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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 1362
Acessos: 2266   |  Postado em: 08/08/2018

Voltando pra casa


Me levaram pra delegacia, e me deixaram numa cela fria e úmida. Tive direito a um ligação, liguei pro meu advogado e relatei resumidamente o que ocorreu, enquanto esperava pensei em meu atos, só de pensar que estava longe quando tudo isso acontecia, meu sangue fervia . 



-Tente se acalma Cecília, tome beba. 

Clara me ofereceu água com açúcar, mas nada que me falasse ou me desse ia me acalmar. Me levantei e fui até o banheiro social, lavei meu rosto peguei minha bolsa e sai. 

Cheguei ao hospital e perguntei por Lara, a essa altura não se falava em outra coisa.

A enfermeira me conduziu até a sala de curativos, na estrada ainda a ouvi reclamar. 



-Caraca isso dói muito!

-Se a mocinha ficar quieta vou terminar mais rápido. 


Estava doendo muito, mas a dor pareceu diminuir ao encontrar seus olhos. 

Coração burro, depois de tudo ainda insiste em bater por ela. 

Virei o rosto deixando a enfermeira terminar os curativos. 

Esperei a enfermeira terminar, e me aproximei. Seu rosto estava bastante inchado e com alguns cortes. 


-Se veio aqui pedi pra retirar a queixa contra sua namorada pode esquecer! 


-Sei que  o que a  Amanda fez foi horrível, mas estou aqui primeiro pra saber como você está ? Segundo sobre o que você disse antes de partir. 


Levantei da maca a encarando, aquilo era muito cinismo.


- Como estou ? Estou toda quebrada! Aii

Toquei em meu rosto os pontos doem quando falo.


-Segundo não tenho vocação pra ser dedo duro, ela não é sua namorada ? Então descubra sozinha. Há não se preocupe vou assumir o meu erro no colégio. 

Peguei minhas coisas passando por ela, deixando a sala a passos largos. 


Estava ansiosa meu advogado estava demorando muito, mas quando menos esperava Ester estava diante de mim. 


-Você machucou minha filha Amanda, ficou louca!


-Sim fiquei, sabe muito bem o porquê!


-Infelizmente, mas acredito que Lara não tenha nada a ver com isso. 


-Isso é tudo culpa minha, devia ter voltado antes. 


- Olha pra mim Amanda.


Ela evitava me olhar diretamente, conhecia Amanda muito bem, bem mais que a Erika. 


- Olha pra mim!!


Não só olhou como se aproximou.


-Agora entende não é ? 


Assenti aquele olhar era o mesmo de anos atrás. 


-Quando bati em sua filha... foi como me libertar daquela Amanda, eu me vi naquele turbilhão de emoções, não era nela que estava batendo era em mim, mas entendo sua posição de mãe e pretendo assumir meu erro. 


-Do jeito que a Lara e caidinha pela sua namorada, não duvido nada que retire a queixa. 


Ester não aliviava nem um pouco, nessa hora meu advogado chegou. Disse que minha situação não era nada boa, caso contrário posso usar a fiança ao meu favor. 


Pedi pra ele entrar em contato com a Clara, o resto seria apenas esperar. 


Estava tão aeria que nem me dei conta do prisioneiro, que estava entrando na cela ao lado. 


-Ora ora se não é minha ex esposa.


A voz do Márcio fez meu corpo todo se estremecer, estava mais magro e o cabelo raspado, e com o mesmo olhar frio e calculista. 


- Que vergonha, uma mulher como você, lésbica.  


-Pelo menos lutei pelo meu amor, ao contrário de você que só me usava  e me agredia. 


Gargalhou alto


-Pelo menos a tinha sobre meu domínio. 


Fui obrigada a ouvir suas palavras de ódio para minha pessoa, enquanto pensava apenas em buscar justiça pra Cecília.


Ao chegar em casa subi e  encontrei Clara no quarto da Amanda, as malas estavam ainda abertas, enquanto a mesma estava com um envelope na mão.


-O que e tudo isso? 


- A fiança da dona Amanda.


Descobri que Amanda guardava dinheiro num fundo falso dentro do guarda roupa, não era muito, mas dava pra liberta-lá.


Me sentei na cama depois que Clara partiu, estava pensativa quando algo me chamou a atenção.


Sua mala estava aberta achei o caderno fofo e estranhei, ao abrir notei que não era a letra da Amanda, e que as poucas palavras ali contidas eram de anos atrás. 


Me surpreendi ao descobrir que era um pequeno diário, a parte que li era sobre o aniversário.


Levei todos os convites pro colégio, estava super empolgada, a primeira a entregar será pra Amanda, se ela ficasse nem que cinco minutos na minha festa já terá valido o esforço.


Cheguei bem cedo a encontrei com o grupo de colegas, ajeitei minha roupa respirando fundo e indo, antes de me aproximar já ouvia os risos, ela se virou e sorriu pra mim.


Amanda... meu aniversário está chegando, gostaria muito...que você fosse.


-Vai ter bebida alcoólica? 

Olhou pros amigos e depois voltou sua atenção para mim, era normal ter bebidas alcoólicas em festas, entre outras coisas a tornavam mais famosas no dia seguinte. 


-Vai... Sim afinal se não tiver... pra você providenciarei. 


Tentava controlar meu nervosismo perto dela, a maneira como jogava os cabelos pro lado a barriguinha trincada a amostra e aquele sorriso.


-Assim que gosto, pode contar com a presença da galera. 


-Oba, será bem vida.... quero dizer todos seram bem vindos. 


Eu não aliviava nem um pouco a minha fama,  mas me deixava me levar por ela sempre que a encontrava era um momento histórico, apesar dos insultos e risos. 


Entreguei o convite pra todos, fiquei a espera estava tudo pronto, bolo refrigerantes salgados doces  músicas e as bebidas alcoólica, escondidas na garagem.


As horas foram se passando e ninguém chegava, as 22:30 minha mãe já dava por perdido. Meu pai se retirou alegando que ia no vizinho quando sabia que ele ia pra casa da Amanda. 


Ao jogar o lixo fora a encontrei do outro lado da rua, meu coração bateu descontroladamente dentro do peito. 

Ela veio. 


Ao atravessar a rua me fitou, estava usando um jeans rasgado e uma blusa branca com colete jeans. 


Silenciosa a festa, disse enquanto me embriagava do seu perfume doce. 


Eu não entendo ninguém compareceu...E 


Não vão vim, tem uma festa melhor ainda na minha casa, só passei pra lhe entregar isso. 


Recebi duas ovadas de ovos podres na cabeça, e um carro parou ao seu lado ela entrou e riu ainda mais. 



Fechei o diário não acreditando em tudo que acabara de ler, era a minha Amanda. 


Clara pagou minha fiança e sai no mesmo dia, estava quase anoitecendo caminhava até em casa quando começou a chover.


Não aguentava mais aquela tortura isso estava acabando comigo, darei um fim nisso tudo.


Parei ao avistar Cecília caminhando desprotegida da chuva.


-Amor o que faz aqui?


Um trovão revelou-me seus olhos doces que se tornaram tão frios quanto aquela chuva. 


-Erika.


Meu coração quase parou naquela hora, olhei em sua mão e lá estava o diário. 


-Isso é passado, mas posso explicar. 


Me aproximei em vão a cada passo que dava ela se afastava. 


- O que você fez com a Lara não se compara o que fez a essa Erika! 


-Por favor vamos conversar em casa, assim vai pegar uma gripe. 


- Não finge se preocupar comigo Amanda... mas não precisa mais preocupe mais comigo. 


- Não fale assim... Eu já paguei muito caro por esse passado, essa viagem foi uma libertação pra mim, tente entender eu não sou mais assim, não sacrifique nossa relação. 


Minha cabeça estava uma confusão, deixei o diário de lado e procurei por fotos da Amanda no colegio, tudo batia. Procurei por mais respostas, fui até a casa da Lara, mas não foi ela que me atendeu e sim sua mãe. Ao notar o diário em minha mãe e meu corpo trêmulo se colocou no lugar de me dar as respostas necessárias, a cada frase era como se mil lâminas ultrapassarem meu corpo. Nunca fui com a cara da Ester, mas ver sua dor contida naqueles olhos e a foto das duas ainda no porta retrato da sala, Erika será lembrada para sempre, enquanto o que Amanda fez fugiu calou-se e ignorou por muitos anos a existência daquela garota. 


- Eu quero me casar com você.


Sua voz me trouxe de volta notei seu corpo próximo ao meu, as pessoas merecem uma segunda chance, mas a Erika  não teve essa segunda chance. 


-Se afaste!!

A empurrei com toda a minha força.


- Não vai fazer isso com a gente, não vou permitir. 


-Vai  fazer o que me bater!?


- Nunca machucaria você... meu amor vamos pra casa. 


- Eu vou pra minha casa, não me siga. 


-Prefere ficar com aquela mulher nojenta do que, comigo.


-Qualquer lugar e melhor que está com você. 


Um táxi passou e aproveitei pra entrar, ainda escutei as batidas da Amanda no vidro dizendo que ainda não acabou. 


Apenas pedi pro motorista me levar por aeroporto. 












Fim do capítulo


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Comentários para 59 - Voltando pra casa :
Luhemi
Luhemi

Em: 08/08/2018

No Review

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Thaci
Thaci

Em: 08/08/2018

Boa noite,Sorriso!!!!

Nosssaaaa e agora? A Cecília,ela vai fugir? E a Amanda como vai fazer pra contornar essa situação? Nota mil sempre.


Resposta do autor:

Não acredito que a Cecília vá fugir, Amanda vai pira 

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