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UM FAVOR AO DESEJO por natalineriesc

Ver comentários: 3

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Palavras: 1661
Acessos: 2179   |  Postado em: 08/02/2019

Notas iniciais:

APÓS A VIORIA NÃO CONSEGUIR SE CONTER DIANTE DE SEUS DESEJOS SEXUAIS, O QUE MUDA NESSA RELAÇÃO ? 

Capítulo final

Aquilo tudo estava mexendo comigo e mesmo que instintivamente, ou inconscientemente eu comecei a agir de forma diferente, fomentando aquele clima de sedução que começava a se formar. Acredito que após aquela noite a malicia começou a tomar conta de mim, e agora começava a me vestir de maneira mais sexy e provocante, sempre optando pelas roupas mais justas, Lingerie mais novas e sexys e um perfume que ela já havia elogiado antes.

Após o banho eu me hidratei com um creme muito gostoso, peguei uma das Lingeries que mais gostava, uma branca de renda , e que era bem justinha favorecendo as curvas de meu corpo. Comecei a me olhar no espelho e uma sensação nova me veio a cabeça, estava me sentindo mais mulher,  admirando o formato do meu bumbum , dos meus seios e me sentindo muito sexy.

Depois de uma noite surpreendente e reveladora, eu e a Vi ficamos tomando café na cozinha e eu agindo de forma normal como se nada houvesse acontecido e foi este comportamento que trouxe uma maior tranquilidade a ela. A única coisa que estava martelando em minha mente, foi aquele velho conflito interno, principalmente pelo fato de, mesmo não querendo, eu consentir,  e de agora esta desejando aquilo.

Enquanto eu estava lavando alguma louças do café não pude deixar de perceber, através de uma visão periférica, o jeito que a Vi me olhava, fixando o olhar em meu corpo e tentando disfarçar em um menor desvio de posicionamento que eu fazia. Como já disse antes, o jogo de sedução estava no ar, e eu por puro instinto, também fazia a minha parte, empinando ainda mais a minha bunda adorando ser transfixada por aquele olhar devorador.

Naquela manhã eu estava vestindo uma calça jeans clara bem colada ao corpo e uma blusinha preta acetinada enquanto a Vi, como sempre, estava bem vestida, usando um short jeans desfiado e uma blusinha branca manga três quartos colada ao corpo, um cintinho marrom e um tamanco suede, toda roupa de Grif digna de uma verdadeira patricinha. Uma coisa eu não podia esconder, era o fato de que o meu envolvimento afetivo por ela também aumentou, é claro que só o tempo iria esclarecer tudo, mas o que estava sentindo além de desejo, era algo muito forte e uma vontade de estar  e cuidar dela.

Havíamos marcado de almoçar no shopping, mas mudamos os planos quando o  Dr Luís ligou, perguntando como estava tudo e nos pedindo para ir até o seu consultório para pegar o contato de um paciente. Então fomos rapidamente ao consultório, e como qualquer manha de domingo, tudo estava bem tranquilo e calmo sem movimento na rua, de lá mesmo entramos em contato com o Doutor e passamos o contato que ele queria.

É impressionante como um ambiente tranquilo, agradável, devido a excelente decoração, e que você sabe que não vai chegar ninguém, potencializou o que já tínhamos em nossas mentes, estávamos ali,  as duas completamente sozinhas,  mas em segurança, em um completo silencio, o carro na garagem e agora tudo o que teríamos que fazer era tomar uma decisão. Após desligar o telefone da recepção, meio em automático, sei-la... peguei a mão da Vi e pedi para ela vir comigo até a sala de seu pai, pude sentir naquele momento o meu coração disparado e as mãos da Vitoria suadas e um pouco tremulas, deixando transparecer o seu nervosismo  com o que estava prestes a acontecer.

Entramos na sala, fechamos a porta, coloquei os meus braços em volta de seu corpo e ela da mesma forma me abraçou jogando seu corpo contra o meu e sem falar uma só palavra começamos a nos beijar, e beijar aquela boca sentindo suavemente a sua língua tocando na minha, como um medicamento, abaixou o nervosismo e aumento a excitação dos nossos corpos, tornando-se um momento marcante e inesquecível em nossas vidas. Nos  apoiamos  na mesa de seu pai,  e ali ficamos nos beijando, trocando caricias, e o mais impressionante em tudo isso,  foi que o sex* não foi o foco principal naquela hora, agente estava se curtindo , com a excitação á flor da pele é claro, mas curtindo o beijo, os carinhos o cheiro da pele, nos comportando como verdadeiras namoradas.

Com o passar do tempo já não conseguíamos mais segurar a nossa excitação, nossas respiraçãoes começaram a ficar cada vez mais ofegante, as nossas mãos, agora controladas pelo desejo, já se dirigiam às nossas bundas, intensificando os leves gemidos que saiam de nossas bocas. Eu tomando inciativa, fui me abaixando em direção a sua barriga e olhando fixamente em seus olhos fui abrindo o seu cinto e desbotoando o seu short, ao mesmo tempo em que iniciei um estimulo ao seu corpo, passando a minha língua, beijando e lambendo a sua barriga. A sua bunda demarcada por aquela calcinha de algodão me deixou ainda mais louca de tesão, ver o seu corpo e sentir o volume de seu bumbum na palma de minhas mãos, enquanto beijava o seu sex*, ainda por  cima da calcinha,  me desconectava  com a  realidade, não pensando em mais nada naquele momento.

Desta vez foi ela que me levou até a cadeira de seu  pai, fez com que eu me sentasse nela e em minha frente tirou a sua blusa deixando à mostra os seus lindos seios, se posicionando posteriormente, sobre a mesa,  abrindo as suas pernas como se me convidasse para explorar o seu belo corpo.  Comecei a beijando-a intensamente, succionando a sua língua para dentro de minha boca, fui descendo, beijando o seu pescoço, até chegar aos seus seios que ch*pei vigorosamente, com tanto desejo, que instantaneamente os seus mamilos se enrijeceram denunciando o tamanho de sua excitação. O contorcionismo involuntário de seu corpo, atrelado àquele lindo sorriso de satisfação, me incentivavam a excita-la cada vez mais, por isso, afim de arrancar  o máximo que podia daquela garota, eu comecei a descer e beijar a sua virilha , e pude sentir naquela hora o cheiro inconfundível de sex* que exalava daquela bucet* inchada e molhada.

Como ápice da relação, olhando fixamente em seus olhos, coloquei os meus dedos lateralmente no interior de sua calcinha, já sentindo o seu liquido quente e viscoso, afastei deixando à mostra o seu sex* que parecia implorar para ser tocada, então ainda olhando em seu olhos comecei a passar a língua em toda sua extensão , envolvendo o seu clit*ris, arrancando o tão esperado gemido da Vi. Eu só estava respondendo a sua provocação na noite anterior e proporcionando a ela um estimulo que ela jamais havia sentido, ch*pando aquela bucet* como se fosse a minha fruta predileta. Podia sentir na ponta de minha lingua todo contorno de sua bucet*, sentindo-a inchar e  o seu liquido minar à medida que eu explorava todo o interior de seu sex*.

Ninguém podia nos ouvir, e por isso eu ch*pava,  e meus dedos a penetravam , intensificando os seus gemidos deixando-a ainda mais ofegante de prazer. O tesão tomou conta daquela sala, ch*pando  e fodendo aquela bucet* com meus dois dedos, podia  sentir o quanto era apertada,  ao mesmo tempo em que ela contorcia o seu corpo sobre a mesa pedindo para não parar.

Sentindo o seu corpo tremulo, e pressentindo a vinda de seu gozo resolvi parar, e mudarmos de posição ns acomodando no confortável sofá, localizado na sala de estar. Desta vez a Vi, sedenta de amor,  já foi retirando a minha blusa, abrindo o meu sutiã caindo de boca nos meios seios despertando em mim um tesão que a muito tempo não sentia. Me senti desejada por aquela menina que mesmo inexperiente, estava me fazendo sentir especial.

Ver e sentir os meus seios ali como objeto de desejo , sendo ch*pado de uma forma voluptuosa, ao mesmo tempo em que as sua mãos passeavam e apalpavam o meu corpo por dentro da calça,  agora aumentava a minha transpiração que transformou em gemido no momento em que a sua mão se deslocou começando a estimular a minha bucet*. Eu gemi... gemi muito gostoso, e ao me ver naquele estado, a Vi puxou o sofá retrátil, me colocou confortavelmente  deitada de frente a ela,  retirou a minha calça ainda olhando em meus olhos, e da mesma forma,  afastando a minha calcinha para a lateral começou a me ch*par.

Eu não conseguia pensar em mais nada, o seu jeito ainda inexperiente trouxe a vantagem de que o seu jeito de me ch*par se transformou na realidade em um beijo apaixonado em meu sex*, eu sentia a sua língua tremulando, massageando o meu clit*ris e percorrendo toda a extensão de meu sex*, que melava a boca da minha nova amante. Eu só queria ficar ali, para sempre,  recebendo aquele carinho, me deliciando com aquela sensação de choque corporal, a minha bucet* estava como nunca antes havia ficado, permanentemente inchada, parecia que pulsava, muito lubrificada e quente de desejo.

Os gemidos tomavam conta daquele lugar, e à medida que eu gemia a Vi assim como eu, aumentava as estocadas proferidas pelos seus dedos, aumentando na mesma intensidade os movimentos de sua língua no interior de meu sex*. Perdemos completamente o senso racional e o que importava agora era satisfazer os nossos desejos, por isso em um delicioso 69 nos acariciamos e nos torturamos mutuamente, as nossas incansáveis línguas só queriam nos proporcionar prazer, até que em um momento épico, explodimos em um gozo incontrolável que pareceu se estender por muito tempo.

Goz*mos intensamente na boca da outra, eu sinceramente nunca pensei que pudesse goz*r assim dessa forma, principalmente com outra mulher. A visão da bucet* da Vi em nossa primeira relação sexual não saiu mais de minha cabeça.

Passamos mais uma semana sozinhas, nos conhecendo mais como mulher fazendo coisas que jamais poderíamos pensar, explorando novos lugares, novas experiência, coisas que culminaram em um desejo cada vez maior de ficarmos juntas, mas agora como o retorno de seu pai,  tínhamos um problemas que teríamos que solucionar.

Fim do capítulo


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Comentários para 2 - Capítulo final:
Juliana ferreira
Juliana ferreira

Em: 23/02/2020

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Keilaspm
Keilaspm

Em: 28/07/2019

Muito bom parabéns 

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rhina
rhina

Em: 09/02/2019

 

Curioso. ....muito curioso.

Rhina

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Lili
Lili

Em: 08/02/2019

Vai dá problema tudo isso ainda.

Agora vamos espwres pra ver no que vai dar.

Gostando pacas da história, não demora a postar por favor.

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