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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 5

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Palavras: 1948
Acessos: 1573   |  Postado em: 03/11/2022

Eu sei

POV CATARINA

-Ai que saudades! – Abracei Laura fortemente. – Como está a minha cabeçuda favorita?

-Oi minha baixinha. – Ela estava linda, sorridente e... – Loira?

-É pro meu novo projeto. – Respondeu sorrindo e entramos no restaurante. – Mas e aí, como você está?

-Cansada? – Ela sorriu e balançou a cabeça. – A nova coleção está me consumindo.

-Imagino, mas sei que vai ser um sucesso. – Laura sempre foi fã do meu trabalho. – Mas não se esqueça de viver, trabalhar é bom, mas viver é ainda melhor.

-Hey, quem disse que eu não estou vivendo? – Falei em tom de brincadeira.

-Qual foi a última vez que você saiu pra se divertir? – Laura tinha uma das sobrancelhas arqueadas. – Os convites dos meus últimos shows nunca chegaram até você?

-Me desculpe amiga. – Eu sei que estava em falta com ela.

-Vamos mudar de assunto. – O garçom trouxe o nosso suco. – Como está minha afilhada?

-Cada dia mais linda! – Respondi sorrindo. – E mimada, dona Geralda mima ela demais.

-Tem que mimar mesmo, você pega o boi que eu não tô por perto sempre.

-Até Malvina deu pra mimar Luna, acredita nisso? – Me lembrei que Malvina montou um playground pra Luna brincar. – Minha filha tem mel.

-Lulu conquista todo mundo. – Nossos pedidos chegaram e conversamos banalidades.

Laura me contava dos seus novos projetos e eu ouvia tudo com atenção e orgulho, minha amiga estava tão empolgada que nem se contia de tanta felicidade. Me contou do novo namorado e estava ansiosa pra me apresentá-lo.

-Vamos marcar um jantar em minha casa. – Minha mãe iria adorar rever Laura. – Quero conhecer o Júlio. 

-Vamos marcar sim. – Ela respondeu animada. – Mas e você, quando vai me apresentar alguém?

-Blindada, esse coração aqui tá fechado. – Eu nem me lembro a última vez em que me apaixonei, na verdade eu me lembro sim.

-Eu sempre bato na mesma tecla, cuidado amiga. – Laura segurou minhas mãos. – Você é uma mulher de 28, jovem, linda, e poderosa, não deixe a vida passar e acabar sozinha como Malvina.

-Malvina e eu somos pessoas diferentes. – Detestava quando falavam, isso.

-Será? — Laura sempre tinha esse ar analítico. —Enfim, tenho um show marcado aqui em São Paulo, e você está intimada a ir.

-Não vou faltar. – Laura sorriu empolgada.

Falamos sobre tudo, assunto não faltava e só Deus sabe o quanto eu sentia falta dos nossos momentos juntas. A conversa estava boa, mas eu tinha muito trabalho pra fazer

-Amiga, queria passar horas conversando. – Suspirei. – Mas eu preciso voltar ao ateliê.

-Se incomoda se eu for com você? – Abri um sorriso e peguei o celular.

-Vou ligar pro Ramires vir buscar a gente. – O motorista atendeu e disse que já estava a caminho, pedimos as contas e fomos em direção ao estacionamento.

-Uau, você ganhou a confiança da poderosa mesmo. – Laura disse ao ver o carro de Malvina se aproximar.

-Malvina não gosta de esperar, então cedeu o motorista pra mim. – Entramos no carro e Ramires fechou a porta. – Cedeu pra Luna também.

-A Malvina gostar de criança é uma coisa bem estranha. – Laura fez um cara engraçada e Ramires seguiu caminho.

Flash back on:

Depois da minha conversa com Laura, eu fiquei ainda mais confusa, eu não sabia o que fazer com aquela criança. Eu estava sozinha nessa, o cara com quem eu fiquei nem deve se lembrar da minha existência. Como eu fui burra meu Deus.

-Catarina, quero você em minha sala. – A voz de Malvina saiu pelo telefone da minha mesa.

Tentei limpar o rosto e fui até lá, eu precisava decidir o que fazer.

-Pronto, como posso te ajudar. – Não tive coragem de encará-la.

-Catarina, o que está acontecendo com você? – Malvina estava com alguns desenhos sobre a mesa. – Esses desenhos estão horríveis, fora esses dois aqui que são cópias da coleção passada.

-Me desculpe. – Respondi tentando segurar o choro.

-Olha Catarina, eu acredito no seu potencial, eu sei do que você é capaz. – Malvina retirou os óculos e me encarou. – Mas você precisa se concentrar, eu quero poder contar com você, quero te transformar na minha principal estilista. 

-Eu vou refazê-los.  – Eu precisava resolver o meu problema.

-O que está acontecendo? – Ela se aproximou ficando bem próxima. – Eu convivo com você há quase quatro anos.

-Não é nada. – Sequei os olhos.

-Não minta pra mim. – A voz firme dela me fez tremer.

-Eu estou grávida. – Falar aquilo em voz alta era assustador.

-O que? Como isso aconteceu? – Ela deu alguns passos pra trás. – Quer dizer, de quem é esse bebê?

-Aconteceu. – Ela me olhava interrogativa. – Eu conheci um cara e acabamos nos envolvendo.

-Isso é de tanta irresponsabilidade, Catarina. – Malvina alterou a voz. – Eu não posso acreditar que você foi descuidada, e nem falo só pela gravidez.

-Eu sei. – Falei em um fio de voz. – Eu vou dar um jeito nisso.

-Não ouse, não ouse terminar essa frase. – Ela me encarou com uma expressão carregada. – Esse bebê que está aí não tem culpa se dois idiotas não se cuidaram.

-Malvina eu não posso. – Eu não estava preparada pra ser mãe, não desse jeito. – Eu tenho um futuro pela frente.

-Eu pensava do mesmo jeito, eu já lhe contei minha história. – Ela se sentou com as mãos na cabeça. – Eu fiz a mesma burrada Catarina, e se eu tivesse feito isso, eu seria a mulher mais amarga do mundo, pois minha filha é tudo o que eu tenho, não me importa se estamos longe, Theodora é parte de mim.

Malvina segurou o porta retrato com a foto de Theo recém formada, ela estava com um sorriso lindo e meu coração bateu mais forte.

-Eu já errei muito nessa vida, mas o meu maior acerto foi não ter interrompido a vida da minha filha. – Ela segurou minha mão. – Você não está sozinha, eu já te disse isso uma vez, vejo muito de mim em você, e eu não vou permitir que você estrague sua vida.

Flash back off:

-Hey, eu tô falando com você. – Laura me cutucou. – Está viajando.

-Desculpa. – Me desculpei e me livrei dos meus pensamentos. – O que você dizia?

-Quero te contar uma coisa. – Laura dizia receosa. – A Theo está no Brasil.

-Eu sei. – Meu coração bateu forte, mas eu disfarcei bem.

-Como assim, vocês se encontraram? – Laura perguntou empolgada.

-Claro que não, mas eu soube que ela visitou Malvina. – Respondi colocando meus óculos  escuros no rosto e saindo do carro.

-E você vai procurar-lá? – Me virei com a pergunta.

-Óbvio, que não. – Laura só pode estar louca. – Theodora e eu não somos nem amigas mais.

-Por escolha sua. — Laura retrucava enquanto me seguia pra dentro do ateliê.

-Não vamos entrar nesse assunto, já se passaram oito anos. – Minha amiga revirou os olhos.

-Eu não aguento você e essa sua cabeça dura. – O elevador abriu e vimos os funcionários correndo. – Deve ser a convivência com sua chefe.

-Laura, vamos parar com isso? Eu não quero mais falar desse assunto, se você puder respeitar minha decisão. – Ela bufou irritada. – Agora eu preciso trabalhar. 

-Já vi que isso é causa perdida.

Entrei em minha sala e ela me seguiu, Laura não falou mais nada, sabia que ela estava irritada, mas esse assunto me deixa extremamente chateada, era muita história, mas já acabou. O resto do dia passou rápido, Laura se despediu, dizendo que precisava resolver alguns problemas. Minha cabeça não parava de pensar nas palavras dela, eu não quero encontrar Theodora, nós duas não tínhamos assunto, não temos mais nada em comum. 

-Com licença Catarina. – Fabiana colocou a cabeça para dentro da porta. – O Ramires ligou avisando que está com conflito de horário, ele precisa buscar a Luna, mas está preso no trânsito com a senhorita Barcellos.

-Obrigada Fabiana, vou busca-la. – Suspirei, pois eu sabia que Theodora iria precisar do motorista.

Já está na hora de eu ter meu próprio motorista, vou providenciar isso esse mês. Peguei minha bolsa e saí, já estava em cima da hora, tentei ligar pra minha mãe, mas ela não atendeu. Peguei um carro por app e segui pra escola. O trânsito estava parado, não andava e a hora passava rapidamente, bufei irritada olhando o relógio.

-Moço, dá pra andar rápido? – Perguntei irritada.

-Está tudo parado, o gps está informando que teve um acidente a frente.

Rolei os olhos e tentei ligar pra minha mãe novamente, mas deu caixa postal, tentei Cadu, mas ele estava preso em uma reunião, Kátia estava de atestado médico, não havia ninguém mais pra quem eu pudesse ligar. Já haviam se passado trinta e sete minutos do meu atraso, até que a supervisora da escola me ligou.

-Senhora Catarina, sou Tereza, supervisora da escola da Luna Avelar. – Ela disse assim que eu atendi. – Hoje ninguém veio buscá-la, e precisamos fechar a escola.

-Boa tarde Tereza, eu já estou a caminho, mas ocorreu um acidente e o trânsito está totalmente parado.

-Eu entendo, mas ela está chorando. – Luna com certeza faria birra. – A senhorita Isis, mãe do Arthur Oliveira, se ofereceu pra levá-la pra casa, mas preciso da sua liberação.

-A Isis? – Perguntei incrédula, pois nossa relação era péssima.

-Sim, o Arthur não quis deixar a Luna sozinha. – Neguei com a cabeça e suspirei.

-Ok, pode liberar, buscarei ela na casa dela. – Agradeci e encerramos a ligação.

Só me faltava essa, agora eu preciso ir até a casa de Isis buscar Luna, é engraçado como problema gera problema. Pedi Isis o endereço por whatsapp e ela disse que eu não precisava me preocupar, agradeci e dei o novo endereço ao motorista.

Depois de um longo tempo o trânsito começou a fluir, e em pouco tempo rodando, chegamos ao prédio de Isis, não era tão longe da escola. Pedi ao motorista pra continuar me esperando, eu pagaria pelo tempo que ele ficasse parado, dei meu nome na portaria e fui liberada pra subir.

-OI MAMÃEEE.  – Luna veio correndo assim que Isis abriu a porta.

-Oi filha. – Me abaixei e a peguei no colo. –Oi Isis, obrigada por ter pego ela.

-Oi Catarina, não foi nada demais. – Isis pegou o filho no colo. – O Tutu não queria deixar a bichinha.

-Obrigada Arthur. – O garoto sorriu timidamente. – Bom, agora vamos pra casa.

-Mamãe, o Tutu pode ir lá em casa? – Luna perguntou mexendo em meu cabelo.

-Pode filha, vamos marcar um dia pra ele ir lá. – Luna e Arthur sorriram um para o outro. – Agora vamos, pois o uber está nos esperando.

Nos despedimos e descemos, Luna falava sem parar, me contava como foi a aula e eu quase não prestava atenção, pois estava respondendo alguns e-mails, saímos do prédio e o motorista ainda nos aguardava.

-Mamãe, olha o "Ramiles" lá. – Luna apontou com a mãozinha.

Meu coração saiu pela boca e eu vi Theodora saindo do carro em câmera lenta, ela sorria acompanhada de um cara alto, os dois pareciam super entrosados, o sorriso dela sempre foi lindo, mas parecia está ainda mais bonito, sentia meu coração sair pela boca, e meu cérebro entrou em conflito comigo mesmo, eu não sabia explicar o que eu estava sentindo. Os dois atravessaram a rua e o motorista deu partida, me levando pra longe dali.

Fim do capítulo

Notas finais:

Cat viu a Theo dela kkk

o reecontro ta vindo. 


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Comentários para 50 - Eu sei:
Dessinha
Dessinha

Em: 04/11/2022

Agora aguenta coração... que "reencontro" triunfal.. Catarina tem que dar uma falada pra conseguir Theodora de volta. Nossa, muito legal esse final. 

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ClaudGisi
ClaudGisi

Em: 03/11/2022

Eita eita eita, que está cada vez mais perto do reencontro.

A Catarina faltou babar ksksksksjsksks

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 03/11/2022

Eita Cat babou em fia.

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Lea
Lea

Em: 03/11/2022

Isso Catarina,tenha um colapso e vá para as profundezas.

 

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patty-321
patty-321

Em: 03/11/2022

Rum, que doa bastante ela ver o que perdeu. Hahaha 

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