• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A culpa é do Zodíaco
  • XV. Sequelas

Info

Membros ativos: 9550
Membros inativos: 1642
Histórias: 1984
Capítulos: 20,618
Palavras: 52,341,497
Autores: 785
Comentários: 106,291
Comentaristas: 2559
Membro recente: Mony2509

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Srta Matsuzaki
    Srta Matsuzaki
    Por EmiAlfena
  • A Princesa & A Dama De Companhia.
    A Princesa & A Dama De Companhia.
    Por Tk_Oliver

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Te
    Te amo porra!!!
    Por Dani mendes
  • Florença
    Florença
    Por lorenamezza

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

A culpa é do Zodíaco por May Poetisa

Ver comentários: 4

Ver lista de capítulos

Palavras: 2463
Acessos: 1555   |  Postado em: 27/06/2021

XV. Sequelas

 

 

XI.                 Sequelas  

 

Ohana começou a receber atendimentos médicos já dentro da ambulância e a Aisha ficou observando. Durante determinado momento do trajeto ela voltou a desmaiar.

 

- Acredito que ela esteja desidratada e perdeu bastante sangue, por isso, da inconsciência (explicou o enfermeiro socorrista).

 

- O sequestrador revelou que a dopou com drogas.

 

- Ele chegou a dizer quais? Para colocarmos no prontuário.

 

- Falou que foi um coquetel, com clonazepan, dramim e quetamina?

 

- Causam sedação e tem aplicação hipnótica.

 

- E o criminoso usou destas drogas em todas as suas vítimas, como no golpe: boa noite, Cinderela.

 

- Já estamos chegando, fique tranquila que ela será bem atendida.

 

No hospital, a loira foi impedida de continuar acompanhando de perto a morena, precisou ficar na sala de espera. Quando o Bruno chegou ela ainda não tinha nenhuma notícia, ficaram os dois aguardando por longos minutos, até que foram avisados que os primeiros socorros tinham sido concluídos e que ela precisava ser transferida para outra unidade, visto que necessitava de uma cirurgia na mão perfurada.

 

- Aisha, a Ohana tem convênio, você autoriza que eu verifique sobre a transferência para Bauru?

 

- Claro, por favor, vai ser ótimo se você puder auxiliar, estou com a cabeça a mil e nem me atentei nisso.

 

Bruno fez questão de resolver as questões burocráticas, novamente ficou com o carro da investigadora e ela na ambulância voltou a acompanhar a namorada, que estava cheia de curativos, tala de imobilização e desacordada. Ver a jornalista tão fragilizada estava acabando com ela, que mesmo sem ter culpa alguma, se culpava por toda a situação.

Em Bauru, a Ohana foi levada direto para o centro cirúrgico, enquanto a Aisha ficou perambulando aguardando por notícias.

 

- Desculpa pela demora, não tenho hábito de dirigir rápido. A chave do teu carro, deixei no estacionamento aqui ao lado.

 

- Obrigada.

 

- Até pensei em tentar contatar algum familiar, mas, a Chefinha é toda independente, conversa pouco com os familiares, certa vez comentou que não são muito próximos.

 

- Não sei dizer se ela gostaria que a gente avisasse, acho melhor consultar ela antes. Quando ela sofreu o acidente de carro, preferiu se recuperar sozinha, dando um tempo de tudo e todos (comentou com medo de ser repelida e tudo que não queria era se afastar).

 

- Agora ela tem você e ela te ama. Aisha, o pior já passou, ela vai se recuperar logo.

 

- Deus te ouça!

 

- Já é quase horário de almoço e a gente ainda não comeu nada hoje.

 

- Eu não vou sair daqui do hospital.

 

- Vamos nos alimentar por aqui mesmo, no piso superior.

 

- Só se for jogo rápido.

 

Aisha comeu rapidamente um lanche natural e tomou um suco. Enquanto Bruno almoçou um prato executivo.

 

- Cara, eu já vou descer, quando acabar a operação quero falar com o médico.

 

- Beleza, vai lá, assim que eu terminar já te encontro.

 

Se informou na recepção, assim que retornou para o hall de espera.

 

- Senhora, a cirurgia ainda não terminou.

 

- Agradeço e continuarei no aguardo.

 

Por volta das quinze horas da tarde que eles receberam informações.

 

- Boa tarde! Sou o doutor Novais, ortopedista, especialista em cirurgia da mão.

 

- Boa tarde! Doutor, meu nome é Aisha, sou namorada da Ohana e este é o Bruno, amigo e colega de trabalho dela. Por favor, nos diga que ela está bem.

 

- A paciente não corre riscos, o neurologista já fez diversos exames, não teve nenhum comprometimento, a cardiologista já fez procedimentos pós operatórios e as substâncias introduzidas em seu organismo não lhe causaram nenhum dano irreversível. Todos os medicamentos necessários já foram ministrados. Quando ela acordar será examinada por uma dermatologista, por conta de hematomas no abdômen. Agora referente exclusivamente a minha especialidade, houve uma lesão, ela teve sangramento considerável, assim que ela deu entrada foi identificado que ela estava em jejum e já realizamos a cirurgia que transcorreu como o previsto e efetuamos a reconstrução cirúrgica. No decorrer das próximas horas vamos avaliar a evolução do quadro clínico.

 

- Doutor Novais, sou uma pessoa bem direta, a Ohana é jornalista e destra. Quando a encontrei no cativeiro, vi que a mão direita dela foi perfurada. Ela vai ter limitações severas?

 

Bruno que ainda não tinha entendido a gravidade da questão, arregalou os olhos quando ouviu tudo aquilo.

 

- Ainda não temos uma definição de diagnóstico e temos que aguardar as próximas horas. No momento não temos todas as respostas, a paciente ainda não acordou da anestesia, nos próximos dias que vamos conseguir avaliar a movimentação motora, no momento não posso garantir nada, nem mesmo identificar sequelas, aparentemente os dedos não foram danificados, toda a lesão se concentrou no centro da mão. Vamos precisar checar a sensibilidade, mas, por enquanto, a mão dela ficará imobilizada por no mínimo vinte e quatro horas.

 

- Além de namorada, sou Inspetora da Polícia Civil e ela foi raptada por um estuprador, de alta periculosidade, é importante que ela seja examinada por uma ginecologista.

 

- Compreendo, já vou notificar a equipe médica. Assim que ela acordar e estiver acomodada no quarto, a senhora será avisada.

 

Assim que o ortopedista os deixou Bruno comentou:

 

- Aisha, tudo isso que você disse ao doutor é muito grave.

 

Ela apenas balançou a cabeça e voltou a sentar.

 

- Por conta da sua profissão você já viu muita coisa, mas, imagino que seja completamente diferente e você não deve estar nada bem.

 

- Por falar nisso, tenho que tomar a minha insulina, vou dar um pulo no carro, já volto.

 

Ele ficou aguardando muito preocupado, temendo que a amiga tivesse sido violentada e temeroso de que ela nunca mais pudesse escrever.

Aisha aplicou em si mesma a injeção e ali sozinha se permitiu chorar, estava arrasada. Ficou pouco tempo no carro, logo voltou, estava ansiosa para ver a Ohana.

Uns quarenta minutos, após o diálogo com o médico responsável pela cirurgia, outra doutora os abordou, conversou em particular com a investigadora e esclareceu que a jornalista não tinha sofrido nenhuma violação de cunho sexual.

 

- Ela não foi violentada (revelou aliviada).

 

- Finalmente uma boa notícia (disse Bruno a abraçando).

 

- Ao menos isso deu tempo de evitar, quando a encontramos o perverso deu a entender que era o que ele estava prestes a fazer, ainda teve a capacidade de dizer que queria que eu ficasse olhando e que mataria nós duas.

 

- Nem acredito que esse pesadelo acabou, confesso que estava com muito medo do desfecho.

 

- Bruno, vamos continuar preservando a imagem da Ohana, ao noticiarem que finalmente o serial killer foi preso, peço que continuem tendo esse cuidado, depois se ela se sentir confortável e quiser vir a público, vamos permanecer ao lado dela dando apoio, mas, agora é momento de respeitarmos toda essa situação delicada.

 

- Claro, vou fazer o seguinte então, vou dar um pulo na redação, conversar com o chefe, ele possui muitos contatos, vou verificar para ficarmos blindados e nada vazar. Por favor, mande notícias e mensagem com o horário de visita, que retorno amanhã.

 

Os dois se despediram e ela fez uma ligação para o seu departamento, visando esclarecer que a mídia nada divulgaria sobre a Ohana e só focariam no crápula.

 

- Inspetora, todos os envolvidos são de confiança, não precisa se preocupar. Já foi retirado o projétil da perna do maníaco, ele levou pontos e passa bem, a concussão foi leve. Mas, assim que ele for para a penitenciária, vai receber atenção especial, já que os presos odeiam estupradores. Ele vai pagar por todos os crimes que ele cometeu.

 

- Só liguei para destacar isso, a minha preocupação agora é toda com ela, agradeço pela atenção de todos e mais um caso finalizado (falou com a frieza de praxe, mas, no fundo estava totalmente abalada).

 

Chamada encerrada, já estava quase anoitecendo e nada da novidade que ela tanto almejava. Queria muito ver Ohana, ficar ao lado dela e saber se ela estava bem.

Quando o relógio marcou 18 horas o receio dela se concretizou.

 

- Senhora, a paciente acordou e está no quarto, mas, optou por ficar sozinha, não quer ver ninguém hoje, aconselho que a senhora vá para casa descansar e retorne amanhã.

 

- Na ficha dela coloquei o meu telefone, caso tenha qualquer emergência. Boa noite!

 

Aisha deixou o hospital arrasada, voltou a chorar dentro do seu automóvel, procurou se acalmar e deixou o estacionamento. Teve que parar no meio do percurso, pois, estava inconsolável. Depois de se controlar focou na direção e logo chegou em casa. Primeira coisa que fez foi tomar um banho demorado, depois um remédio para dor de cabeça e muito cansada deitou, antes de adormecer chorou copiosamente.

Ohana não estava diferente, muito triste e traumatizada, precisou ser medicada para conseguir dormir.

 

O domingo amanheceu chuvoso, a Aisha acordou dividida, ao mesmo tempo que não queria levantar da cama, com receio de receber uma nova recusa, queria também ao menos tentar ver a namorada. Lembrou que a morena iria precisar de itens pessoais, em uma bolsa colocou produtos de higiene e algumas peças de roupa que tinham ficado em sua casa. Se arrumou, mesmo sem fome tomou iogurte e comeu uma fruta, pois, sabia que não podia descuidar do diabete. Oito horas da manhã já estava na recepção do hospital.

 

- Bom dia! Gostaria de ter informações sobre a paciente Ohana, setor dois e quarto dez.

 

- Bom dia! Por gentileza, seu documento para que eu possa liberar a sua entrada.

 

- É que na verdade não sei se ela vai me receber, ontem ela preferiu ficar sozinha.

 

- Vou verificar. Qual o seu nome?

 

- Aisha.

 

Os minutos para ela pareceram horas, ficou aflita aguardando.

 

- A enfermeira disse que vai averiguar. Enquanto isso, já faço seu cadastro.

 

Ela já estava quase entregando os pertences e desistindo, quando a sua entrada foi liberada. Subiu de escada mesmo, não queria aguardar o elevador, a porta estava fechada, deu três batidas e entrou no quarto errado. Um enfermeiro que tinha acabado de colocar soro em uma paciente idosa, percebendo o seu nervosismo a acompanhou até o quarto certo.

 

- Bom dia! Licença.

 

Ohana não conseguiu responder, começou a chorar.

 

- Eu vim te ver, trouxe algumas roupas suas, escova de dente, pente e desodorante.

 

Deixou tudo em cima de uma cômoda e ficou temendo ser expulsa.

 

- Se você quiser eu vou embora (falou quase começando a chorar junto dela).

 

Seu coração até acelerou quando a outra negou e com a mão esquerda fez sinal para ela se aproximar.

 

- Amor, eu me sinto tão culpada por tudo que te aconteceu, eu não deveria ter deixado você se envolver tanto no caso, não fui uma boa profissional e fui uma péssima namorada.

 

Novamente ela balançou a cabeça em negativa.

 

- Você consegue me perdoar?

 

- Me beija (foi tudo que a morena conseguiu dizer aos soluços).

 

Aisha depositou beijos na testa dela, nas bochechas e nos lábios. Aos poucos elas se acalmaram e pararam de chorar.

 

- Desculpa, ontem eu estava muito deprimida, queria ficar sozinha.

 

- Não precisa se desculpar, eu entendo.

 

- Eu não te culpo por nada, eu só estou machucada e com dificuldade para lidar com tudo isso.

 

- Eu te amo! Quero que você se recupere logo, faço o que você achar melhor, se quiser companhia, fico aqui contigo, se preferir que eu me afaste, respeito.

 

- Só te peço paciência, estou perdida e me conheço, estou sofrendo de stress pós traumático, já tive isso antes e é muito ruim, uma ansiedade, misturada com medo. Vou precisar voltar a fazer terapia.

 

- Esse hospital é excelente, considerado o melhor da cidade, você vai ter todo o atendimento que necessitar.

 

- Vou querer fazer tratamento com a psicóloga que eu passava em São Paulo. Acho que também vão recomendar fisioterapia. Assim que eu receber alta vou querer voltar para a minha cidade.

 

Aisha abaixou a cabeça, ficou sem saber o que dizer, sabia que não tinha o direito de tentar mudar qualquer decisão da outra, só não queria perdê-la.

 

- Pode por favor, me dar um pouco de água?

 

- Claro.

 

- Estou preocupada com a minha mão. Ontem o doutor não deixou desenfaixar.

 

- Vai ficar tudo bem.

 

- Já rezei, agradeci por estar viva, mas, confesso que tenho medo de sequelas.

 

- Você sabe que pode contar comigo.

 

- Quero ler o jornal de hoje.

 

- Tem certeza? Não é melhor dar um tempo para a sua cabeça? Nós mexemos todos os pauzinhos para o seu nome não aparecer em nada.

 

- Que bom. Me diga que não avisaram a minha família.

 

- Não avisamos, achamos melhor você decidir.

 

- Depois eu conto, agora não quero ninguém me julgando, dizendo que fui imprudente.

 

- Você precisa de paz na sua cabeça.

 

- Obrigada por entender. Ontem, quando ouvi a sua voz, nem sabia se era real, alguns momentos por conta da dor, parecia que eu estava delirando. Foi tão complicado.

 

- Quer desabafar?

 

- Depois, quando tiver que prestar depoimento coloco tudo para fora. Vai ser contigo?

 

- Eu pedi afastamento do caso, não estava sabendo lidar com todos os trâmites, fiz a minha própria investigação com a ajuda do Bruno, ele foi essencial me auxiliando e acabamos chegando no cativeiro antes de toda a equipe policial.

 

- Ainda bem, sorte a minha. Depois de toda a tortura psicológica e física, tudo que eu não precisava era ser violentada, aí preferiria morrer.

 

- Não fala isso, nem sei mais viver sem você.

 

- Eu te amo!

 

- Não sei se mereço.

 

- Você se cobra muito, não temos culpa de nada, fugiu totalmente do nosso controle.

 

- Seus colegas de trabalho querem notícias sua.

 

- Por favor, mande mensagem, diga que hoje vou ficar quietinha e assim que eu conseguir receber visita aviso, estou um pouco antissocial.

 

- É totalmente compreensível.

 

- Hoje só quero saber da tua companhia, amor e carinho (afirmou, recebendo em resposta um sorriso lindo e uma chuva de beijos na face).

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá! Senhoras e senhoritas, espero que estejam bem e saudáveis. Demorou, mas, voltei. Estamos enfrentando tempos difíceis, felizmente tem 15 dias que voltei a ler boas histórias e a literatura tem me auxiliado a lidar com a vida dura. O novo desafio literário daqui do Lettera, foi a sementinha que eu precisa para que a criatividade voltasse a florir. Meu trabalho tem me deixado mais doida do que já sou, mas, correndo tudo bem no próximo final de semana pretendo já postar o próximo. Beijocas e boa semana!


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 16 - XV. Sequelas:
Lea
Lea

Em: 15/07/2022

Mais um trauma na vida da Ohana,tomara que ela não se afaste da Aisha. A namorada pode ajudá-la  a enfrentar todo esse sofrimento.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Vanderly
Vanderly

Em: 10/07/2021

Boa noite May!

Cara, nem acredito que cheguei até aqui. Incrível!

Espero que não demore a postar.

Eu estou apreensiva desse psicopata ter saído ileso. E se ele fugir do presídio pra tentar se vingar das duas?

Tomara que essa vontade da Ohana de voltar para a sua cidade não venha separar as duas.

Excelente descanso e um ótimo domingo para nós.

Beijos!

Vanderly


Resposta do autor:

Boa noite! Vanderly, adorei todos os seus comentários e já estou de volta com mais um capítulo. Espero que você goste e que continue acompanhando. Então, é que tenho que me segurar para não dar spoiler rs posso adiantar que ainda falta um ponto final neste aspecto e tmb fico apreensiva viu. Até breve! Beijos e abraços, May.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

patty-321
patty-321

Em: 27/06/2021

Muoto lindas. Muito traumático, nada fácil. 


Resposta do autor:

Olá! Patty, como vai? São muito lindas mesmo, eu fico shippando muito kkk feliz semana!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Mille
Mille

Em: 27/06/2021

Oi May

Feliz pelo retorno a história 

Ohana terá um longe tempo de recuperação física e psicológica e todo o apoio será ótimo. 

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Mille, também fico feliz por retornar e agradecida pela paciência de vocês. Beijinhos e até breve.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web