Capítulo 4
A bela agente Rodriguez estava sentada em cima da mesa de reuniões olhando o grande mural a sua frente. Neste continham várias fotos de partes de corpos das vítimas e locais onde foram encontrados. Sua mente esta manhã estava meio anuviada e várias vezes ela se lembrou da noite ue teve junto a Megan. Ainda podia sentir o gosto da sua pele, seu cheiro... “Cuidado Ashley, não vá se apaixonar garota!”. A fim de manter o foco na investigação ela pega um café forte e amargo no mesmo momento que o policial lhe entrega a ficha do John Smith.
Ela inicia a leitura e a algo chama a sua atenção. O homem viveu muitos anos em reformatórios na adolescencia. Pega o telefone e pede ao seu chefe, comandante Ryan, os registros que são confidenciais. Apenas o comandante conseguiria esses dados rapidamente. Continuou a ler o arquivo e viu que o homem morava dentro do Mirage, um dos maiores cassinos de Las Vegas. Ele era um dos funcionários responsáveis pela manutenção e morava em um quarto próximo a um dos restaurantes na área da Floresta Tropical. Nunca foi casado e seus pais morreram quando ele era criança. O estranho que não mostrava o motivo do óbito. Ficou algumas horas naquela sala tentando procurar alguma coligação as vítimas. Nada encontrou a não ser o fato de todas serem prostitutas.
— Consegui as informações para você. – comandante Ryan Clancy fala ao telefone.
— Algo interessante?
— Abra seu email. Já enviei reforços para você. Espere os outros agentes chegarem. Não faça nada sozinha.
— Ryan eu...
— Conheço você muito bem. Sem querer ser heroína ok?
— Ok.
Ela desliga e corre para acessar os documentos enviados ao seu computador. John Smith assassinou o pai e a mãe quando tinha 14 anos. Ele drogou a mulher e a mutilou viva. Foram encontrados pedaços dela por toda a casa. O pai foi morto a facadas quando chegou do trabalho. Segundo os arquivos ele sofria abusos desde muito cedo, e várias vezes o serviço social foi acionado. Ele tem uma inteligência acima da média. E possui problemas na fala, mais especificamente gagueira. Ele é muito religioso e frequenta um templo evangélico. A morena olha a fotografia da mãe do suspeito e vê um padrão. A beleza, a tez morena, os cabelos longos... tudo nos remete para as vítimas.
— Oficial, me empreste uma viatura. – ela fala para um policial.
— Claro agente.
Ela entra no carro e se dirige para a “Strip”, avenida onde estão os maiores e melhores cassinos da cidade. Sua expressão era séria e ela pensava que ele foi muito burro em querer zombar na cara dela como fez. Tudo isso só aumentou mais ainda a sede de justiça. Estaciona a viatura na frente do Mirage e se identifica como agente do FBI sendo levada prontamente ao gerente diurno.
— Bom dia, preciso encontrar o funcionário de vocês John Smith.
— Eu levo a senhora até o quarto dele. – a morena segue o homem pelo cassino e, depois de vários minutos, param na frente de uma porta. Eles estavam na ala dos funcionários residentes. Ela bate na porta e se identifica.
— Ele não está. O senhor pode abrir? – no mesmo momento o gerente usa o cartão mestre e abre a porta.
Seus olhos são atraídos para a cama onde uma bela morena jazia virada de costas. A janela estava aberta e mostrava algumas áreas da floresta artificial. O chão estava completamente coberto de um plástico grosso e várias facas e serras estavam perfiladas lado a lado. A agente corre até o banheiro e verifica o banheiro. Vai até a vítima rapidamente e nota que ela ainda está respirando.
— Ligue para 911 e peça uma ambulância. Diga que a agente Rodriguez está na captura do suspeito. – falou rapidamente enquanto pulava a janela para tentar buscar o maníaco.
A área do cassino em que se encontrava era uma estufa de plantas que são usadas para o replantio nas dependências do hotel. Ela ouve o barulho de galhos quebrando e vê o suspeito tentando abrir uma porta que estava trancada.
— PARADO! – ela fala e ele sorri.
— Ashley, está linda essa manhã.
— COLOQUE AS MÃOS ONDE EU POSSA VER!
— Calma Ashley, estou cooperando. – ele continua a se aproximar vagarosamente.
— PARADO EU DISSE! – nesse momento um barulho do seu lado direito tira a atenção da mulher. Era a bomba de irrigação que foi ativada. Nesse ínfimo segundo o homem se atira na agente roubado a sua pistola.
— Ash querida, eu esperava muito mais de você. – ele zomba.
— John se renda, você vai se arrepender.
— Me rendo, mas antes vou brincar um pouquinho com você. – ele a puxa pelo braço e cola o seu corpo nela. A mulher sente a sua ereç*o rente ao seu abdome e segura uma ânsia de vômito. – Na verdade, querida Ashley, irei te mostrar o que é um homem de verdade.
— Você é maluco!
— Sou apenas um servo aos serviços do senhor. – Ashley nota que o agente Tedesco estava entre as folhagens e acena discretamente para ele. Em um movimento rápido chuta as partes íntimas do seu algoz e se atira no chão fugindo do projétil que foi disparado em sua direção. Ao mesmo tempo, uma bala atinge John no ombro direito fazendo a pistola cair ao chão. Imediatamente a agente se ergue e desfere um pontapé no rosto do assassino que se retorce no chão devido a dor.
— Olha, se eu fosse esse seu Senhor eu te demitia. – ela fala brincando tirando risadas dos agentes presentes. Ela sabia que iria levar uma bronca do seu comandante por ter ido sem reforço. Mas ela também sabia que Ryan tinha mandado o agente Tedesco segui-la por todos os lugares. Então, reforço ela tinha. Sorrio e resolveu, que depois dos trâmites, iria ao hotel da repórter para relaxar.
Fim do capítulo
Então Mig@s suas looooocas!
Vale a pena eu mexer e transformar em um conto?
Besos a vcs
<3
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