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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 2

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Palavras: 2017
Acessos: 1676   |  Postado em: 29/10/2022

Que saudade!

POV CATRINA

Depois de um longo banho, respondi várias mensagens que estavam pendentes, marquei de almoçar com Laura amanhã, estava morrendo de saudades da minha baixinha, mas antes, precisaria passar no ateliê pela manhã. Estava em dúvidas se voltaria ao hospital, então decidi ligar e ver como Malvina estava, mais cedo deixei ordens explícitas para que ninguém que não fosse da família recebesse noticias ou visitasse ela, quando perguntei quem estava com Malvina, meu coração parou de bater por alguns segundos.

-A senhora Malvina passou o dia bem e está na companhia de sua filha, Theodora Barcellos.

É oficial, Theodora está no Brasil! Encerrei a ligação e tentei me recompor eu não sei por qual motivo ela ainda me deixa tão abalada, já se passaram oito anos, eu segui minha vida, porém o simples fato de ouvir seu nome, me deixava com uma sensação estranha no peito.

-Filha, vai descer pro jantar? – Minha mãe bateu em minha porta me despertando do transe.

-Já estou indo. – Respondi rapidamente e tratei de me vestir.

Desci pro jantar e minha mãe estava sentada à minha espera, Luna estava em sua cadeirinha de alimentação assistindo algo em seu tablet, com certeza minha mãe era a responsável por isso.

-Katia, você sabe que Luna tem horário, e esse não é o momento dela usar o Tablet. – A minha funcionária ficou pálida, pois sabia que eu era rígida com as regras da minha casa.

-Me desculpe, senhora Catarina. – Katia respondeu com a voz trêmula.

-Foi eu quem deixei. – Sabia que dona Geralda estava por trás disso. – Luna tem apenas dois anos, ela tem mais regras a cumprir do que em um quartel.

-Eu não vou começar essa discussão, não quero que minha filha cresça largada e fazendo o que bem entende.

Minha mãe rolou os olhos e o jantar foi servido, eu sei que minha mãe não concorda muito com o meu jeito de educar minha filha, mas é a forma que eu acho certo e isso não vai mudar. Jantamos em silêncio, eu não gostava desse clima pesado com a minha mãe, as vezes sinto falta da nossa cumplicidade de quando morávamos naquela casinha pequena do subúrbio, mas eu cresci e mudei, sou Catarina Avelar e preciso me portar como tal.

-Vai dormir no hospital novamente? – Minha mãe quebrou o silêncio.

-Malvina está acompanhada dos familiares. – Meu estômago revirou ao me lembrar que Theodora está no Brasil. – Ela acordou e parece estar bem.

-Graças a Deus. – Eu não queria falar sobre Theo, sei que minha mãe daria um jeito de visitá-la, e eu não quero isso. – Rezei pra ela sair dessa, Malvina é uma pessoa fria, mas não merecia ter esse fim.

-Suas orações foram fortes, ela está fora de perigo. – Minha mãe sorriu. – Vou colocar a Luna na cama e vou me recolher também.

-Eu "quelo" a vovó. – Luna falou emburrada.

-A vovó coloca, meu amor. – Revirei os olhos, mas eu estava cansada demais pra discutir.

-Tudo bem, vou subir. – Me levantei e deixei um beijo na minha filha. – Boa noite mãe, boa noite Kátia.

Elas responderam um uníssono e eu parti para o meu quarto, minha cabeça estava cheia, e eu precisava descansar, amanhã teria um dia cheio. Me deitei e minha mente vagou lá no passado.

Flash back on:

-Laura, isso não pode ser real. – Eu chorava incontrolável. – Como eu vou ter essa criança?

-Calma, ainda vamos fazer um exame pra confirmar. – Laura tentava me acalmar, mas eu sei que esse teste de farmácia estava certo, eu podia sentir. – Eu estava com um discurso pronto, eu ia brigar com você pela sua grande irreponsibilidade, mas eu sou sua amiga e vou estar aqui com você.

-Cat, você todo dia bate nessa mesma tecla, que sua carreira vem em primeiro lugar, que você tem que chegar ao topo, mas quando você vai se priorizar? – Ela me perguntou. – Esse bebê é a prova de que agir por impulso só da merd*, você só saiu com aquele modelo de quinta, após ver aquela foto.

-Theodora não tem nada a ver com isso. – Foi a única coisa que consegui responder.

-Você mente pra si mesma, só eu sei o quanto você se arrependeu de ter perdido ela. – Laura batia nessa mesma tecla todos os dias. – Bastou uma única foto, pra você ir lá encher a cara e acabar na cama de um babaca.

-Isso não é sobre ela, para com isso. – Me levantei irritada. – Theodora e eu nunca daríamos certo, e eu já me decidi, eu não vou ter esse bebê.

-Você está louca Catarina, eu não vou permitir isso. – Laura se exaltou.

-Eu já me decidi.

-Espero que você se toque da loucura que está falando. – Laura se encaminhou até a porta. – Eu estarei aqui quando você colocar a cabeça no lugar e ver quem você está se tornando.

Ela saiu e me deixou ali aos prantos, coloquei a mão na barriga e pedi a Deus que me ajudasse, eu estava em conflito comigo mesma e não sabia o que fazer.

Flash back off:

Acabei pegando no sono depois de tanto pensar no meu passado, era louco como minha vida mudou tanto, eu olho pra trás e vejo o quanto eu caminhei. quem eu me tornei.

Acordei mais cedo que o normal, passaria no hospital antes de ir trabalhar, queria ver como Malvina estava, mas antes eu ligaria pra me certificar quem estava com ela, o quanto eu puder evitar esse encontro será melhor pra mim, talvez Theodora volte logo pra Londres agora que sua mãe já acordou, ela nunca gostou daqui mesmo. Me vesti e avisei Ramires que ele poderia vir me buscar, Malvina sempre quis manter o motorista à minha disposição.

-Bom dia, vim visitar Malvina Barcellos. – Uma moça sorridente me encarou e acenou com a cabeça.

-Bom dia senhora. – Ela consultou algo no computador. – A senhora tem o nome na lista de pessoas autorizadas? – Entreguei minha identificação. – Tudo certo, a senhora Malvina está no quarto 13, terceiro andar.

-Obrigada! – Agradeci sem render muito, não estava com um bom humor naquela manhã.

Subi até o terceiro andar, e bati antes de entrar, pelas as informações, a mãe de Malvina era quem estava de acompanhante.

-Bom dia, posso entrar? – A senhora elegante me deu um sorriso.

-Bom dia meu bem, pode entrar sim. – Ela se levantou e se aproximou. – Você deve ser a Cat, braço direito da minha filha, ela sempre falou de você. Sou Marlene, mãe de Malvina.

-Muito prazer, senhora Marlene. – Apertei a mão dela. – E como ela está?

-Me chame apenas de Lene. –Ela era extremamente simpatica. – Está bem, foi apenas um susto, acho que amanhã ela já terá alta.

-Graças a Deus. – Olhei para o lado e vi Malvina despertar.

-Catarina? – Dei um sorriso ao ver que ela me reconheceu.

-Oi, como está se sentindo? – Me aproximei de sua cama.

-Estou bem. – Ela se acomodou na cama. – Quero voltar pra minha rotina.

-Você não vai voltar para a sua rotina. – Dona Marlene respondeu sucinta. – Você precisa descansar, eu estou muito velha pra tomar outro susto desses, sem contar que você ainda precisa ver Theodora casada te dando alguns netos.

Meu corpo esfriou por inteiro, Malvina deu um sorriso um tanto alegre e isso me deixou desconfortável.

-Ela vem hoje? – Malvina pergutou. – Minha filha está tão linda!

-Está mesmo. – Aquele papo entre mãe e filha estava estranho pra mim. – Minha menina sempre foi linda.  

-Bom, eu passei apenas pra ver como você estava, preciso ir ao ateliê. – Me levantei da poltrona.

-Eu ainda não te agradeci direito, obrigada por estar comigo, Catarina. – Malvina estava mais serena. – Eu acho que nunca falei isso, mas eu gosto de ter você comigo.

-Não precisa agradecer Malvina. – Segurei suas mãos. – Você já fez muito por mim também.

-Não tinha ninguém melhor pra cuidar do meu império. – Ela deu um sorriso vitorioso. – Quem sabe você e Theo não voltam a trabalhar juntas.

Se eu não estivesse encostada em sua cama eu teria caído dura com as palavras de Malvina.

-Minha filha está mais madura, talvez ela aceite administrar meu ateliê. – Limpei minha garganta.

-Eu preciso ir agora. – Me despedi e saí do quarto.

Se essa for a ideia de Malvina eu preciso começar a procurar outro emprego, essa ideia seria louca demais, Theo e eu trabalhando juntas? Isso não daria certo, de forma alguma. Tentei não focar nisso e fui resolver meu dia, que estava cheio de tarefas.

-Com licença. – A recepcionista me parou logo quando eu saí do elevador. – Sei que isso é estranho, mas você poderia entregar isso pra sua irmã?

A mulher me entregou um pedaço de papel e eu estreitei a sobrancelha, eu não fazia ideia de quem a garota estava falando.

-Eu não vi a Theodora indo embora e eu não tive a oportunidade de pegar o numero dela. – Ela deu um sorrisinho e meu sangue ferveu. – Peça a ela pra me ligar.

A garota sem sal saiu saltitante, sem me dar chances de retrucar, fiquei furiosa com a atitude e sai dali o mais breve possível, mas antes amassei o papel e o atirei na primeira lixeira que encontrei pelo caminho. Fiquei furiosa com a atitude antiprofissional da garota, pior ainda, achar que eu seria a garota de recados. Entrei no carro e pedi que Ramires partisse pro Ateliê. Vou trabalhar que eu ganho mais.

Mal cheguei ao ateliê e vi alguns repórteres na entrada, sempre tinha um ou outro ali querendo informações sobre a nova coleção, passei direto e não me dei o trabalho de parar. Todos do ateliê sabiam que Malvina me deixou no comando, é provável que isso tenha vazado, fui pra minha sala e logo Alessandro se aproximou.

-Bom dia minha Deusa! – Acenei com a cabeça e pedi que ele me acompanhasse.

-Teremos o dia cheio, Alessandro. – Ele não gostava de ser chamado assim. – Vou me mudar pra sala de Malvina.

-Hoje? – Ele perguntou curioso.

-Sim Alessandro, a coleção será lançada em um mês, temos muito o que trabalhar. – Falei de forma firme e começamos os trabalhos.

Passei boa parte da manhã organizando as coisas que levaria para a sala de Malvina, lá é maior e seria melhor para trabalhar, eu tinha muito o que fazer, eu vou entregar a melhor coleção que Malvina's já lançou.

-Cat, já pode se acomodar lá. – Alê colocou a cabeça pra dentro me dando o aviso.

-Já estou indo. – Peguei a caixa com meus objetos pessoais e fui para a minha nova sala.

Entrei e deixei a caixa em cima da mesa, eu sempre gostei dessa sala e sonhei em ter uma assim, dei meia volta na mesa e me sentei na cadeira confortável de Malvina, olhei pra frente e dei de cara com uma foto de Theodora em um porta retrato delicado.

Eu já tinha visto essa foto, foi quando ela se formou com honras na faculdade de Londres, eu me lembro que Malvina sorriu brevemente ao receber essa foto pelos correios. Segurei a foto entre as mãos e suspirei pausadamente, às vezes eu pensava em como teria sido nossas vidas se eu não tivesse feito o que fiz, e tenho certeza que não estaria sentada onde estou hoje. Guardei o porta-retrato junto com os objetos pessoais de Malvina e coloquei a foto de Luna no lugar. A manhã passou voando, quando me dei conta já era hora do almoço e eu tinha um encontro especial com a minha baixinha.

-Catarina, a sua amiga está aguardando por você. – Fabiana me disse pelo interfone.

-Peça para ela entrar. – Me levantei e abri a porta com um sorriso enorme no rosto.

-QUE SAUDADEEEEE! – Laura avançou sobre mim e me abraçou fortemente.

Fim do capítulo

Notas finais:

Calma que o encontro vem ai 


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Comentários para 48 - Que saudade!:
patty-321
patty-321

Em: 30/10/2022

Foi hilário a recepcionista entregando o bilhete pra Cat. Kkkk

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 29/10/2022

O encontro...

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