• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Duas faces
  • Capítulo 50

Info

Membros ativos: 9594
Membros inativos: 1620
Histórias: 1971
Capítulos: 20,964
Palavras: 53,084,126
Autores: 811
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Sarah333

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • À PROCURA DE RESPOSTAS
    À PROCURA DE RESPOSTAS
    Por Solitudine
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • A tragicomédia de Morgana
    A tragicomédia de Morgana
    Por shoegazer
  • Ah... Se todas fossem Sandra!
    Ah... Se todas fossem Sandra!
    Por Diedra Roiz

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 0

Ver lista de capítulos

Palavras: 2648
Acessos: 3373   |  Postado em: 29/09/2018

Capítulo 50

 

No caminho do aeroporto,  depois das despedidas. Jessica vira - se pra mim. O tempo todo mantivemos o silêncio. 

-Obrigada por me devolver o colar Vanessa,  mas porque nunca o vendeu ? Minha principal raiva sua, era justamente por ter me levado a única coisa que minha avó me deixou.

-não sei Jessica, não conseguia me desfazer dele. Eu sei que errei muito, mas queria te pedir um favor - ela me olha esperando - não fale nada disso com seus pais , eles vão odiar minha irmã se descobrirem , que a responsável de sua partida, tem o mesmo sangue que ela.

Meu maior medo, era ser a causa do sofrimento de minha irmã.

-não se preocupe, nunca foi minha intenção falar,  conheço meu pai o suficiente pra saber que  iria fazer de tudo pra me manter distante de vocês - ela cala e me olha- Vanessa quero te pedir um favor - aguardo continuar - cuida da Diana pra mim , não queria ter que deixa-la nesse momento.

-sei que se dependesse de você, não a deixaria. Prometo-te cuidar dela enquanto estiver fora.

Sem que esperasse , ela me abraça.                                                                                   

-Obrigada - desce sem, mas nada falar.

Seguimos até o Guichê,  e seguimos até o portão de embarque.

-te cuida Jessica,  assim que chegar liga pra Diana.

-vou ligar sim , e mas uma vez obrigada por ter me acompanhado.

Assim que sai do aeroporto , ainda no estacionamento, Diana me liga.

-Oi Van , ela já embarcou?- sua voz era de tristeza. Diana tentava se fazer de forte , mas a mim não conseguia enganar.

-acabou de embarcar , e pediu pra que eu cuidasse de você... Logo ela estará de volta Diana!

-você falar isso, não alivia em nada a saudade que já estou dela!

-vou almoçar com a Carol e depois irei ai com você.

-não precisa Vanessa,  vou ficar bem. O André ficou de trazer uns documentos da loja pra que eu assine , com isso me distraio um pouco. Vou pedir pra ele passar no escritório,  vou ligar pra Suzane  se tiver algum documento urgente , peço pra ele trazer pra mim.

-tudo bem ,mas a noite vou te ver.

-tá bom , e mas uma vez obrigada por ter levado Jessica.

Despedimos-nos com a promessa de nos falarmos a noite, ia aproveitar e levar Valeria, parecia que o casal mas velho havia gostado bastante da pequena, pelo modo que a trataram no dia anterior.  Tinha certeza que iam gostar da visita.

Quando chego no escritório da empresa, Carol me passa um zap  pra que subisse até a sala de Jessica,  pois estava terminando um relatório que enviaria para ela.

Assim que sai do elevador, quase esbarro em Suzane  que me olha assustada.

-queria falar com a Carol !- falo pra que saísse do estado de torpor que se encontrava.

-ela está na sala da Jessica.

- ela está me esperando!

-tudo bem , e só seguir o corredor direto. Desculpe-me, você já conhece o caminho.

Sigo sem olhar pra trás,  sinto o olhar da secretaria em minha Costa. Carol estava sentada em sua cadeira, a me ver sorri vindo em minha direção.

-espere só um pouquinho amor,  já estou terminando.

Fiquei ali esperando que terminasse o que estava fazendo, analisando seu rosto enquanto trabalhava. A cada dia que passava minha certeza, que aquela era a mulher da minha vida só ganhava força.

- o que foi amor?

- nada, estava distraída. Podemos passar a noite lá com Diana? Queria levar a Valéria conosco, ela vai gostar.

- quem ? A Diana ou a Valéria, pois pelo que lembro de ontem as duas não se desgrudavam , quer dizer as três , porque até Jéssica fazia todas as vontades da minha filha !

- verdade, até achei engraçado. Nunca imaginei que ela tivesse jeito tá lidar com criança. Minha irmã sempre soube gostar, inclusive já tínhamos até conversado na possibilidade de me dar uma sobrinha, em uma de nossas conversas,  ate mesmo Jéssica parece ter ficado encantada de ter nossa pequena por perto - ela ri de minhas palavras.

- tenho que ir mesmo à casa de sua irmã, ela me ligou pedindo que levasse um contrato pra rever. Vamos almoçar? - levanta-se aproximando de onde estava sentada - combinamos melhor, peço pra babá de Valéria traze-la até aqui na hora da minha saída.

-não precisa, vou pegá-la e depois passamos pra te buscar.

Antes de pegar Valéria, passo na loja pra falar com Victoria. Desde o dia de sua visita a Diana , não nos falávamos , apesar de insistir em que tirasse férias desde que minha irmã fora sequestrada , eu estava em débito com minha patroa . Aquele mês , devido as festas do final de ano , era um de maiores movimentos de venda.

Assim que entro a loja, Manoela vem a meu encontro.

- Oi Vanessa, como está sua irmã ? - a garota devia ter uns 19 anos,  era a boa menina e sempre me ajudava quando Victória viajava , só não sabia que a mesma soubesse de tudo que acontecerá.

- está se recuperando!

- me desculpe e que Victoria estava tão preocupada desde que aconteceu o sequestro, que acabou desabafando comigo.

- não tem problema Manu, todos já sabem que somos gêmeas. Obrigada por perguntar. Onde está Victoria?

- está lá dentro, qualquer coisa que precisar, pode contar comigo - a garota era linda, e em várias vezes deu a entender , que sim ,ficaria comigo se eu quisesse , mas minha atenção estava voltada exclusivamente para as duas mulheres da minha vida, e claro a recuperação de minha irmã - vou falar com Victória.

Fiquei na loja somente o tempo de conversar sobre minhas férias e responder suas perguntas sobre a saúde de Diana.

Assim que chego a casa de Carol, Valéria já me esperava eufórica, ela já estava ciente que íamos a casa dos Wanzeler.

- tia , eu vou poder tomar banho de piscina ?  - Ela não calava.

- não meu amor, esta noite e esfriando muito - ela pareceu amuada, mas logo volto a conversar.

-esse carro e teu tia, a tia Diana te deu?

- meu deu sim pequena.

Ela foi me perguntando sobre o veículo, até encontramos Carol. Quando chegamos a casa dos Wanzeler, o casal já nos esperávamos para que jantássemos com eles. Diana estava deitada em uma poltrona estilo sofá cama. Ela parecia feliz, diferente da pessoa que deixei pela manha.

- você me parece feliz, aconteceu alguma coisa? Já conseguiu falar com a Jessica.

- ainda não, ela ainda não chegou. Minha felicidade e por outra coisa. Olha.

Ela aponta para o pé e sem que eu esperasse o mesmo mexeu.

...

Quando vi Jessica saindo com minha irmã,  foi como se um pedaço de mim tivesse saindo junto. Estava acostumada, desde o dia em que voltei do coma, a te- lá a meu lado.

- calma minha filha, logo ela estará de volta!- minha mãe percebe minha tristeza ao entrar na sala em que estava acomodada.

Eu estava realmente muito triste, queria meu amor a meu lado. De repente sinto uma coceira em meu pé,  estranhei pois desde que tinha saído do hospital, senti sim um formiga menor na perna, bem mas fraco, mas dessa vez estava coçando muito , sem muito esforço tento mexer o pé,  pra que parasse , quando o vi mexer fiquei eufórica.

- MÃE!  - grito. Minha mãe entrou correndo na sala, preocupada com meu grito.

- o que aconteceu minha filha, tá sentindo dores?

- não,  vem aqui ver uma coisa- ela se aproxima e sem muito esforço mexo meu pé.

- Diana , você mexeu o pé!

Mamãe ficou eufórica com que via. É  claro que o esforço que fazia era grande, mas eu parecia uma criança com um brinquedo novo, a todo instante tentava mexer meu pe.

Quando o médico chegou ,parecia que não se assustou com a novidade , acho que já esperava por algo assim.

- realmente já esperava essa reação - responde a minha pergunta - quando te examinei  ainda no hospital , percebi que a lesão não era grande, mas precisava que reagisse por você mesma. Por isso te liberei pra vim pra casa.

Meu pai chega nesse momento, parecia emocionado . Minha mãe com certeza havia ligado pra contar a novidade.

- como ela está doutor? Será que precisará ainda fazer fisioterapia? Com quanto tempo o senhor acha que ela volta a andar?- ele não deixava o médico responder as suas perguntas.

- calma pai , deixa o doutor responder a uma pergunta de cada vez - eu ria do seu jeito.

-respondendo a primeira pergunta: ela está bem e talvez precise sim de fisioterapia, vai depender de seu desempenho. E ela voltará a andar sim, já percebi que ela é teimosa, esperava sim essa reação, mas não agora.

Ele ainda ficou alguns minutos conversando com meus pais, meus pensamentos estavam voltados todos para Jéssica, em sua reação ao me ver com  movimentos outra vez. Queria também que Vanessa tivesse essa surpresa , sempre achei que ela meio que se culpava, pelo que aconteceu.

Agora ela estava ali, sem acreditar no que via.

- você conseguiu mexer o pé , desde quando?

-comecei hoje, estava deitada e sem esperar, senti um formigamento na perna.

-  o que aconteceu amor?!- Carol se aproxima nesse momento é estranha os olhos marejados da namorada.

- Carol, a Diana tá mexendo os pés !

Caroline olha , como que pra confirmar as palavras da namorada.

- comecei a sentir hoje, médico falou estou recuperando os movimentos.

- que bom Diana, Jéssica vai ficar surpresa quando voltar

Estava pensando também naquilo, queria fazer uma surpresa pra ela, quando voltasse. Desde que me falou a ideia que casarmos, não conseguia pensar em mas nada, queria te- lá pra sempre a meu lado.

-vai mesmo!- Vanessa fala.

-Não quero que comente nada com ela, quando ligar. Vou lhe fazer mais surpresa.

- já sabe se virar antes do final do ano?

- ainda não sei Carol, antes de partir me falou que teria que esperar até esta tudo resolvido. Não sei se dará tempo - falo tristemente - Vanessa quero ir com você pegá-la no aeroporto.

Quando elas se foram, fiquei ali fazendo alguns movimentos que o médico me instruirá a fazer, e  cada movimento minha esperança de voltar a andar o mas rápido possível,  só aumentava.

Nos dias que seguiram falava todos os dias com Jessica,  as vezes até mas de uma vez. Minha euforia com os progressos que fazia, refletia em minha voz , várias vezes ela havia percebido mas eu tentava desconversar.

Estava sem esperança de tê-la até o final do ano, tinha certeza que meu final de ano,  não seria o mesmo sem ela. Dia 29 quando me ligou avisando que chegaria no dia seguindo, teria pulado se conseguisse só me restava agora fazer-lhe a surpresa que tanto esperava.

O médico desde o dia em que movi os dedos do pé,  ia Diariamente em casa, seguia com os exercícios que havia me passado , me esforçava em dobro pra fazer a grande surpresa para meu amor.

...

Desde que parti, não conseguia ter sossego,  morria de saudades de Diana e isso refletia em meu dia a dia. Além da falta que minha amada me fazia,  tinha o fato de que estar ali naquele país,  me lembrava muito de tudo que aconteceu anos atrás.

Lembrava o porquê havia ido morar tão longe de minha família,  mas aqueles dias me fez refletir que já estava na hora de colocar uma pedra naquele passado.

Todos os dias falava com Diana, as vezes até com Carol, assuntos de trabalho. Diana parecia eufórica com alguma coisa, mas sempre que perguntava , desconversava.

Tive várias reunidos com meus amigos e seu advogado, mas sempre no final acontecia o impasse.  Eram três no total, e sempre um discordava com alguma coisa no novo contrato, e aquilo fazia com que me irritasse. Já era dia 28 e as coisas continuava a mesma, no final daquele dia pedi pra conversar com os três.

- precisamos resolver isso, ou vocês se resolvem ou vou anular o contrato- joguei minha última cartada, eles sabiam que os games estavam vendendo bem, mas ali no Japão,  tinha muitas novidades em relação aquele brinquedo , e eles dificilmente conseguiriam um contrato tão bom quanto o que nos  oferecemos.

Depois daquela conversa, no dia seguinte, o advogado deles me chamou avisando que concordaram com as novas cláusulas do contrato.

Fiquei feliz , mas não sabia se daria tempo de voltar antes da virada do ano . Dia 29 o advogado me chama dizendo que naquele mesmo dia o contrato estaria pronto e que no dia seguinte poderia voltar para o Brasil . Mal sai de seu escritório ligo pra Diana.

- Oi amor, tenho uma novidade. Estarei voltando amanhã.

-não acredito! E verdade amor, você não está falando isso só pra me alegrar?

- volto mesmo amanhã,  meu voo sairá daqui pela manhã , provavelmente chegarei por aí de dia.

- vou falar com a Vanessa pra ir pega-la no aeroporto.

- não precisa, posso pedir para meus pais.

-faço questão que ela vá.

Não insisti. Nos despedimos com a promessa de nos vermos no dia seguinte. Naqueles dias no Japão,  só me deu mas certeza de que não conseguia mas viver longe daquela mulher. Queria fazer-lhe uma surpresa , assim que voltasse ia cuidar pra que nossa união acontecesse o mas rápido possível.

Desde que havia pedido em casamento , ainda não havia conversado com meus pais, não sabia a reação principalmente de meu pai. Ter aceito que amo Diana era uma coisa, agora me ver casada com ela era algo totalmente diferente .

Durante o voo de volta, não consegui dormi, estava ansiosa. Minha cabeça só pensava em encontrar Diana.

Quando desembarquei,  percebi que o aeroporto estava lotado, muita gente querendo viajar,  afinal era final de ano!  Fui direto pegar minha bagagem, não procurei por Vanessa, tinha certeza que estaria me esperando na sala de espera. Peguei minha mala e sai a sua procura.

Ao sair do portão de embarque a primeira pessoa que vejo é Vanessa,  e a seu lado Diana em sua cadeira de rodas, meu coração dispara ao vê-la, a saudade que estava dela fez meu coração doer de tanta saudade.

Quando me aproximo qual não é minha surpresa ao vê-la , com a ajuda de Vanessa levantar-se abraçando o pescoço da irmã. Lágrimas de felicidade escorriam de meus olhos enquanto me aproximava, ela mantinha um sorrido no rosto. Ali, tive a mas absoluta certeza que queria ela a meu lado , o resto de minha vida.

- Oi amor,  quantas Saudades- fala quando chego perto , ela Solta a irmã e me abraça com força,  com saudade.

-eu também estou morta de saudade de você - Beijo seus lábios com carinho, não me importando com as pessoas que ali passavam,  algumas até com olhar de crítica,  mas não me importei , queria mesmo era está ali,  nos braços de minha amada - Diana vou conversar com meu pai , quero casar contigo o mas rápido possível.

Ela se afasta um pouco, sempre com os braços em volta de meu pescoço.

- eu também meu amor,  não quero mas esperar.

Viro-me em direção a Vanessa e nesse momento soube que toda mágoa,  todo recentemente do passado, havia me abandonado.

-Vanessa,  você aceita ser minha cunhada e madrinha de nosso casamento.

Ela sorriu e fala.

- só não aceitarei porque prometi a minha irmã,  casarmos no mesmo dia.

-então se apressem, pois pretendo casar no aniversário de vocês - me viro pra Diana , que não abandonava o sorriso - você aceita.

 

Seu sorriso era a resposta que precisava.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

bom dia meninas!

nao canso de pedir desculpas pelos atrasos dos capitulos. obrigada pela compreensao de todas voces.

bjss


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 50 - Capítulo 50:

Sem comentários

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web