Capítulo 58
Luana abaixou o vidro o carro e olhou para sua casa, sua amada casa e ela continuava a mesma. Era bom saber que algo permanecia o mesmo, mesmo que por fora apenas.
Luana desceu do carro e Bruna mais Gustavo retiraram as poucas malas do porta-malas.
Dona Flávia gritou:
_ Chegaram! Chegaram!
E saiu correndo para receber a filha.
Ela se abraçaram fortemente e dona Flávia mal pôde acreditar que aquela mulher maravilhosa era a tal Bruna que Luana lhe falara semanas atrás.
_ Queiram entrar, por favor. A casa é simples, mas está ao dispor de vocês.
_ Obrigada, dona Flávia!_ agradecia Bruna abraçada com a (se Deus quiser) sogra.
_ Eu sou o Gustavo, prazer.
Dona Flávia abraçou aquele homem enorme e forte a sua frente como se ele fosse um galã da novela das nove.
Eles entraram e logo estava toda a família na cozinha, comendo e bebendo do maravilhoso almoço preparado por dona Flávia.
O pai de Luana, seu Eduardo, mal conseguia parar de olhar para Bruna, de tão linda que a achava.
_ Mas me diga, Bruna, em que você trabalha?_ ele perguntou amistoso.
_ Eu sou psicóloga, seu Eduardo.
_ Nossa! Eu sempre quis fazer psicologia! _ disse uma Bárbara que acabava de acordar.
_ É uma profissão interessantíssima. _comentou Bruna.
_ E você, minha filha, o que anda fazendo?_ perguntou o pai de Luana.
_ Eu ando estudando pro vestibular desse ano, pai, além de estar trabalhando muito na empresa.
_ Bom, muito bom. _ ele respondeu orgulhoso da filha que conseguia manter os pés no chão apesar de ter um mulherão desses ao lado.
Gustavo permanecia calado. Só comia. Estava maravilhado pela culinária de dona Flávia e logo estavam trocando informações sobre receitas de bolos, doces, etc.
O almoço transcorreu na santa paz, mas após a cesta a campanhia da casa tocou, calando as vozes que conversavam.
Dona Flávia abriu a porta.
Era Lisa.
Ela pediu para entrar.
E entrou.
Fim do capítulo
Comentar este capítulo:
Sem comentários
Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook: