IMPROPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS
Capítulo 1
Eu sou Camila, uma mulher solteira com meus 27 anos de idade, hábitos simples, que trabalha em um consultório médico e esta no ultimo ano da faculdade de fisioterapia no período noturno. Já tive alguns namorados, inclusive o ultimo fiquei noiva e quase casei, não fosse por uma traição descoberta no inicio de 2018.Desse tempo para cá procurei focar mais em meu trabalho e também em mim, tenho 1,70 de alt, 61kg, morena clara, cabelos escuro compridos e lisos, e como toda mulher adoro ir ao salão fazer as unhas, cuidar do cabelo e fazer academia ao menos 3 vezes por semana.
Estou trabalhando no consultório do Dr Luis desde 2015, aos poucos fui ganhando a sua confiança e hoje ele deixa praticamente todo serviço burocrático em minhas mãos. O Dr é uma pessoa muito respeitador, tranquilo mas sempre foi materialista, quando fui contratada a empresa de recrutamento deixava no ar a importância da aparência para aquela vaga, tanto que algumas meninas com curriculum melhor que o meu não foram aprovadas. A dia a dia no consultório sempre foi tranquilo, a não ser por algumas cantadas de pacientes, que eu fingia de desentendida e quando a Dr Marcia ex mulher do Doutor ia lá e saia uma discussãozinha básica.
A Vi, como a chamávamos, sempre estava lá nos finais de semana em que iria ficar com o pai, na sexta feira final da tarde quando ela chegava com a mãe eu procurava leva-la para algum lugar ali próximo usando qualquer desculpa porque eu já sabia que iria ter briga e ficava com um pouco de pena dela. Acredito que pelo fato de ser uma constância aquelas brigas, desde a época de casados, ela meio que se fechou para tudo, ficava sempre calada, falando muito pouco, mas muito dedicada aos estudos.
Com passar do tempo tanto a Dra. Marcia quanto o Dr Luís arranjaram namorados, ai a pouca atenção que a Vi tinha, se dissipou de vez, a menina continuava daqui para lá , de um apartamento para o outro e cada vez mais fechada em seu mundo. Como ela não ia mais ao consultório, seguindo direto ao apartamento de seu pai, acabamos perdendo um pouco o contato, mas fiquei sabendo que ela estava fazendo terapia por não estar muito bem, mas nada de grave, o intuito era apenas tentar fazer com que ela se socializasse mais.
No mês de maio do ano passado, o doutor já havia me dito que teríamos um recesso de 15 dias, mesmo não me falando o motivo descobri que seria devido a uma viajem que o mesmo faria com a sua namorada para o México. Não sei como, mas a Dra Marcia descobriu que ele iria fazer essa viajem e mais uma vez querendo colocar areia em tudo, resolveu fazer uma viajem e que a Vi teria que ficar com ele neste período, como o doutor parecia estar esgotado de briga nem questionou e disse, meio contrariado, que tudo bem.
Uma semana antes de sairmos de recesso ele me fez uma proposta, me dizendo que me pagaria para ficar com a filha em seu apartamento, durante este período da viajem, mas que como já havia combinado com a Vi, a Dra Marcia não poderia nem sonhar. Como o dinheiro era bom e eu não tinha nada programado mesmo, resolvi aceitar, além do dinheiro aceitei também pelo fato de saber que a Vi era muito dependente para tudo em relação as atividades domesticas e também pelo fato de ela nunca gostar de ficar sozinha.
Na sexta feira pela manhã eu já levei para o consultório todas as minhas coisas para passar esses dias na casa do doutor, e chegado final do expediente lá pelas 18:00hs fomos para seu apartamento, em um condomínio de alto padrão, e de lá eu e a Vi levamos o casal atém ao aeroporto onde pegaram o seu voo as 22:00hs.Como já fazia algum tempo que não encontrava com a Vi, me surpreendi em ver como ela havia se desenvolvido, estava bonita, ela tinha estatura mediana com seus 1,62 de alt 58 kg, cabelos castanho claro quase loiro, e um corpo lindo com destaque para seu bumbum bem redondo e empinado, que era disfarçadamente admirado por onde passava.
Ao retornarmos ao apartamento, aprox. a uma 22:40 hs, ela me mostrou o meu quarto onde eu pude me acomodar confortavelmente, e foi para a sala assistir a sua serie, durante esse tempo preparei um sanduiche para agente e ficamos ali assistindo juntas e conversando um pouco até o momento que pegamos no sono e dormimos ali mesmo. No sábado pela manha acordamos lá pelas 09:00hs rindo de como agente nem se lembrava de como havia dormido ali, mas o fato é que eu andei um tempo atrás tendo insônia e naquela noite havia tomado um remédio para insônia e ele me faz apagar e dormir um sono profundo.
Usando meus dotes culinários, fiz um café da manha caprichado para agente, e esse momento foi muito proveitoso pois, em conversa com a Vi, mesmo sendo um assunto complicado, parecia que ela queria falar de como se sentia em relação a indiferença de seus pais, se mostrando triste com o assunto. Após o café como de costume ela já ia assistir filme, mas ai eu dei de “louca” e já fui agitando para agente sair, ir para algum lugar fazer algo diferente, quando ela mesma me alertou que não poderia ficar saindo muito por causa da mãe, mas que agente poderia ir na casa de sua amiga em condomínio residencial tomar banho de piscina.
Aquele sábado foi um dia bem agradável, confesso que a Vi que conheci naquele dia com a amiga era bem diferente da Vitoria com o seus pais, estava mais aberta sorridente e sua melhor amiga a Luiza, também no estilo nerd a fazia muito bem. Acredito que pelo fato de eu estar ali naquele momento de lazer, fazendo parte do outro mundo dela, o seu comportamento comigo foi melhorando, notei que ela estava mais sorridente, e aos pouco bem aos poucos se abrindo mais comigo.
No sábado lá pelo final da tarde chegamos ao apartamento um pouco cansadas, tomamos um banho e enquanto eu preparava alguma coisa para agente comer ela até me ajudou, acredito que pelo fato de eu dar atenção a ela, sempre procurando conversar, aconselhar e principalmente ouvir, ela se sentiu mais segura em poder se abrir.
Depois do jantar conversamos um pouco mas sem tocar no assunto de seus pais, queria deixa-la feliz por isso conversamos de outras coisas, lá pelas 22:00hs ela me chamou para ir ao seu quarto ver algumas coisas em sua rede social, seu quarto era muito bonito e organizado, com uma cama enorme. Fiquei lá deitada em sua cama enquanto ela fuçava no seu notebook e mostrava seus amigos para mim, até eu começar a pegar no sono.
Não era sempre que eu tomava remédio para insônia mas naquele dia resolvi tomar para relaxar bem, e acabei apagando na cama da Vi enquanto ela mexia em seu computador. Lembro-me vagamente de ver a Vi desligando o pc apagando o abajur e deitando ao meu lado, eu podia sentir que ela se mexia um pouco na cama parecendo estar sem sono, até que em um dado momento senti sutilmente por baixo do edredom sua mão tocar na polpa da minha bunda como se estivesse arrumando uma posição para dormir.
Notei novamente que a Vi se levantou foi até o banheiro derrubou alguma coisa no quarto, como se quisesse testar a intensidade de meu sono, mesmo eu estando naquele estado de transe com muito sono , permaneci imóvel, e senti quando ela apagou as luzes, voltou para cama e deitando mais próxima a mim começou a acariciar a minha bunda bem de leve, eu podia sentir os seus dedos e a palma de sua mão passeando pelo meu corpo parando na minha bunda apalpando-a bem devagar. Aquilo me deixou um pouco nervosa, despertando o meu sono mas também me deixou excitada, por isso continuei fingindo estar dormindo para ver onde iria parar.
A sua respiração já começava ficar ofegante pois pelo que pude perceber após passar a mão pelo meu corpo ela começou a se masturbar, dava para ouvir o barulho de seus dedos tocando o seu sex*, e sentir também aquele cheiro inconfundível de sex* quando você esta próximo a alguém com tesão. Eu não estava acreditando que aquilo estava acontecendo e nem acreditando na minha reação de desejo frente àquela situação.
Na manhã seguinte acordei toda molhada, e como a Vi já havia levantado e estava na sala fui ao banheiro, e mesmo tendo a certeza de tudo me questionei se aquilo realmente havia acontecido, quando quase que instintivamente, fui até o sexto de roupa e pegando a calcinha que ela usou na noite anterior, pude confirmar o tamanho de seu tesão ao ver sua Lingerie toda úmida com o cheiro de seu sex*. Não sei o que me deu, mas eu estava com muito tesão e quando dei por mim já estava passando a língua naquele local, exatamente no local que encobre o seu sex*.
Logo que cheguei na sala notei que ela estava um pouco sem graça, estranha , mas quando viu a minha reação normal, voltou a ficar bem e foi como se nada tivesse acontecido.Eu que até então nunca havia pensado na possibilidade de um relacionamento lésbico, estava completamente louca de desejo por aquela garota, nutrindo um sentimento até então desconhecido.
Continua....
Fim do capítulo
Comentar este capítulo:
Krikadreammy
Em: 08/02/2019
Olá
Já estive por aqui lendo...
Mas sem tempo pra comentar...
Continue assim... Tô amando essas suas histórias...
Se você soubesse o quanto fica quente por aqui...
Ainda mais por causa do frio q está fazendo aqui onde moro.
Bjs
Kris
Resposta do autor:
Que bom!!! Posso imaginar kris porque eu também fico doidinha aqui escrevendo...
É bom saber que os mes contos provocam sensações gososas nas pessoas e fico
com inveja de voce porque aqui é muito quente e eu adoro frio...
bjinho! -)
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tats_blu
Em: 07/02/2019
Continuaaaaaaaaa pleaseeeee
Tô mega curiosa rsrsrsr
Resposta do autor:
tats_blu Obrigado pelo comentário é muito bom Principalmente quando estamos começando...
estarei postando daqui a pouco..gostaria de pedir a opinião e também as críticas que tiver
bjos
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