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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 1498
Acessos: 1961   |  Postado em: 07/09/2018

Consequências do que ficou parte 2

-Claro que tem minha pequena, por que não me ligou ? 

Meu pai me deu um abraço forte, e me senti  realmente protegida em seus braços. 


Minha madrasta se aproximou meio sem jeito, não a conhecia direito e sorri com sua aproximação.


-Eliana essa é Cecília minha filha. 

- Como vai mocinha ? 


Eliana me estendeu a mão e estiquei a minha apertando formalmente. 


- Estou muito bem, e feliz por conhecer você. 


-Bem meninas vamos conversar dentro de casa, deixa que te ajudo com as malas filha. 


Enquanto entrávamos Eliana muito gentil e amável me  perguntava sobre a viagem de volta, falei o de sempre muita turbulência filme chato essas coisas. 


Ao entrarmos notei que a casa do meu pai é bem pequena ao estilo inglês, pequena e aconchegante, a laleira  aquecia a casa, deixando o ambiente mais calmo. 


Como não havia avisado sobre a minha volta meu quarto não estava devidamente arrumado, Eliana não se mostrou indiferente me disse que tudo estaria em seu devido lugar rapidamente. 


Enquanto isso meu pai me oferecia um chocolate quente.


-Sério  pai, antes do almoço? 


-Se não quer eu levo. 


Ele ficou no meio do caminho e caímos no riso, o chamando de volta estava clamando por uma bebida que me trouxesse o passado em família de volta. 


-E pra sempre desta vez ? 

Acompanhei seu movimento se sentando no sofá ao lado, seus olhos me fitavam calmos.



-Por um bom tempo.


Bebi o chocolate antes que ele me enchesse de perguntas. 


-Ainda bem que voltou, estava prestes a compra a passagem pra passar com você seu aniversário. 


-Ah pai, não iria ter nada demais. 


Tentei não transparecer meu desgosto por tudo que passei, enquanto terminava o chocolate Eliana descia me avisando que estava tudo pronto. 


Agradeci deixando a caneca em cima da mesa. 


-Vamos deixá-la sozinha, querida. 


-Claro sinta em casa Cecília. 


Senti sua mão macia e confiante em meu ombro, enquanto terminava de subir as escadas. Ao entrar no quarto tranco a porta e me permito chorar baixinho, tudo aquilo estava me matando por dentro, a cada minuto me vinha seus olhos castanhos escuros, seu sorriso engradencedor, e suas palavras de encanto há suas palavras. 


Abri as malas e tirei tudo organizando no guarda roupa, no meio das blusas encontrei o porta retrato do dia maravilhoso que tive com a Lara. 


-Coitada da Lara, pior que ela sempre teve razão. E decidiu me  esconder essa verdade dolorosa. Depois de guardar tudo e arrumar o quarto ao meu gosto, tomei um banho quente e depois me deitei, tentava enganar meu cérebro me afogando num mar de escuridão tão profundo que nem mesmo a Amanda conseguiria entrar. 



Passei aquela véspera do seu aniversário em casa, estava sentada em minha varanda quando Clara entrou me oferecendo um suco. 



-Senhora, está se martilhisando muito. 


-Isso é o de menos Clara, eu falhei como namorada a quis proteger de todos, até mesmo dela mesma. 


Clara se sentou e me ouvia atentamente enquanto desabafava. 


- Quando viajamos eu me senti incomodada com todas aquelas guloseimas que ela levou, era como se o passado estivesse de volta ali na minha frente, toda aquela tortura as piadinhas eu não queria que ninguém falassem nem, isso aqui dela. Ela não me escolheu fui eu que a escolhi,  que a vi primeiro pela janela e depois me aproximei. Mas tudo foi acontecendo rapidamente que foi como se eu quisesse sair urgentemente daquela vida vazia, de uma certa maneira foi ela que me salvou de tudo isso. 


- Não está tudo perdido senhora Amanda, o senhor Márcio pode pegar muitos anos de cadeia e a senhora ficará livre. 


-Obrigada Clara por isso tudo, obrigada por pernacer aqui, comigo. 


-Sempre terá uma amiga senhora Amanda, sempre. 



Ficamos nos olhando por um tempo, mas depois voltei minha atenção pra sua sacada e depois pras minhas rosas no Jardim. 


- Ela me via mexendo no Jardim. 


Sorri tristemente deixando uma lágrima rola, de repente ouvimos a campainha tocar. 


-Deixa Clara, deve ser o advogado que veio me avisar algo. 


Ao sair do quarto desci as escadas rapidamente e abri a porta. 


-Ester, o que faz aqui ? 


-Nossa Amanda isso é maneira de receber sua sócia? 


Ester estava elegante demais, usando um sobretudo vermelho e com os cabelos soltos. 


- Não vai me convidar pra entrar ? 


-Claro, entre. 


Ao fechar a porta a vi retirando o sobretudo, revelando seu vestido tubinho preto tomare que caia. Me entregou em seguida o sobretudo enquanto esperava por algo. 


-Passeio com a namorada ? 


Perguntei mesmo não levando fé em sua relação. 


- Sim, mas vim aqui saber como você está, afinal não é sempre que seu celular fica desligado.


Guardei seu sobre tudo e me afastei indo pra cozinha, a mesma me seguiu e se sentou na cadeira alta ao lado do balcão. 


- Se veio aqui tripudiar em cima da minha dor pode ir embora. 


Estava de costas com as duas mãos  apoiadas sobre a  pia, me dando uma vista pra  cozinha da Patrícia. 


- Eu não vim fazer isso, mas fiquei mais chocada que você quando ela foi na minha casa com aquele, diário. 


 Apertei  meus dedos levemente  sobre a pia, me virando e encarando a Ester que além de está deslumbrante a língua trabalhava muito bem. 


Sorri a encarando enquanto na mesma não sabia o que fazer, ou provavelmente pensar. 


-Chocada Ester  sério ? Eu acho que não, afinal foi você mesmo que quis desenterrar a Erika por vontade própria. Você esquemarizou tudo desde o "acidente" até a viagem turbulenta, fora os motivos que você tinha pra me separar da Cecília, então não venha em minha casa com essa cara de pau, me falar que está mais chocada do que eu. 



Ester se levantou e veio até onde estava, ficamos uma de frente pra outra nos olhando seriamente. 


-Está com raiva e com motivo, mas não vou ser seu saco de pancadas verbais. Cadê a Amanda que assume seu erros ? Não estou vendo ela aqui, agora em relação aos meus sentimentos por você... bom não posso mandar neles, muito mesmo obriga-la a me amar. A única coisa que posso e ficar aqui do seu lado, como sempre estive desde que vim pra está cidade. 



- Não acredito em você Ester, mesmo se viesse pra "conversar" porque se vestiu assim ? 



A olhei de cima a baixo a interrogando. 


-Como eu disse estava com a minha namorada, olha ver ? 



Ester me mostrou o celular com o face da namorada, havia muitas  fotos delas juntas no  restaurante, pior que o horário colidia com a sua verdade. 


-Satisfeita Amanda?  me desculpe se não passei em casa pra por uma roupa mais adequada em reverência ao seu sofrimento. 



-Me desculpe Ester, tudo isso está me deixando louca. 


Enquanto falava Ester me mostrou as planilhas da acadêmica, o número de estudantes havia caído drasticamente depois do escândalo, e apenas quatros alunos se matricularam neste período, fora os que saíram. 



- Eu vou dar um tempo pro seu sofrimento, mas quero que saiba que vamos sair disso juntas. 


Ester me olhava convicta da sua afirmação, mas eu estava muito cansada dela da filha dela de tudo isso. 


- Talvez não precise da sua ajuda. 


-Certo, espero que engula suas palavras Amanda, porque talvez eu não esteja aqui pra solucionar seus problemas. 


-Sério ? Vá embora da minha casa Ester! E leve embora aquela maluca da sua filha embora. 



Ouvir tudo aquilo da Amanda me doeu, mas tudo que vai volta.


Caminhei até a entrada é peguei  o sobretudo, dei uma última olhada pra mulher ainda intacta de pé na cozinha me firando com ódio.


Ela vai se apreender disso. 


E sai em seguida batendo a porta com força. 


Soltei o ar quando escutei a porta sendo fachada com força, mas não durou muito tempo e a campainha tocou novamente. 


-Se for você Ester, não respondo por mim. 


Caminho a passo largos até a porta a abrindo de uma só vez, pra minha surpresa e raiva ao mesmo tempo era sua filha com o rosto todo arrebentando me encarando. 



-Mais e muita cara de pau você vim até aqui garota! 


Estava prestes a fechar a porta, quando a mesma colocou o pé impedindo. 


-Se não tira o pé daí eu tiro! 


-Preciso conversar com você, e sobre a Cecília. 


Ao ouvir o nome da Cecília sendo proferido de seus lábios, abri a porta a puxando pra dentro. 


Lara me olhava assustada devido ao meu impulso agressivo. 


- Não precisa ficar com medo não vou te bater novamente. 


- Nem devia da primeira vez. 


-Garota! Fala logo. 


Lara estava muito machucada e dava pausas na fala enquanto me olhava, apesar de ser filha de quem é tinha muita coragem de vim aqui depois de tudo. 


-Estou... infligindo uma lei... ambas no máximo, mas vai rolar uma festa na casa da Karla... E você vai ter... que me ajudar. 



Comecei a rir da situação, depois de arrebentar sua face ainda me convida pra uma festa.


-Você é louca ? Não vou a lugar nenhum com você, amanhã tenho uma audiência com o juiz. 


-Me escuta e sério, não podemos ser vistas...


Abri a porta em seguida.


-Faça o favor de ir embora. 



-Foi a Karla que filmou tudo!


Olhei pra Lara que respirava com dificuldade, precisou se apoia na parede. 


- Você  tem certeza disso ?


-90% mas se colocarmos a justiça em ação, pode dar tempo pra ela destruir qualquer fonte de acusação, preciso hackear seu computador assim vamos ter os outros 10%. 























 







Fim do capítulo

Notas finais:

Boa noite pra quem ler rs, bom a audiência e a Cecília se encontrando com o Miguel será no próximo capítulo. Espero que estejam gostando agora escrevo pelo celular devido a lentidão do meu notebook, sendo mais rápida pra levar os capítulos pra vocês. Fui 


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