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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 4

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Palavras: 1784
Acessos: 1681   |  Postado em: 23/01/2023

Ele não é meu pai!

POV CATARINA 

 

-Theo... – Ela estava muito nervosa, e era compreensível. – Me deixa explicar?

 

-Não é atoa que minha mãe te admira tanto. – Ela pegou sua bolsa com raiva, ela não ouviria nada do que eu tentasse explicar. – Duas mentirosas.

 

Ela saiu como um furacão e eu fui atrás, eu estava preocupada, Theodora estava extremamente nervosa, porém ela foi mais rápida que eu, quando cheguei na recepção ela já havia descido, e os curiosos já estavam de orelha em pé.

 

-Malvina? – A chamei quando a vi saindo de sua sala ao lado de Gael.

 

-Ela nunca vai meu perdoar, Catarina. – A mulher tinha lágrimas nos olhos. – Minha filha me odeia.

 

-Calma, ela está de cabeça quente. – Me aproximei dos dois. – Theodora foi pega de surpresa, ela não esperava por essa informação, deixa ela se acalmar, que ela vai ouvir vocês.

 

-Como você sabe disso, você não a cochece. – Malvina limpava os olhos e eu suspirei. – Da última vez que brigamos ficamos oitos anos afastadas, agora ela nunca mais vai olhar na minha cara.

 

-Malvina, eu... – Essa era a hora, isso não poderia mais esperar. – Podemos conversar na sua sala?

 

-Catarina, eu não tô com cabeça pra falar de trabalho. – Alguns funcionários ainda olhavam curiosos.

 

-Não é sobre trabalho. – Ela me encarou confusa e Gael entendeu o que eu queria.

 

-Boa sorte, Cat. – Ele sussurrou e entramos na sala.

 

Passava um filme na minha cabeça, Theodora devia estar me odiando, e agora eu não faço ideia qual seria a reação de Malvina.

 

-Seja breve. – Ela ainda tinha lágrimas nos olhos.

 

-Bem, não esperava que teríamos essa conversa hoje. – Minha mãos suavam. – Mas já está passando de hora.

 

Seria como arrancar um curativo, eu falaria de uma vez, sem pensar, eu assumiria as consequências, indiferente se Theodora nunca mais me perdoar ou não, isso é sobre quem eu sou.

 

-Eu estou namorando. – Malvina revirou os olhos impaciente.

 

-Catarina, jura? O que isso tem de relevante?

 

-Eu estou namorando a Theodora. – Falei de supetão. – Nós duas estamos juntas, quer dizer eu ainda não sei, pois ela acha que eu escondi o seu segredo dela.

 

Eu estava com um nó no estômago, mas era como se um peso tivesse saído das minhas costas.

 

-O que? – Ela perguntou incrédula.

 

-Eu sou completamente apaixonada pela sua filha. –  Eu iria expor meu coração. – Theodora entrou no meu coração como um furacão, ela me conquistou com esse jeitinho de cuidar de todos ao seu redor, e isso me despertou, mas eu a perdi, por puro medo, eu perdi o amor da minha vida.

 

-Eu tive medo, eu a deixei  escapar. – Meu rosto já estava banhado em lágrimas. – Eu sempre tive você como minha inspiração, e eu sempre fui em busca do que eu queria, eu queria ser uma grande estilista e não deixaria nada me atrapalhar, e com esse pensamento eu perdi o amor da minha vida, mas agora a vida está me dando uma nova oportunidade, me trouxe Theo de volta, e eu não a deixarei partir. Não estou lhe pedindo permissão, só estou comunicando.

 

-Catarina, eu esperava tudo de você. – Malvina tinha um olhar indecifrável. – Isso nunca passou pela minha cabeça, você e Theodora bem debaixo do meu nariz?

 

-Não é bem assim, Theo e eu não tivemos oportunidade de ficarmos juntas, eu fui uma covarde, deixei que ela pensasse que eu não a amava, ai ela foi embora e levou meu coração junto com ela.

 

-Você é a mulher pelo qual minha filha se referia? – Ela se lembrou de algo. –Por sua culpa e agredi minha filha, foi por você que ela decidiu ir embora?

 

-Provavelmente. – Minha voz saiu em um fio.

 

-Sai, Catarina. – Malvina disse raivosa.

 

Não tinha muito o que dizer, peguei minha bolsa e sai da sala, não sei o que seria do meu futuro, não sei como Malvina e eu ficaríamos, a única coisa que eu tenho certeza é que eu não vou perder Theodora.


 

{...}

 

-Meu amor, a mamãe está aqui com você. – Eu chorava deitada no colo da minha mãe. – Theo só está de cabeça quente, e Malvina também.

 

-Eu me esforcei tanto, mãe. – Falava entre lágrimas. – E se Theo não me perdoar?

 

-Filha, ela foi pega desprevenida, imagina só como a cabeça dela deve estar? – Minha mãe me consolava desde a hora que cheguei aos prantos. – Eu tenho certeza de que ela vai te ouvir, vai te entender, ela te ama.

 

-E quanto a Malvina, se ela não te quiser mais no ateliê, tem uma fila de gente te querendo. – Me sentei limpando os olhos. – E se ninguém quiser, nada te impede de começar de novo, você não nasceu em berço de ouro, e olha só onde estamos hoje, com o mérito todo seu. 

 

Minha cabeça até doía de tanto pensar, mas minha mãe tem razão, Theo precisa de um tempo para processar, e Malvina pode ser a toda poderosa, mas não é a única, eu consegui no passado e posso conseguir novamente. Acabei pegando no sono e só acordei quando com a mãozinha da minha filha no meu rosto.

 

-Oi meu amor. – Beijei seu rostinho. – Chegou agora?

 

-Oi mamãe, cheguei "agola". –Ela me deu um beijo também. – Cadê a tia Theo? Ela não foi me buscar.

 

Luna cruzou os bracinhos emburrada, sorri de lado e alisei seu rostinho.

 

-A tia Theo teve um probleminha. – Ela me encarou.

 

-Liga pra ela, mamãe? – Minha filha já estava tão apegada à Theodora. – Fala pra ela vir fazer franguinho pra gente e dormir com você.

 

Não me aguentei e comecei a chorar novamente, minha filha me olhava sem entender, ela se levantou e me abraçou pelo pescoço.

 

-Não "chola" mamãe, a tia Theo não vai demorar.


 

POV THEODORA

 

-Meu amor, me conte o que aconteceu? – Eu só sabia chorar, meu mundo estava de ponta cabeça. – Estou preocupada.

 

Ramires me trouxe até a casa de Isis, foi o primeiro lugar que pensei quando sai do ateliê, eu precisava de colo, eu estava desolada, isso me pegou de surpresa, eu não esperava por essa revelação.

 

-Minha mãe, meu pai, Catarina... – Eu falava entre soluços. – Eles não deviam...

 

-Theo, respira. – Isis segurou meu rosto entre as mãos. – Me conta o que aconteceu, com calma.

 

-Meus pais mentiram pra mim. – Me sentei limpando as lágrimas. – E o pior, Catarina sabia de tudo.

 

-Metiram sobre o que? – Isis estava tão nervosa quanto eu.

 

-Eu não sou filha do meu pai, quer dizer do Gael. – Falar isso em voz alta era horrível. – Vivi uma grande mentira a minha vida toda.

 

Comecei a narrar toda a história, contei tudo que minha mãe me contou, não ocultei nem um detalhe e ela me ouvia com atenção, por fim eu contei que Catarina sabia de todo o segredo e não me contou nada.

 

-Theo, eu não sei nem o que te falar. – Ela segurou minhas mãos. – Era sobre sua história, sobre quem você é.

 

-Eles não tinham esse direito. – Me sentei de frente e apoiando os cotovelos nos meus joelhos.

 

-Theo, olha pra mim? – Isis passou a mão no meu cabelo. – Eu não sei como você está se sentindo, eu não sei o que levou sua mãe a fazer isso, você está de cabeça quente e talvez converse com ela depois, com o seu pai.

 

-Ele não é meu pai. – Falei irritada e me levantei.

 

Isis se levantou também e balançou a cabeça, eu andava de um lado para o outro ainda com os nervos aflorados.

 

-Sabe de uma coisa? – Parei no meio da sala. – O Fernando é muito mais pai do Arthur, do que o dito cujo verdadeiro, o que adianta ter laços sanguíneos e não fazer o mínimo? Seu pai sempre esteve ao seu lado, ele é o seu pai, indiferente de sangue ou não. É normal você ficar triste, mas não seja injusta.

 

-Eu sou a vítima aqui. – Falei exaltada.

 

-Não tem certo ou errado nessa história. – Isis falava calmamente. – Você tem todo o direito do mundo de se revoltar, mas não julgue as escolhas deles.

 

-Eu não quero falar sobre isso mais. – Minha cabeça estava latejando. – Posso passar a noite aqui?

 

-Claro. – Isis subiu comigo até o quarto de hóspedes.

 

Tomei um longo banho, me enrolei no roupão e pulei na cama, deixei que as lágrimas rolassem, eu iria chorar tudo o que eu tinha pra chorar, meu coração estava doendo. Chorei tanto que acabei pegando no sono.

 

-Hey furacão? – Acordei com a voz de Luiza de longe. -Tá melhor?

 

-Oi Lu, oi Ester. – Me sentei melhor na cama. – Só com dor de cabeça.

 

-Isis ligou pra gente. – Ester sentou ao meu lado. – Estamos aqui com você, tá?

 

-Obrigada. – Abracei sua cintura e suspirei.

 

Acabei contando pra elas a história toda, também não omiti nenhum detalhe e contei tudo.

 

-Que barra, Theo. – Ester disse tentando me consolar.

 

-Eu nem sei o que faria nessa sitaução. – Luiza estava deitada nas minhas pernas. – Só tem uma coisa nessa história que eu estou questionando.

 

-O que? – Perguntei confusa.

 

-A Catarina. – Luiza se sentou de frente pra mim. – Olha só, eu não sou a maior fã da Avellar, e nem devia defender ela, mas ela não teve culpa, e sobrou pra ela nessa historia ai, sendo que a culpada é a sua mãe.

 

-Não tem culpado na história, Luiza. – Isis entrou no quarto com uma bandeja cheia de guloseimas. – Mas o seu ponto de vista está certo, não gosto da Catarina e ainda tenho minhas ressalvas contra ela, mas isso não era algo que ela simplesmente ia chegar e falar.

 

-Ela é a minha namorada, devia ter me falado sim! – Catarina devia ter me contado.

 

-Não era um segredo dela, não sei como ela descobriu, mas eu também não teria contado. – Ester também estava do lado de Catarina.

 

-Não faz sentido você culpar ela.

Fim do capítulo


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Comentários para 84 - Ele não é meu pai!:
Dessinha
Dessinha

Em: 24/01/2023

Essa Malvina é uma flor, né? Que mulher difícil! Nossa mãe... só desejo maturidade viu.. pra Theodora e pra Malvina também, porque Catarina já me mostrou que aprendeu alguma coisa. 

 

Abraços e sucesso!

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 23/01/2023

Vixe sobrou pra Cat.

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Lea
Lea

Em: 23/01/2023

O nome da filha da Catarina é Luna Sofia,ou foi um erro??

*

As amigas dando conselhos,adorei!

*

Malvina agora vai colocar culpa na Catarina,por a Theodora ficar 8 anos em outro país. Ah,por favor, né. Me poupe Malvina!


Resposta do autor:

Eita, me desculpe! Foi um erro 

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 23/01/2023

Elas estão sendo coerentes. Bora ver se a cabeça dura da Theo entende. Parabéns pela estória. Ótima. 

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