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Perdida em Você! por Kivia-ass

Ver comentários: 3

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Palavras: 1588
Acessos: 3562   |  Postado em: 21/07/2020

Notas iniciais:

Oi meninas tudo bem? 

Capitulo 2 Mulherzinha irritante!

POV RAFAELA

 

 

    Meus dias na delegacia estavam completamente cansativos, a prima de Sofia resolveu mudar tudo que Matias tinha feito, confesso que isso era um ponto positivo pra loira, e isso fez a delegacia girar com mais facilidade. Não via minha namorada desde o jantar, trabalhei todo o fim de semana não consegui tirar folga e isso deixou minha namorada um pouco frustrada e a mim também, já estava ficando com raiva da nova delegada.

 

-A doutora ai é porreta né? – Almoçava sozinha quando Joaquim se juntou a mim. – O que ela tem de linda, tem de nervosa.

 

-Pois é. – Não estava muito pra conversa, mas ele continuou.

 

-A bixa é gostosa né? Viu aquela bunda naquele jeans apertado que ela está hoje? – Lancei um olhar reprovando a fala do meu colega de trabalho e ele percebeu. – Foi mal, sei que você não tem olhos pra outra mulher a não ser a sua.

 

-Ai Joaquim, coma essa comida e cala a boca cara. – Ele mudou de assunto e meu almoço até foi tranquilo.

 

    Eu tinha reparado, é claro que eu tinha reparado naquela mulher linda e extremamente arrogante, afinal eu não sou de ferro. Desde a trombada que dei nela na casa de Sofia, nós não trocamos mais nenhuma palavra, apenas cumprimentos quando nos esbarrávamos pela delegacia e eu agradecia a Deus por isso. Estava no final do meu turno juntando minhas coisas quando a loira me chamou até sua sala, estranhei e fui até lá vestindo minha jaqueta.

 

-Posso ajudar em algo? – Perguntei assim que ela autorizou minha entrada.

 

-Minha prima disse que você ia pra casa dela. – Ela disse desligando o computador. – Você pode me dar uma carona até lá? Não tive tempo de ir até a concessionária olhar alguns modelos de carros.

 

-Tudo bem, vou até meu armário pegar o outro capacete. – Só podia ser brincadeira né, mas não podia negar isso a minha namorada. – Te espero no pátio.

 

     Sai da sala dela odiando a situação, primeiro pela arrogância dela, e segundo pelo meu corpo me trair quando eu estava na presença dela, eu sentia coisas estranhas e não estava gostando disso. Eu já estava sentada na moto quando ela apareceu, estendi o capacete e ela colocou e grudou seu corpo no meu, e um frio esquisito percorreu em minha espinha. Quanto mais eu acelerava pra chegar rápido, mais ela grudava em mim, estava tentando me manter concentrada, pois eu não sei o que era aquilo que estava acontecendo comigo.

 

-Pronto, chegamos. – Queria desfazer o contato o mais rápido possível.

 

-Obrigada, vou falar pra minha prima que você me trouxe em segurança. – Ela sorriu e eu devolvi com um sorriso sem graça.

 

    Entramos na casa de Sofia e fui direto pro quarto da minha namorada, que estava estudando com os fones no ouvido e nem me viu chegando de fininho.

 

-Que delicia você nesse shortinho. – Subi na cama dela, retirei um lado do fone e deixei um beijo em seu pescoço.

 

-Oi meu amor. – Ela me beijou com intensidade. – Estava morrendo de saudades.

 

-Eu estou morrendo de saudades do seu corpo no meu. – Ela sorriu com malicia e eu escalei seu corpo jogando as coisas que estavam na cama pelo chão.

 

-Meus pais vão demorar a chegar. – Sofia interrompeu o beijou. – A gente pode aproveitar esse tempo, e estou com saudades da sua boca aqui ó.

 

      Ela levou minha mão pra dentro do short e eu senti que ela já estava molhada, Sofia estava me surpreendendo nesse dia, pois era eu quem sempre tomava iniciativa dessas coisas e hoje, ela praticamente se jogou pra cima de mim. Não me fiz de rogada, comecei a uma masturbação lenta em seu sex* enquanto nossas bocas sugavam uma à outra. Minha boca desceu pelo seu pescoço e eu deixava leves mordidas por onde passava, Sofi soltava alguns gemidos e eu já estava molhada com aquilo, suas unhas passavam pela minha nuca desnuda e ela sabe que aquilo me deixa doida.

 

-Filha! Já chegamos. – Sofia praticamente me jogou pra fora da cama quando a mãe dela bateu na porta do quarto.

 

-Ai amor me desculpe, minha mãe me assustou. – Nós duas caímos na gargalhada. – A porta não está trancada.

 

-Vou te esperar lá embaixo até você tomar banho. – Dei mais alguns beijos em minha namorada e desci.

 

    Meus sogros estavam na sala conversando amenidades e a Loira estava na companhia deles e me lançou um olhar quase mortal quando me viu entrando na sala.

 

- Oi Rafa, estávamos esperando vocês pra jantar. – Minha sogra disse notando minha presença. – Sofi vai demorar?

 

-Ela está no banho, já deve estar descendo.

 

-E como está na delegacia, está gostando da nova gestão? – Meu sogro cortou o assunto. – Nath está fazendo um bom trabalho?

 

-Claro que estou tio Otávio. – Ela respondeu a pergunta que era minha, com um ar soberbo. – Alguém precisa colocar ordem naquele lugar.

 

    Não entendi o motivo de ela ter dito aquilo e ainda disse me encarado, essa garota deve ter alguns parafusos a menos isso sim.

 

     Sofi desceu e jantamos sem falar em trabalho, dona Helena odiava falar assuntos do hospital na mesa de jantar, diferente de Dr. Otávio que se deixasse falava até o que não devia ambos eram médicos e administravam um dos melhores hospitais privados da capital, o sonho deles era que Sofia seguisse os passos deles, mas ela optou por fazer Direito. Durante o jantar a loira observava os carinhos que Sofia fazia e em mim, e podia ser loucura da minha cabeça, mas pela cara dela ela não estava gostando nadinha daquela situação.

 

-Rafa e Nath, sei que o trabalho de vocês é mais complicado, mas o que acham de tentarem tirar uma folguinha e a gente fazer uma viagem pra fazenda? – Dr. Otávio sugeriu e Sofia ficou toda animada. – Creio que como é feriado, vocês conseguem ficar lá uns dois dias.

 

-Vou tentar sim tio, só não posso prometer. – Ela sorriu e me olhou. – Acho que Rafaela tem folgas extras, posso liberar ela.

 

-Ai vai ser ótimo amor. – Sofia me deu um beijo no rosto e vi Natália desviando o rosto. – Obrigada Nath, acho que vou chamar o Lucas e amor você podia chamar a Carlinha.

 

-Chamo sim amor. – Carla era minha amiga do tempo de faculdade, e acabou se tornando amiga de Sofia também.

 

-Mas nada de ir de moto viu. – Meu sogro chamou nossa atenção. – Peguem o carro de Helena, e nós vamos no meu.

 

     Combinamos como seria nosso feriado prolongado e só faltava a confirmação da loira. Eu estava precisando mesmo de uns dias de descanso afinal eu tenho trabalhado tanto.

 

-Amor e se hoje eu for dormir em seu apartamento? – Sei que Sofia estava doida pra terminar o que havíamos começado em seu quarto.

 

-Acho seria uma boa ideia. – Sussurrei em seu ouvido e ela sorriu com malícia.

 

     Ela avisou os pais e subiu pra preparar uma mochila com alguns pertences, nos despedimos e fomos direto pro meu apartamento. Matamos a saudade que estávamos desses dias em que não nos vimos, eu sei que fomos dormir exaustas depois de alguns orgasmos e consequentemente acabamos nos atrasando na manhã seguinte. Deixei Sofia na faculdade e voei pra delegacia, nunca me atrasei nesse um ano em que eu trabalho como policial civil, e eu estava odiando aquela sensação.

 

-Bom dia Joca, tudo bem cara? – cumprimentei meu colega que estava concentrado no computador.

 

-Bom dia Rafa, eu estou bem. – Ele abaixou o tom e me deu o recado. – Mas a delegada parece que dormiu de calça jeans, ela está te esperando na sala dela e acho melhor você ir de colete.

 

     Só me faltava essa, além de estar atrasada ainda ia ter que lhe dar com o mau humor alheio.

 

-Bom dia Drª, estava me esperando? – Entrei depois de bater na porta, não sabia o motivo dela requisitar minha presença.

 

-Rafaela eu não sei se você se lembra, mas aqui ainda é uma delegacia e nós temos horários a cumprir. – Sei que eu estava errada, mas não sei se precisava daquela conversa. – Eu espero que seus assuntos particulares não interfiram no seu trabalho.

 

-Eu sei que estou atrasada, mas isso é a primeira vez que isso acontece. – Me irritei com a arrogância da mulher que me fitava com um olhar superior. – E garanto que minha vida particular nunca interferiu meu trabalho.

 

-Ótimo, espero que continue assim não quero que esse lugar vire a bagunça que estava. – Que mulherzinha irritante.

 

-Mais alguma coisa Drª Natália? – Eu disse com uma certa ironia na voz.

 

-Sim, preciso de você e o Joaquim pra cumprir um mandato. – Ela disse se levantando e pegando o distintivo e a arma.

 

     Sai da sala da mulher bufando, e morrendo de raiva da bronca que levei, quem ela pensa que é pra me dizer essas coisas?

Fim do capítulo

Notas finais:

Então, você estão gostando dessa historia? 

Saiam da moita, você estão timidas? 

 

Beijos mesu amores. 


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Comentários para 2 - Capitulo 2 Mulherzinha irritante! :
Lea
Lea

Em: 24/11/2021

Espero que a Rafa não traia a Sofia. Quer "pegar" Natália, termina o namoro primeiro!!!

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Anny Grazielly
Anny Grazielly

Em: 13/03/2021

Eitaaaaaa que Nat ja ta roendo de ciumes.... acho que essa viagem para a fazenda vai ser cheia de situações... kkkkkkk

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Kfreitas
Kfreitas

Em: 21/07/2020

Isso vai dá muito pano pra manga 🤔👀

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