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Segredos por Elliot Hells

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Palavras: 3179
Acessos: 431   |  Postado em: 15/11/2023

Notas iniciais:

Pessoal esse capítulo é muito sensível! 

então temos essas observações.

 

conteúdo de possível violencia, abusos e etc.

 

Capitulo 19 Flashback

Flashback de Vivienne – 6 anos atrás Curitiba

           

Todo mundo sabe que quando terminei o ensino médio já tinha me casado e agora iria morar em outro estado com o Alexander, precisamente na cidade de Curitiba, Paraná, em um dos bairros nobres, conhecido como Batel. A família de Alexander sempre fora muito ligada a aparência e estética dos locais, então, nossa atual casa foi uma herança de família, projetada pelo arquiteto sir Eduardo Fernandes Chaves[1], o mesmo arquiteto projetou o Castelo do Batel.

A casa foi construída como uma réplica exata do famoso Castelo Batel que teve sua construção em 1924 e finalizada em 1928, enquanto a casa começou no ano seguinte ao termino do idos de 1929 e finalizou em 1933. O castelo da família de Alexander, nossa nova residência, comportava um salão de vidro e metal, com mais de 1.200 metros quadrados, com mais de seis toaletes e em dias de festas e eventos podemos reunir umas duas mil pessoas; Além disso, conta com três salas no pavimento que podem se interligar com 60 metros² cada para as reuniões de família que ocorrem, normalmente, a salas fechadas.

Com mais duas salas no pavimento superior, toaletes privativos que servem como camarins, duas salas de apoio, e duas grandes varandas com piso de mármore travertino. Temos três mil metros de jardins, contando com uma área de estacionamento comportando mais de 300 automóveis. Próximo dos jardins, uma linda piscina com uma fonte ao meio, inspirada no majestoso palácio de Versalhes na França. O local era deveras sofisticado e grandioso, resultando que me perdia diversas vezes logo quando cheguei.

Alexander parecia feliz ao me receber com seu sorriso de modelo. Os primeiros meses foram os mais maravilhosos da minha vida, me sentia em um filme perfeito. Eu possuía tudo que alguém poderia querer ou mesmo precisar, tanto que me sentia um tanto incomodada, era luxo e riqueza demais, sempre estávamos em jantares ou então com a embaixada francesa, americana, em jantares com o governado e até mesmo com alguns ilustres presidentes nacionais e internacionais.

Tivemos uma filha após nove meses de casados. Era a coisa mais fofa e bela que já havia visto na face da terra, nada poderia ser mais feliz ou mais perfeito.  Quis contar de imediato para os meus pais, porém, Alexander disse que não era o momento, devíamos esperar um pouco mais, pois ele estava enfrentando uns problemas de negócios. Certamente que eu compreendi naquela época, afinal os negócios da família de Alexander eram extremamente sérios e importantes.

Até que nossa filha completou um ano de idade e ainda não podíamos contar a notícia para os meus pais, eu estava começando a me irritar com isso. Naquela noite tivemos nossa primeira discussão e eu desconheci a face de Alexander, ele me empurrou e apertou meu rosto e disse:

- Diana só irá conhecer a sua família quando eu der permissão para que isso ocorra!

Aquilo foi assustador, eu nunca o vi assim antes. Passei a noite em outro quarto com a minha filha de apenas um ano. Na outra manhã ele me pediu desculpas, levando todas as coisas que eu mais gostava e pediu para que eu fosse com ele até o escritório. Ele me pediu para sentar e disse:

- Vi, me perdoe por ontem. Ocorre que nossa família está sendo alvo de conspirações e alguns homicídios. Lembra do Tio Sandel? Ele foi morto na semana passada por uma equipe que ninguém conhece. Todos estão investigando e se dermos informações que temos uma filha, ela estará em risco, é um ponto para nos atingir e atingir os negócios da família. Diana é a herdeira da nossa companhia e estamos tentando resolver isso o mais rápido possível, mas até lá, preciso que coopere minha querida.

- Alex, é tão grave assim a situação? Aqui é seguro? – Temi pela vida da minha filha.

- Eu não sei... talvez não, Vi.

 

Foi aí que começamos a nos deslocar feito nômades, em alguns meses vivíamos em Curitiba, outros estávamos na Espanha, depois em Portugal, já vivi durante meses em um iate ou em alguma ilha. Mas não entendia quem eram as pessoas que queriam fazer mal a minha família.

O Alexander começou cada vez mais a mudar, contratar homens violentos para serem seguranças, cada vez mais ele se tornava possessivo comigo e nossa filha. Eu raramente conversava com ele durante os meses que vivemos no iate. Ele bebia para acalmar seus nervos.

- Vivienne, - entrou em nosso quarto – onde está você... preciso de você – sua voz era embargada. Vamos amor.

- Alexander? – me assustei com seus braços envolvendo minha cintura e puxando bruscamente para perto dele, entre minhas pernas sentia sob sua calça o volume. – Alex, Diana acabou de dormir, não podemos, por que você está assim?

- O que quer dizer com “Por que você está assim?”, receio que seja mais do que óbvio, meu amor, a resposta. Mas a explicação gira em torno de eu estar excitado! – ele jogou meu corpo na parede e me segurou em seu colo.

- Alexander, preciso que se controle, eu não estou em condições de fazer isso – disse sussurrando por Diana acabar de adormecer, ela não tinha mais do que 1 anos e 9 meses.

- Ela é um neném, Vivienne e não sei se reparou, o quarto é imenso, para isso colocamos um compartimento próprio para ela.

Ele estava violento, embora me respondesse, porém, eu não estava me sentindo bem naqueles últimos tempos, dois meses naquele oceano, estava enjoada, tentava explicar a minha saúde, quando ele desabotoava a calça e afastava sua box.

- Ao menos coloque a camisinha. – falei sem vontade.

- Sabe que eu não gosto de usar! Eu sou seu marido, não vejo necessidade disso. Você tem outros por acaso? – seu tom era irritado e apertava meu rosto com uma de suas mãos.

- Alex, estamos em perigo como você mesmo disse, já está difícil proteger a Diana, o que pensa que pode ocorrer com a vinda de outra criança? Precisamos proteger a nossa filha. – meus olhos queimavam de raiva por essa situação.

Eu tentava explicar para ele, apelando para a lógica e a sensatez, afinal não podia tomar qualquer tipo de anticoncepcionais devido as minhas alergias e estava fora de cogitação ter algum medicamento manipulado no meio do oceano.

Um estalo e um ardor fora sentido em meu rosto.

- Eu não aguento mais ouvir a sua voz! Eu só quero foder um pouco para relaxar, será que pode parar de dizer o que eu tenho ou não tenho que fazer? Eu sei disso! E irei proteger a Diana e todos! Então, pode só fazer o seu trabalho como mulher e me receber calada? É pedir muito para você? – seus olhos estavam como brasas e suas palavras cortantes, era isso o que eu me tornei?

Aquilo me deixou em choque, meu ouvido ainda zumbia, então a voz dele era escutada de longe, porém sem muita nitidez. Apenas pude sentir o membro entrando e rasgando um pouco a minha entrada devido a falta de lubrificação, foi doloroso, pois não estava no clima, não estava lubrificada e muito menos receptiva para isso. Foi assim que me senti, violentada. As primeiras estocadas foram difíceis, me segurei nele, não porque queria abraça-lo naquela hora, mas porque estava sendo doloroso.

Ele nunca tinha feito isso sem meu consentimento, parecia que cada dia mais, conhecia uma outra versão dele; e uma era pior do que a outra. Ele me segurou e levou para cama colocando de barriga para baixo. Sabia o que ele queria e pedi que ao menos me deixasse ficar pronta primeiro, antes de concluir todo o meu raciocínio, forçou sua entrada

- Que merd*! – consegui sentir ele segurando de cada lado das minhas nádegas e tentando forçar e abrir a entrada.

- ALEXANDER PARE! FICOU LOUCO?! – foi como um estalo que isso o fez parar de forçar para se enfiar completamente.

Ele me virou e me bateu novamente.

- NUNCA MAIS ME CHAME DE LOUCO! – Diana começou a chorar. – Viu o que você fez??? Acordou a nossa filha!

Foi aí que ele saiu de cima de mim, vi colocar o seu membro para dentro da box, ajeitar o zíper, ajeitá-lo mais uma vez, apertar a sua gravata, ajeitar o cabelo colocando para trás e dizer:

- Tenho que arrumar alguns negócios, eu virei novamente e eu espero que esteja mais receptiva do que agora!

 

Naquela noite ele não voltou, agradeci!

 

Eu queria mais e mais sair daquele iate, estava tudo insuportável, até que enfim conseguimos comprar uma casa em terra firme. Descobri nesse meio tempo que tive um aborto voluntário de dois meses. Tive que fazer todo o procedimento para a limpeza do meu útero, pois ainda havia ficado resquícios. Chorei pelo filho que perdi e não pude conhecer e também chorei de alívio, pois como vivíamos sob ameaça e o Alexander tornando-se cada vez mais lunático não sabia se seria possível manter a segurança de mais uma criança. Nesse dia me senti um monstro, não sabia se estava certa ou errada, mas havia uma dualidade dentro de mim.

Não conseguia entender, o que ocorreu. Os médicos falaram que meu ventre não aguentou. Contei para o Alex que ficou um tanto indiferente, mas quis me consolar da sua melhor forma.

Eu estava no seu escritório quando ele me abraçou por trás.

- Lamento, amor. – ele depositava beijos em meu pescoço. – não fique assim, veja, Diana está crescendo forte e saudável, temos uma benção.

- É verdade. – ele sentou na sua cadeira e me puxou para si. Entendendo suas intenções disse – não, Alex. Não estou no clima...

- Não fazemos desde o último incidente, deixe-me sentir você. – ele levantava o meu vestido, e beijava meu pescoço, até mordiscar meios seios. Naquele dia, ele me lembrava o velho Alexander, o homem que tinha me apaixonado. Eu não queria perder uma família, estava construindo uma vida com ele, acreditava que seus momentos bipolares era devido a toda a tensão que estava enfrentando com as inúmeras ameaças. Poderia acreditar nele mais uma vez?

 Ele olhou enfim carinhoso para mim e disse: quero sentir você, estou com saudades, fui um bronco nos últimos meses, eu sei. E foi imperdoável o que fiz com você naquela vez. Fui um completo babaca, mas é a pressão Vi, te manter a salva, manter a Dih a salva, meu irmão está me cobrando foco nos negócios. Ainda não temos rastros dos suspeitos, amor. Me perdoe, não quis tratar você daquela forma. – me abraçou gentilmente.

Eu acabei perdoando ele por aquele ocorrido.

Suas mãos subiram pelas minhas coxas, depois ele desabotoo sua calça, descendo o zíper e expondo seu membro, conduziu minha mão para massagea-lo. Assim o fiz, enquanto dedicava com afinco beijos pelo meu pescoço e rasgava a minha calcinha, dessa vez ele me estimulou com os dedos até que eu ficasse lubrificada o suficiente para recebe-lo.

- Viu, você está pronta. – ele me ergueu um pouco para sentar sobre o seu membro enquanto me penetrava, senti de forma tranquila seu membro me adentrar, suas mãos descansaram na minha bunda e ele começou a me apertar para me movimentar, enquanto fazia o mesmo. Senti seu falo crescer ainda mais dentro de mim e os movimentos ficarem mais rápidos, sua cabeça inclinou para trás, ele parecia está chegando ao seu ápice, quando enfim, gozou e saiu de dentro de mim.

- Você é uma delicia como sempre!

Pensei que ele iria continuar ou esperar que eu goz*sse, mas ele me colocou em pé, e foi se limpar no banheiro, quando ouvi:

- Espero que não fique irritada, eu irei te recompensar mais tarde amor, prometo! Acabei de ver na tela que teremos uma reunião e talvez notícias desse pessoal.

Eu o segui para o banheiro e fui me limpar também.

- Não esqueça de tomar o anticoncepcional. Eu trouxe aquele que você pode tomar.

- Sim.  – O Alexander odiava usar camisinhas, ele dizia que tudo aquilo era uma perda de tempo, não conseguia sentir o calor e aproveitar o ato sexual da melhor forma, assim, me mandava tomar os anticoncepcionais no final de cada ato.

 

Até que depois eu acabei esquecendo da pílula e engravidei. Deveria estar com três meses. Diana faria três anos de idade. Os momentos com Alexander eram como uma montanha russa, horas de satisfação e outras de tensão. Pedi novamente para vermos os meus pais, sentia falta deles, eles precisavam saber que tinham uma neta e um futuro neto ou neta chegando. Pensei que sair do raio das ameaças também poderia ajudar a não corrermos riscos.

Claro que essa conversa irritou o Alexander e ele me empurrou, me fazendo cair. No chão, vi um sangramento escorrer pelas minhas vestes, gritei. Alexander não voltou, por outro lado, Lara que estava passando foi ao meu encontro e partimos para falar com um profissional da saúde, o que temia e já esperava, concretizou, Novamente havia perdido o bebê. Isso estava me deixando frágil mentalmente e emocionalmente abalada. Além de todo o drama de não poder visitar meus pais, apenas me comunicando virtualmente e de não poder contar que eles possuem uma neta.

A única felicidade era a Diana, era uma criancinha perfeita, ruiva, com olhos azuis, bochechas rosadas, um cabelo longo e cheio, lábios rosados e muito inteligente. Diana era a razão de continuar com aquele casamento que não era mais um relacionamento, era sufocante, opressor, doentio. Minha filha era meu motivo de permanecer ali.

Diana começou as aulas cedo com professores particulares que mudava a cada um ano. Alexander não queria que ela fosse atrasada devido a isso, então, sabia formar frases completa e demonstrar grande interesse para leitura, era uma prodígio.

- Mamãe, um passarinho – disse apontando quando estava no meu braço.

- Isso amor, um passarinho.

- O papai gosta de passarinho?

- Eu não sei querida, mas creio que sim!

           

Nossa vida tem se tornado difícil, discussões mais recorrentes, estava começando a me acostumar com as agressões sexuais noturnas, os tapas e principalmente, os pedidos de desculpas. Sempre eram os mesmos ciclos.

Exceto quando tentava falar sobre meus pais e ele me trancava em um quarto escuro por horas a fio, privada de água e comida e só me liberava se colaborasse e o satisfizesse. As empregadas começavam a faltar com respeito, quando Alexander estava nesses dias de tortura psicológica elas também colaboravam com frases de desrespeito, apenas aliviavam com a presença de Lara ou quando estava acompanhada de Diana que ousavam ter respeito. Como Lara era o braço direito do Alexander, ela passava tempo fora em missões, mas quando estava de volta, havia uma certa paz, pois ela tinha a tendência a supervisionar e cuidar da Diana e de mim.

Além disso, enfrentávamos problemas de segurança e a forte ameaça constante de nossas vidas. Em uma noite passada, dois seguranças foram mortos, o que fez mudarmos de lugar, Alexander disse para levar a Diana primeiro, ele iria nos encontrar depois. Três dos seus melhores subordinados estavam conosco. A jovem, Lara Jakov, sempre esteve com o Alex, era a sua fiel guarda-costas.

- Lara, para onde iremos? – indaguei.

- Fique calma princesa, estou aqui certo? Vamos tentar encontrar um local seguro para você e princesinha Di. – dizia Lara com um sorriso gentil para a minha filha.

- Tia Lara ficará por lá também? – indagou Diana.

- Não vou poder ficar durante muitos meses como da última vez, D.D, mas estarei muito tempo por lá e poderemos treinar algumas coisas para nos divertirmos –as duas riram, o clima era ameno sempre que Alexander não estava.

Ficamos assim, por mais dois anos, até que alguns dos responsáveis foram encontrados e executados pela equipe de Alexander, um grupo de assassinos intitulados de “caçadores”, eles se apossaram de algumas dessas tecnologias, era tudo o que eu sabia.

- Acha que poderemos ficar em paz agora, Alexander?

- Acredito que sim! Não precisa temer e como novidade, vamos voltar para o Brasil, a Di vai conhecer a vovó, o vovô da mamãe e a tia Kitty. – disse ele depositando alguns beijos.

- Eba, vovó, vovô e titia!

 

Fizemos as malas e voltávamos para casa, não podia acreditar, enfim, retornaríamos para o meu lar, após cinco anos de fugas. Pousamos em Nova Amsterdam. Queríamos fazer uma surpresa, então ninguém contou nada que voltamos ao Brasil e estávamos na cidade. Passamos aquela noite no hotel, estávamos exaustos, assim, antes de ir para a minha família no outro dia, decidimos passar a tarde no novo parque da cidade.

Diana estava maravilhada, eu nunca a vi tão feliz, cogitei em pedir para Alexander para ficarmos morando aqui por um tempo. Dih estava encantada com um cachorro que fazia muitos truques. Ele era lindo, dono de uma pelagem cheia e volumosa. Pegava um disco esférico no ar com seus mortais impressionantes. Na distancia que estávamos, não conseguia enxergar os traços da mulher alva e alta, apenas que tinha lindos cabelos em tom esbranquiçado.        

Depois de um tempo eles descansaram, Alexander falava ao telefone e Diana pedia e pedia para ir lá. Certamente, por tudo está tranquilo e também por Alexander permitir, eu fiquei tranquila e também confirmei. Alex deu tchau para a mulher e minha filha voltou correndo satisfeita com o cachorro feliz. Ele lambeu meu rosto logo de imediato, não consegui resistir e também o acabei enchendo de carinho.

- Mamãe, sabia que ele sabe fazer truques? Quando ficar maior, posso ter um cachorro assim?

- Claro que sim, meu amor. A mamãe ama animais também, então, vamos ter sim, tudo será diferente a partir de agora.

           

Brincamos com o lindo cachorro, jogamos um graveto para ele pegar e assim fora feito, ele pegava e trazia. Até que ele e Diana foram brincar um pouco mais afastados. Após meia hora escutávamos latidos ferozes, rosnados raivosos, uma arma apontada para a Dih, eu não podia acreditar, não acreditava! Isso nunca iria acabar? O homem pedia para não nos aproximar ou ele mataria a todos.

Escuto ao que parece o nome do cachorro, ele tenta proteger a D.D mas é gravemente ferido e minha filha também, não consigo ver e saber mais nada ao meu redor. Alexander tenta se aproximar para ver a nossa filha e eu o retiro a mão dele!

- Isso tudo é culpa sua! – disse com muito ódio para ele.

           

Ele tenta se passar de bonzinho e não grita comigo naquela hora. Não sei ou vejo mais nada além da minha filha. Corremos para leva-la ao hospital com os melhores daqui. A cirurgia horas, o organismo dela está fraco e rejeita o sangue. Não lembro se fiquei um ou dois dias inteiros no hospital sem sair, mas era o fim, Diana não havia sobrevivido. A minha menininha havia ido embora para sempre.



[1] Referencia: Castelo do Batel eventos – história. -

Fim do capítulo


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