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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 2687
Acessos: 1305   |  Postado em: 04/02/2019

Dia do Desfile

 

Estamos bem longe da civilização, brincou Leandra, estava acostumada com o seu bom humor. 

 

-Tem certeza que quer morar aqui! Olha só tem mato! 

 

Eu rir da sua lógica. 

 

-Aqui é mais calmo, e bom para pensar. 

 

Entramos na pequena casa de madeira rustica, simples do jeito que gosto. 

 

-Não sabia que gostava desse estilo mais aconchegante.  

 

Entramos na casa e caminhei pelos cômodos de um quarto sala cozinha e banheiro, e uma pequena varanda. 

 

-E amanhã o desfile!? 

 

-Sim é sim.  

 

Leandra era do time as garotas londrinas muitas das vezes sem papas na língua, gostava disso nela, mas ambas sabíamos que não seriamos disso, era um acordo do meu. Precisava evoluir meu lado profissional ter um relacionamento sério só iria me desconcentrar, depois de fechar a casa a encontrei perto de uma arvore fumando. 

 

-Posso!? 

 

Pedi um cigarro e ela me ofereceu, tirando o isqueiro do bolso em seguida.  

 

Puxei um pouco do ar cósmico que aquela fumaça emitia, claro tossi um pouco e isso a fez rir. 

 

-Ei loirinha vai com calma, não acha que está sendo radical. 

 

-Só queria experimentar, agora vamos que está tarde. 

 

 

Enquanto voltávamos para minha casa Leandra parou para abastecer a moto, enquanto aproveitei para ir ao banheiro, ao retorna me esperava ao lado da moto. 

 

-Quer uma bala. 

 

-Não estou tranquila. 

 

Peguei o capacete e subi em cima da moto, apenas a esperando que subiu em seguida. 

 

Depois de uma hora chegamos em minha casa, precisava descansar para o dia seguinte. 

 

-Então é isso, amanhã subira voos mais altos. 

 

-Isso não é uma despedida não haja como se fosse. 

 

Dei um tapinha em suas costas e suas mãos seguraram em minha cintura e me puxou para um abraço. 

 

-Eu sei, sem se apegar você disse. 

 

Ao nos afastarmos a surpreendi com um beijo, diferente da Cecilia do passado quase sempre sem atitude decidi melhorar a minha pegada, mas havia sempre um restinho de culpa em meu interior, não era oficialmente a real felicidade, temia ter que viver com os fantasmas da Amanda por aí. 

 

 

Nos afastamos e nos despedimos, ainda esperei vê-la sumir na esquina do final da rua, ao entrar minha madrasta me esperava. 

 

-Cecilia está tarde, poderia ter ligado. 

 

-Eu esqueci. 

 

Me sentei no sofá ao seu lado, ela adorava assistir essas séries de crimes. 

 

-Seu pai ligou e disse que está voltando, mas não sei se chegará a tempo do seu desfile. 

 

-Ah tudo bem. 

 

-Nossa que cheiro é esse ? Você andou fumando Cecilia! 

 

-E... fumei um cigarro, coisa boba. 

 

Ela se levantou e me interrogou fielmente, como meu pai faria com certeza, não estava com cabeça para isso. 

 

-Cigarro não é bobagem, sem falar que faz mal para a saúde e sua pele.  

 

-Eu sei de tudo isso, olha foi só um trago, relaxa não é maconha! 

 

Passei por ela e subi os primeiros degraus da escada. 

 

-Cuidado com certas mudanças, Cecilia.  

 

 

Entrei em meu quarto e fechei a porta, será que era tão ruim assim mudar ? Me perguntava diariamente se  naquela cidade ao lado da Amanda conseguiria crescer como pessoa, ou talvez estivesse debaixo de suas assas é fama por muito tempo, olhei para a cama e lá estava a sua, boneca. 

 

 

 

 

Enquanto isso, horas mais tarde: 

 

 

Ao chegar em casa e a encontrei às escuras, ao entrar procurei por Yumi e a encontrei sentada na poltrona ao lado da nossa adega, olhei para a mesinha e nela estava uma taça meia cheia e uma garrafa vazia. 

 

 

-Agora deu para se embebedar? 

 

Seus olhos emitiam revolta e faiscavam em meio a escuridão, mas a conseguia ver. 

 

-Que milagre, você ainda se preocupa comigo ? 

 

-Essa aliança em meu dedo é a prova né. 

 

Mostrei o anel em meu dedo, e a vi se levantar lentamente e caminhando em minha direção, pegou em minha mão e sorriu. 

 

-Esse anel é muito bonito, porém o meu amor não equivalesse a esse pedaço de metal. 

 

-Você está bêbada. 

 

Passei por ela e deixei minha pasta em cima da mesa, peguei um jarro de água e bebi. 

 

-Isso é o de menos, diante da sacanagem que você faz comigo! 

 

-Pare de gritar Yumi, está agindo como se eu não te amasse. 

 

-Suas ações são muito suspeitas, mas não quero brigar mais. 

 

Yumi caminhou até a bancada e me abraçou, fazendo um leve carinho em minha nuca.  

 

-Vou te levar para o quarto, a peguei no colo e subi as escadas devagar.  

 

 

 

Enquanto tomava mais um gole de vinho as lembranças me vinham a cabeça, quando a Magnólia apareceu em minha vida mudou completamente em todos os aspectos. Ela acreditava em mim, mais que isso, havia uma cumplicidade entre ambas, éramos cercadas de inveja pelas outras modelos, com o tempo passei a entende-la como nenhuma outra, e pior conhecer os seus erros e acertos e um lado seu que pensei que fosse somente o meu.  

 

 

Suas mãos envolviam meu corpo, sua voz estava cada vez mais longe, senti a macieis da cama e tempo depois o calor do seu corpo, de uma coisa eu tenho certeza esse posto era somente meu. 

 

 

 

No dia seguinte minutos antes do desfile:  

 

 

-Esse voo está demorando. 

 

-Calma mãe, essas coisas acontecem.  

 

Estava impaciente e com saudades da Gabriela, liguei para ela todos os dias para saber de todos, o que me deixava mais calma era a volta da Aline com a Samanta.  

 

-Ela chegou! 

 

Sofia me cutucou e me levantei a avistando linda, usando um vestido preto de  crochê na lateral, ao se aproximar a beijei e depois a abracei. 

 

-Bem que a minha esposa poderia ter vindo. 

 

Nós rimos e Gabriela foi abraçar nossa filha, peguei sua mala e viemos conversando, pegamos um taxi e fomos para o hotel. 

 

-Eu senti tanto a sua falta. 

 

A abraçava e cheirava seu pescoço, formalmente pois, minha filha estava desanimada. 

 

-Mãe como está meu irmãozinho? 

 

-Muito bem, a Aline que ficou de cuidar dele, seu avô não se cansa de mima-lo, estou animada nem acredito que vou num desfile da Magnólia Ferraz! 

 

 

Eu e Sofia evitamos contar para a Gabriela sobre a nossa parceria com a Magnólia, seria melhor assim. 

 

-Parece que virou fã número um dela. 

 

-Não só parece meu amor, eu sou uma delas.  

 

 

Gabriela estava querendo entrar no mundo empresarial, lançar alguma tendência a apoiaria de todas as formas possíveis, chegamos no hotel por volta das 11:00 da manhã, o desfile seria no cair da tarde.  

 

 

 

Enquanto isso na Freedom: 

 

 

Andava de um lado para o outro, Miguel estava atarefado com tanto trabalho,  me posicionei diante das modelos e desejei a todas um ótimo desfile, e que tudo daria certo, me certifiquei que aquela mulher não planejasse entrar em meu desfile.  

 

 

Caminhava pelos corredores pois, o lugar aonde seria o desfile era um pouco longe e me assegurei que todas estivessem seguras e alimentadas, antes de sair mexia em algumas papeladas, até que a porta se abriu era Yumi, mais bela do que antes e muito bem vestida. 

 

 

-Pensei que não viesse. 

 

 

-Sou esposa da dona, será um prazer desfrutar de mais um desfile ao seu lado. 

 

 

Eu sabia que a Yumi estava frustrada e não queira magoa-la mais, evitei lembrar da nossa briga de ontem. 

 

 

-Então vamos! 

 

 

-Sim vamos. 

 

 

Ao cair da noite: 

 

 

-Estou me tremendo de tanta ansiedade! 

 

-Cuidado que assim vai borra a maquiagem. 

 

-Não sei pra que tudo isso é só mais um desfile. 

 

-Nossa Alexia você consegue estragar qualquer momento. 

 

-Relaxa Cintia, ela está doida porque não conseguiu fisgar o coração da Magnólia. 

 

-Eu não quero o amor da Magnólia Priscila, eu só queria ter a vida da Yumi. 

 

 

Ficamos sem entender nada, desde o dia que conhecemos a Alexia sua obsessão pela Magnólia a estava a deixando doente. 

 

-Ela te deu um tranco naquele dia, agora está mansinha. 

 

 

Todas riam de mim e duvidavam do que era capaz, não arriscaria minha vida profissional, Magnólia poderia ser tudo, mas era a pessoa mais vingativa que conheci, entre risos e deboches a sua preferida entrou na sala. 

 

 

-Boa tarde meninas! 

 

 

Todas a desejavam uma boa tarde menos eu, só havia uma pessoa com quem gostaria de competir e era com a Yumi, ao longe ouvíamos as músicas e estávamos todas arrumadas, e prontas.  

 

 

Saímos e caminhamos em direção ao palco, Miguel suava bastante e falaram para mentir a calma, demos uma olhada e havia muitas pessoas na plateia incluindo as empresarias. 

 

 

-Escolheu o melhor lugar meu amor. 

 

-Eu sabia que você ia gostar meu amor, Elvira aqui! 

 

 

Minha mãe chamou a empresária que estava acompanhada de sua secretaria, que por sinal chamou a atenção de todos com o seu visual abrasileirado.  

 

 

-Como vai Rafaela e Sofia ? 

 

-Estou bem, Magnólia essa é minha esposa Gabriela. 

 

-Prazer. 

 

As duas se cumprimentaram e Elvira apresentou sua secretaria novamente, mas dessa vez havia algo a mais no ar.  

 

 

 

Olhei para minha mesa e Yumi estava à minha espera, passei pela mesa das empresárias me informando que estava tudo certo, depois me juntei a Yumi que segurou minha mão. 

 

 

-Eu te amo, Magnólia. 

 

-Eu também te amo, Yumi. 

 

 

As luzes se apagaram e os flashes de luzes se acenderam dando um clima mais jovial ao evento, quebrando entre as cores lilás rosa e branco, a música de fundo começou e as primeiras modelos começaram a entrar.   

 

 

Todos aplaudiam e alguns gesticulavam o meu bom gosto para as roupas que vieram de fora, enquanto os fotógrafos pegavam os melhores ângulos, meu coração disparava era emocionante todos os eventos, mas esse seria o mais desafiador da minha carreira, as meninas que havia escolhido começaram a entrar, primeiro a Patrícia depois a Cintia, em seguida a Marta e Lucia e Yumi, todas com a postura ereta o sorriso fabulante e uma presença de palco articulável, para fechar a Cecilia ao vê-la entrar os seus olhos se mantinham concentrados, e um sorriso desafiador surgiu de seus lábios, todos amaram sua roupa e sua presença de palco com certeza era a preferida por vários ali, até que no momento da foto seu corpo travou, havia acontecido algo de errado, ainda sussurrei para ela continuar, mas parecia paralisada, deu um leve sorriso e se retirava como se nada tivesse acontecido.  

 

 

Eu paralisei era Amanda na plateia meus olhos ardiam e meu coração pulsava forte em meu peito, tentei ser mais profissional o possível e caminhava de volta, estava do outro lado da cortina e me comecei a me sentir mal, sem alertar muito as pessoas sai de mansinho, o desfile ainda continuava, desci as escadas, enquanto mandava mensagem para a Leandra, ao chegar do lado de fora uma mão me puxou de volta colando meu corpo ao seu. 

 

 

-Acha que pode fugir de mim assim de novo? 

 

-Amanda... como teve a coragem de vim até aqui! 

 

Me soltei de suas mãos e me afastei. 

 

 

Ela estava linda como sempre e usava roupas simples, mas sua expressão era de raiva. 

 

-Me desculpe será que precisava de sua permissão para estar aqui! 

 

-Você não leu o Email. 

 

 

Ela se mostrou confusa e pegou o celular, não acreditava ela não leu nenhum paragrafo daquela merd*, seus olhos atentos correriam pelas linhas e em seguida os fechou. 

 

 

-Como você teve a coragem de terminar comigo por Email ? 

 

 

-Amanda você sabia que isso.... 

 

 

-Como teve coragem! Sua vagabunda! 

 

 

Nunca havia xingado a Cecilia na minha vida, mas sua infantilidade me tirou do sério, ela estava diante de mim com o queixo erguido e linda naquela roupa. 

 

 

-Eu não sou nenhuma vagabunda, é você não tem esse direito de me cobrar isso agora! 

 

 

-Quando foi com a Erika você me cobrou tudo, inclusive a minha alma! Quando me falaram nem pude acreditar. 

 

 

-Te falaram , quem falou ? 

 

 

Passei por ela e foi a vez dela segurar em minha mão, seu toque me deixava mais irritada e enojada. 

 

 

-Mas não toca em mim, com essas suas mãos imundas! Não importa quem falou, o importante foi que você realizou o seu tão sonhado sonho, parabéns.  

 

 

Batia palmas diante de uma Cecilia que não a conhecia mais, da qual dediquei a minha vida é tudo isso pra que por que? 

 

 

 

-Você realizava os seus e eu nunca vim com sarcasmo. 

 

 

-Oh tadinha de você, em pensar que vim até aqui de peito aberto, disposta a te levar de volta, sabe o processo, então você ganhou não só isso, ganhou mais uma grana na sua conta bancaria. Mas parece que você ganhará mais né aqui. 

 

 

Ela olhou para o lugar do evento e isso me deixou mais irritada. 

 

 

-É eu vou sim, pois naquela cidade apenas seria alvo de chacota enquanto você me falaria que estaria tudo bem, mas não estaria. 

 

 

-Pelo menos a gente estaria juntas, o seu grande problema é que sempre achou que eu estava disposta a te mudar, quando na verdade eu só queria o seu bem estar físico e emocional, jamais trataria você como tratei a Erika, eu era imatura é Burra, só que você não viu isso não é decidiu fugir para bem longe e esquecer os nossos planos! Ah eu nem sei porque estou falando isso, você não se importa! Nada mais importa! 

 

 

Me afastei e levei as mãos ao rosto, me reprimia ao máximo não choraria na frente da Cecilia. 

 

 

-Eu queria ser eu, você me assustava as vezes e a agressão contra a Lara só piorou as coisas.  

 

 

-Eu estava sobre pressão, nunca foi a minha intenção machucar a Lara, coitada nem sabe o terço da pessoa estranha que você se transformou. 

 

 

Estava de costas evitando olha-la para não sofrer mais, mas senti sua mão em meu ombro, seu pequeno ato me fez empurra-la, apenas ouvi o seu gemido de dor, e só assim a olhei caída no chão, um pedaço do vestido estava rasgado, e seu braço esquerdo vermelho. Uma moça numa moto veio e se aproximou de nós a ajudando a se levantar, pareciam intimas demais aquilo só me destruiu ainda mais. 

 

 

-Você é maluca!  

 

 

-Leandra não! 

 

 

A garota estava diante de mim pronta para o ataque, mas ao ouvir a voz da Cecilia se retraiu. 

 

 

-Não toca nela, por favor. 

 

 

-Não preciso que me proteja Cecilia Morales, eu aprendi a lição muito bem, relaxa não iria sujar as minhas mãos com a sua garota!.  

 

 

Cecilia se levantou e me fitou com aqueles olhos que precisaria esquecer por um bom tempo. 

 

 

-Não era para ser assim, Amanda. 

 

 

-Tem razão, faltou caráter da sua parte. 

 

 

-Você vai ficar bem, a Ester vai cuidar de você. 

 

 

-Que bom você ter tocado no nome da Ester, engraçado também. Ela é mais mulher que você.  

 

 

Escutamos barulho de porta fechar e ouvimos passos, me afastei dali e jurei para mim mesma esquecer a Cecilia. 

 

 

 

Estávamos todos reunidos quando no telão amostrou cenas dos fundos do evento, todos olharam inclusive eu, era uma discussão entre a Cecilia e aquela mulher, me levantei furiosa quem havia feito isso.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

A Cecilia vai ter que mudar muito se ela quiser a Amanda de volta. 


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Comentários para 73 - Dia do Desfile:
Ana28
Ana28

Em: 04/02/2019

Simplesmente sem palavras. Ameiii, muito bom esse reencontro. Gostaria que elas voltasse, pois sei que se amam. Mas com essa atitude de Ceci, ela vai ter que ralar pra conquistar Amanda. Eu queria uma Amada dessa kkk

 

 


Resposta do autor:

Pensei que você fosse odiar kkk sério, elas vão voltar, mas as vezes precisamos viver levar uns tapas sabe. Existem muitas Amandas por aí só procuramos no lugar errado, enquanto isso eu escrevo kk. 

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