A Seguranca II por Lena
Capitulo 34
O dia seguinte acordei com duas gravidas sentadas em minha cama, que me obrigaram a ir ao médico.
E sobe o acompanhamento de ambas, eu só voltei depois de ser medicada devidamente.
Após mais pedidos de desculpas, as mulheres me deixaram em casa onde cheguei encontrando o barulho que eu tanto senti falta no dia anterior.
Abrindo a porta, dois corpos pequenos se jogam sobre o meu, e dois menores vinham engatinhando em minha direção.
Abraço meus menores que grudam em mim ainda sobe gargalhadas. Sai com os bebês no calo e Maria, Gabriel agarrado a cada perna.
- Como foi o passeio de vocês ? - pergunto com as crianças grudadas a mim.
- Foi muito legal! A gente subiu em arvores, ajudou a tia Denise. - diz Maria olhando para sua mãe enquanto ainda estava grudada a sua perna.
- Teve também os bichinho. - completa Gabriel.
- Ba ba ba! - Renan rebate como se entendesse a conversa.
- Até você meu lindo! - beijo o pescoço de Renan que se contorce em gargalhada.
Enquanto beijava Renan senti um puxão em meu cabelo e vejo que foi realizado por Caleb.
- Meu ciumento! - faço o mesmo com o outro que também não segura sua risada.
- Eles deram alguns passos quanto estávamos lá. - diz Maria ao sair da perna da mãe.
- Nossa, eu nem vi isso. - olho meus bebês que recostam a cabeça em meu ombro.
- Eles praticamente correram, principalmente quando a Denise quis dar aquela vitamina horrorosa para eles. - completa dona Renata ao pegar um dos meninos.
- Aquela gororoba é horrível! - acompanho minha mãe seguindo para a cozinha.
- É ruim mesmo. Tem goto de mato. - se manifesta Gabriel ainda grudado a perna da mãe.
- Também acho. - concordo olhando para baixo.
Nossa conversa é cortada quando a porta é aberta dando passagem a Beatriz, que parecia ainda mais linda que o normal.
- Mamãe!
As crianças saem do meu colo correndo em direção a Beatriz que jogo sua bolsa no chão abraçando os menores.
Os gêmeos também se animaram e de tanto se balançarem os dois foram colocados ao chão e saíram engatinhando até a ruiva.
- Meu Deus que saudade! - sentindo o abraço de Maria e Gabriel, logo pequenas mãos também se juntam a nós tentando abraçar meu corpo.
Renan e Calebe sorriam alegres enquanto gritavam tentando me abraçar. E com a ajuda de Maria e Gabriel que pegaram os meninos, eu senti braços pequenos ao redor do meu pescoço deixando beijos babados em minha bochecha.
- Ai que beijo gostoso! - retribui o carinho deixando um beijo em cada um e sigo para cozinha onde a mulher da minha vida e minha sogra me aguardavam.
- Saudades... - abraço Beatriz mesmo com o meninos ainda agarrados e ela deixando um beijo em sua bochecha.
- Como foi de viajem minha filha ? - questiona dana Renata ao sentir o abraço da sua nora.
- Cansativa porem produtiva. Não quero viajar mas por tão cedo. - vejo minha sogra sorrir e voltar a sua tarefa.
Com a ajuda de Mirian, organizei as crianças e a questionei sobre os machucados na perna, e foi onde ela me contou o ocorrido com Simone e Juliana. Eu sabia que a morena ficaria de babá das gravidas e fiquei com pena dela, mas ao contar toda situação sorrindo eu percebi que apesar de estressante, Mirian acabou se divertindo com a situação.
O decorrer do dia foi comigo matando a saudades da familia que tanto me acolheu, mesmo Miran sendo o motivo das nossas risadas por a morena se envolver em tantas confusões.
A noite já deitada na cama, recostada ao peito de Mirian sentindo as batidas do seu coração enquanto o carinho era dado em meus cabelos.
- Saudades de ficar assim com você sabia... - de olhos fechados sentindo o carinho ouço um suspiro de Mirian ao sentir minha mão acariciar a pele da sua barriga.
- Eu também estava, mas sempre podemos melhorar isso. - meus olhos se fecham ao sentir a ponta dos dedos de Beatriz se arrastar pelo cós da minha calcinha.
- Eu sei que podemos... - ouvindo seu coração agora se acelerar, introduzo minha mão para dentro da sua calcinha sentindo o sex* quente da morena que apertando meus cabelos.
Enquanto sentia os dedos de Beatriz acariciar meu sex*, sua mão solta um de meus seios e a mulher ch*pa com força me fazendo fechar os olhos.
Mirian começava a ficar molhada, seu corpo não parava de se contorcer enquanto sentia meus dedos em seu sex* e minha boca em seus seios. Mas sem esperar, Mirian fica de lado na mesma posição que eu, segurando meu cabelo ela enfia a mão em meu minúsculo short para também massagear meu sex*.
O gemido saiu fraco de minha boca que foi tomada por um beijo calmo, torturante, pois os mesmo movimentos que eram feitos no beijo se repetiam em meu sex*.
Nossos rostos estavam grudados, respirações descompensadas, dedos trabalhando no mesmo ritmo enquanto os corpos se contorciam no intuito de intensificar o contato. E minha boca se abre ao sentir dois dedos entrarem no meu sex* enquanto uma mão firma aperta minha nuca.
Agindo da mesma forma, dois dedos são introduzidos no sex* da morena que gem* em minha boca que estava colada a sua. E sem mas se conter, sinto meus dedos serem apertados pelo sex* de Mirian que não demorou a goz*r, o que foi um gatilho para mim que deixei me levar pelo choque gostoso que arrebatou meu corpo o deixando mole, saciado.
Ficamos na mesma posição com os dedos ainda dentro de si sentido cada pulsação ir se dissipando de nossos corpos.
Mirian me beija e lentamente vai tirando seus dedos sentindo meu corpo ainda tremer. E da mesma forma retiro os meus sentindo sua respiração forte bater contra meu rosto.
Um beijo delicado é dado pela morena que se levanta e me puxando para um banho rápido, pois eu estava cansada. E na volta ao deitar me aconchegando ao seu corpo não demorou para o sono chegar.
~*~
Meu dia no trabalho foi cheio, e como estávamos com pouco pessoal para suprir a demanda, eu tive que voltar por um dia a minha antiga profissão.
Confesso que matou as saudade mas em determinado momento, por conta de uma aglomeração formada tive que deter alguma pessoas e foi então que dei por falta das minhas algemas. Como já estava em campo, tive que usar uma dos meus colegas mas fora isso tudo ocorreu bem.
Chegando em casa, as crianças sobem para seguir o seu cotidiano, e eu, comecei a procurar por minhas algemas já não as encontrei no escritório. Depois de vasculhar por todo meu quarto fui para o de João, que mesmo falando que não tinha pego me ajudou a procurar nos outros cômodos porem sem sucesso.
- Já procurou no quarto da tia ? - questiona João ao sairmos de mais um quarto.
- E porque Mainha pegaria minhas algemas? - olho estranho para o João que retorna com malicia fazendo meus olhos crescerem ao imaginar.
- Não! Tá doido! Não acredito que você me fez imaginar isso João... - me sento ponto as mãos á cabeça enquanto os cotovelos recostavam nas pernas.
- Deve ser para inovar e tal... A tia esta namorando Miran, e de preferência com um gato. Imagina ai, ele preso algemado na cama dela. - se abana João ao imaginar a cena.
- Pode parar João. Vamos falar com ela. - saio do quarto encontrando Mainha sentada no jardim assistindo algo pelo celular.
- Mainha, a senhora pegou minhas algemas ? - questiono a me aproximar.
- Peguei, a Beatriz falou que você não estava usando. - responde dona Renata com naturalidade.
João ria ao meu lado, enquanto minha boca se manteve aberta até minha mãe olhar em minha direção sem entender minha reação.
- Foi para o que eu estou pensando ? - questiona João ao se sentar rápido ao lado da mais velha pegando sua mão sem deixar seu ar de curiosidade.
- Com certeza. Mas quem prendeu ele foi eu. - diz dona Renata sorrindo.
- Mentira! Me conta isso direito! - João se anima ao ouvir, enquanto seus olhos brilhavam.
Eu estava estática imaginando Mainha prendendo o António na cama. Acho que nem prestei atenção na conversa dos dois, a não se quando acordei ao escutar.
- Deixei ele nuzinho menino se tu ver... - continua dona Renata sorrindo.
- Mainha! Pelo amor de Deus! Pode ficar com as algemas eu não quero mais. - saio de perto do dois que acabam rindo sem dar importância ao meu estado.
Entrando para casa ainda batendo o pé dou de cara com Antônio que me salda alegre porem ao ver meu semblante raivoso ele sai em direção a onde minha mãe estava.
Ao passar do tempo pude perceber que ele era uma boa pessoa, só tinha tamanho mesmo. Gostava dele por cuidar com carinho da minha mãe que parecia feliz com o homem ao seu lado, por isso, tentando esquecer que minha mãe também tinha vida sexual, talvez até mais ativa que a minha, segui para o quarto das crianças os ajudei nas lições e saímos para um passeio rápido pelo condomínio onde os menores brincaram animadamente com outras crianças.
Fim do capítulo
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