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Esquece esse Orgulho por LUCIANE

Ver comentários: 1

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Palavras: 1505
Acessos: 1533   |  Postado em: 21/05/2021

Capitulo 25

- Já estamos acertadas, vamos voltar, antes que minha filha invada este ambiente. – Assim como entramos, Antonele abriu a porta e me deu passagem, sai e ela veio logo atrás, enlaça seu braço no meu, e assim vamos até a sala. Todos viram para nos olhar, o que faz Antonele questionar.

            - Tá tudo bem? – Pietra é quem responde.

            - Eu é que pergunto, está tudo bem? – Antonele tem um ar sapeca ao responder.

            - É claro que está tudo bem, mas agora eu vou me despedir de vocês. - Ela me olha, mas vai até Larissa e beija seu rosto falando logo em seguida. - Eu estou um pouco cansada. Lari, meu anjo, foi um prazer jantar com vocês, espero que apareçam mais vezes.

            - Ah tia, o prazer foi todo nosso, né mamãe? – Larissa me olha sorrindo e logo em seguida olha para Pietra, que por sinal fica com a face vermelha. Logo ela volta a falar com Antonele. – Eu amei a noite, da próxima vez vamos tentar marcar lá em casa, quero cozinhar para vocês. – Percebo o sorriso simultâneo que surge no rosto de todos eles. Olavo logo se pronuncia.

            - Será um prazer, e a noite foi maravilhosa, obrigada por terem vindo. Agora subirei com essa jovem senhora, pois ela precisa descansar. – Antonele veio ao meu encontro para se despedir, beijando Pietra no percurso, desejou-nos boa noite, Olavo que tinha acabado de se despedir de Larissa, beijou Pietra e veio em minha direção, faz a mesma coisa, e saiu com Antonele logo em seguida. Assim que ficamos sozinhas, Larissa pediu para usar o banheiro, mas tenho certeza que não passou de uma artimanha para nos deixar a sós, Pietra indicou o caminho, assim que perdemos Lari de vista, ela se aproximou questionando.

            - O que mamãe falou com você?

            - Nada demais.

            - Então me fale o que ela disse.

            - Acho melhor você perguntar para ela.

            - Mas ela não vai querer dizer, então por favor, Luísa, fale. – Foi inevitável não rir, ela olha irritada, invade meu espaço e diz. – Fale! – Apesar dela está muito próxima, ainda havia um espaço entre nós, espaço este que eu acabei, botei minhas mãos em sua cintura, aproximei minha boca da sua, falei.

            - Não! – Com o movimento que acabei de fazer, as mãos de Pietra foram para os meus braços, tocando a minha pele, pois as mangas de minha blusa estavam dobradas, eu senti um choque, me inclinei um pouco mais e encostei minha testa a dela, que mesmo diante do meu avanço, não saiu do lugar.

            - Luísa, o que você está fazendo? – Eu sabia que se a beija-se ela corresponderia, mas mesmo louca de desejo, apenas respondi a sua pergunta.

            - Me controlando muito para não te beijar, você não tem ideia do quanto eu sinto a sua falta. – Falei isso com os olhos fechados. Ouvi o suspiro forte que ela deu, afastei nossas testas e a olhei dentro dos olhos. Neles consegui ver tanto desejo quanto o que eu estava sentindo, mas respirei fundo, beijei sua testa e me afastei, ela terá que dá o próximo passo, já deixei claro para ela o que quero. Assim que me afasto, Lari chega falando.

            - Vamos mamãe? – Balancei a cabeça concordando. Se ela notou que o clima estava estranho, nada disse, porém, depois de olhar para Pietra, e me fitar com ar questionador, ela volta a dizer. – Pietra, você nos acompanha?

            - Claro Lari. – Ela finalmente se moveu, abraçou Lari de lado e saiu caminhando, quando saímos meus seguranças já estavam na entrada da casa com a porta do carro aberta, Pietra parou um pouco afastada do carro, beijou o rosto de Lari e de despediu, minha filha se encaminhou para o carro, então ficamos cara a cara novamente. Eu quebrei o silêncio que se instalou.

            - A noite foi maravilhosa, muito obrigada.

            - Não precisa agradecer, ficamos felizes em recebe-las. – Ao falar isso, ela se aproximou um pouco mais, ficou na ponta dos pés, beijou meu rosto e depois falou. – Dentro de alguns dias mamãe fará sua última quimio, um pouco mais a frente refará os exames para saber se o caso regrediu. Eu agora não tenho cabeça para pensar em nada além disso, eu espero que você entenda, só poderei conversar com você sobre a gente depois disso.

            - Pietra, é claro que eu entendo, e não esperava outra atitude sua, mas eu quero te pedir algo. – Sua cara era de aí vem bomba, mas ela sinalizou de forma positiva para que eu continuasse. – Até lá, eu posso te ligar, chamar no whats?

            - Pode sim, a gente vai conversando. – Com sua resposta me vi sorrindo de forma involuntária, logo eu a puxei para um abraço, beijei sua cabeça, quando me afastei ela falou. – Boa noite Luísa.

            - Boa noite Pietra. – Virei as costas e caminhei até o carro.

Locutor

Exatamente como elas acertaram, elas fizeram, Luísa e Pietra conversavam todos os dias, na maioria das vezes por mensagem, e assim o tempo foi passando. Antonele já tinha feito sua última quimio, e em dois dias ela refaria os exames para saber se o tratamento de fato tinha surtido efeito. Já era noite, Pietra estava conversando com Luísa pelo whats, em meio a troca de mensagens, Pietra deixou escapar toda sua apreensão.

            “Estou que não me aguento de ansiedade, não lembro qual foi a última vez que tive uma noite de sono tranquila”

            “Entendo completamente o seu estado, provavelmente eu estaria da mesma forma, olha, estou indo para casa, e como fiz questão de dirigir hoje, conversamos mais quando eu chegar, pode ser?”

            “Claro Luísa, agora que milagre é esse Miguel deixar você dirigir?”

            “Ele não queria, mas no fim das contas, a última palavra é minha, estou dirigindo, mas ele está no banco do carona, Antony está no outro carro com mais um rapaz. Daqui a pouco a gente se fala, bjs.”

            “Tá certo, bjs.”

Luísa saiu do fórum acompanhada por seus seguranças, em um dos seus braços ela carregava um blazer, e na mão a bolsa, já que Miguel levava sua maleta de trabalho, Antony abriu a porta para ela, que entrou e sentou em frente ao volante, pegou as coisas e as colocou no banco de trás, enquanto Miguel se dirigia para a porta de trás do carro para pôr a maleta ali, e logo em seguida foi para o banco do carona. Naquele momento Luísa teve uma ideia, ela dirigia e quando chegou em um determinado ponto, pegou a saída que dava para o bairro do farol e adjacentes, Miguel notando a mudança de rota, falou.

Luísa

-          Senhora, mudamos a rota?

-          Sim Miguel, vou passar na casa da Pietra antes de ir para casa. – Ele assentiu e o vi pegar o celular, fazendo uma ligação, provavelmente para Antony, então o ouvi falar.

-          Cadê vocês? Não vejo o carro. – Ele obteve a resposta, pois logo em seguida disse. – Se for preciso ligue a sirene, mas trate de nos alcançar. – Nesse momento o vi ponto a mão nas costas e tirando a arma, eu o questionei.

-          O que houve?

-          Antony foi fechado por outro carro, está a três ou quatro carros de distância, pode não ser nada, mas também pode ser algo sério.

-          Quer que eu pare no acostamento?

-          Não senhora, vamos continuar, mas suba os vidros, por favor, e se mantenha atenta. – Fiz exatamente o que ele disse, dirigi por mais uns dois minutos até que vi o outro carro nos alcançar e Miguel, nitidamente ficou aliviado, isso significava que não era nada demais. Um tempo depois eu estava parando na entrada da casa da Pietra, desci os vidros do carro para falar com o porteiro.

-          Boa noite, vim visitar a Pietra, você verifica com ela, por favor.

-          Boa noite dra. a senhora é a juíza, né? Dona Antonele deixou sua entrada autorizada aqui. – Aquela fala me surpreendeu, mas o agradeci e entrei com o carro, parando em frente à casa dela. Miguel logo falou.

-          Vou ficar lá fora com os rapazes aguardando a senhora, por favor, não saia sozinha, me avise quando quiser ir, que virei ao encontro ao seu encontro.

-          Ok, Miguel, não se preocupe, não sairei sozinha. – Ele balançou a cabeça e saiu do carro. Assim que ele fechou a porta, eu peguei o celular e liguei para Pietra. No quarto toque ela atendeu.

-          Oi.

-          Oi, está ocupada?

-          Não, pode falar, chegou rápido em casa.

-          Na verdade, não estou em casa, estou dentro do carro em frente à sua casa.

-          Sério?

-          Sim.

-          Estou indo aí. – Ela desligou sem esperar resposta.

Fim do capítulo

Notas finais:

Não foi revisado (por falta de tempo), mas vou postar, desculpem os erros que possa ter.

 

Boa noite, meninas!


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Comentários para 25 - Capitulo 25:
Lea
Lea

Em: 21/05/2021

Boa noite Luciane!

Antonele é uma pessoa incrível,assim como Olavo!

Mais um momento tenso com a Luísa! Será que realmente foi algo isolado??

Luísa e Pietra estão a um passo de se reconectarem, é o que desejo!!


Resposta do autor:

Boa tarde Lea, a relação de Luísa com Antonele só dependerá da forma que ela se comportar com Pietra.

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