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Palavras: 1533
Acessos: 1590   |  Postado em: 20/02/2019

I

Alline Yokoyama era uma típica menina de 16 anos, pequena, franzina, cabelos compridos e lisos, pele pálida de olhinhos puxados. Era tímida, perdera a mãe cedo, possuía muitas curiosidades sobre a vida. Cursava o segundo ano do ensino médio, era seu primeiro dia na escola nova. Seu pai, um exímio psicólogo forense, estava marcado de morte e por esses motivos mudaram-se de cidade, nomes e recomeçaram novamente.  Era sempre assim. Desceu para o café da manhã e seu pai prepavava panquecas, o cheiro estava tentador. Desde que sua mãe morreu, Aline apenas tinha o pai e não se importava de mudar de vida novamente, desde que ele ficasse bem e seguro.  - Bom dia, papai! Enlaçou o pai em um forte abraço. - Bom dia princesa, vamos logo comer senão chegará atrasada.  Aline comeu com gosto e logo se espantou quando viu que faltava 20 minutos para a aula começar.  Saíram em disparada, e logo estavam trilhando de moto a estrada que dava acesso a escola. A cidade era pacata, distante e muito fria, as casas mantinham uma certa distância uma da outra e a floresta era cortada por um cemitério antigo. Única passagem da cidade com o resto da redondeza. Não importava pra onde iria, sempre teria que passar pelo cemitério, fizeram um bosque seguido de rua de terra batida como caminho. Aquilo causava estranheza na jovem Aline. Dez minutos depois, seu pai estacionava na frente da enorme escola. - Boa sorte filha. Agora corre pra não se atrasar. Te amo. Beijou carinhosamente a testa gelada da menina. - Te amo pai. Obrigada.  E correu em direção ao avistar um enorme painel com vários papéis, indicando a série e o número da sala, seguido pelo nomes daqueles que estudariam na mesma. Aline corria sem prestar atenta atenção e só parou quando sentiu um impacto macio em seu corpo, ela cairia se não fosse por um par de mãos que lhe segurava pela cintura. Olhou um pouco acima e deparou-se com um par de olhos verdes lhe fitando. Era uma mulher alta, esguia e muito branca. Tinha o cabelo em um coque alto, e pelo volume do coque, o cabelo parecia ser bem comprido. A estranha usava uma calça social preta e um colete traspassado com um leve decote que a fina blusa branca de manga, que ficava por debaixo do colete lhe permitia olhar. Ela parecia não sentir frio. Aline logo acordou de sua análise com a voz sutilmente baixa que indagou. - Primeiro dia de aula? Ela ja soltava a cintura da menina e a encarava num ar desconcertante. - Uhum.. eu quero... eu gostaria de saber onde fica a sala E-14. - Para seu consolo, também inicio hoje a ministrar aula de física. E é justamente para essa sala que estou indo. Vamos? Aline a olhou e assentiu timidamente. Caminharam por entre os corredores cheios, e a estranha ia na frente, parecia não se importar com quem passava em seu caminho, o caminhar era suave mas ao mesmo tempo firme e Aline logo se ateve a olhar outras coisas ao redor. Novamente Alline ia dando de encontro com a professora, virou- se de frente para a menina. - Cuidado mocinha.  E a menina atônita viu que ja haviam chegado em frente a sala de aula, a professora estava em pé defronte para a porta. - Vamos, primeiro as damas.. E Alline entrou muito constrangida com os olhares dos seus novos colegas de classe. Acomodou-se nas últimas carteiras no final da sala. Sempre passou por isso no primeiro dia de aula, mas ela achava que não se acostumaria nunca. Olhava pra professora que lia algo nos papéis da frequência e logo baixou os olhos, quando a mesma lhe olhou fixamente.  - Bom dia alunos, devem de ter comunicado a substituição do professor Cortez, então, eu sou a substituta dele. Me chamo Verena Bolder e ministratrei física.  - Seja bem-vinda professora - todos falaram em uníssono.  - Obrigada, vou comecar a fazer a frequência e quero que se identifiquem levantando a mão conforme eu chamar. Assim o fez, a professora chamou um a um, e logo na última linha leu o nome de Aline pausadamente. Aline levantou as mãos e logo todos voltaram a olhar com curiosidade. - Aline, certo. Então, a Aline assim como eu, chegou hoje a esta instituição e recebemos ela com respeito e educação. Gostaria de se apresentar formalmente?  A menina meneou a cabeça rapidamente, e a professora apenas concordou. - Ok! Então vamos ao trabalho. As horas passaram com uma lentidão que causava desconforto na menina Aline, ela não saberia o que fazer durante a tarde, precisaria pegar os conteúdos das aulas que foram dadas, as outras matérias ela estava com notas extras, mas fisica e matemática precisaria correr atrás, mas não tinha feito contato com ninguém.  Todos ja se preparavam para ir embora, era jogos de interclasses, todos tinham suas competições. Alguns ja deixavam a sala e Aline permanecia no mesmo lugar. Ela pensou em pedir da professora os tópicos da ementa do semestre passado, já que ninguém mostrou interessante em fazer contato com ela naquela classe. A sala ficou rapidamente vazia, a professora organizava umas pastas, a menina chegou próximo a sua mesa. - Com licença, senhorita Bolder. - Pois não?  A professora levantou os olhos e logo a encarava fixamente, Aline não aguentou aquele contato e desviou o olhar para a mesa, mas aquilo foi uma péssima ideia, ja que os olhos foram automaticamente para o decote dela. Aline corou e falou de uma vez. - Eu não consegui falar com ninguém pra pegar os assuntos anteriores, eu preciso me ater a esses fatos. Eu resolvi pedir a senhora, se não for lhe incomodar, pois começaria hoje a tarde. Ela pareceu pensar por alguns segundos. - Eu os tenho, mas estão na minha casa, gostaria ir pegá-los?  Aline não esperava por isso, ficou calada, relutante, mas precisava estudar. - Tudo bem, a senhora mora muito longe? - Nem tanto. Eu estou indo agora, vamos? Um sorriso brotou, o primeiro dela naquele dia. Como o pai de Aline passava o dia com as autoridades fazendo seu trabalho, chegava apenas no fim da tarde em casa. Então a menina não viu problemas em ir e voltar logo com os assuntos da matéria.  Foram no carro de Bolder e a menina sentia-se deslocada, se arrependia por ter aceitado ir. Estava com medo. Quase quarenta minutos depois, chegaram a casa da professora. Aline não pensou que fosse tão longe e ja estava desesperada em como voltaria para sua casa. Desceram do carro e havia um enorme muro coberto por gramas, fazendo ser um muro embutido por plantas. Uma enorme casa havia no meio de muitas árvores secas com folhas alaranjados caídas pelo cha,o que não podia ser observado de tanta folha que encobria.  A casa era de dois andares, era de madeira grossa, elegante, e algumas pedrarias que faziam o acabamento. Parecia não ter ninguém ali, além das duas, de tão silenciosa que estava. - Vamos, estão na biblioteca, se ficar aqui fora, vai morrer de frio. Aline entrou na casa e ficou encantada, parecia casa do século XVIII, mas com um ar moderno e clássico.  - Já volto. Fique a vontade.  A professora sumiu por entre os cômodos e Aline descansou um um estofado cor de vinho. Esperou por quase meia hora e quando cochilava sentiu um toque em seu ombro, assustou-se. - Desculpa a demora, eu precisava de um banho. Aline mal conhecia falar, Verena estava com um vestido longo e preto, os seios estavam maiores, já que o decote era bem maior. Os cabelos caiam pelos ombros e paravam abaixo da barriga, era liso com as pontas onduladas. - Você está bem? A menina despertou de seu devaneio e notou que a professora lhe entregava uma pasta. Aline logo a pegou mas deixou cair todos os papéis.  - Me perdoa, me desculpa, foi sem querer. - Tudo bem. Olhe pra mim. Verena estava em pé olhando para Aline que estava agachada tentando em vão juntar os papéis.  A pequena olhou e Verena a suspendeu pelo braço, olhando no fundo dos olhos da menina. - Algo me diz... que você quer.  E tocou os lábios da menina calmamenten a segurava com as mãos delicadas, segurava o braço da menina, e levou as mãos dela ao seu colo, e a fez tocar na pele quente, nos seios, onde o decote permitia olhar.  Aline não sabia o que pensar, nunca fizera aquilo, nunca havia beijado. Mas de fato, algum lugar da sua mente queria sim tocar aquela parte de sua professora.

Fim do capítulo


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