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  • Capítulo 31 - O passado a tona!

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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

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Palavras: 2571
Acessos: 2087   |  Postado em: 06/11/2018

Capítulo 31 - O passado a tona!

- Você está louco Fábio, sai de cima de mim agora, disse tentando virar o corpo, prendi seus braços na cama e usando meu peso a prendi.

- Não Helena, estou louco não, só vim tomar o que é meu!

- Saia de cima de mim ou vou gritar e acordar a casa toda!

Forcei meu corpo de encontro ao seu prendi suas mãos com uma das minhas e com a outra arredei sua calcinha, forçando meu membro em sua entrada, ela estava se debatendo e tentando sair do meu julgo, mas eu era mais forte, estava louco de tesão e tê-la se contorcendo e tentando escapar somente me dava mais desejo.

- Quieta, amor, você sempre gostou de me dar por de costas para mim, vou te comer gostoso e te mostrar que é do meu pau que você gosta.

- Sai de cima de mim, você está louco, sai agora Fábio eu não estou gostando disso, sai agora ou vou gritar.

 

- Grita que te machucarei de verdade, você é minha esposa e sou seu marido tenho direito.

- Você não é mais nada meu, não te reconheço mais você virou um monstro.

Ela estava vermelha, ofegante, continuava a se debater e tentava conter meu membro, arremeti tentando entrar e em um descuido, Helena conseguiu soltar uma das mãos puxando meu braço, cai por cima dela e a mesma mordeu com toda força minha mão, urrei de dor e em um gesto impensado desci o braço em seu rosto, meus dedos marcaram sua pele, e lagrimas inundaram seus olhos.

- Socorro, ela gritou, e continuou a gritar, demorou pouco e o choro das gêmeas se pode ouvir e a baba entrou no quarto vendo-me nú em cima de uma Helena em prantos, eu estava estático, como que paralisado.

- Dona Helena, o que aconteceu?

- Desci de cima de Helena com a mão sangrando, peguei um robe e sai porta afora.

- Por favor não deixe minhas filhas virem aqui, feche a porta e fique com elas, diga que você veio aqui e eu me assustei com um bicho.

Helena

Depois de muito pensar adormeci, sono pesado, acordei quando senti um peso em meu corpo e algo me cutucando, deparei com uma cena que para mim parecia pesadelo, Fabio estava sobre meu corpo semi nu tentando  penetrar sem meu consentimento. O pavor tomou conta de mim ao entender a que nível ele havia chegado, o ameacei e ele continuou tentando me penetrar. Me debatia em desespero e não queria gritar pois sabia que se o fizesse acordaria e assustaria as Gêmeas, que mesmo pequenas já estavam sentindo o clima ruim, tentava ao máximo preserva-las. Me debati e quanto mais me movia mais parecia excita-lo em um descuido dele consegui morder sua mão e chamei por socorro, escutei o choro das minhas filhas e a babá adentrou o recinto pouco depois de Fábio ter batido em meu rosto, ele desmontou de mim saindo do quarto enquanto eu pedia a babá que acalmasse minhas filhas.

Levei a mão ao meu rosto, as lágrimas desciam copiosas e eu me perguntava no que minha vida havia se tornado, que preço eu estava pagando por amar Milena? Era fato que nunca fui muito apaixonada por meu Marido, mas minha vida também não era ruim, agora parecia que tudo tinha desmoronado em minha volta e eu não reconhecia mais minha vida e ainda tinha a tristeza de ter visto que para Milena eu não era tão importante o quanto ela era para mim, alias havia né, já não podia mais alimentar dentro de mim este amor.

Levantei da cama e fui ao tocador meu rosto do lado do tapa estava todo vermelho e meus olhos com vida própria desciam as lagrimas copiosas, fiquei me olhando e não mais yme reconhecia naquela imagem espelhada, uma mulher subjugada, passando por uma humilhação extrema.

Acho que é hora de pagar o preço não Helena? Viver assim não dá! Hora de acabar com esta farsa.

Entrei para o chuveiro e deixei meu corpo ser banhado pelas águas me lavei de corpo inteiro, deixando que tudo de ruim fosse tirado de mim, ainda derramei várias lágrimas mas ao fim do banho eu já tinha decidido o que fazer.

Vesti meu robe e me dirigi ao quarto das meninas, a babá estava no meio das duas camas, e as minhas meninas estavam já dormindo novamente, aqueles rostos calmos e serenos, meus pequenos tesouros e aquilo de mais precioso que eu possuía, era elas que eu devia amar e proteger e para isso eu seria capaz de vencer qualquer batalha.

- Luiza, arruma uma malinha com roupas para uns 3 dias das meninas, vamos viajar amanhã pela manhã ok? Por favor não dê alarde para o restante da casa, depois do que ocorreu hoje que você testemunhou preciso dar um tempo e resolver minha vida.

- Ok dona Helena.

Me dirigi ao meu quarto, passei a chave na porta, arrumei minha valise e decidi, amanhã começa minha nova vida. Deitei e adormeci.

Fabio

Depois de sair do quarto de Helena, ainda meio em transe pelo ocorrido desabei no quarto de hóspede, a muito este Fábio não aparecia em mim.

Flashback ON

Eu tinha me ingressado na faculdade no EUA, minha família queria que eu formasse em engenharia na melhor uma vez que eu sou o único homem herdeiro de uma grande empresa de construção civil no Brasil.

Um caipira em um grande centro, muita diversão, muita bebida e mulher, minha vida na Faculdade era uma farra, minha condição financeira abastada e minha boa aparência me rendia vários convites e festas em fraternidade.

Minha vida em Belo Horizonte era sempre vigiada de perto pela minha mãe que tinha horror a qualquer escândalo que manchasse o sobrenome Albuquerque, era um porre.

Então longe da família me via como pinto no lixo, sozinho podendo fazer o que quisesse e foi assim que meu lado pior veio a tona.

Mimado eu nunca aceitei bem a palavra não, sempre tive tudo que quis no momento que pedisse e foi por isso que em uma destas festas eu cometi um erro quase fatal.

Em uma festa da fraternidade, bebida rolando solta, algumas drogas leves e eu chapei tudo que tinha direito, peguei uma das meninas que havia sido convidada e comecei dar uns amassos no corredor, a coisa foi esquentando e subi com ela para um dos quartos, até então a menina parecia estar na minha e querer o mesmo que eu, mas quando fiz menção em tirar sua roupa para trans*r com ela, sua voz estrangulada pelos beijos falou NOT, neste momento pensei que estava fazendo graça já que subiu comigo para o quarto no maior dos amassos.

Continuei minha exploração pelo pescoço e ao novamente tentar tirar sua blusa ela repetiu NOT, subiu em mim uma raiva e tentei fazer a força, ela começou a se debater e a gritar tapei sua boca com minha mão e muito mais forte que ela, comecei a abrir minha calça.

O resultado de tudo aquilo foi um processo por tentativa de estrupo por que por sorte dela, alguém passava perto do quarto em um dos momentos que ela gritou por socorro, meu pai veio do Brasil e como nossa construtora tinha negócios nos EUA tudo foi abafado e ele me trouxe de volta para estudar em São Paulo, ficando de olho em mim depois disso.

Eu já havia dado pequenos problemas na adolescência, motivados pelos mimos de minha mãe, falava meu pai que ela havia me estragado deixando eu fazer tudo que queria.

E foi assim depois de formar que no curso de especialização em gestão conheci Helena, apaixonei e meus instintos foram domados pelos olhos negros de minha mulher.

Flashbackoff

Voltei das lembranças com o gosto amargo de ter me deixado levar novamente pela agressividade, culpa exclusiva daquela mulher, que entrou na vida de minha esposa e da minha irmã, ela era a culpada, a única, minha família e minha vida desmoronando por causa dela, isso não iria ficar assim, não mesmo.

Milena

Hoje seria meu último dia em BH antes de partir para São Paulo, tudo já estava organizado para minha ida, uma pequena pausa das minhas dores e um novo rumo para minha vida.

Depois de me especializar talvez eu abrisse minha própria empresa, já era algo que estava matutando a tempos, queria ter mais autonomia, tudo bem que o Luiz era um chefe e amigo, mas mesmo assim a empresa era dele.

Passei a manhã cuidando das minhas coisas e as as 11 desci para pegar Marina.

A baixinha já estava no hall me esperando, a menina continuava linda, de calça jeans e camiseta sua tatuagem linda no ombro a mostra, a guria conquistava sem fazer força.

Cheguei perto dela e seu sorriso lindo de covinhas apareceu, pensei em quando este simples fato fazia um estrago na minha calcinha, sorri.

- Oi Marina.

- Oi meu bem! Revirei os olhos ela não perdia a mania de me chamar assim.

- Deixa a loira ficar sabendo que está me chamando de meu bem, pelo que sei ela é bem ciumenta.

A cara de espanto de Marina foi hilária.

- Como você sabe dela? Perguntou espantada.

- Por que te conheço horas rss, você me perguntou dela como quem não quer nada e depois te vi na porta do flat com ela, liguei uma coisa na outra e Voilá.

- Pois é, o assunto que tenho para falar contigo é sobre ela e Helena.

Arqueei a sobrancelha para a fala de Marina.

- Camila e Helena?

- Sim, mas não quero conversar sobre isso aqui, vamos então?

 Saímos do Flat e fomos conversando amenidades até o restaurante de Nana, estacionei o carro e minha amiga veio me receber quando avisada de minha presença.

- Milena, que saudade, você é mesmo uma desnaturada que so lembra de sua amiga uma vez na vida outra na morte.

-Oi Nana, estou indo para São Paulo passar uma temporada e vim me despedir da sua comida deliciosa.

Marina estava meio atrás de mim e quando apareceu no campo de visão de Nana a recepção não foi muito agradável.

- Mas não me diga Milena que você perdoou esta ai?!

- NANA chamei atenção da minha amiga italiana. Isso são modos? Olhei para Marina que estava rubra mas com um sorriso divertido nos lábios.

- Pois sim, se fosse eu mandava ela pro diabo que a carregue.

- Eu também, respondeu Marina, mas ainda bem que Milena é um anjo bom que perdoa.

- Nana, eu perdoei Marina e ela hoje é minha convidada para o almoço, então não se zangue tá?! Dei um beijo estalado na bochecha da minha amiga. O reservado esta disponível?

Minha amiga arqueou a sombrancelha em clara desaprovação e disse com cara de poucos amigos.

- Sim está!Sua namorada sabe que esta almoçando com esta ai?

Revirei os olhos e respondi.

- Não tenho namorada Nana.

- Sapas modernas, no meu tempo não era assim.

- Vou lá ok.

Subi as escadas com a Marina, o garçon veio tomar os pedidos e meu olhar vagou no espaço em que encontrei Helena a poucos dias e onde fui tão feliz, suspirei.

- Lembrou dela né?

- Sim, lembrei. Trouxe ela para almoçar aqui, foi a primeira vez que ficamos sozinhas sem Camila por perto.

Foi a vez da baixinha suspirar.

- E ai o que anda pegando Marina?

Ela começou então a me contar de tudo que aconteceu entre ela e a Loira desde o inicio de sua volta, o encantamento, o tesão, a duvida entre eu e ela, quando elas ficaram a resistência dela em se entregar e por fim a briga com o marido de Helena e seu irmão.

- Como assim ele nos fotografou?

- Ele pegou a gravação da câmera de segurança do corredor do flat e tirou a foto entregando a Helena, que mostrou para Camila, que veio como uma onça para cima de mim sem me deixar explicar o que havia acontecido. Acho sinceramente que Helena está sofrendo uma chantagem do meu irmão somente isso para explicar o que ele anda fazendo Milena. Se fosse verdade o que ela te disse, que descobriu que o amava e não você por que cargas d’agua ele ficaria te espionando?

Fiquei refletindo sobre o que Marina disse.

Se aquilo fosse verdade Helena me amava e estava era com medo de enfrentar, não sabia se aquilo me deixava feliz ou ainda mais triste.

- Não sei o que dizer Marina, pode ser que ele esteja me espionando para ter certeza que não vou procurar mais a mulher dele.

- Acho que não Milena, ele anda transtornado, levantou a mão para me bater quando confrontei ele, mas pelo menos serviu para eu sair de vez do armário e comunicar minha família que não iria mais me esconder.

- Aleluia né, pelo menos isso. Sorri para a menina. Já não era sem tempo. E agora o que fará em relação a Loira.

- Pois é estou encantada, diria apaixonada, porém ao entregar as fotos para Helena mostrou para Camila que foi me perguntar se não era montagem, eu não poderia mentir e eu tinha  garantido a ela que nós não tínhamos mais nada.

- Mas não temos mesmo ora, aquilo foi so uma despedida, por que não disse a ela?

- Eu disse, mas a Loira é uma mula empacada e me deixou falando sozinha.

- Pelo menos alguém com culhão para faze-lo né! Não pude deixar de zoar Marina. E o que pensar em fazer.

- Demonstrar que gosto e quero ela, depois de você Milena é a primeira que sei que vale a pena e me deixou realmente de quatro.

Sorri pela sinceridade de Marina, parecia que a menina havia começado a amadurecer e suas atitudes de confrontar o irmão e a família que eu sabia ser tradicional, demonstravam que ela realmente queria algo com Camila.

- E o que você quer de mim? Perguntei para Marina.

- Queria que fosse na empresa e falasse para Camila que não temos nada e confrontasse Helena sobre o Fábio. Disse Marina olhando em meus olhos.

Fiquei admirando a paisagem que se vislumbrava diante da janela, lembrando dos olhos de admiração de Helena naquele mesmo lugar e nosso idílico encontro, a saudade dela gritava dentro de mim, mas eu ainda estava na dúvida se era uma boa ideia procura-la, afinal foi ela quem terminou e não eu.

- Falar com Camila até falo Marina, mas confrontar Helena não acredito ser uma boa ideia, ela terminou e não me procurou, não tentou me ver nem nada.

- Esta não é a Milena que conheço você sempre correu atrás do que queria e nunca desistiu fácil assim das coisas.

 

- Sim, mas em relação a Helena, ela quem falou que não me amava e sequer me procurou.

- Você precisa confronta-la Milena tirar a história a limpo e descobrir que tipo de chantagem meu irmão estava fazendo com ela e de quebra logicamente me ajudar a reconquistar a Loira.

Fiquei olhando Marina, pensando no que ela havia me dito e na minha imensa vontade de ve-la. Acho que merecia uma tentativa.

- OK você me convenceu!

- Esta é a Milena que conheço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Mais um capitulo para vocês! Espero que gostem. Beijos.


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