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A borboleta e o amor por May Poetisa

Ver comentários: 3

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Palavras: 2521
Acessos: 304   |  Postado em: 26/08/2022

Capítulo único

 

A borboleta e o amor (May Poetisa)

 

Do alto do Monte Everest, a jovem riu, estava feliz por atingir mais uma meta, a grande diferença entre ela e os montanhistas que já percorreram a Cordilheira do Himalaia, é o tempo de percurso, não foi necessário longas semanas trilhando pela região do Tibete, chegou rapidamente ao apelidado "teto do mundo", tinham planejado por bastante tempo e conseguiram o feito inédito, em aproximadamente vinte e quatro horas.

Claro que estava cansada, seus ouvidos latej*v*m por causa da altitude, sua respiração alterada, por conta do ar rarefeito, todo o seu corpo estava muito dolorido, nunca tinha enfrentado o frio tão excessivo e torturante, como naquele dia, mas, apesar de toda a intempérie, estava radiante, não só pela vista incrível, principalmente por ter concluído mais um desafio do seu exaustivo treinamento e no cume respirou aliviada. Conferiu seu traje, estava intacto, sem nenhum dano, tinha sido cuidadosa, ajustou os crampons, que são os grampos de metal utilizados nas botas, que auxiliam na progressão do alpinista e começou a fazer as imagens ao seu redor. Depois de documentar cada detalhe que viu, gravou seu relato parabenizando toda a equipe pelo excelente trabalho, pois, as pessoas levam no mínimo mais de um mês para fazer aquele trajeto e com todos os mecanismos tecnológicos utilizados, estavam conseguindo fazer história. Anteriormente, outros membros do grupo que representa, tinham conseguido fazer a subida com tempo reduzido, porém, nunca em horas como ela, um tinha feito em uma semana e outro em três dias, agora o recorde é todo dela, missão cumprida e com muito orgulho pode dizer que já escalou os sete picos mais altos do planeta.

- Kima, atenção! A doutora mandou te alertar que voltar é a parte mais perigosa, lembre-se que a maioria das mortes são na descida, ou seja, tenha o máximo de prudência e não seja impulsiva, essas foram as palavras dela (avisou seu amigo).

- Entendido (respondeu e se concentrou).

Com todas as condições propícias, checou a visibilidade, confirmou plena luz, engoliu a pastilha medicamentosa, logo já sentiu seu potencial energético aumentando e deu início a descida, rumo a base do Everest, observando neve para todo lado e se atentando aos diversos penhascos. Assim como na subida, usou a função flutuar da sua indumentária, mas, como a mesma só funciona por algumas horas e para o seu correto desempenho é necessário intervalos com regularidade, passou a maior parte do tempo semelhante aos demais escaladores, caminhando, porém, seu movimento é muito mais acelerado.

- Lu, você ficou me monitorando, sabe que estou bem (afirmou).

- Sim, já coloquei no relatório que foi tudo perfeito, até melhor do que imaginávamos, mas, acredito que a resposta para o que deseja, vai ser um rigoroso não (avisou).

- Eu sei, mas, vou querer tentar, por favor, liga para ela e nos coloca em conferência.

- Boa sorte! Vou discar.

Foram somente dois toques, logo Amora Kotler atendeu.

- Luciano, em que posso auxiliar?

- Doutora, a Kima quer falar com a senhora.

- Algum problema? (Questionou demonstrando certa preocupação).

- Tudo em ordem, transcorreu melhor que o previsto. Quero solicitar autorização para prosseguir, estou muito bem e consigo chegar até o helicóptero (explicou).

- Não! (Foi taxativa).

- É desnecessário pernoitar em um acampamento, quero retornar (voltou a tentar).

- Estou ocupadíssima, você deve repousar e só atendi prontamente, para auxiliar, se estivessem com alguma dificuldade, como não é o caso, vou encerrar nosso contato ou vou acabar perdendo a emulsão que estou estudando (comentou de forma rápida).

- Desculpe por atrapalhar, vou seguir como o combinado, bom trabalho!

A ligação foi encerrada e os dois amigos ficaram em silêncio por alguns minutos.

- Lu, pode dizer: eu avisei (comentou chateada).

- Amiga, é que sempre temos que priorizar a segurança, mas, ao menos você tentou.

- Queria ter insistido, mas, nem deu para conversar direito e acabei atrapalhando.

- Para com isso, já te disse que você tem sorte e favoritismo por receber atenção dela.

- Discordo, queria mesmo ter essa moral que você tanto diz que eu tenho.

- Mulher deixa de carência, depois que eu falo que você tem um amor platônico pela doutora, você fica brava, vou repetir: assume logo o que você sente e conta para ela.

- Pare de bobagem, não fique falando isso, se alguém te escuta, imagine a confusão.

- Relaxa, estou sozinho e a porta está fechada, ninguém ouviu nada. Agora que você chegou bem no acampamento base, vamos descansar. Se precisar me chama.

- Combinado. Bom descanso!

Kima acabou se conformando, não queria passar o pernoite ali, porém, como não foi permitido mudar o plano inicial, descumprir uma regra estava fora de cogitação, pois, sabia das severas consequências que o conglomerado impõe para rebeldes e detestaria decepcionar a Amora, foi pensando nela que começou a retirar todo o seu traje, que faz uma junção magnética com seu corpo. A doutora Kotler foi quem salvou a sua vida, depois que sofreu um atentado em 2024, na época a sua tribo estava muito reduzida, com pouquíssimas condições e mudando novamente de território, devido às constantes secas e como ela estava desnutrida, não conseguiu acompanhar seu grupo e para o seu total azar, acabou ficando para trás. O ataque na localidade que ela estava deixou muitos mortos e deteriorou a sua situação que já era crítica, o objetivo era exterminar quem estivesse por ali com gases venenosos, pois, eram considerados a escória da sociedade e ela não faz ideia de como conseguiu sobreviver. Quando foi encontrada por Amora, a sua respiração estava ofegante e irregular, por causa do gás tóxico, nem mesmo estava conseguindo falar, ouviu ela dizer que tinha um antídoto, que talvez pudesse ajudar, mas, que não tinha certeza e que seria a sua cobaia, pediu autorização para aplicar e já sem esperanças consentiu, não sabia que tratava-se de uma cientista, achou que fosse alguma curandeira, disposta ao menos a aliviar a sua dor. Apagou por dias e quando acordou estava num laboratório, acorrentada numa maca e se sentindo muito viva.

- Por favor, pode me soltar?

- Primeiro tenho que te dar algumas explicações.

- Obrigada por me salvar (agradeceu e ficou olhando ao seu redor).

- Só que tem consequências e caso não concorde com elas, vão te matar.

- Não me surpreende, desde quando me conheço por gente, vivo num ciclo de violência, na infância perdi a minha família, depois fui abandonada pela minha tribo, nem acredito mais numa paz duradoura, já vi tanta atrocidade que felicidade se tornou utopia.

- Sinto muito, tão nova e já passou por tanto sofrimento. A maldade do mundo nos deixa céticos, na sua idade, eu ainda tinha crenças, depois que vi tantos inocentes morrendo, fiquei incrédula, são tantas as surras que levamos na vida e nem sei por qual motivo que comecei a desabafar. Tenho é que te dar respostas (falou séria).

- É que não tenho nenhuma pergunta, é só me liberar que vou embora rapidinho.

- Eu não posso, têm câmeras nos monitorando e aqui no Instituto Especial, implantam rastreadores em todos nós, para que possam nos encontrar em qualquer lugar.

- Nenhuma novidade, nunca fui livre mesmo, sempre estive na mira de quem tem poder.

- Somos duas, me chamo Amora Kotler, numa carta descobri que meus pais escolheram este nome por ser o feminino de amor, eles me entregaram para o doutor Kotler quando eu era adolescente, estava com a saúde muito debilitada e eles não tinham condições financeiras, talvez, se tivessem desistido um pouco antes, não teria perdido uma perna e nem precisaria do implante ocular, mas, tudo isso não vem ao caso. Você não ter perguntas é ruim, acabo falando muito e nem tenho tempo para ficar tendo devaneios.

- Seus olhos são de cores diferentes e lindos. Não me recordo muito bem, mas, acho que quando te vi pela primeira vez, você não estava nessa cadeira de rodas (comentou).

- Uso somente aqui, quando participo de alguma expedição utilizo minha perna robótica. Quando te encontrei não tinha nenhum documento contigo. Qual seu nome?

- Kima. Não sei para que serve esse instituto, mas, já vou logo avisando, agradeço por tudo que fez, imagino que saiba que não tenho como retribuir, não tenho nada e se for para te pagar trabalhando, sem problemas, sou esforçada, mas, se for para fazer o mal para alguém, perderam tempo e recursos. Nasci e fui criada por um clã pacificador.

- Ótimo, era isso que eu precisava descobrir, já que não é violenta, posso te soltar.

Foi esse o primeiro diálogo que tiveram, intenso, verdadeiro e sincero. Kima ficou encantada, quando conheceu todo o trabalho realizado naquele estabelecimento de pesquisa científica, rapidamente tornou-se amiga de Luciano, que tem o QI elevado e faz parte do grupo seleto de 0,1% dos super gênios globais, ele foi uma criança prodígio e seus pais riquíssimos tinham grandes planos para ele, queriam que ele fosse poderoso, que estivesse no comando, contudo, quando ele se assumiu gay, foi deserdado pela família, sozinho, perdido e deprimido, tentou se matar e também recebeu ajuda do Instituto, que tem como diretriz apoiar os necessitados, realizar avanços científicos que possam auxiliar a humanidade, realizando descobertas que contribuem com a saúde e até mesmo treinando pessoas com potencial para salvar vidas, onde Kima se enquadra.

- Kima, acorde! Alerta de perigo.

- O quê foi? Já amanheceu?

- São cinco horas da manhã, acordei com a informação que teve um tremor, vou calcular a extensão e já te informo se o mais seguro é aguardar ou retornar o quanto antes.

- Verifica se tem feridos (pediu levantando e se trocando rapidamente).

- Fique onde você está, é o mais seguro, não vá bancar a heroína, da última vez na sua missão perto daquele vulcão na Itália, você teve problemas e quase me matou de susto.

- Não tive culpa, ele estava inativo, é que não tenho muita sorte, sou rainha de estar no lugar e na hora errada, mas, acabou dando tudo certo, não teve erupção, sobrevivi ao deslizamento para contar história, consegui a substância que precisava ser analisada e ainda ajudei uns aventureiros. Só foi chato aquela reação alérgica, já faz um ano, mas, só de lembrar fico me coçando. Me conta, o que temos hoje. Foi um terremoto?

- Sim, uma tragédia, foi seguido de uma avalanche. Detesto trabalhar contigo, nunca tenho paz, é sempre com emoção e desespero, se você aprontar alguma, juro que vou pedir a minha transferência e te abandono, por favor, não ouse tentar nada impossível, você e o Alexandre me enlouquecem (reclamou lembrando do companheiro).

- Não precisa ficar nervoso, vai dar tudo certo, agora por gentileza, use essa sua super inteligência para me orientar, três anos que trabalho no Instituto e continuo ficando eufórica em situações assim, ainda não tenho a clareza de vocês. O que devo fazer?

- Já estou apurando como agir, o problema é que mandar reforços não vai resolver.

- Não mesmo, é distante e vou levar bronca por ter insistido em vir sozinha.

Foi realizada uma reunião de emergência, para decidir como proceder e ficou definido, que ela auxiliaria um grupo de turistas, já no caminho até o helicóptero, que aguardava por ela, desta forma minimizaria os riscos, ela discordou completamente, queria realizar resgates, é o que ama fazer, salvar vidas e não servir de auxiliar de guia turístico.

- Lu, isso é muito injusto, treino todos os dias e me colocam para fazer algo medíocre.

- Amiga, entendo a sua frustração e ninguém dúvida da sua capacidade, os dirigentes debateram muito e te expor à morte é inadmissível, não podemos te perder.

Ela não disse mais nada, ficou em total silêncio, detestava ser contrariada, a braveza só diminuiu quando ela viu a quantidade de pessoas amedrontadas que estavam na trilha, ela os conduziu até um abrigo seguro e todos ficaram agradecidos. Recebeu mensagens sendo parabenizada por ter norteado os civis e viu as notícias da situação caótica.

No dia seguinte quando regressou, evitou a sua equipe e optou por se recolher, mesmo de costas, ouviu que tinham chamado por ela, incomodada estava disposta a ignorar.

- Não fique sentida com ela, foi quem mais te defendeu na reunião, disse que você estava apta e que é muito competente, só concordou com seus pares, porque os conselheiros temem um novo desastre natural na região, ela tinha dado o aval.

- Achava que o nosso comunicador estava desligado (respondeu e riu).

- Por isso, que nos damos tão bem. Sempre respeitamos nossos momentos, não vou ficar falando sozinho, sou muito importante para ser ignorado (revidou e também deu risada).

Amora fez sinal chamando por ela, que encerrou com o amigo e devagar se aproximou.

- Oi, vamos até a minha sala, quero falar contigo.

Nunca conseguia negar um pedido dela, só não gostava de ficar a sós com ela, depois de ter tentado roubar um beijo da outra no seu último aniversário e ter escutado o seguinte:

- Desculpe, te peço que não faça mais isso, somos amigas, mas, trabalhamos juntas, não é certo misturarmos as coisas, hoje você está completando vinte um anos, tenho o dobro da sua idade e as pessoas podem até pensar que estou me aproveitando de ti.

Queria ter tido coragem de dizer que não se importava com os outros e muito menos com a diferença etária, mas, ficou sem palavras, diante do constrangimento dela.

- Fiquei muito preocupada contigo e agora estou aliviada por te ver bem. Se tivesse acontecido algo contigo, ficaria me sentindo culpada, por não ter concordado com o seu retorno antecipado, achei mais sensato que repousasse, prometo que vou te ouvir mais.

- Mesmo? (Teve a ousadia de perguntar).

- Borboleta, estou te dando a minha palavra.

Ela adora essa intimidade, a cientista era a única que lhe chamava pelo significado do seu nome, que é de origem indígena, sorriu e se abaixou, para ficarem na mesma altura.

- Gosto muito de ti (confessou e segurou na sua mão).

- Eu também e tenho que trabalhar, quer ver o projeto que estou focada?

- E aquela parte que vai me ouvir mais, já desistiu e quer fugir?

- Desculpe (respondeu ficando corada).

- Quero ver sim, só que em outro momento, agora não posso perder a coragem.

- Pode me dar um abraço?

- Claro, senti tanto frio, foi tão bom voltar para o Brasil e vai ser ótimo receber um abraço quentinho (admitiu e ficaram longos minutos abraçadas).

- Tive medo de te perder (falou baixinho).

- Amora, sou apaixonada por você, não estou confusa e nem misturando a admiração e gratidão que sinto, já faz muito tempo que quero dizer que te amo, tenho receio da sua reação. Te peço que não se afaste, se preferir continuamos só amigas, te respeito muito e nada vai mudar a nossa relação. Não ligo para idade e muito menos o que vão pensar.

Ela foi puxada para o colo da amada e a resposta da reciprocidade, foi o melhor beijo da sua vida.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Quer conversar sobre literatura? Papear sobre meus textos? É só me chamar @may.poetisa    


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Comentários para 1 - Capítulo único :
HelOliveira
HelOliveira

Em: 29/08/2022

Mais um muito bom, gostei muito, já tô ficando repetitiva mas é a verdade, o interessante como vc mudar os estilos sem perder a qualidade....

Parabéns ??‘???‘?


Resposta do autor:

Hel, muito obrigada, são comentários lindos como o seu que me animam muito. Depois de participar da antologia aqui do Lettera, Futurismos, resolvi me aventurar em variados estilos, já faço isso no jornalismo, devido as diferentes temáticas, vem sendo bem legal, são tantas as possibilidades e um excelente exercício criativo. Beijinhos, May.

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Vanderly
Vanderly

Em: 28/08/2022

Olha eu aqui outra vez!

May, amei esse conto.

Abraço.

Vanderly


Resposta do autor:

Eba! Feliz em te ter por aqui. Obrigada!

Que bom você ter amado *-*

Beijos e abraços, May

Responder

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Lea
Lea

Em: 27/08/2022

Kima gosta de uma aventura! Como ela mesma falou,nada na sua vida foi fácil.

Nem mesmo se apaixonar foi fácil,pelo fato de não " ser correspondida". Bom, até Amora ver que poderia tê-la perdido. Adorei esse final.


Resposta do autor:

Fico feliz por você ter adorado =D

Foi bacana escrever.

Obrigada! Bjs

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