1. Caterine e Olavinho Convidam
Caterine
Casamento: o sonho que qualquer mulher normal na face da terra gostaria de realizar. Digo "mulher normal" porque a mulher que não sonha com isso só pode ter sérios problemas mentais, não concorda?
Afinal, quem nunca se imaginou vivendo o seu conto de fadas particular? A igreja decorada, o vestido branco, o véu, a grinalda, o buquê... seu pai de braços dados com você enquanto caminham lentamente através do tapete vermelho, cada passo encurtando a distância entre o sonho e a realidade e fazendo o coração bater mais acelerado.
Sim, eu vivi 25 anos para chegar àquele dia. Foram quase seis meses cuidando de cada detalhe pessoalmente, pois tudo precisava sair, no mínimo, perfeito.
— Caterine, ma chérie, sei que a convenção social diz que é normal a noiva se atrasar, mas você já está extrapolando todos os limites. Não é de bom tom deixar os convidados esperando por tanto tempo.
Essa é a minha mãe, Louise. E não, ela não é francesa. Meus avós é que são, mas ela se recusa a dizer que é brasileira.
— Gentinha vulgar! — Frase preferida dela para se referir aos nossos compatrícios tupiniquins.
Só por isso, já deu para perceber que a madame Louise não é fácil, não é? Então, ao longo desta história, quando você me achar metida, pense que eu poderia ser bem pior. Eu poderia ser ela.
Mas voltando ao casamento:
— Maman, que exagero! Não estou atrasada mais do que meia hora. Além do mais, acha que não sou a pessoa mais ansiosa para subir naquele altar? Mas não se apressa a perfeição. Quero sair deslumbrante nas fotos.
— Ela tá certa, madame Louise! Quando o primeiro click desse casamento for divulgado nas colunas sociais e nas páginas das blogueiras, as rachas vão se afogar no poço da inveja. Já estou até vendo o das matérias: "Todas querem ser Caterine Blanchard". Acredite, esse vai ser o maior evento desde o casamento do Harry com a Meghan.
Esse exagerado aí é o Antoine, meu personal hair & makeup stylist. Na verdade, o nome dele é Antônio José, mas achei tão cafona quando ele se apresentou! Ele era ótimo, indicação da Glorinha Goulart, amiga da minha mãe. A Glorinha é uma das mulheres mais elegantes que eu conheço. Esposa de um dos homens mais ricos do Brasil, quiçá do mundo. Um magnata do ramo da mineração. Então, se ela estava me indicando o Antoine, o currículo dele dispensava análise. Mesmo assim eu não tinha como ficar chamando o rapaz de Antônio José, né?
— Você tem mais cara de Antoine. Vou te chamar assim de agora em diante. Está contratado.
Acho que peguei da minha mãe essa mania de "afrancesar" tudo. Mas você há de concordar comigo que ficou bem melhor, não acha? Ele achou. Na verdade, amou:
— Antoine! — repetiu cantarolando lentamente, forçando um sotaque francês que definitivamente não tinha. — Achei chique! Achei fashion! Imprime um glamour, né? Ah, quer saber? Amei! De hoje em diante meu nome será Antoine.
Ele era perfeito. Estava comigo quase todos os dias, afinal, uma pessoa do meu porte não pode sair por aí toda maltrapilha. Eu gostava muito da companhia dele. Achava divertida aquela energia colorida que ele emanava. O único defeito do Antoine era ser intrometido. Ele confundia as coisas, agia como se fôssemos amigos. Não sei de onde ele tirou que éramos íntimos, pois adorava se meter nos meus assuntos, principalmente em se tratando do Olavinho, meu noivo, por quem ele tinha uma certa implicância.
— Musa, você tá divina, sabia? Tô tão orgulhoso! Tô até controlando a emoção pra não borrar a minha maquiagem. — É, ele usa maquiagem. — Acho que nunca te vi assim, tão linda, tão perfeita! Pena que aquele boy macumba metido a besta não te mereça.
— Ai, Antoine, você tem uma implicância com o Olavinho, hein! Não sei o que ele te fez pra gerar essa antipatia toda.
— Bebê, ele não fez nada, mas nem precisa. Já te disse mil vezes que eu tenho um feeling terrivelmente assertivo pra boy. E o seu pode até ser lindo, gostoso e podre de rico, mas é lixo. Não confio nele.
— Ainda bem que quem vai casar com ele sou eu, e não você, né? Agora deixa de ser metido e termina a minha maquiagem, antes que a minha mãe tenha um treco ou que o Olavinho desista de esperar naquele altar. — devolvi sem paciência.
Ele não teve tempo de falar mais nada, pois, no segundo seguinte, ouvi batidas na porta e mandei entrar. Era meu pai, e minha mãe disparou logo, antes que ele pudesse dizer qualquer coisa:
— Ah, que bom que você chegou, Edgard! Veja se consegue apressar sua filha, porque eu desisto. Ela fica aí conversando asneira com esse mexeriqueiro e esquece que temos toda a alta sociedade dessa cidade nos esperando naquela igreja. Que vergonha, mon Dieu! O que os convidados devem estar falando?
Revirei os olhos para aquele desespero insistente dela, mas o que me incomodou de verdade foi o que meu pai disse em seguida:
— Calma, Louise! Foi até melhor não termos saído de casa ainda. Eu vim aqui justamente falar sobre isso. O Olavinho ainda não chegou na igreja, e ninguém sabe dele.
— O quê? — gritei e me levantei da cadeira em um pulo.
Antoine estava acabando de delinear o meu olho, e o movimento brusco me rendeu um uma linha preta que atravessou o meu nariz, indo do olho direito até o canto esquerdo da minha boca. Mas aquilo pouco me importou. Se preciso fosse, removeria toda a maquiagem e recomeçaria do zero. A única coisa que me interessava era aquela informação que meu pai havia jogado feito uma bomba em cima de mim.
— Falta de aviso não foi. — Antoine resmungou baixinho.
— Cala boca, Antoine! — retruquei sem fazer questão de controlar o tom de voz e me dirigi ao meu pai. — Que história é essa, papa?
— Não sei direito, minha filha. O Olavo me ligou, ele não apareceu na igreja e não avisou nada. Tentaram contato pelo celular, mas ele não atende.
— Cadê meu celular? Eu vou ligar. A mim ele vai ter que atender.
Antoine prontamente me entregou o aparelho, que estava sobre a cômoda, e disquei para Olavinho. Chamou até cair.
— Não é possível. Será que ele tá bem?
Liguei de novo, mas nada. Na terceira vez, a ligação foi rejeitada. Na quarta, o telefone já estava desligado.
— Que inferno! — gritei.
— Era só o que me faltava! Minha filha ser abandonada pelo noivo no dia do casamento. E agora, Edgard? Como vamos lidar com esse escândalo?
Minha mãe é ótima, né? Ajuda bastante. #SQN.
— Acalme-se, Louise! Não torne as coisas mais complicadas do que já estão. Além do mais, não tem escândalo nenhum ainda. O Olavinho só deve ter tido algum contratempo. Daqui a pouco ele chega.
— Bom, eu não vou pagar pra ver, papa.
Ele, minha mãe e o Antoine me olharam sem entender nada.
— E o que vai fazer?
— Vou descobrir onde ele está.
Peguei o telefone novamente, procurei o número da portaria do prédio do Olavinho na lista de contatos e chamei.
— Boa noite! Aqui é Caterine Blanchard, noiva do Olavinho Junqueira, da cobertura da Torre A.
— Pois não, dona Catarina! Em que posso ajudar a senhora?
Só tinha uma coisa naquele momento que poderia me tirar mais do sério do que o sumiço do Olavinho: o porteiro errar o meu nome.
— Caterine! — Fui rude.
O pobre coitado gaguejou de nervoso ao me ouvir.
— Des... desculpe, dona Caterine. O que a senhora deseja?
— Quero saber se meu noivo está em casa.
Felizmente, ele havia errado o meu nome, pois acho que só por conta do constrangimento não me questionou ou pôs qualquer dificuldade para me responder que:
— O carro dele 'tá na garagem, mas interfonei há pouco, a pedido do seu Olavo, e ninguém atendeu.
— Tente novamente, por favor!
— Ok, senhorita! Só um instante.
Aguardei impaciente e ouvi quando ele falou no interfone. A voz estava distante, acho que ele estava tentando abafar o telefone, mas consegui ouvir:
— Seu Olavinho? Seu pai e sua noiva estão... pois não... sim... claro... entendo, senhor. Pode deixar. — Segundos depois, ele voltou a falar comigo. — Dona Cata... Caterine, sinto muito, mas o seu Olavinho não está.
Nem me dei ao trabalho de responder. Desliguei fervendo de ódio. O que o Olavinho estava pretendendo com aquilo?
— E então? — Minha mãe quis saber, mas não respondi.
Eu estava em transe, tentando entender o que estava acontecendo. Mas o que adiantava tentar adivinhar? O tempo estava passando, e eu precisava tomar uma providência rápido, antes que o meu maior sonho se tornasse o meu pior pesadelo. Abri minha bolsa e peguei a cópia da chave do apartamento dele, peguei o meu celular e chamei:
— Vamos, papa! — falei já saindo do quarto e sendo seguida por todos que estavam comigo.
— Para onde, filha?
— O Olavinho vai aparecer naquela igreja nem que eu tenha que leva-lo a força. — anunciei e continuei a marchar freneticamente até o jardim, onde o motorista nos esperava.
Ao fundo, os três falavam e falavam, mas eu não conseguia ouvir nada. Estava surda de ódio. Entrei no carro acompanhada dos meus pais. Antes de sairmos, ordenei:
— Antoine, leve tudo para a igreja. Vou precisar de você lá.
— Tá bom, bebê. Tenha cuidado! — pediu preocupado, mas só conseguiu me deixar mais irritada.
Ele achava que eu não sabia que estava torcendo por isso.
No caminho, continuei a ignorar a ladainha da minha mãe sobre estar com medo de um escândalo. A mulher não se calava. Quando cansou se reclamar em português, passou a fazer isso em francês também. Meu pai tentava conte-la em vão.
Chegamos na frente do prédio do Olavinho e desci sem esperar que o motorista abrisse a porta para mim. As pessoas que passavam pela rua pararam para assistir a minha caminhada até o portão. Meus pais me seguiram.
O porteiro apareceu na janelinha da guarita e já ficou nervoso ao me ver.
— Abra o portão, eu vou subir. E não ouse interfonar para o Olavinho, ouviu bem? Meu pai é amigo do dono da empresa que administra esse condomínio. Se você não me obedecer, vai pro olho da rua.
O coitado deve ter se tremido todo. Eu não faço o tipo megera, mas naquele momento não estava com tempo para ser empática.
Precisei respirar fundo para manter a calma e não entrar de uma vez no apartamento do Olavinho. Se ele estivesse fazendo algo errado, o barulho poderia alerta-lo. Fiz sinal aos meus pais para que fizessem silêncio e destranquei a porta. Na sala, não havia ninguém. Tirei os sapatos e caminhei sorrateiramente até o quarto. A porta estava entreaberta e dava para ouvir... gemidos?
Ah, não, Olavinho! Você não tá fazendo isso comigo.
Meu coração queria sair pela boca. A antecipação do ódio que eu sabia que iria sentir já havia feito toda a adrenalina do meu corpo ser liberada. Cheguei mais perto e fui empurrando a porta devagar e... a coisa toda era pior do que eu pensava. Olavinho não estava simplesmente me traindo no dia e na hora do nosso casamento. Ele estava de quatro, na cama dele, fazendo sex* com o Sandoval, o segurança dele.
Fiquei paralisada com aquela cena. Em choque, na verdade. Eles não perceberam que eu estava lá. Só se deram conta quando eu finalmente falei em um fio de voz:
— Eu te odeio, Antoine!
Sim, foi a primeira coisa que veio na minha boca. Vai entender, né?
Enfim, depois disso, tudo foi muito rápido. Eles perceberam a minha presença, mas não tiveram tempo de se cobrir antes que meus pais entrassem no quarto também.
— O que significa isso, Olavinho?
Meu pai gritou, mas não pôde esperar a resposta, pois minha mãe desmaiou no mesmo instante. O Sandoval pulou da cama, vestiu a cueca e correu para ajudar a socorre-la, mas foi impedido pelo meu pai, que gritou:
— Não encoste na minha mulher.
Enquanto isso, Olavinho e eu nos encarávamos. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, ele não parecia sentir qualquer culpa. A expressão dele estava mais para de incômodo por termos interrompido aquele momento.
E foi ele quem quebrou o silêncio entre nós, enquanto se enrolava em um roupão:
— Preciso que devolva a minha chave.
Que filho da...
— Como assim? Eu te flagro na cama com o segurança, no dia do nosso casamento, e isso é tudo o que você tem pra me dizer?
Ao fundo, minha mãe já dava sinais de que estava se recuperando, mas meu pai permaneceu com ela lá.
— Ué, o que quer que eu diga? Eu preferia que você não tivesse visto nada, mas já que viu...
— Olavinho, eu não acredito. Por que está fazendo isso comigo? Nós deveríamos estar casando agora... eu não entendo. — falei em lágrimas.
Estranho era me dar conta de que a minha dor não era exatamente por estar sendo traída, mas sim por não estar casando. Foi tipo: "será que dá pra você se pegar com o segurança depois da cerimônia?"
— Tem razão, eu te devo desculpas. Devia ter cancelado o casamento antes.
Eu não conseguia mais raciocinar, as palavras simplesmente sumiram. Foi meu pai quem saiu em minha defesa, e uma grande confusão entre os dois começou. Meu pai ficou tão nervoso que precisou ser contido pelo Sandoval, pois quis avançar no Olavinho. Depois disso, os dois continuaram batendo boca, mas papa sentou em uma poltrona, ofegando forte e segurando o peito. Enquanto isso, minha mãe se debulhava em lágrimas. Mas foi ela quem encerrou a discussão entre os dois quando veio com a brilhante solução:
— Caterine, recomponha-se. Precisamos ir para a igreja. Você vai perdoar o Olavinho por esse... esse... deslize. Tenho certeza de que ele está arrependido. Ainda dá tempo de casarem hoje se corrermos.
— Você tá louca, maman? Chama isso de deslize?
— E quem disse que eu quero ser perdoado, sua maluca?
— O que deu em você, seu moleque? Por que está desrespeitando a minha família assim? Nós te acolhemos, te tratamos como filho... — Meu pai voltou a gritar.
— Claro que acolheram! Assim como a minha família acolheu a sua filha também. Um negócio perfeito, unir duas das mais tradicionais famílias do país, não? Seria maravilhoso, não fosse o fato de eu ser gay e de não ter um pingo de paciência pra lidar com essa patricinha mimada, metida a besta que vocês criaram. Felizmente, ontem eu soube que você vai decretar falência, então... é isso. Estou livre desse compromisso idiota. — falou em tom de desdém total.
— Cala a boca, seu miserável! — Papa gritou e os dois voltaram a bater boca.
Fiquei assistindo aquela cena como se estivesse flutuando sobre a sala. O mais incrível foi que depois de ouvir do Olavinho que meu pai estava falindo, todo o resto pareceu banal. Tanto que quando percebi uma brecha para finalmente falar, tudo o que consegui foi perguntar:
— É verdade, papa? Você está falido?
E para o meu total desespero, ele respondeu depois de respirar fundo:
— Sim, mon petit! Mas não se preocupe, papa já está resolvendo isso.
— Isso mesmo, a dondoquinha vai precisar descer do salto e trabalhar, se quiser bancar suas futilidades.
Ouvir aquilo do Olavinho foi a gota d'água para a minha emoção transbordar. Completamente transtornada, corri para fora do apartamento e desci. Nem calcei de volta os meus sapatos, fui descalça mesmo. Não fazia ideia de onde havia largado o celular, mas também não estava ligando para isso. Papa e maman tentaram me acompanhar, mas fui muito mais rápida. Cheguei ao carro e ordenei que o motorista saísse. Eu queria... precisava ficar sozinha. Meus pais que se virassem com a igreja e os convidados. Eu só queria sumir.
Pisei fundo no acelerador e saí em disparada. Quase matei um ciclista. Depois quase me matei, pois avancei vários sinais vermelhos. Eu estava dirigindo sem destino, feito louca. Levando buzinadas e gritos por onde passava. No meu normal, já não dirigia bem, pois sempre andei com motorista. Então você imagina o que eu devo ter aprontado pelas ruas da cidade naquele estado.
Só parei quando uma viatura sinalizou para que eu acostasse. Acho que não preciso descrever a cara de surpresa do policial ao me ver vestida de noiva e toda borrada, né? Enfim...
— Documentos do carro e sua habilitação, moça!
— Policial, é que eu...
— Documentos do carro e sua habilitação, moça, por gentileza. — falou impostando mais o tom de voz.
Por sorte, o documento do carro estava no porta-luvas. Entreguei para ele junto com a minha habilitação.
— Saia do carro, por favor!
— Mas... mas... eu já entreguei os documentos e...
— Saia do carro. Preciso fazer o teste do bafômetro.
Meu Deus! Esse dia pode ficar mais humilhante?
Não sei porque questionei isso. Talvez tivesse sido melhor não ter questionado, pois mesmo depois de soprar aquele caninho nojento e ver o resultado dar negativo, consegui passar por mais uma humilhação.
— Moça, você vai precisar ligar para alguém vir te buscar, caso o contrário, vou ter que apreender o veículo. Sua habilitação está vencida há mais de um ano.
— O quê?
Era oficial. O sonho havia se tornado pesadelo.
Fim do capítulo
A história já está publicada até o capítulo 11 em outra plataforma, com postagem sempre aos domingos. Então, para acompanhar lá, postarei um capítulo por dia até igualar. Depois disso, as postagens serão todos os domingos.
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Leticia Petra
Em: 04/02/2020
Teve umas partes que eu senti vontade de dar uns tapas nessa menina...
É tão bom voltar a ler aqui... Amei e vou já ler o segundo...
Um super beijo, querida. Trabalho lindo.
Resposta do autor:
Caterine é sem noção, né? kkkkkk
Fico muito feliz que esteja gostando. Espero que acompanhe até o final. Obrigada pelo carinho. <3 Abraços!
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NovaAqui
Em: 03/02/2020
Parabéns pela maternidade. Ser mãe é uma benção na vida de quem deseja esse momento. Realmente bebê exige nossa atenção o tempo quase que todo! Muito feliz por você🥰â¤ï¸
Também somos mãe, mas nossa filha já é um pouquinho maior: tem 11 anos 👩👩👧. E vou te falar uma coisa que você já deve saber: educar dá um trabalho danado, mas a recompensa é grande de ver que estamos no caminho certo. A criança é esperta, sabe se posicionar e já sabe que somos todos iguais e que todos devem ter as mesmas oportunidades. O bem estar social deve estar acima do eu.
Parabéns mais uma vez!â¤ï¸ðŸŒ»
Abraços fraternos procês aí!
Resposta do autor:
Sabia palavras! Concordo, ipsi litteris! É preciso ter cuidado com o mínimo detalhe e estar atenta o tempo todo. Nossa missão, minha e da minha esposa, é criar um ser humano bom, íntegro e empático. O que vier além disso, é lucro. Parabéns pela sua mocinha! Cada fase, um desafio, né? Já vai entrar na adolescência e desejo a você e a sua esposa toda a sabedoria do mundo para lidar com isso. Abraços e mais uma vez obrigada pelo carinho!
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NovaAqui
Em: 03/02/2020
Que bom ver você aqui
Gostei muito desse primeiro capítulo
Pobre Caterine! Olavinho poderia ter desfeito o casamento antes. Que filho da mãe ele, mas vejo que teremos pitadas de humor pelos diálogos.
Gosto do humor que você coloca nos seus romances. Deixa tudo mais leve
Tenho certeza que esse será muito bom, como tudo que você traz para nós.
Lógico que li no comentário acima que o romance está em outra plataforma
Depois vou dar uma passadinha lá para ver
Seja bem-vinda sempre!
Abraços fraternos procês aí!
Resposta do autor:
<3 Eu dei uma sumida, virei mãe e cuidar de bebê e escrever são duas coisas que nao combinam. Mas bebê já tá virando uma mocinha, e Caterine chegou na minha mente pedindo atenção, tive que dar. Fico muito feliz que esteja lendo, lembro com muito carinho dos seus comentários nas outras histórias e espero que curta tanto essa como estou curtindo escreve-la. Na outra plataforma, ela já está no cap 11, mas vou postar diário aqui até acompanhar lá. Depois passo a postar só aos domingos. Então, pelo menos uns 11 dias seguidos de história eu garanto aqui. Obrigada pelo carinho de sempre. Abraços!
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Marcia kreft
Em: 02/02/2020
Olá Autora adoro esse conto!!!!
Boas gargalhadas com certeza nos esperam.
Resposta do autor:
Tá acompanhando no Wattpad? Lá já tá no 11! Obrigada pelo carinho. Espero que curta até o fim. Beijos
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