre seus dentes, numa leve mordida, que foi o suficiente para atear fogo na minha pele. 

Cobri os seus lábios com os meus, na urgência de sentir o seu gosto e o seu beijo novamente e enquanto minha boca era explorada pela sua língua despudorada, suas mãos me apertavam com firmeza, mas com cuidado pra não me machucar, deslizando nas minhas costas com certa urgência, retirando o casaco, jogando-o no o chão.

Tentei fazer o mesmo, me agarrei na gola do seu casaco e não consegui retirar sem seu auxílio, Gunnar rapidamente se livrou da peça enquanto interrompeu o beijo e me deitou na cama. Com agilidade, vi sua camisa ser arrancada e arregalei os olhos ao me deparar com sua pele extremamente nua, ela não usava sutiã. 

 

Gunnar parecia não se importar com a nudez, não se importava com o meu olhar que não foi capaz de se afastar do seu colo, analisando despudoradamente cada curva, cada cicatriz e tatuagem, que a deixavam ainda mais atraente aos meus olhos. 

Sua barriga era extremamente definida, ostentava músculos que eu já tinha visto, mas daquela distância pareciam ainda mais belos. Seus braços fortes se posicionaram cada um de um lado do meu corpo na altura do meu rosto, enquanto ela se abaixou me oferecendo a boca novamente.

 

Minhas mãos deslizaram por cada centímetro de pele exposta, sentindo a rigidez do seu corpo e o calor que emanava, arranhando e apertando tudo que me era oferecido, enquanto minha boca era beijada e meus lábios mordidos, cada vez com mais intensidade.

 

Suspirei quando novamente ela se afastou, por tempo o suficiente para soltar o coldre que estava preso em sua cintura e depositar em cima do travesseiro, em um lugar de fácil acesso para caso precisasse, o que fez com que aumentasse a pulsação entre minhas pernas com aquela sensação de perigo iminente.

 

Eu precisava senti-la, eu precisava daquela pele quente e firme em contato com a minha, então sem pensar, apanhei a barra da blusa que vestia e retirei rapidamente jogando-a em um canto qualquer. Gunnar observou meus movimentos atentamente e quando me viu apenas de sutiã, se sentou na cama, analisando-me com um pequeno sorriso no canto da boca. 

Desviei os olhos do seu rosto na direção do meu corpo e entendi o seu olhar malicioso, eu estava com um sutiã branco de renda, que destacava minha pele levemente morena, com os mamilos em riste debaixo da renda.

Antes que pudesse encará-la novamente, sentindo meu rosto arder, senti os seus cabelos em contato com a minha pele e sua boca encobrindo um dos meus seios por cima do tecido, arrancando um gemido alto da minha garganta, sem que pudesse conter.

Sua boca fez um rastro úmido pela minha barriga, que ia dos seios ao pescoço e do pescoço ao cós da calça.

Suas mãos ágeis abriram os botões da calça, puxando-a com força até encontrar as minhas botas, a qual retirou uma a uma e depois as meias. 

Levei as mãos aos meus próprios cabelos e puxei levemente, estava ardendo, não fazia idéia de como era o sex* entre mulheres, mas naquele momento tudo que eu queria era sua boca entre as minhas pernas, fazendo exatamente o que fazia naquele momento, lambendo e mordendo a parte interna das minhas coxas, enquanto eu arrancava a sua pele das costas debaixo das minhas unhas.

 

Minha calcinha era exatamente igual ao sutiã, deixava exposta a pele rosada daquela área e Gunnar estava cada vez mais excitada, a julgar pela sua respiração ofegante, ao calor quase insuportável da sua pele e a palpitação do seu coração, que eu sentia no seu pescoço.

 

Não tinha mais nada que eu pudesse fazer naquele momento, e eu nem mesmo sabia o que fazer, apenas gemia cada vez mais alto, tentando controlar a vontade de gritar enquanto sua boca finalmente abocanhou entre minhas pernas, ainda sobre a renda.

Meu corpo se contorcia, eu puxava descontroladamente o lençol da cama, enquanto erguia o quadril me oferecendo ainda mais para a sua boca, quando minha calcinha foi afastada de lado e sua língua deslizou fundo, quente e molhada, se misturando com a minha própria excitação.

 

Fui arrastada para a beirada da cama, ainda com a língua introduzida dentro de mim, para que Gunnar conseguisse se ajoelhar no chão e continuar o que estava fazendo, com uma das mãos apertando forte o meu seio, quase a ponto de me machucar, o que me levou ao auge da minha excitação, goz*ndo pra ela pela primeira vez em sua boca.

 

Sua língua não parou ao sentir o meu gozo, se insinuou sobre o meu clit*ris fazendo meu corpo todo tremer com a sensibilidade do local e quando menos esperei, dois dedos deslizaram para dentro de mim, aproveitando a lubrificação natural do meu corpo, arrancando mais gemidos da minha garganta.

 

Sentei-me na beirada da cama enquanto Gunnar me ch*pava e estocava seus longos dedos dentro de mim, aparentemente contendo a própria força e vontade. Ao perceber que eu a encarava, abandonou o meu clit*ris e me beijou, obrigando-me a sentir o meu próprio gosto na sua boca.

 

Aquele gosto, aquela sensação, aquela excitação inexplicável era diferente de tudo que havia experimentado em toda a minha vida. Gemi com vontade, cada vez que ela empurra seus dedos contra mim, ch*pando a minha língua de uma forma que me fazia forçar o quadril cada vez mais de encontro a sua mão. E quando seu dedo polegar, deslizou pela umidade e desceu, enfiando-se na outra cavidade, não contive o grito que subiu pela minha garganta, obrigando-me a jogar a cabeça para trás e gem*r incontrolavelmente, sentindo as estocadas cada vez mais rápidas e fortes nas minhas aberturas.

 

 

 – Meu… Deus!

 

 

Minha voz saiu entrecortada, meu corpo todo tremeu e eu g*zei pela segunda vez, agora na sua mão que não parou um segundo sequer, mesmo com meu corpo mole e trêmulo.

Não consegui me manter apoiada nas mãos, deixei meu corpo cair de costas na cama, com a sensibilidade gritando entre as pernas, sentia as estocadas fortes e insistentes enquanto sua mão livre deslizou pelo meu corpo, até repousar entre os meus cabelos e ela se apoiar sobre o cotovelo ao meu lado, com o rosto enfiado no meu pescoço, gem*ndo baixinho.

Instintivamente a abracei, puxando seus cabelos e gem*ndo no seu ouvido, ouvindo-a suspirar e gem*r cada vez mais, com aquela voz rouca e gostosa de ouvir.

 

 

 – Eu amo você Stephanie!

 

 

Sua voz saiu baixa, entrecortada, como se estivesse quase goz*ndo, coisa que era assustadora já que ela ainda estava de calças e bota. Puxei seus cabelos para trás, afastando seu rosto do meu pescoço, encarando seus olhos estreitos, e sua pele avermelhada.

 

 

 – Eu também te amo Gunnar!

 

 

Seus movimentos se intensificaram, senti arder a cada estocada e joguei meu quadril contra a sua mão com força, sem me importar com a dor, pois aquilo estava me deixando quase louca de excitação. 

Seus olhos se mantiveram fixos nos meus, enquanto eu gemia feito uma louca e rebol*va pra ela até goz*r pela terceira vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O sol batia impiedosamente no meu rosto, me acordando a contragosto, abri os olhos e os fechei imediatamente incomodada com a claridade. Estiquei-me e sai do alcance do sol, finalmente podendo encarar a pessoa ao meu lado, que dormia tranquilamente, completamente nua, depois de ter passado metade da noite me matando de prazer.

 

Sorri feliz e encantada, pela primeira vez em muitos anos, por estar ao lado de alguém que me fazia sentir viva novamente. Não resisti e me enfiei debaixo dos cobertores jogando uma das pernas sobre o seu corpo, deitando sobre o seu ombro, agarrando-me a ela, obrigando-a a se acordar para que eu pudesse ver aquele lindo par de olhos fixos nos meus.

 

 

Gunnar resmungou, envolvendo meu corpo entre seus braços antes mesmo de abrir os olhos e sorrir, como se estivéssemos vivendo um sonho. Com a mão delicadamente acarinhou meus cabelos e depois trouxe meu rosto para mais perto, depositando um beijo terno em minha testa.

 

 

 

 – Dormiu bem?

 

 

 – Há muito tempo não dormia assim!

 

 

 – Obrigada!

 

 

 – Pelo quê?

 

 

 – Pela noite de sono!

 

 

Gunnar riu, eu não sabia muito bem o que dizer, estava um pouco constrangida agora que estávamos acordadas e nuas, pela primeira vez na mesma cama. 

 

 

 – A me basear pelo sol, já é quase meio dia! Preciso me encontrar com o Heimdall!

 

 

 – Posso ir com você?

 

 

 – Melhor não! Prefiro que não saia do casarão até que eu retorne! Converse com Anne e peça para serem mais discretos. Vou pedir para o seu pai redobrar a segurança do casarão.

 

 

 – E vai dizer o motivo a ele?

 

 

 – Seu pai confia em Agnar, tanto quanto eu! Não vou precisar explicar muita coisa!

 

 

 – Ok! Vai demorar?

 

 

 – Só o necessário!

 

 

Gunnar já estava em pé, procurando as roupas da noite passada.

 

 

 – Vou tomar um banho antes de sair! Quer vir comigo?

 

 

Gunnar não me encarou enquanto fez o convite, mas foi o suficiente para me fazer levantar mais do que depressa e acompanhá-la até o banheiro.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Pra quem estava ansiosa, aí está!

Espero que a demora tenha valido a pena.

Abraço a todas!


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Comentários para 15 - Capitulo 15:
Isis SM
Isis SM

Em: 27/04/2024

Finalmenteeee, mas jaja vem os filhos do cao atrapalhar a vida delas já ate imagino!

Parabens viciada na história já

Responder

[Faça o login para poder comentar]

DixonDani
DixonDani

Em: 28/03/2024

Que capítulo foi esse... pegou fogo hahaha adorando tua escrita! 


Resposta do autor:

Obrigada, fico muito feliz por estar acompanhando.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

thays_
thays_

Em: 21/03/2024

Uauu amei! 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Mmila
Mmila

Em: 19/03/2024

Enfim, um momento de amor!  Mas já vem a guerra.

Adorando a história!!!!!


Natalia S Silva

Natalia S Silva Em: 19/03/2024 Autora da história
Obrigada querida, fico feliz em saber!


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Socorro
Socorro

Em: 19/03/2024

Lindas juntas!!!

ameiii..

Mta luta pela frente!!!

 


Natalia S Silva

Natalia S Silva Em: 19/03/2024 Autora da história
Oi. Feliz por estar acompanhando. Muito obrigada


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 19/03/2024

Eita, pegou fogo.

Situação complicada.


Natalia S Silva

Natalia S Silva Em: 19/03/2024 Autora da história
Finalmente não é? Klkk


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