Capítulo 1
O meu nome é Jessica, tenho 28 anos, sou professora universitária, e o que vou relatar a vocês aqui foi algo que marcou muito a minha vida, e que eu mesma me questiono como eu pude viver aquilo. Em relação ao meu tipo físico, sou morena clara, cabelos bem preto liso, 1,63 de alt 56 kg, mantidos com muito custo através do meu esporte favorito que é a natação.
No ano de 2014, conclui o meu curso de letras, em uma Universidade Federal de Minas Gerais, o meu estado de origem, e como já era de costume de vários outros estudantes fui fazer um intercambio na Inglaterra com intuito de ganhar fluência no idioma. Por eu ter alguns conhecidos em Londres acabei fazendo essa opção de cidade para inicialmente poder me adaptar mais facilmente à essa nova cultura.
Ao chegar a Londres, fui recebida por uns amigos de meus primos, que já haviam feito o intercambio 1 ano antes. Muito atenciosos e dispostos a me ajudar, me mostraram todos os pontos da cidade e eu fiquei encantada, conversamos sobre a cultura dos ingleses, e como eu poderia encontrar um emprego para me estabelecer, visto que as minhas economias só davam por um tempo e eu não queria ficar dependendo de meus pais.
Conforme previamente combinado comecei a dividir uma casa com 2 meninas brasileiras e uma espanhola, que me receberam super bem e me ajudaram a me programar para procurar emprego. Fui a agencias de emprego, a bares, restaurantes, e em sites abertos, aos quais estão disponíveis grande parte das oportunidades, mas não estava conseguindo encontrar nada, pois devido a necessidade de agilidade de alguns trabalhos, o inglês afiado faz-se necessário.
Após uns 10 dias de procura, já meio desanimada, a Rebeca, uma das meninas que morava comigo, chegou toda contente dizendo que havia conseguido uma vaga em sua área de atuação e que se eu quisesse ela me indicaria para o seu lugar no sistema de Au Pair. Eu louca para trabalhar aceitei de cara, e antes mesmo de passar pela entrevista com a família, tive que fazer todos os tramites burocráticos para assumir a vaga.
Após alguns dias resolvendo essas questões de documentações, compareci a entrevista com a família no dia e hora marcada, juntamente com algumas candidatas pré-selecionadas. Como eu já tinha uma indicação, fiquei mais tranquila, e mesmo assim a entrevista foi bem intensa, mas no final deu tudo certo, eu ganhei a vaga e já iria começar em 2 dias.
Confesso que no primeiro dia fiquei um pouco nervosa mas a família me acolheu muito bem, o Henry e sua esposa Audre eram bem simpáticos, me explicaram como queriam que eu fizesse o meu trabalho e cuidasse de seu primeiro filho, o pequenino Benjamim.
O Enry com seus 45 anos era advogado de uma empresa multinacional de grande porte, e por isso ficava muito pouco em casa, uma vez que as viagens eram constantes tanto dentro como fora do pais. A Audre, muito educada e simpática, se destacava pela beleza, com seus 35 anos, loira cabelos lisos passando do ombro, olhos bem azuis, tinha o estereótipo típico inglês.
Quem já conviveu com estrangeiros sabem que no inicio eles são bem desconfiados até que ele crie confiança em você, e foi exatamente isso que aconteceu. Durante os meus dois primeiros meses, eu procurei me dedicar ao máximo ao trabalho, ao mesmo tempo em que no dia a dia em conversa com a Audre e em passeios no parque ia exercitando meu inglês que ficava cada vez melhor.
Em conversa com a Audre, ela me disse, um pouco frustrada, pelo que pude perceber, que era também advogada mas que a pedido do marido, deixou o trabalho para se dedicar mais a família, tentando de alguma forma compensar a ausência do Henry de casa e do convívio com o filho. Como o Benjamim não dava trabalho, a Audre e eu tínhamos bastante tempo livre e isso nos possibilitou uma aproximação cada vez maior, deixando claro que a minha contratação, que na época foi mais defendida pelo Henry, também tinha a finalidade, mesmo que de forma disfarçada, de fazer companhia para sua esposa.
No inicio de março O Henry marcou uma viagem a trabalho até a china, onde passaria quase um mês tratando de negócios de uma filial da empresa naquele país, e cogitou a sua esposa a possibilidade de irmos para Guilford, uma cidadezinha tranquila a uns 40 km de Londres onde também tinham uma casa de passeio. Na quinta feira pela manha levamos o Henry até o aeroporto e neste mesmo dia logo após o almoço seguimos para Guilford.
Logo que chegamos fomos dar uma volta pela cidade, que me deixou encantada pela tranquilidade e também pelo glamour dos cafés e restaurantes do local, tudo era perfeito, parecendo que estávamos em um cenário de filme. Após um delicioso café e chocolate, regada a bastante conversa, fomos para casa, e enquanto a Audre deu banho e colocava o seu filho para dormir, eu preparava o jantar.
Lá pelas 21:00 hs após o jantar, ficamos as duas na sala conversando e tomando um licor delicioso que havíamos comprado no centro. Como a bebida era bem fraquinha e gostosa, nem estávamos sentindo, mas já havíamos tomado quase meia garrafa, sendo essa a provável causa da Audre estar bem mais soltinha como de costume. Conforme ela mesmo me confessou, durante uma conversa, eu estava trazendo mais leveza para sua vida, e isso a deixava bem mais feliz do que de costume.
Já se passava das 23h30min, e agente totalmente empolgadas com a conversa, resolvemos ouvir algumas musicas brasileiras e como se dançava aquele ritmo. A Audre empenhada em aprender se esforçava, mas não levava muito jeito, mas eu como boa brasileira que sou, descia até o chão deixando ela impressionada com a minha desenvoltura...hahaha!
Eu toda empolgada fiquei dançando e ela querendo aprender, não tirava os olhos de mim, me dizendo que achava era muito sexy o jeito que as brasileiras dançavam. Daquele momento em diante senti um olhar diferente para o meu corpo, e eu meio sem jeito parei de dançar, retornando logo em seguida após o seu pedido para que eu continuasse.
Me deixando levar por aquele clima em um momento tão raro, ao som de uma musica brasileira, quase que instintivamente enfatizando a minha sensualidade, começava a dançar de uma forma cada vez mais provocativa, típico de qualquer mulher que esta sendo admirada e não quer decepcionar a sua plateia. Já cansada, parei no meio da musica e me joguei no sofá, a Audre como sempre muito educada foi até a cozinha e me trouxe um copo de água, mas o que eu queria mesmo depois daquele fuzuê era um bom banho quente antes de dormir.
Fui para o banho e enquanto deixei a banheira enchendo ela me trouxe algumas toalhas limpas que eu havia pedido e não sabia onde estava. Para minha surpresa e aumento do meu nervosismo, ela trouxe a toalha e ao invés de sair ela fechou a porta e ficou sentada em uma espécie de banqueta, tomando mais um pouco de licor.
Um pouco nervosa, mas também me deixando levar por aquele friozinho na barriga, fiquei de costas para ela e de frente para o espelho, e sem mais nenhum receio fui me despindo, retirando primeiramente a minha blusa, e logo na sequencia, de uma forma mais cadenciada, a minha calça leg, deixando à mostra o meu corpo coberto apenas pela minha lingeri. Por mais que a Audre quisesse disfarçar o seu interesse pelo meu corpo era visível e isso despertava dentro de mim uma excitação que até então eu desconhecia, que era o desejo por outra mulher.
O que dava para perceber era que ela se esforçava muito para estar ali, dando vazão ao que estava sentindo, pois ao mesmo tempo em que ela fazia de tudo para provocar aquela situação, não conseguia tomar a iniciativa, que desse inicio a algo a mais. Isso se deve muito ao estilo Britânico das mulheres, quase sempre comedidas e introspectivas.
Ao ver a sua reação pelo reflexo do espelho, sem pensar em mais nada, sendo levada pelo impulso e desejo de viver uma coisa totalmente nova, apenas de Lingerie, eu me voltei de frente para ela, estendi as mãos, trazendo o seu corpo junto ao meu e sem dizer uma só palavra começamos a nos beijar ardentemente, entrelaçando a minha língua em volta da sua, enquanto nos acariciávamos explorando a cada toque as curvas de nossos corpos. A Audre notoriamente possuída por um desejo latente, passava a mão e apalpava o meu bumbum enquanto me beijava, e eu por minha vez estava adorando o fato de ser desejada, daquela forma, por outra mulher.
deixando a mostra sua bucetinha carnuda e depilada. Em seguida ela libertou os seios do top e se deitou ao meu lado, me beijando. Sua língua entrou na minha boca e brincou com a minha. Eu podia sentir ainda meu gosto na boca dela. Suas mãos percorriam o meu corpo ainda protegido pela minha saia, meu topzinho e minha blusinha.
Após despi-la em meio a todo aquele desejo, eu me surpreendi com o seu corpo, que parecia bem discreto devido as roupas que usava, mas que agora só de Lingerie, se apresentava como realmente era, cheio de curvas e completamente modelado. Me posicionei em cima da bancada entrelacei as minhas pernas em sua cintura enquanto provava o doce sabor da sua boca, sendo agora a minha vez de sentir o volume de seu lindo bumbum na palma de minhas mãos.
Entre gemidos e sorrisos, que demonstravam a nossa satisfação, pude sentir a sua língua passeando pelo meu corpo, até chegar em meios seios, que já a mostra, eram apreciados com enorme paixão, cabendo quase que inteiramente dentro de sua boca. O tesão crescia cada vez mais, e o cheiro de nosso sex* já exalava por todo aquele ambiente.
Se abaixando no vão de minhas pernas, a Audre se posicionou em direção ao meu sex*, e beijando ainda por cima da calcinha, viu minar todo o meu viscoso mel proveniente daquele desejo. Carinhosamente, como só uma mulher sabe fazer com a outra, ela afastou a minha calcinha de lado, começando a explorar toda extensão de minha bucet* com a sua língua em movimentos simétricos e circulares que me tiravam completamente a razão.
Eu só queria ficar ali aquela noite inteira, sentindo aquela sensação indescritível, sentindo a sua língua penetrar o meu sex* causando choques por todo o meu corpo e me fazendo sentir uma mulher sexy e desejada. A cada movimento de sua língua, podia sentir minar ainda mais, o meu melzinho quente e viscoso, que inicialmente represado em sua boca, era compartilhado ao darmos um delicioso beijo. A todo momento enquanto me ch*pava, a sua língua entrava na minha boca brincando com a minha fazendo com que eu pudesse sentir ainda o meu gosto em sua boca.
Já não me aguentando mais de tanto tesão, peguei em suas mãos e a conduzi até a cama , onde se colocando de quatro me pediu, quase implorando para ch*pa-la.
Tomada pelo desejo fui tirando a sua calcinha, quando me deparei com a sua bucetinha peludinha e brilhante pelo suco que soltava de tanto tesão, não pude mais resistir e cai de boca naquela xana deslizando a minha língua sedenta pela sua fenda, brincando com o seu grelo.
À medida que minha língua movimentava no interior de sua bucet*, os gemidos aumentavam na mesma proporção em que o seu mel minava para dentro de minha boca. A Audre se contorcia, de tanto tesão, o seu corpo parecia querer fugir, sendo necessário forçar a sua cintura em direção à minha boca para continuar a ch*pa-la.
Não nos aguentando mais de tanto desejo, inteiramente tomadas pelo tesão, nos colocamos uma no meio da outra, tocamos o nosso sex*, sentindo o nosso corpo inteiro em choque, e em movimentos circulares e aleatórios brindamos o nosso prazer em um intenso e tão esperado gozo.
Ficamos ali jogadas na cama, e instintivamente nos acariciamos depois do sex*, denunciando um relacionamento que não era só desejo mais sim algo que teríamos que descobrir com o passar do tempo. Aqueles dias foram inexplicáveis, maravilhosos, confesso que fomos felizes porque aquele era o nosso momento em que tudo era permitido.
Fim do capítulo
Criticas e elogios favor adicionar comentario....boa viajem rsrrs
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