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RED por Rose SaintClair

Ver comentários: 3

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Palavras: 1611
Acessos: 5962   |  Postado em: 30/01/2020

Checkup na Amiguinha

Deitada na mesa de exames da doutora Linda Jefferson, eu só conseguia me lembrar daqueles patos laqueados com as "pernas" abertas vendidos como iguaria nos restaurantes de Chinatown.
A minha médica tinha um "q" de sadismo, pois mesmo com aquele frio que estava fazendo, não se importava em colocar o gel e o espéculo congelantes dentro da minha vagin*. Se eu pudesse ver a sua expressão, com certeza, ela estaria sorrindo.
- Por incrível que pareça, está tudo bem aqui por baixo. - A minha amiga afro-americana sempre fazia piadas sobre a minha genitália. - Se bem que de tanto uso, qualquer dia sua "amiguinha" vai fazer as malas e ir embora!
- HA, HA, HA! Muito engraçado. Quer um balão?
- Acordou com o pé esquerdo? - Falava enquanto coletava células da parede do meu colo uterino, como se estivesse no supermercado escolhendo legumes. - Agora falando sério, Ashley, você tem que parar de usar o sex* como válvula de escape! Não que eu esteja reclamando da minha cliente mais assídua! - Mesmo só não usando camisinha com Ryan, devido ao meu estilo de vida visitava a ginecologista a cada três meses e fazia uma bateria de exames para saber se continuava limpa. - Você ainda vai me deixar rica!
- Se você me cobrasse, estaria milionária! - Me vesti. Sentei na cadeira a sua frente enquanto ela prescrevia os exames.
- Nunca... nunca vou te cobrar nada! - Levantou os olhos dos papéis e nós duas sabíamos o porquê daquilo tudo.
Conheci a médica, infelizmente, em um caso em que era a agente responsável. A sua irmã, de apenas 15 anos, fora vítima de um estuprador em série que a drogou em uma festa. Quando a encontramos, estava em um estado catatônico. A garota não conseguiu suportar o trauma e se suicidou logo depois.
Não descansei enquanto não prendi o homem. Movi céus e terra. Quase fui demitida por justa causa quando o deixei em coma pelos golpes que desferi. Me descontrolei! No momento da prisão eu estava sozinha, vinha seguindo uma pista e entrei na casa sem esperar reforços. No momento em que o encontrei, ele estava com uma menina de 12 anos presa no porão. Cerrei os punhos novamente quase sentindo o cheiro de mofo do lugar e ouvindo as súplicas da pobre menina.
- Nada vai trazer Alisha de volta, mas saber que aquele animal está preso... obrigada!
Tentávamos evitar aquele assunto doloroso, porque Linda se culpava pelo ocorrido, já que ela que criava sozinha, a irmã menor. Durante esses anos, nos tornamos amigas e até mesmo confidentes.
- Ash... - Ela me entregou os papéis. - Não é fodendo qualquer coisa que se move que você irá conseguir esquecer a Kate, ou trazê-la de volta.
- Pensa no lado bom: pelo menos eu não me drogo! - Tentei amenizar.
- Não existe lado bom. - Ela disse ríspida. - Por que você não aceita e vai morar com o Ryan?
- Linda, você sabe que não seria justo com ele. Além do mais, nunca conseguiria ser fiel. - Segurei os papéis nas mãos. - Até daqui a três meses, então? - Sorri para a minha amiga que apenas meneou a cabeça.
Sai da sua sala e percorri os corredores do Hospital sabendo exatamente onde eu iria. Entrei no elevador e pressionei o botão que me levaria onde eu não deveria mais colocar os pés.
Em pé, em frente a porta da sala do médico legista chefe do Instituto de Medicina Legal da cidade de New York, olhava para a placa que deveria ter o nome da minha melhor amiga.
O cheiro de formol e produtos de limpeza me lembravam de quantas vezes ficamos na sua sala examinando evidências, fazendo conjecturas, a procura dos "bad guys"... Muitas vezes eu não precisava realmente da sua ajuda, mas vinha ali só pelo prazer de estar junto à ela.
"Aí, carajo, o que você tá fazendo aqui, Ash? Vai pra casa!". Virei as costas e sai rapidamente, esbarrando em quem vinha do lado contrário. Agarrei pelos braços a pessoa para recuperar o equilíbrio.
- Ashley? - Por fim, vi o rosto de quem eu quase havia derrubado.
- Jen... oi. - Falei sem jeito.
- Você precisa de alguma coisa? Tem uma reunião com o Dr. Roberts?
- Não... não... eu... - Suspirei. - Acabei vindo sem saber o porquê. - A loira me olhava com pena. O grande anel de diamantes reluzia na sua mão. Jennifer havia noivado alguns meses atrás.
- Você tem meu telefone ainda, né? Me ligue... a qualquer hora! Venha jantar conosco! Jack e eu ficaríamos felizes em receber você. - Olhei para seus olhos sem realmente entender sobre o que ela falava. Dei uma desculpa qualquer e sai de perto.
Como ela pode ter esquecido a minha amiga em tão pouco tempo? Sei que elas não tiveram nada sério, mas... porr*... era a Kate!
Na rua, resolvi caminhar alguns quarteirões para depois pegar um ônibus. O vento gelado do fim da tarde quase cortava o meu rosto, mas não me importava. Lembrei do dia em que conheci a residente e que, depois, liguei dando uma aula a ela sobre a Kate... com tudo o que ela mais gostava, comidas, filmes, manias... o que ela gostava de vestir... uma lição de "Como conquistar a Reddy em 10 passos".

Aproximadamente 1 ano atrás

- Nanda, eu sei que é em cima da hora e, com as meninas e o João tão novos, fica difícil para você...
- Caralh*, AnaLu! Pára de tomar água do pote do Sabrino! - Fui interrompida pela minha amiga brasileira. Escutei uma gritaria, risadas e vozes infantis falando "Caralh*, caralh*, caralh*...", como se estivessem cantando. - Xiu... Ai meu Deus, parem! Ai cara, FUDEU, FUDEU, FUDEU a mãe de vocês vai me matar quando voltar de viagem se vocês falarem na frente dela... - Escutei mais risadas e um coro "Fudeu, fudeu, fudeu..." Comecei a rir sozinha imaginando o quão encrencada a minha amiga estaria.
- Chica, você tem certeza que vai poder me ajudar? - Havia ligado para a minha amiga brasileira que já havia trabalhado na Interpool e hoje tinha sua própria empresa de segurança.
- Certeza absoluta! A Luiza tá fotografando e vai chegar já, já para ficar com os meninos! Então vou poder fazer a pesquisa para você e procurar meus contatos. - Escutei uma vozinha gritando feliz que a "Tia Lu" chegaria logo.
Me despedi da minha amiga e olhei para o quadro na parede. Não consegui sair de New York. Não consegui sair de perto da Kate. Pedi para que Ryan me liberasse e autorizasse a operação, mesmo com apenas um corpo encontrado. Geralmente, casos assim ficariam para a polícia local, mas ele mexeu os pauzinhos e me deu 48hs para auxiliar os detetives do caso.
Minha primeira impressão fora de que o policial responsável era um babaca misógino. Detetive Larry Adams. Lembrei que Kate falava dele e o quanto se incomodava com o seu jeito invasivo.
Depois de colocar o homem no seu devido lugar, porque ele não queria perder o caso para "Esses burocratas do FBI, ainda mais uma latina.". Comecei a juntar todas as informações sobre o caso. A minha amiga tinha razão: a semelhança era gigantesca! Se ele estava vivo, a minha amiga corria perigo. Meu coração começou a bater freneticamente.
- Agente, a senhora precisa de algo? - Perguntou a jovem cadete que fora designada para me ajudar.
- Agora não, Kimberlly. Você pode ir para casa. - A garota fez um muxoxo e logo notei que ela estava interessada em algo que não poderia dar no momento.
Peguei as chaves do carro e me dirigi para o endereço tão conhecido. Estacionei em frente ao prédio da minha amiga. Jennifer, por mensagem, havia me dito que estava tudo calmo. Fiquei vasculhando a escuridão da rua enquanto lembrava de todas as evidências.
"Amanda Murphy, 19 anos, estudante da Columbia. Segundo os colegas era tímida e não ia a festas. Os pais prestaram queixa do seu desaparecimento há cerca de 15 dias. Fora encontrada morta numa lixeira, com sinais de estupro, tortura e maus-tratos. A morte ocorreu poucas horas antes da equipe de limpeza achar o corpo."
Comecei a examinar as fotos novamente e, como das outras vezes, um gosto amargo de bile toma conta da minha boca. Tão parecidas! Tão iguais! A cada nova imagem, já não via mais Amanda e sim Kate. A minha Reddy. Os cortes. As feridas causadas por queimaduras de cigarros. As palavras tatuadas macabramente com um canivete... Boa noite, garotinha!
A garota da fotografia não era ela, mas passou as mesmas coisas. Ficou em cativeiro sendo sodomizada. E teve um final trágico. Lembrei da Linda e da sua irmã que cometera suicido. "Kate, você é uma guerreira. Tudo o que passou, e mesmo assim está aqui. Quebrada, sim, mas tentando se reerguer".
Hoje sei que fora o primeiro passo para que ela voltasse a sentir algo por alguém. A residente conseguiu transpor uma barreira que por todos esses anos ficou intacta. "Mi corajon, tenha certeza que farei o possível e o impossível para que você seja feliz. Seja completa. Seja a mulher que sei que você é.".
Olhei para a janela tentando imaginar o que acontecia dentro do apartamento. Sentimentos conflitantes me invadiam. "Ela está segura! Isso é o que importa, Ashley." Pensava nisso como um mantra.
Não achamos nada no banco de dados do FBI. Nada que indicasse um crime semelhante. NADA. A minha frustração só não era maior que meu desejo de proteção.
A claridade começou a despontar e não precisei verificar no celular para ver que já era um novo dia. Sai do carro esticando as pernas quando percebi a luz do telefone mostrando várias ligações não atendidas da Nanda.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

_______________________________________

Bom dia Amiguinhas já estou aquiiii!

Lindas me digam, curtiram esse crossover?

Vocês sabem que a Ash apareceu em duas ones ne?

Ajudando a Nanda na One "Cade Rudolph..." e na One "Like a Teddy Bear", as duas estão aqui no Lettera. (https://projetolettera.com.br/viewstory.php?sid=1941)

Leiam sozinhas hehehhehe

E sobre o conto, falem aqui pra tia, o que estão achando?

Comentem, deem estrelinha e façam a Rose feliz.

Me sigam no insta que dou dicas boas por lá.

Me favoritem que vcs sempre recebem em primeira mãos as atualizações beijocas


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Comentários para 4 - Checkup na Amiguinha:
Sylvie
Sylvie

Em: 13/02/2020

Caralho... caralho...caralho

Fudeu... fudeu... fudeu

KkÄ·kkk

Crianças são  verdadeiras esponjas

Amei

Responder

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Rosangela451
Rosangela451

Em: 03/02/2020

Aquiiiii esperando minha doce e tímida kate voltar 

Tá demorandooooo ( carinha  triste ,) : talvez amolece  esse seu coração . 

Bj 


Resposta do autor:

Falta poucoooo <3

Responder

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Dolly Loca
Dolly Loca

Em: 30/01/2020

Amei o Crossover!!!!!

Adorando muito esse conto!

Bjuuuuuuuuuu


Resposta do autor:

AnaLu sai do pote de água do Sabrino kkkkkk

muito elas hahaha

beijoo

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