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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 2851
Acessos: 859   |  Postado em: 27/05/2019

Capítulo 87

Coloquei minhas coisas no chão, e o grupo atrás de mim se dissipou.

-Armou tudo isso!

Ver Amanda séria e de braços cruzados a deixava mais exuberante.

- Eu só preciso de um book novo, e quem melhor para me fotografar. 

-Sabe que está ocupando o lugar de outra pessoa ? 

Caminhei lentamente até a Amanda ficamos uma de frente para a outra, nossa interação sempre foi pelo olhar, que tudo revelava e nada era escondido. 

- É do que isso importa, sempre serei a primeira. 

Peguei minhas coisas e segui para o lugar reservado, ouvia seus passos atrás de mim e tentava não me desmontar bem ali. Enquanto terminava de montar o tripé Cecília escolhia o melhor lugar para as fotos. 

- Quando você quiser. 

Ela que estava de lado sorriu e acompanhei suas mãos até o caimento do vestido, ao vê-la se desfazer com calma do pequeno tecido. 

-Agora pode fazer o seu trabalho. 

Me posicionei atrás da lente e tentava ser mais profissional possível, enquanto os cliques saíam, suas poses mudavam iam do mais singelo ao ousado usando roupas de praia. 

Daria tudo para saber o que a Amanda está pensando, minhas poses a instigava dava para ver pela sua mão trêmula. A muito tempo que esperava por ser fotografada por ela, mas a minha baixa auto estima não me permitia. 

-Vem cá.

A chamei com o indicador e seus passos se aproximaram, com a câmera nas mãos diante de mim aproveitei para me sentar estava cansada. 

- Quero esse fundo atrás de mim. 

Ela apenas se aproximou e se ajoelhou diante de mim procurando o ângulo perfeito, senti quando sua mão tocou no meu queixo. 

-E assim, fique assim. 

- Como quiser minha fotógrafa. 


A inconstância que sentia era enorme, depois de várias fotos em fim terminamos. 

-Viu não foi tão ruim, me fotografa. 

Me levantei minhas coisas estavam prontas e novamente estávamos naquele impasse. 

- Só me avise quando for embora, para poder revelar antes. 

Amanda se retirou antes de ouvir minha resposta, Miguel se aproximou calmamente.

- Como foi ?

- Melhor do que pensava, obrigada por ter ligado para a Clara, caso contrário ela iria reconhecer minha voz. 

- Vocês precisam se acertar de uma vez por todas. 

- Eu sei Miguel, não aguentaria ser mais uma noite para a Amanda, não novamente. 

Almoçamos no hotel e a tarde caminhei pelo bairro, a primeira a ver foi Lara que ao me ver sorriu, e me abraçou. 

-Não acredito você voltou!

- Sim, como vai a vida ?

Lara me contou que era sócia de uma loja de esportes com o amigo, e que a Amanda estava mais conhecida pelos seus feitos, um deles um restaurante e uma instituição para crianças. Saber de todas aquelas novidades só me fez lembrar o quanto a Amanda é especial. 

-Sabe me dizer se ela está com alguém?

Lara se fez de desentendida e me disse que teria que ver com meus próprios olhos, depois de nós despedimos peguei um táxi e segui para o restaurante, ao chegar peguei o motorista e desci do carro, a fachada era agradável e simples. Ao entrar no ambiente espaçoso havia poucas pessoas pelo horário, mas o que me chamou a atenção foi o casal ao fundo. 

Amanda ria com a mulher e ao me ver seu sorriso se fechou, nisso a mulher se virou e me olhou, e não era Ester. 

-E ela Amanda, a tal Cecília? 

Luana estava mais eufórica que eu, apenas conformei tomando um suco em seguida. 

Cecília se aproximou da nossa mesa e parou diante de Luana e eu.

-Parabéns Amanda pelo restaurante. 

-Obrigada.

Respondi friamente evitando o seu olhar. 

- Eu sou Luana! E prazer te conhecer.

Luana se apressou em cumprimentar Cecília que se mostrou indiferente. 

- Vocês são amigas ? 

Notei o seu tom de voz ficar diferente, e inseri segurando na mão da Luana.

- Não há segredos entre nós, Luana e eu estamos juntas. 

Sua expressão mudou e notei que minha resposta a afetou. 

- Tenho muitas coisas para resolver, preciso ir. 

Cecília se afastou e pude recostar no banco e solta a mão da Luana.

-Ficou louca, sabe que não ficamos mais...

-Você acha que a Cecília pode vim aqui mexer comigo e... E depois ir embora, não dessa vez. Tinha que ter visto a sessão de fotos torturante, e premeditado. 

-Ela me pareceu está sendo honesta. 

- Não se engane com o rostinho angelical, essas são as piores. 

Contei para Ester e Clara que Cecília estava na cidade, Clara não escondeu sua felicidade e Ester ágil normalmente, a noite deixei o restaurante e dirigi até em casa, ao estacionar as luzes de sua casa estavam acessas, não podia ser verdade. 


No dia seguinte: 

Estava tomando café quando o meu celular tocou. 

- Bom dia Magnólia. 

Estava animada por estar de volta, e poder lutar pela Amanda. 

- Bom dia Cecília, como  estar ?

-Muito bem, e bom está de volta. 

Ouvi batidas na porta e ao atender era Miguel, enquanto falava com magnólia, Miguel me acompanhava no café.

-E como as coisas estão?

Ouvi o seu suspiro as coisas estavam as mesmas ainda. 

- Você viu a Amanda ?

- Sim, essa é a minha intensão.

Preparava uma torrada enquanto Miguel estava ansioso para sairmos.

-Se ela brigar com você, ou até mesmo tentar algo, juro que...

- Nem pense nisso, ninguém toca na Amanda. 

-Mas Cecília...

-Mais nada Magnólia, sei o que estou fazendo e estou mais certa ainda mais agora, obrigada pela preocupação, mas não é pra tanto. 

-Tudo bem, me desculpe, mais tarde ligo. 

- Tenho um bom dia, Magnólia.

Desliguei o celular e voltei para o meu café.

-Vamos, estou animado para conhecer os shoppings daqui!.

-Espero que esteja animado para carregar as compras também.

Miguel cruzou os braços e tentou mostrar uma postura sério, que não o tinha. 

-Sério isso, então é melhor pedimos um uber com ar-condicionado e balinha. 

Neguei com a cabeça e me levantei, peguei a bolsa e saímos.

-O meu pai guardou o meu carro num galpão, você vai ama-lo. Dito e feito Miguel amou a cor e o cheiro de novo o enlouqueceu. 

-Esse cheiro é tudo!

Ele passava a mão na poltrona enquanto me adaptava ao volante do carro, os carros londrinos eram diferentes do Brasil, mas aos poucos fui dominando, passamos em três shoppings diferentes e compramos algumas coisas, almoçamos na praça de alimentação, enquanto coversavamos sobre o calor tropical, Miguel olhou para um lugar específico do shopping e o segui, avistei Yumi olhando uma vitrine. 

- Eu não acredito, ela está na cidade. 

- Que babado, temos que contar pra Magnólia. 

- Ela não pode saber que estamos aqui, Miguel. 

-Com certeza ela deve está no hotel do centro, diferente de você que prefere o subúrbio. 

Dei um tapa em seu ombro e o homem afeminado chiou.

- Sem essa de falar mal do subúrbio, agora vamos antes que ela nos veja. 


Estava cansada de ficar no hotel e longe da Amanda, mas precisava da espaço para ela, em vez de sufoca-la, mas antes precisava resolver um problema antes.

Estava terminando a contabilidade quando a secretaria me avisa que uma moça quer falar comigo, sabia quem era e não medi esforço e para ter essa conversa definitiva, pedi para deixá-la entrar.  Cecília entrou em minha sala e aproveitei para me levantar.

- Como vai Cecília, a Amanda havia me dito que você tinha voltado, porque não se senta para conversarmos melhor. 

- Que gentileza a sua, mas o que tenho pra falar será rápido. 

-Pois diga. 

Estávamos uma de frente para a outra, sua postura havia mudado não era mais a garota gordinha e ingênua que a Amanda venerava, parecia saber realmente o que quer.

-Nunca entendi essa sua cisma na Amanda, mas agora entendo que usou o pior dos jogos para ter o que queria, a confiança dela. 

Seu tom de voz era moderado, então aproveitei para ligar para a minha secretaria e me trazer um cafezinho.

- Não acha que está muito tarde para vim me cobrar as coisas, o que passou passou. 

- Fala isso por ter perdido para a Luana ? 

A porta abriu e era minha secretaria entrando com dois cafezinhos, ao se retirar voltamos a conversa. 

-Se não me engano você também perdeu para a Luana, e a questão não é nem essa, quando me acusa de ter ganhado a confiança da Amanda, está coberta de razão, mas só queria que ela não me odiasse.

Me sentei e beberiquei um pouco do café, Cecília se aproximou da mesa apoiando suas mãos e me olhando friamente. 

-Você queria ser a Erika, e ter pelo menos a atenção que a Amanda dava pra ela, mesmo que tenha sido a atenção errada, e mesmo anos depois você não esqueceu e achou mesmo que poderia voltar e tomar o que nunca é jamais será seu! Escuta bem Ester, eu sou da Amanda é ela será sempre minha, independente de estar se divertindo com essa Luana, no fundo o coração dela bate mais forte por mim, e se tentar mais uma vez armar contra mim, tenho pessoas muito poderosas do meu lado. 

Me levantei bruscamente e a encarei.

-Escuta aqui garota, quem pensa que é para vim até aqui me ameaçar! 

-Cecília Morales, seja lá o que teve com a Amanda, já acabou. 

Me afastei e caminhei até a saída, mas antes me virei para lhe da uma última resposta. 

-Sabe aquele diário da Erika, então ele está comigo, mas não por muito tempo, ele vai virar cinzas porque nem eu nem Amanda merecem viver da memória de uma tragédia. 


Deixei sua sala com a alma lavada, disse tudo o que estava engasgado a muito tempo, a garota temerosa e ingênua morreu a muito tempo. A noite chegou e liguei pra Magnólia avisando que a Yumi ainda estava na cidade, ela ficou tão feliz que iria pegar o primeiro voo para o Brasil. 


Estávamos eu e Miguel do lado de fora da casa da minha mãe, que agora era minha havia comprado a vista. Estávamos comemorando com uma tábua de frios um sanduíche a metro, vinho e suco, mas tarde quem veio nos prestigiar com sua presença foi Clara que me abraçou, contei a novidade pra ela é ela vibrou de emoção. 

- Isso que dizer que ficará pra sempre!?

- Acho que sim, mas não havia acabado com minha carreira definitivamente, só dando uma pausa, enquanto conversávamos uma caminhonete preta parou e duas pessoas desceram uma delas era a Luana e a Amanda que deu a volta no carro, passando o braço ao redor da cintura da Luana, ao nos ver sentados sua expressão mudou, a deixou de lado e se aproximou.

-Ficou maluca quer causar um incêndio! Apaga essa fogueira. 

Me levantei e sua namorada se aproximou segurando seu braço, só dela tocar na Amanda me tirava do sério. 

- Não me chama de louca, sei bem o que estou fazendo na minha própria casa!

Gritei a última palavra e Amanda franciu o cenho, e olhou para Clara e Miguel que estavam sem graça com a briga. 

-Essa casa é alugada, pelo que eu sei. 

- Não é mais, a comprei a vista! Mas obrigada pelo seu cuidado com a minha pessoa. 

Amanda riu de lado e Luana disse alguma coisa em seu ouvido. 

- Faça como bem entender, agora se pegar fogo, espero que tenha bastante dinheiro pra indenizar todos os moradores ao redor, inclusive a mim. 

Amanda piscou pra mim e se retirou com a namorada, e entraram na casa, me senti frustrada e nervosa. 

-Calma minha amiga, isso te fará mal. 

-Ver a Amanda com ela que me faz mal, Miguel. 


Entrei em casa com Luana logo atrás de mim, caminhei até a cozinha e peguei uma jara de água e um copo. 

-Está vendo né, está alta suficiente para jogar o seu dinheiro na minha face. 

- Isso tudo é muito amor envolvido.

Olhei para Luana que ria fiquei olhando pela janela da cozinha e vendo o quanto tinha mudado, pra pior. 

-Carro novo casa nova, e você ainda me pergunta se não quero voltar. 

Luana se levantou e veio em minha direção, pousou a mão no meu ombro. 

-Parece que ela está sendo a mulher que você não é capaz de ver,  está certa tudo mudou, mas não dá pra vocês viverem em pé de guerra, e você muito menos mentindo para a sua ex descaradamente. 

Olhei para Luana e estava chateada, me martilisava por ter contado a verdade depois da viagem.

- Vá embora, Luana.

-Como? A gente acabou de chegar de um passeio maravilhoso e...

- Eu disse pra você ir embora, preciso ficar sozinha. 

- Como quiser.

Ela se afastou e antes de chegar à porta me olhou mais uma vez. 

-Se fosse você cuidava mais daqui, apontou para sua cabeça, pois o seu coração já está fechado. 



Na manhã seguinte estava disposta a entregar todo o dinheiro que peguei da sua indenização,  deixei a casa cedo encontrando com Clara no caminho, avisei que estava indo ao banco e que não iria demorar. Ao chegar no banco falei com o gerente relatei toda a minha situação, e ele me fez um último empréstimo, era muito dinheiro para tirar então tive que ir em uns três bancos. Na volta pra casa passei na instituição que era caminho, tinha contratado três professoras e nos fins de semana era a minha vez de ficar com as crianças, ao chegar todas estavam espalhadas, umas lendo outras brincando e outras na horta aprendendo sobre as plantas, caminhei pelos corredores em direção ao escritório quando ouvi risos, olhei dentro da sala e no fundo pude ver dois pezinhos balançando, caminhei com cuidado e me aproximei. Cecília parou de ler ao me ver parada ao lado da estante de livros. 

-Tiaaa!!

-Oie querida, está gostando da leitura.

A pequena Valentina confirmou com a cabeça e voltou a folhear o livro infantil. 

Sentia seus olhos em mim e apenas me retirei da sala, fechando a porta em seguida. Não poderia proibir a sua presença, a instituição era pública, entrei no escritório e relaxei um pouco em minha cadeira, e revisei umas papeladas, meia hora depois ouvi batidas na porta.

-Entra!

A porta se abriu lentamente e era Cecília novamente, parecia que lia meus pensamentos. 

- Eu estava indo embora, mas vim aqui para te parabenizar pelo lugar, fez uma grande reforma aqui.

Ela olhava para os lados como se pudesse puxar pela memória, até mesmo o cheiro do assoalho.

Peguei o envelope e estendi na mesa, ela me olhou confusa. 

-Esse é o dinheiro da sua indenização. 

-Nossa nem me passou pela cabeça esse dinheiro. 

-Creio que não lhe fará falta, mas mesmo assim está aí.

Seus braços se cruzaram e sua expressão séria não me intinidava nem um pouco. 

-Parece que me ver com dinheiro te incomoda.

Sorri e inclinei minha cabeça para trás, como estava cansada. 

- Não seja ridícula, só não estou acostumada com a sua mudança.

-Agora sou ridícula e maluca é que mais, Amanda. Bom saber que aquela mulher educada de fibra se transformou num poço de palavras chulas. 

Me levantei e dei a volta na mesa, ficando frente a frente, seus olhos possuíam um brilho diferente. Entreguei o pacote encostando em seu colo. 

-Seu dinheiro.

E deixei a sala ainda ouvindo seus passos atrás de mim, ao sair da instituição peguei o celular e comecei andar, o lugar não tinha sinal e voltei a por o celular no bolso. Seu carro parou ao meu lado, não estava mais afim de brigas.

-Quer uma carona ?

Olhei incrédula para a jovem no banco do motorista, e sorri. 

-Que dizer que quer da uma carona, a esse poço de palavras chulas. 

Ela maneiou a cabeça pros lados e depois voltou a olhar em meus olhos. 

- Ou é  isso ou ficar comendo poeira, porque essa hora sua namorada está na faculdade não é mesmo. 

Fiquei pasma com sua resposta e abri a porta do carro entrando, ainda tive que aguentar ver aquele sorriso cínico, o caminho foi quase todo em silêncio antes de chegarmos na cidade. 

-O carro está na oficina ?

- Eu vendi. 

- Que chato, bom pelo menos pode comprar outro melhor. 

Meu olhar estava distante e preso na estrada. 

- Eu vendi para te da a indenização, pois o que usei foi para o restaurante e a instituição. 

O carro parou e nem percebi, olhei para o lado e Cecília estava com a cabeça apoiada no volante, pensei está passando mal, toquei em seu ombro a comfortando. 

-Ei não precisa ficar assim, está tudo bem. 

Ela levantou a cabeça e seus olhos estavam vermelhos, as lágrimas caiam copiosamente. 

-Você não é um monstro, Amanda. O que você fez por essas crianças e algo humanitário.

- Está chorando por causa disso ? 

Cecília recostou no banco e aos poucos suas lágrimas iam cessando. 

-Chorando por não ter estado aqui antes, por não ter te apoiado em tudo. 

Ela olhava pra frente enquanto falava, como se estivesse com vergonha, toquei em seu queixo e a fiz olhar-me mais uma vez. 

-Mulheres não merecem chorar. 

Secava algumas lágrimas que teimavam em cair, e não me dei conta que estava fazendo, acariciando aquela pele macia e jovial, seus olhos se abriram e me contive. 

-Você não mudou nada Amanda, continua a mulher mais linda que eu já vi. 

-Obrigada pelo elogio, mas tenho que ir. 

Desci do carro e em seguida ela também, estávamos uma de frente pra outra. 

-O aniversário da Clara está chegando. 

-Nossa é verdade nem preparei nada ainda. 

Amanda conseguia ficar sem jeito facilmente, com as mãos no bolso seus olhos as vezes sondava os meus, procurando por algo. 

- Vou da uma festa no clube para comemorar, conto com a sua presença. 

Amanda franciu a testa e depois sorriu, aproveitei a deixa para entrar e ainda pude vê-la parada com um sorriso entre os lábios, antes de entrar em casa, ao entrar em casa quem estava espiando pela janela, Clara e Miguel. 

- Vocês são os melhores cupidos que poderia ter. 





Fim do capítulo


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