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เจ้านายที่รักของฉัน ( Minha querida chefe) por Gn93

Ver comentários: 1

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Palavras: 2232
Acessos: 1272   |  Postado em: 27/10/2023

Capitulo 25

Sisuwan

 

Se passaram alguns dias, Anong não atendia minhas ligações, não aparecia na empresa, estava difícil ficar sem ela, minha noites, meus dias estavam totalmente vazios, parecia que faltava uma parte de mim, todas as noites bebia para não ter que ficar chorando sentindo a falta dela, meus olhos já estavam cheio de olheiras pela falta de sono, meu mau humor era insuportável, nem minha mãe atendia mais, queria ficar distante de todo mundo. Estava na minha sala com tudo escuro, tentei prestar atenção nos relatórios no computador,mas tava difícil, todas as vezes vinham cenas de nós duas juntas na minha cabeça.

 

- Oiii está ai? - Perguntou Ploy balançando sua mão na frente do meu rosto me acordando para a realidade, estava perdida que não a vi entrar. - Está tudo bem? Te chamei várias vezes e você não me respondeu. - Olhei de canto para ela séria, apertei no controle em cima da mesa para as persianas abrirem, então respirei fundo me levantando.

 

- Pareço bem? - Perguntei indo até o vidro e cruzando os braços. 

 

- Ela não te atende? - Perguntou e me virei um pouco a encarando, mordi o lábio balançando a cabeça, ela ia falar algo mas a porta foi aberta e paralisei no lugar. - Olha quem resolveu aparecer! - Falou Ploy animada indo abraçar Anong, eu não conseguia desviar meus olhos do dela. 

 

- Estava te procurando, fui na sua sala, mas não te achei. - Aquela voz me deu arrepios no corpo todo, como estava com saudades de escutá-la, ela me encarou, porém algo estava diferente nela, seu olhar não era o mesmo brilho que tinha quando estávamos juntas, sua feição cansada também indicava que ela não havia dormido. - Somwang. - Me comprimentou, ouvir ela me chamar assim me deixava com agulhas perfurando meu peito. 

 

- Senhorita Wongsa, o que podemos lhe ajudar? - Perguntei formal, ela ficou me encarando e depois desviou atenção para Ploy. 

 

- Vim assinar minha carta de demissão. - Aquilo foi a gota para mim, minha raiva veio com toda força, bufei de novoso, ela me olhou confusa. 

 

- É isso mesmo que você quer tem certeza? - Perguntei raivosa, ela ficou me encarando sem saber o que fazer. - Se essa é sua decisão vai ser definitivo, vai sair por essa porta e não voltar mais aqui. - Falei nervosa já jogando a sanidade para o ralo, Ploy veio perto de mim pedindo calma, mas tudo que não tinha era calma, não conseguia ver a mulher da minha vida indo embora daquele jeito. 

 

- Não torne tudo mais difícil Somwang. - Bufei de novo passando minhas mãos pelo cabelo nervosa. 

 

- Quem está tornando difícil é você, não eu, quem terminou comigo foi você, agora a decisão de ir embora é sua também. Decida! - Ordenei e ela me olhou com os olhos marejados, estava brava comigo por estar me sentindo uma inútil, estava brava com a minha mãe por ter nos colocado naquela situação e estava brava com ela por não confiar em mim e no nosso amor, preferia me deixar do que enfrentar tudo aquilo juntas. 

 

- Acho melhor eu ir, Ploy me manda depois a papelada. - Falou sem desviar os olhos de mim, minha boca se abriu em indignação, fechei os olhos com força e travei o maxilar me virando para o vidro novamente.

 

- Só me responde uma coisa? - Perguntei sem me atrever a olha-la, se fizesse iria me jogar aos seus pés implorando, não iria me humilhar mais daquele jeito. - Você ainda me ama? - Perguntei e ouvi ela gaguejar. 

 

- E-eu… - Suspirei, então deixei meus ombros cair derrotada. - Sinto muito Sisu. - Falou antes de sair pela porta, então senti as lágrimas rolarem, meu corpo todo parecia pesar toneladas. 

 

- Não vai atrás dela? - Perguntou Ploy indignada, olhei para cima e sorri de tristeza.

 

- Ela já fez a escolha dela por nós duas, não vou insistir nisso, deixe-a seguir seu caminho, porém o que mais me dói é que ela me ama, mas é tão covarde quanto eu para enfrentar isso tudo juntas, ela não confia no nosso amor. - Falei antes de me virar e pegar minha bolsa para sair. 

 

- Vai onde? - Parguntou preocupada, suapirei. 

 

- Tomar a minha decisão também. - Sai sem dar tempo dela me impedir. 

 

Três meses depois: 

 

Estava com uma baita dor de cabeça, tinha tomado todas e amanhecido no sofá do escritório, estava cansada, tinha trabalhado a noite toda em um novo projeto, depois que Anong se demitiu não contratei ninguém para o seu lugar, resolvi fazer eu mesma o trabalho, isso estava me consumindo, mas era a única forma de não pensar nela, além de encher a cara todos os dias para aliviar a dor, era o que achava. Levantei com ombros doendo, dormi muito mal naquele sofá duro, olhei-o com desgosto, precisava trocá-lo, o lugar mais macio de se dormir era minha cama, mas não podia ir para casa ou se quer dormir nela, tudo me lembrava Anong, a saudade estava me matando. Senti aquela famosa pontada no peito, a vontade de querer chorar, então fui até minha estante e peguei um vinho abrindo e enchendo a taça, quando ia virar, o copo escorregou da minha mão caindo, a porta logo se abriu. 

 

- Ei, o que aconteceu? - Perguntou Ploy aflita, me agachei para tentar pegar os cacos maiores de vidro, mas acabei me cortando. - Céus! o que você fez? - Correu para perto de mim, logo Hange entrou correndo também. 

 

- O que aconteceu aqui? - Perguntou preocupada, olhei para elas piscando várias vezes, tentando entender aquele alarme todo. 

 

- Essa louca derrubou o copo, está sangrando agora. - Ploy me olhou com desagrado e dei de ombros. - Está bebendo de novo essas horas? Vai ficar assim, se afundando no álcool! - Me repreendeu. 

 

- Fale mais baixo, estou com dor de cabeça. - Resmunguei tirando minhas mãos das suas, me levantando.- Vão trabalhar e me deixe em paz, ninguém está morrendo aqui não. - Ao terminar de falar senti uma tontura e tive que me segurar na estante para não cair.

 

- Está tudo bem? - Perguntou Ploy tocando no meu braço, concordei com a cabeça e dei um passo, mas outra tontura veio e ela me segurou para não cair. 

 

- Leva ela no médico, não está bem, ela está pálida. - Falou Hange preocupada. 

 

- Estou bem só foi… - Não terminei de falar e tudo ficou escuro. 

 

Não sei quanto tempo apaguei , acordei sentindo a boca seca e tentei me situar onde estava, percebi que estava no hospital, olhei o meu braço estava com agulha enfiada em mim, torci a boca em desagrado. Logo senti um perfume conhecido, sorri involuntária, quando a porta estava se abrindo. 

 

- Angel! - Chamei sorrindo, mas logo ele morreu quando vi Ploy e Hange entrar. 

 

- Olha quem acordou! - Falou animada vindo até onde estava. 

 

- Cadê a Angel? - Perguntei confusa, elas se entreolharam, acho que estava sonhando e não era real que ela estava ali. - Senti o cheiro dela, achei que estava aqui, mas devo estar ficando louca não é. - Sorri desacreditada, Ploy tocou no meu braço.

 

- Você dormiu bastante, estava desidratada, ela passou aqui para ficar com você, porém ela já foi embora, parece que ela vai embora para o Brasil Som, eu sinto muito. - Olhei para o lado séria, não queria deixar aquilo me atingir, mas quem queria enganar, ela estava mesmo indo embora e me deixando, logo a cena da nossa promessa veio na minha cabeça. 

 

Flashback on:

 

Me promete uma coisa, não me deixa nunca? - Ela passou suas mãos no meu rosto, aquele toque suave dela era tão gostoso. 


Nunca vou te abandonar meu amor, nem se eu quisesse consigo ficar longe de você. - Quando ela disse aquelas palavras meu coração se confortou


Então vamos selar isso.- Estendi meu mindinho para ela, parecia infantil, mas não me importei, o que valia era o significado daquela promessa. 


Quantos anos você tem Darling? - Me perguntou dei de ombros, ela sorriu e me mordeu, passei a mão na bochecha dolorida. - Prometo! - Comemorei feito uma criança quando ela entrelaçou o seu mindinho com o meu, dali em diante achei que tinha certeza que nunca iria nos separamos. 

 

Flashback off: 

 

- Eu sinto muito querida. - Falou Hange tocando meu braço, enxuguei as lágrimas e sorri fraco. 

 

- Está tudo bem, espero que ela seja feliz. - Falei sincera, me aconcheguei na cama e vi a médica entrar para me dar alta, me deu algumas recomendações de beber bastante água e comer, já que não estava me alimentando muito bem. 

 

Três dias depois: 

 

Já se passaram três dias, já estava recuperada, mas ainda sim meus olhos estavam fundo de sono, todas as noite tinha pesadelos com Anong indo embora e me deixando, era um Lupin constante. Me olhei em frente ao espelho e torci a boca de desgosto, o grande dia tinha chegado, meu casamento com Dao, minha mãe estava radiante de felicidade, o que não me surpreendia, decidi me casar com ele depois que soube da notícia de que Anong estava indo embora, não tive coragem de ir atrás dela, o medo de ser rejeitada novamente me consumia, talvez era isso, estava sendo mesmo covarde.

 

- Credo está parecendo a noiva cadáver! - Resmungou Ploy entrando no meu camarim, me virei para ela sem sorri. - Já faz quantos dias que está sem dormir querida? - Perguntou e suspirei. 

 

- Acho que alguns dias, tenho tido pesadelos constantes com ela. - Falei melancólica, estava tentando ser forte. - Pelo menos a noiva cadáver teve um final feliz não é. - Rir fraco e ela se aproximou apertando meu ombro em conforto. 

 

- Eu sinto muito, hoje é o dia que ela está voltando para o Brasil, vai deixá-la partir? - Dei de ombros respirando fundo, quando ia me virar a porta se abriu novamente e minha mãe apareceu, me avaliou de cima a baixo com desagrado. 

 

- Você está horrível! - Bufei, acho que as duas tiraram o dia para me esculhambar. 

 

- Foi o que eu disse. - Ploy revirou os olhos, dei risada, minha mãe me encarou surpresa. 

 

- Essa é a primeira vez que a vejo sorri, já faz um longo tempo que a vejo só séria, sem ânimo. - Falou franzindo o cenho confusa. 

 

- Porque será mamãe! - Fui irônica, então ela me encarou séria, se aproximou e me pegando de surpresa me abraçou. 

 

- Eu desisto, acho melhor tirar esse vestido e acabar logo com isso tudo. - Me afastei dela confusa, ela sorriu triste. - Você está livre Somwang, estou cansada de debater com você, vejo pela sua aparência que isso não está te fazendo bem, não vou dizer que concordo, mas também não quero ver minha única filha se acabar por um capricho meu. - Falou e meus olhos se encheram de água, olhei para Ploy que logo entendeu meu olhar. 

 

- Eu te amo mamãe! - Falei antes de correr apressada para fora daquele lugar. - Me leve em casa primeiro. - Pedi e ela me olhou confusa, mas não reclamou, olhei em volta no carro e achei uma camiseta dela ali, suspirei aliviada e já ia tirando a parte de cima do vestido. 

 

- Ei o que está fazendo? - Perguntou assustada. 

 

- Tirando esse troço apertado, óbvio. - A vi encarar meus peitos, estava com um sutiã branco rendado, então meu rosto esquentou. - Não olha! - Ordenei e ela deu risada voltando a prestar atenção na rua. 

 

Cheguei em casa corri para me trocar de verdade, olhei as horas aflita e pedindo aos céus que ela ainda não tenha embarcado, peguei minhas chaves e decidir ir com o Toretto, aquele carro ia me ser útil, dei partida e saí a milhão, consegui contornar todos os carros me dando uma boa vantagem, me sentindo no filme de velozes e furiosos. Ao chegar no aeroporto freei com tudo chamando atenção de todos ali, saí do carro jogando meus cabelos para trás e olhei umas pessoas me olhando com os olhos arregalados e a boca aberta. 

 

- Como chegou aqui tão rápido? - Perguntei olhando as duas bocó me encarando surpresa. 

 

- Isso é jeito de chegar, achei que ia deixar Nong viúva! - Disse Ayla em desagrado, ri dando de ombros. 

 

- Ok, lá vou eu. - Falei confiante empinando o nariz, mas logo parei para pensar que aquele lugar era enorme, como ia achá-la, minha confiança se esvaiu, me fazendo derrubar os ombros.- Vocês sabem onde ela está? - Perguntei olhando as duas confusas, elas riram da minha cara. 

 

- Imaginei que ia perguntar, ela está na área de desembarque, corre para lá! - Sorri para Ayla e saí correndo sobre os olhos atetos. 

 

- Espere por mim meu amor estou chegando! - Falei sem deixar de correr.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

" Oii, olha quem está aqui de novo, talvez a mamãe não seja tão má assim, fiquem comigo, mas vou advertindo preparem o coração!!"


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Comentários para 25 - Capitulo 25:
patty-321
patty-321

Em: 28/10/2023

Opa! A veia mocreia teve um ataque de lucidez.

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