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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 5

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Palavras: 2417
Acessos: 1864   |  Postado em: 15/11/2022

Festa do Pijama

 

POV CATARINA 

 

Parece besteira, mas fiquei com o celular na mão esperando uma resposta, mas não veio. Theodora e eu trocamos apenas algumas mensagens, e eu já sentia que era um passo grande. Fiquei feliz e orgulhosa, ela conseguiu uma liberdade provisória para o meu pai, e ainda se ofereceu a me ajudar com os processos que vou entrar contra esses sites sensacionalistas, parece que a Theo de anos atrás ia se ressurgindo aos poucos. Acabei desistindo da resposta e fui dormir, amanhã teria um dia cheio.

A semana passou rápido, e todos os dias eu tinha que ler mentiras sobre mim, falavam que eu estava envolvida, falaram até que eu devia estar desviando recursos da Malvina's e parece que cada vez que eu tentava me defender, as pessoas desacreditavam ainda mais, Malvina concedeu uma entrevista dizendo que confiava cegamente em mim e que eu não tinha contato com o meu pai, mas mesmo assim eu ainda lia muitas mentiras sobre mim e pessoas me descredibilizando o tempo todo.

-Cat, para de ler isso. – Alessandro entrou em minha sala com umas pastas nas mãos. – Isso está te fazendo mal.

-Eu sei, mas eu não consigo parar. – Ele se sentou e revirou os olhos.

-Por que, você e eu não vamos sair hoje? – Ele retirou o celular da minha mão. – Vamos sair por aí, paquerar umas pessoas.

-Eu não tô no clima. – Eu nunca estava no clima.

-Estou cansado de dizer que você precisa se distrair, você trabalha demais. – Ele levantou levemente irritado.

-O trabalho é o que me distrai. – Respondi levando as mãos no cabelo. – Eu preciso trabalhar pra ocupar minha mente.

-Eu acho que você precisa se apaixonar, sabe aquelas paixões acassaladoras que te deixam boba? – Alessandro disse saltitando pela minha sala. – E de uma boa noite de sex* tambem, bem selvagem.

-ALESSANDRO!!! – Ele gargalhava da minha cara. – Eu não quero falar da minha vida sexual com você.

-Não quer falar, pois ela não existe. – Olhei feio pra ele. – Sabe o que eu acho? Eu acho que você devia ligar pra Theodora e falar que você quer um remember com ela.

-Alessandro me dê licença? – As palavras dele me esquentou e eu fiquei desconfortável.

-Você sabe que eu sou sincero. – Ele se levantou e saiu.

Suspirei ao me lembrar da nossa primeira vez juntas, foi também a primeira vez em que ela disse que me amava e eu nem tive coragem de responder, sempre achei Theodora muito corajosa, pois ela nunca teve medo de expor o que estava sentido. Me despertei dos meus pensamentos com uma mensagem de Theo chegando.

THEO VIA WPP:

T- Oie, sumi né? Desculpe, vida corrida. Mas tô te mandando mensagens pra saber se a Luna pode ir na festa do pijama hoje? A Valentina e o Arthur já estão comgo e eu prometo cuidar bem da sua filha. 

C- Oie, nossa Luna não para de perguntar sobre a festa do pijama, claro que ela pode. Eu levo ou você busca ela?

T- Passo na sua casa pra pegar ela! Ela vai poder ficar pra dormir?

C- Claro, tenho certeza de que ela não iria querer ir embora. 

 

Sorri igual boba para a tela do celular, eu não sei o que rola, mas fico toda derretida com a forma que Theo e Luna viraram amigas, minha filha perguntava sobre a "tia Theo" quase todos os dias. Juntei minhas coisas e decidi ir pra casa, queria estar lá quando Theo buscasse minha filha.

-Chegou cedo, filha. – Encontrei minha mãe sentada na varanda brincando com o cachorro de Luna. – Cheguei agora também.

-Oie, pensei em descansar um pouco hoje. – Me sentei e deitei a cabeça em seu colo. – A Luna já está pronta?

-Pronta pra que? – Minha mãe perguntou enquanto acariciava meus cabelos.

-Ela tem uma festa do pijama hoje. – Respondi como quem não quer nada.

-Ué, mas você nunca deixa ela dormir fora. – Minha mãe questionou e eu sorri de lado.

-É a festa do pijama que a Theodora está organizando. – Minha mãe deu um pulo e se ajeitou no sofá.

-A Luna vai dormir com a Theo? – Minha mãe deu um sorriso tão grande que não cabia no rosto. – Eu amo a forma como as duas se deram bem.

-Eu também amo, mãe. – Falei quase suspirando. – Por isso deixei ela ir.

-Como você está se sentindo em relação a volta dela? – Minha mãe segurou minha mão.

-É tudo tão difícil mãe, eu achei que tinha passado, mas eu nunca consegui sentir nada parecido por ninguém. – Suspirei e minha mãe fez um afago em meus cabelos. – E eu sei que eu não tenho direito de querer ela, eu não posso ser egoísta duas vezes, e ela é uma nova pessoa, uma pessoa que eu não conheço mais.

-Eu não concordo com você. – Encarei minha mãe sem entender. – Ela está mais madura, mais mulher, mas não deixou de ser aquele doce de menina, aquele furacão que luta pelo o que acredita, e eu acho que ela precisa confiar em você, não estou dizendo pra vocês retomar o namoro, mas pelo menos reconquistar a amizade dela.

-Eu não sei mãe, ela está tão diferente. – Deitei no ombro dela.

-Eu também acho, está mais gata. – Minha mãe conseguiu arrancar um sorriso meu. – Eu acho que o seu passaporte para essa amizade é aquela garotinha ali.

-MAMAIN. – Luna veio correndo com uma mochilinha nas costas. – Tia Theo, já "chegô"

-Oi meu amor, tá animada? – Ela balançou a cabeça. – Então vamos, mamãe vai te levar no portão.

-Tchau vovó. – Luna abraçou minha mãe.

Levei ela até o portão e relembrava as nossas regras, minhas filha sempre foi uma criança muito obediente, por isso eu sei que ela não faria nem uma arte.

-Oi gatinhaaa! – Theo estava na lateral do carro e meu coração bateu apressado quando bati os olhos nela. – Animada? Oi Catarina.

-OI TIA THEO. – Luna soltou minha mão e correu até ela.

-Oi Theo. – Chamei ela pelo o apelido e ela pareceu surpresa. – Bota animada nisso.

-Vamos nos divertir muito. – Ela pegou Luna no colo e fez cosquinhas.

-Olha, é a primeira vez que ela vai dormir fora, então não deixe de me ligar se acontecer qualquer coisa. – Eu só tinha receio de Luna estranhar passar a noite fora de casa, pois estranhamente eu confiava em Theodora. – Eu busco ela se for preciso.

-Hey, relaxa. – Theo beijou a bochecha da minha filha. – Sua filha está em boas mãos.

-Eu sei disso. – Falei com ternura e ela sorriu pra mim. – Divirtam-se e se comportem mocinhas.

Dei um beijo na minha filha que ainda estava no colo de Theo, e com uma coragem que não sei de onde surgiu, deixei um beijo na bochecha de Theodora também, ela sorriu e acomodou Luna na cadeirinha ao lado de Arthur e Valentina, dei tchau e entrei com sensação de borboletas no estômago.

POV THEODORA

Passei a semana refletindo sobre minha vida, me afundei no trabalho e não quis saber do meu passado, meu passado tem nome e se chama Catarina. Desde as palavras de Luiza, eu fiquei com aquilo na cabeça, e cheguei a conclusão de que eu não posso ser um cachorrinho pra ela. Acabei me acertando com Izadora e passamos algumas noites juntas, mas sempre estou fugindo do assunto "namoro".

Hoje eu iria encontrar Laura pra um café da tarde, desde o show, ela quer conversar comigo, mas nossas agendas nunca se batem.

-Oi tampinha. – Entrei no café e ela já estava lá.

-Oi Theo. -Beijei sua testa e me sentei. – Tudo bem?

-Estou cansada de procurar apartamento. – Falei suspirando. – E você?

-Cansada de ser uma artista extremamente talentosa que se cobra muito pra entregar um novo álbum perfeito. – Ela levou as mãos aos cabelos. – Desculpa, mercúrio retrógrado.

-Não vou me cansar de dizer que você é a maior desse país, então não se cobre tanto. – Alisei sua mão e ela sorriu.

Fizemos nossos pedidos e passamos a conversar sobre a vida, o tempo que eu passava com Laura era tão bom que nem víamos a hora passar, conversamos sobre tudo, assunto não faltava pra nós duas.

-O Julio parece ser um cara incrível. – Ela me contava como conheceu o namorado. – E se ele não for, vai se ver comigo.

-Ele é, e é o amor da minha vida. – Laura disse suspirando. – Mas e você? Quando alguém vai entrar nesse coração novamente?

-Eu não sei, esse coração aqui tá trancando.

-Eu tenho uma leve impressão que uma pessoa aí tem a chave. – Levantei as sobrancelhas. – Eu não preciso ser uma gênia, pra saber que Catarina ainda mexe com você.

-É pequena gênia? Mas dessa vez você não está certa. – Respondi sorrindo. – Eu já superei, e segui em frente.

-Não sei se acredito. – Laura me olhava de forma avaliativa. – Ela é uma pessoa diferente, e tenho certeza que ela não foi feliz também com as escolhas que ela fez. Não estou defendendo ela, pois não concordo, mas eu sempre achei que vocês duas tinham uma amizade linda.

-Tínhamos, no passado. – Bebi o restante do meu café. – Hoje em dia não nos conhecemos mais.

-Deviam se conhecer. – Laura deu os ombros. – Ainda mais agora que minha afilhada está quase me trocando pela "tia Theo", o que você fez, ein? Luna só fala de você.

-Sou uma tia incrível. – Ela fez cara feia pra mim.

-Ela está ansiosa por uma festa do pijama que você prometeu. – Dei um tapa em minha própria testa.

-Minha nossa, passei a semana atolada e não me lembrava. – Peguei meu celular rapidamente. – Vou resolver isso agora!

-Theo, só te peço uma coisa. – Laura me encarava de forma intensa. – Não faça minha afilhada sofrer, ela se apega nas pessoas, e ela é só uma criança, ela não tem nada a ver com as escolhas da mãe dela.

-Eu jamais faria isso, Laura. – Ela acenou com a cabeça e pedimos a conta.

Acabei ligando pra Ester e Isis, faria uma festa do pijama com os três, queria o Bento também, mas Mari disse que ele estava gripadinho e seria ruim deixá-lo participar. Liguei pra Claudia e rapidamente ela preparou tudo, agora era só avisar Cat que seria hoje a festa do pijama.

Em poucos minutos, passei pra pegar o Arthur e Valentina, seguimos pra casa de Catarina, pedi Ramires que colocasse a cadeirinha de segurança antes de sairmos. Toquei o interfone e uma funcionária disse que Luna já estava a caminho, sai do carro e esperei escorada no mesmo, não demorou muito pra Cat abrir o portão e Luna sair correndo em minha direção.

-Oi gatinhaaa! – Abaixei e abri os braços. – Animada? Oi Catarina.

-OI TIA THEO. – Luna grudou no meu pescoço e levantei com ela no colo.

-Oi Theo. – Catarina me chamou pelo apelido e eu senti algo diferente. – Bota animada nisso.

-Vamos nos divertir muito. – Fiz cosquinhas em Luna e o Arthur  já estava empolgado no carro.

-Olha, é a primeira vez que ela vai dormir fora, então não deixe de me ligar se acontecer qualquer coisa. – Catarina falava com cautela, mas ela parecia confiar em mim. – Eu busco ela se for preciso.

-Hey, relaxa. – Beijei a bochecha da garotinha. – Sua filha está em boas mãos.

-Eu sei disso. – Ela me olhava nos olhos. – Divirtam-se e se comportem mocinhas.

Luna se despediu da mãe, e Catarina deixou um beijo em minha bochecha e o cheiro dela inebriou minhas narinas, era o mesmo perfume de sempre, me lembro das notas de groselha negra e pêra, no fundo havia notas de Patchouli e Baunilha. Lembro desse cheiro, pois eu sempre comprava esse perfume, apenas para me lembrar dela. Balancei a cabeça me desfazendo daquela sensação que me arrepiou inteira. Demos tchau e entramos no carro, praguejei por sentir essas coisas, e tratei de não pensar.

Partimos pra minha casa, as crianças estavam animadas e tagarelavam o tempo todo, falavam de desenhos e filmes que eles queriam assistir. Quando chegamos em casa, levei eles diretamente para a sala de cinema, onde Claudia preparou tudo pra nós, ela montou algumas cabaninhas, e as crianças amaram de cara. Ela preparou lanches e fomos escolher o que faríamos. Minha mãe passou por lá brevemente e disse que estava indo para o quarto dela, demos boa noite e começamos nossa festa.

-Tia Theo, você tem filhos? – Valentina perguntou enquanto brincávamos com massinhas.

-Não tenho ainda. – Estava fazendo um bolinho ao lado de Luna.

-Você tem duas mamães? – Luna perguntou pra Valentina.

-Tenho sim, é muito legal. – Valentina respondeu sorrindo. – Minha mamãe Ester é mais brava que minha mamãe Luiza.

-Minha mamãe é "bava". – Luna disse de forma espontânea. --"Quelo" mais uma mamãe.

Sorri pra ela e Arthur mudou de assunto, brincamos um bom tempo e depois fomos comer, Claudia preparou um banquete, mas antes ela perguntou o que eles gostavam de comer. Depois de escovar os dentes deitamos pra assistir Barbie, Luna ganhou no sorteio e fomos assistir a escolha dela.

-Tia Theo? – Estava concentrada no filme quando Luna me chamou. – Deita do meu lado?

-Claro, meu bem! – Ela pulou o Arthur e deitou com a cabecinha no meu ombro. – Tá com saudades da sua mamãe?

-Não, gosto de ficar aqui. – Sorri pra ela e continuamos assistindo.

Depois de meia hora os três já estavam dormindo, peguei eles e coloquei na cabana de cada um. Desliguei a Tv e me acomodei no sofá, não deixá-los sozinhos. Deitei e na mesma hora meu celular apitou uma nova mensagem.

CATARINA VIA WPP: 

C- Oie, tá tudo em ai? 

T- Oi, estamos sim, estou apaixonada pela sua filha e não sei se vou devolver. Lindinha demais. 

C- Nem pense nisso, não vivo sem minha bolinha. Ela já dormiu?

T- Sim, tá aqui roncando igual você. 

C- Hey, eu não ronco mais. 

T- Sóacredito vendo. Deixa eu descansar agora, brincar cansa, boa boite Catarina!

C- Boa noite Theo!

Bloqueei o aparelho e suspirei, a quem eu estou querendo enganar?

Fim do capítulo

Notas finais:

Eitaaa


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Comentários para 60 - Festa do Pijama :
patty-321
patty-321

Em: 15/11/2022

Essa proximidade está mexendo com as duas, quero q a Catarina sofra mais um pouco.kkkk

Responder

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Lea
Lea

Em: 15/11/2022

Theodora, mulher, não tem como não amar você!

 

Responder

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Dessinha
Dessinha

Em: 15/11/2022

Ah, que maravilha! Acontecendo naturalmente, mas acho que dessa vez a Theo não será tão boba assim né? Maravilha de capítulo 

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ClaudGisi
ClaudGisi

Em: 15/11/2022

HHehehe a luna já ama a tia Theo!  E eu acho que a Theo é uma ótima opção pra ser a outra mamãe da Luna S2

E a Theo já percebeu que não adianta se enganar.

Obg pelo capítulo autora :)

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 15/11/2022

Tá difícil Theo.

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