Capítulo 114

Continuação do Capítulo 112

de Argentum [Em Revisão], por Anonimo 403998

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Um gemido baixo foi dado por ambas quando seus quadris se pressionaram um contra o outro e Alicia puxou a cintura de Maia para ainda mais perto.

Maia conseguiu colocar suas mãos por entre os corpos das duas e começou a desabotoar a camisa da veterinária que continuava a beijar seu pescoço. Com certa dificuldade Maia conseguiu tirar a camisa da veterinária que ficou presa a ela em seus cotovelos porque Alicia não havia parado de apertá-la na cintura com a mão esquerda e de acariciar seu seio com a direita. Maia soltava pequenos suspiros e baixos gemidos sentindo o polegar de Alicia pressionar seu mamilo ao mesmo tempo em que a língua da veterinária se alternava com os lábios dela em sua pele.

Ela desistiu de livrar Alicia da camisa e puxou o rosto da veterinária buscando os lábios dela com os seus. As mãos de Alicia foram ambas para a cintura da namorada onde seus dedos se pressionaram com um pouco de força marcando de leve a pele clara antes de subirem até tocarem a base dos seios. No meio do beijo Maia empurrou os ombros da namorada com força jogando-a para trás e mudando de posição para poder puxar a camisa mais para baixo enquanto se afastava para conseguir alcançar o cós da calça jeans de Alicia que olhou para baixo respirando com dificuldade e se livrando ela mesma da camisa presa em seus pulsos.

Com certa dificuldade por conta da pressa e da falta de força na hora de puxar o jeans apertado para fora do corpo da veterinária, Maia conseguiu deixar a namorada sem as peças e, de joelhos entre as pernas afastadas da outra, se livrou do roupão ficando ainda com o sutiã aberto. Ela voltou a se inclinar apoiando as mãos no colchão e se aproximando dos lábios de Alicia que a puxou para mais perto ao segurá-la pelo quadril e fazer com que se deitasse sobre seu corpo.

- Droga, Maia – a veterinária sussurrou com suas mãos puxando os quadris da namorada – Você tem fisioterapia amanhã, não deveríamos estar fazendo isso – ela disse, mas não parou de pressionar os quadris de ambas juntos nem recusou o beijo que Maia iniciou depois dessa frase.

- Não precisa se preocupar com isso – foi a resposta que Maia deu antes de segurar com os dedos a barra do top que Alicia usava e tirá-lo do corpo da veterinária – Eu falei que era um presente pra você, não para mim – ela completou forçando seu corpo para baixo e agarrando um dos seios de Alicia com a mão direita enquanto levava a boca ao outro.

A veterinária só conseguiu proferir mais um xingamento enquanto arqueava o corpo ao sentir a boca quente e úmida em contato com sua pele. Ela não estava crendo que sua namorada estava pretendendo o que tinha dado a entender, mas também não estava duvidando, ela já havia parado de duvidar de Maia, não importando a situação, ela nunca duvidaria da palavra da namorada.

A única coisa que Alicia foi capaz de fazer depois desse momento foi conseguir que Maia retirasse junto com ela todas as últimas peças que ainda haviam sobre seu corpo e apreciar a visão do corpo da namorada sobre o seu. E, também, se agarrar ao corpo magro e aos cabelos castanhos claros enquanto se sentia perder o controle de toda a situação. Ao final daquela noite ela era a mais ofegante das duas e Maia a que mais tinha marcas avermelhadas na pele das costas e cintura junto de pequenos e leves arranhões nas costas feitos pelas unhas muito curtas da veterinária.

Fim do capítulo

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Conversa

Comentários

2
Foto de Lea

Lea

20/11/2021 às 14:50

Presentes mais que especiais,cada um com gostinhos diferentes!!!!!

R

rhina

07/08/2019 às 16:22

 

Hahahuhu ......muito bem Maia 

Que novidade heim

Rhina



Resposta do autor:

Né hehe 

 

;] 

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