Capítulo 31

Aquele 1% ... Passiva

de AMOR ANIMAL, por Rose SaintClair e Sylvie

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Lorenza

Nem em meus melhores sonhos imaginei uma recepção assim. Quando ela disse, mordendo minha orelha, que tinha ido ao neurologista e que estava liberada... Controlei o ímpeto de pegá-la de jeito e a comer encostada ali mesmo na porta do banheiro. No entanto, eu não poderia tratar a minha pequena desse jeito, ela precisava era de carinho de cuidados.

Ela foi me puxando para a cama, e eu comecei a agarrá-la por trás. Foi muito tempo na seca para perder qualquer segundo longe daquele corpo que me tirava a sanidade.

Quando ela me pediu para ficar calma e que a ajudasse, eu entendi o quanto aquilo era importante para ela e deixei que ela fizesse o que quisesse comigo... Menos usar aquela piroca em mim... Isso, necas.

Ergui os braços, me rendendo, e ela arrancou a tolha que me cobria. Fiquei completamente molhada com o seu olhar sobre o meu corpo.

Patrícia me fez sentar na cama, encostada nos travesseiros. Ela se aproximou sensualmente para me algemar na cabeceira. Aproveitei a proximidade dos seus seios e abocanhei um chupando como ela gostava, com força. Ela parou por um instante, mas retomou aos seus propósitos.

AI, MEU DEUS... AI, MEU DEUS... AI, MEU DEUS. Foi a única coisa que pensei assim ela me algemou na cama. Olhei desconfiada para o Strapon.

Notei a sua relutância e seu medo em me desagradar. Mal ela sabia que só em estar ao meu lado ela já me agradava. Eu queria que ela relaxasse e fizesse o que tivesse vontade.

Eu a admirava toda! O espelho me ajudava a ver aquela bunda deliciosa enquanto ela se ajoelhava na minha frente. Seu olhar de fome me fez querer deixá-la mais louca ainda. Então abri minhas pernas e deixei que ela me tomasse para ela. Aquele realmente era o momento dela, da sua libertação, e eu fui a sortuda escolhida por essa Deusa. A beijei com paixão. Eu gemia, pelo beijo, pelas suas unhas em minha pele... Por sua boca deslizando pelo meu corpo. A prendi com minhas pernas esfregando o meu sexo em sua barriga... Eu que sempre dominava, estava amando me entregar para ela. Fui despertada daquelas sensações quando ouvi sua voz...

— Lô, olha pra mim. Eu sempre tive vontade de fazer uma coisa que eu vi num vídeo... – Eita, diacho... Fudeu!

Oncinha, eu... – Olhei de relance para a cinta.

— Eu sei do que você não gosta... Quer dizer, acho que sei... Mas acho que você vai gostar, posso?  – Ela estava tão fofa daquele jeito acanhado que eu me rendi e me entreguei completamente aquela mulher. Nunca antes estive tão entregue, tão submissa, tão à mercê de outra pessoa... Sabia o quanto isso era importante pra ela nesse momento.

Perdi o fôlego quando entendi o que ela pretendia fazer... Senti uma fisgada forte no meu sexo quando seu seio quente tocou a minha entrada toda molhada. O biquinho estava duro e todo molhado quando começou a me masturbar.

Perdi a razão... Tentei aprofundar aquelas sensações indo de encontro ao seu peito tentando um maior contato. Era tão sutil, tão delicada, tão deliciosa... Jamais senti tanto Tzão com algo tão suave. Tentei arrebentar as algemas... Implorei para ela me soltar... Eu queria tocá-la, mas ela não atendeu ao meu pedido. Precisava sentir Patrícia contra o meu corpo...  E foi então que eu senti sua boca quente me chupando... Explorando meu sexo... Sugando os meus pequenos lábios... Mordendo com carinho e chupando com gula enquanto sua mão apertava meu mamilo com vontade.

— Não tá bom, Lô? – Ela perguntou me provocando.

— Tá, ótimo oncinha, mas me tira... Eita.... – Eu não estava mais aguentando e a safada me penetrou com um dedo, me levando a loucura.... Gozei como nunca antes, tão entregue a ela que ejaculei pela primeira vez na vida, nas mãos da minha mulher... Minha oncinha.

Fiquei quietinha aproveitando cada segundo daquele orgasmo intenso e maravilhoso. Assim que abri os olhos vi minha mulher com um sorriso orgulhoso nos lábios.

Oncinha, por um momento... Achei que você iria querer usar essa porra comigo. Eu estava pronta pra dizer não. – Eu disse apontando o strapon de um tamanho relativamente bom, mas menor que os meus.

Então, ela diz uma coisa me faz sorrir largamente. A minha oncinha quer que eu use a cinta nela. Mesmo tendo tido um gozo intenso a poucos minutos, eu senti um Tzão gigantesco. A expectativa em ter a minha mulher embaixo de mim e eu a fodendo com a cinta me deixou completamente trêmula.

A Paty estava irreconhecível. Lógico que eu ainda sentia um certo receio vindo da parte dela. Um querer agradar, fazer certo... mal ela sabe que tudo que faz é maravilhoso.

E quando eu achei que não podia melhorar, ela se encaixou na minha boceta e começa a me cavalgar... Com direito a chapéu na cabeça e tudo, eu estava alucinada.

— Paty, você... Eita... Assim você... Vai me matar... Tira por favor... Eita... – Meus pulsos estavam machucados pela força que eu fazia para me soltar, e a safada rebolava cada vez mais gostoso. O cheiro maravilhoso de sexo e a visão deliciosa dos seus seios balançando me fez gozar novamente. Mas o mais gostoso dessa vez foi seu corpo se debatendo sobre o meu após ela gozar também, caindo sobre mim.  A palavra exata para definir esse momento é sublime!

Após um banho delicioso ao lado da minha pequena, nos deitamos novamente. E logo os beijos já estavam urgentes, me deixando louca de desejo de comer Paty com aquele brinquedinho que estava ali a centímetros de mim. Mas só em pensar nisso me fez refrear e diminuir a intensidade do beijo e das carícias. Eu estava me segurando... Eu queria tratá-la com todo carinho que ela merecia... Eu não queria me igualar ao seu ex... Aquele frango babaca. Queria mostrar a ela que poderia ser amada de um jeito diferente.

— Tá, o que houve? O que tá acontecendo, Lorenza? – Ela disse se ajoelhando, visivelmente nervosa.

— Nada, Oncinha... Por quê?

— Porque? Você mudou comigo Lorenza, está toda cheia de cuidados, como se eu fosse de cristal.

— Eu te amo, Paty... Muito! Mas eu não consigo parar de pensar nas coisas que você viveu e tudo o que passou. Eu só queria poder te dar todo o carinho e cuidado que você merece.

— Você sempre deu, Lorenza – Ela segurou meu rosto. — Por favor, amor, não muda comigo... Não me trata diferente! Eu quero a Lô com pegada, safada... Eu quero a Lô que fez eu me sentir uma mulher desejada, a Lorenza que me tirou de dentro de um turbilhão de neuras e medos... Eu quero a Lô que me pega de jeito... A Lô que me come... Que me fode deliciosamente na caminhonete... Que não tem hora, nem lugar... – Novamente a minha Oncinha me surpreendeu. Aquela certamente era uma noite inesquecível. A medida que ela ia falando, a ficha ia caindo e o meu Tzão voltando com força total.

— Assim? – A agarrei apertando-a contra mim.

— Aham... – Ela gemeu no meu ouvido a medida que eu passava as mãos por todo seu corpo. Me afastei dela somente para colocar o strapon.

Fiz com que ela ficasse de costas para mim, apoiada na escrivaninha. Depois de um tapa bem gostoso naquela bunda maravilhosa, a segurei pelos cabelos e perguntei no seu ouvido:

— Essa Lô?

— Sim...

— A que te come e te fode bem gostoso?

— Sim... — Ela gemia, rouca.

— Essa Lô... Que sabe exatamente o que você gosta? – A segurei pelo quadril comecei a brincar com o pênis naquela buceta toda molhadinha. Eu também estava encharcada.

— Ai... Puta merda, sim... Sim! – Com muito receio, mas com um Tzão dos infernos, eu a penetrei devagar, a acariciando toda para que ela não se retraísse. Quando ela rebolou... Diacho! Enlouqueci como sempre, a segurei com força a penetrando por completo.

— Essa Lô...? – Sai de dentro dela e a penetrei novamente de uma vez e segurei — Que você quer?

— Lô... Puta merda... Me come logo...

Agora sim ela falou minha língua... A comi com força, deixando o som dos nossos corpos se chocando dominar a minha mente. Seus gemidos e gritos de prazer com certeza estavam sendo ouvidos por toda casa. Minha Oncinha parecia uma gata no cio. O meu medo se esvaiu totalmente quando a senti vir de encontro a mim querendo intensificar os movimentos... Pirei! 

 A levei para cama e a fiz sentar na minha boca, eu precisava sentir o seu gosto com urgência... A fiz rebolar gostoso no meu rosto... Que delicia de mulher... Minha gostosa!!!

— Como você é gostosa! Sente o seu gosto... – A beijei, apertando-a em meus braços, e ela sugou a minha língua com paixão...

— Lô... Deixa eu fazer uma outra coisa? – Ela pediu e eu já me animei novamente. O que será que ela iria aprontar agora?...

Eita diacho! Caralho... – Ela começou a chupar o pênis me fazendo enlouquecer e a segurar pelos cabelos. Ela virou de costas para mim e a visão da sua bunda e do seu sexo engolindo todo o dildo, quase me fez enfartar – Gostosa!

Ela judiou de mim... Me provocou... Cavalgou... Rebolou e eu a segurei pela cintura, intensificando também as arremetidas a fazendo gemer cada vez mais alto. Nossos olhares se cruzaram no grande espelho da parede e ela fazia movimentos de vai e vem, de um lado para o outro, de lá para cá. Minha mulher dava gritinhos sempre que eu impulsionava os quadris e tocava o ponto que lhe proporcionava mais prazer.

— Paty, você é muito deliciosa, e minha... Só minha. – Dizia com devoção.

Nossos corpos pingavam de suor e deslizavam um no outro. Eu apertava seus seios com gana. Desci uma mão até seu sexo, prendi seu clitóris entre meus dedos, a massageando.

— Minha safada! Você me deixa louca quando rebola assim... – Mordi suas costas.

— Sua, Lorenza, sou sua!

O quarto cheirava a sexo e suor. Nosso sexo e nosso suor. Segurei-a pela cintura, a fazendo permanecer sentada no strapon. Rebolei meu quadril, o mexendo dentro dela ao mesmo tempo em que eu mordia o seu ombro... Ela arranhou minhas coxas.

— Não faz isso comigo, Lorenza... Por favor... Me deixa gozar... – Dizia agoniada dando gritinhos.

Atendi seu pedido. Quando ela começou a dar indícios que estava quase chegando no seu ápice, a levantei do strapon e a trouxe para minha boca... a prendendo em um 69 delicioso. A minha Oncinha gozou gritando alto e eu não a soltei... Só diminui as chupadas. Ela estava toda tremula, mas não me pediu para parar...

Com cuidado e carinho a virei na cama a acomodando nos travesseiros. Me ajeitei no meio das suas pernas mordendo suas coxas. Apertei sua bunda e comecei a passar a língua em volta do seu clitóris sensível... O chupei com suavidade e aos poucos fui aumentando a intensidade. Ela mantinha os olhos fechados e quase ronronava.

         — Você não para? – Abriu os olhos e eu fiz que não sem afastar minha boca, e sem deixar de encará-la. Ela mordeu o lábio inferior e eu aumentei a força das chupadas. Ela remexeu os quadris.

— Ai, puta merda, eu vou de novo... – Puxou meus cabelos e mordeu sua mão livre. Ela quis fechar as pernas, mas eu não deixei, a segurando firme.

— Que loucura é essa?!... Puta merda...Ah... Lorenzaaa

Fiquei admirando seu rosto vermelho e suas expressões pós-gozo. Linda! Notei que a tinha esgotado. Levantei e coloquei a banheira para encher, desci as escadas indo até a cozinha pegar algo para repor um pouco as forças da minha Oncinha.

Assim que abri a geladeira já tinha uma bandeja prontinha, só adicionei água e suco. No quarto, Paty estava de olhos abertos, mas na mesma posição. Deitei a beijando na pontinha do nariz.

— Vamos tomar mais um banho, amor?

— Pode ser quando eu recobrar as forças? – Ela sorriu tocando meu rosto.

— Não, princesa, vamos logo que você precisa comer algo. Estou faminta, você não?

— Muito! – Ela sorriu.

A peguei no colo e entramos na banheira comigo nas suas costas. Ficamos ali um pouco, rindo e contando como tinha sido esses três dias em que ficamos afastadas. Já no quarto, após lancharmos, ficamos namorando. Ela estava deitada no meu peito e passava os dedos por todo o lobo.

— Lô, eu queria te pedir uma coisa.

— Peça, linda!

— Eu quero que você jogue todos os seus strapons fora. – Comecei a rir e ela me olhou com uma cara de fúria muito linda. Não resisti e beijei seus lábios.

— Pra que isso, princesa? Eita, tem alguns que são de coleção – A oncinha pulou e quase ia saindo da cama quando eu a puxei de volta. — Mas eu jogo todos fora sim, você que manda! Mas preciso de novos, porque esse seu ai é meio pequeno demais – Me joguei em cima dela e a enchi de beijinhos.

— Tá doida? Não aguento maior que esse não – Disse ficando vermelhinha.

— Quer apostar como aguenta? Vou pegar um deles para a gente testar agora – Fingi que iria me levantar e ela me encheu de tapinhas.

— Nem se atreva, Lorenza! Acha mesmo que eu vou deixar você encostar eles em mim? Já comeu todas as chiranhudas do mundo com aqueles lá, ai que nojo!!!! – Tentou se afastar, mas não deixei.

— Ei, to brincando, linda. Amanhã mesmo eu dou fim em todos. – Ela sorriu satisfeita.

— Lolô, e esse quadro aí?

— Lindo, né? E a modelo mais ainda.

— Não sei. – Falou despeitada. – Achei grande demais. Quem é? Uma das suas ex-peguetes? – Não acreditei que ela não tinha se reconhecido, e resolvi ver até aonde ela ia.

— Gostosa, né? Nós já transamos algumas vezes, e eu fiz esse desenho enquanto ela dormia. O que você achou? – Fiquei observando sua reação. Ela fez uma cara de paisagem imensa. E eu continuei — Ela é linda!

— Eu já entendi, Lorenza. E teve que colocar ela de frente pra sua cama. Ela é bem bonita mesmo. Dá pra você se tocar lembrando dela... Né?! – Eu via que ela estava uma onça de tão brava.

— Dá sim. Sempre que me deito aqui eu faço isso. – Ela arregalou os olhos.

— Chama ela, então! Não acha melhor?!

— Com certeza, ter ela nos meus braços é sempre uma delícia.

— Puta merda, como você é descarada, Lorenza!... Ai que ódio!!!

— Vem cá... Olha a data do dia que eu fiz o esboço. – Sorri e a peguei pela mão, levando-a para perto do quadro. Ela olhou, arregalando os olhos e tampando a boca. — Nesse garrancho aqui está escrito: Nossa Primeira Manhã. Gostosa ela, né? Eu pelo menos acho a mulher mais gostosa do mundo — a enlacei pela cintura.

— Lorenza, mais eu não sou assim... Essas formas, esse corpo não é o meu. – A coloquei de frente para o quadro.

— Você é exatamente assim, Patrícia. Cada curva deliciosa que eu desenhei... – Passei as mãos pelas suas ancas, beijando seu pescoço, sentindo seus pelinhos se arrepiarem — Eu sou muito boa com esse tipo de desenho, mas neste caso, a modelo é que é perfeita!

Fim do capítulo

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Conversa

Comentários

12
R

rhina

20/08/2019 às 16:56

 

Olá 

Boa tarde .

Este capítulo quase coloca fogo no livro inteiro 

Cara. .....São tantos assim os Strapons......vai gostar de ter um " Pinto" assim.em outra terra......

Rhina

R

Rosangela451

22/04/2019 às 10:24

Puta que pariu ,esse 1% passiva já me servem rs rs 

Que hot gostoso !

Paty e lorenza e fogo e gasolina 



Resposta do autor:

Simmmm! hahahahahaha Paty tá loca loca

V

Val Maria

03/03/2019 às 08:07

Amei essa narrativa sexual,com direitos a todos os acessórios.

Autoras vocês são fodasssss!!!!@@

J

jake

02/03/2019 às 17:04

Meninas ... cada Cap excepcional. ... vocês estão cada vez melhor ....se e é que isso é possível  pq vcs são phoda...Parabéns...otimo Carnaval....

H

HedaWarrior

28/02/2019 às 13:23

Tomara que eu exploda de amoooor!!! que sintonia... 

Sei nem o que comentar kkkkk essas duas são perfeitas!

 

 

H

HedaWarrior

28/02/2019 às 13:23

Tomara que eu exploda de amoooor!!! que sintonia... 

Sei nem o que comentar kkkkk essas duas são perfeitas!

 

 

P

Palas F

27/02/2019 às 13:50

EU TÔ APAIXONADA POR ESSE CAP !!!! AAAAAAAAAAAA

J

josi08

26/02/2019 às 22:24

No Review
K

Keilaspm

26/02/2019 às 19:16

 

Eu só queria dizer que, em baixo ou em cima, a cena tava uma delícia.

Aceitariaser até o colchão delas 

Cap fodaaaaaaaa 

P

Pandora

26/02/2019 às 19:08

Nossa senhora essas duas voltaram com tudo, espero que a Paty veja que ela é maravilhosa e não ligue mais para o que o traste do ex-marido falava para ela.

Cada vez que leio um capítulo novo é uma sensação fantástica, a escrita, a história tudo perfeito, Parabéns para as Duas ;) 

P

preguicella

26/02/2019 às 18:59

Eita que a coisa pegou fogo! hahaha
B

Bee20

26/02/2019 às 18:45

Que capitulo maravilhooooooso ????

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