- Ahhhhhhhh...porra Flower...que delícia.
Me perdi no meio da suas dobras, Silvana estava tão molhada que chegava as suas coxas, a chupei com fúria e paciência a deixando enlouquecida, no processo a mim também. Quando sentia chegando ao gozo , parava e voltava a chupa-la com mais calma, seus gemidos guia para satisfaze-la. Entrei com os dedos e senti-la daquele jeito, apertada e escorregadia me deixou muito próxima do meu próprio orgasmo. Silvana começou a se mexer no ritmo dos meus dedos, cavalgando na minha boca. Daí não teve mais jeito, ela gozou e meu nome foi dito seguido de muitos palavrões. Ainda a lambi mais, só que ela se afastou implorando:
- calma Flower.
Limpei minha boca discretamente e escalei sobre seu corpo e a beijei delicadamente. Ela me abraçou e me acarinhou devagar enquanto recuperávamos o fôlego.
Comecei a aplicar beijinhos pelo seu pescoço, meu sexo pulsava para se libertar, mas não queria que Silvana fizesse nada que não se sentisse confortável. Foi com certa surpresa quando senti sua mão enfiar-se por dentro da minha calcinha e abarcar meu sexo:
- caramba você está tão molhada.
- e por você.
Ela me encarou e mais uma vez me perguntou sem palavras o que fazer. Tirei minha calcinha e peguei sua mão e a guiei para meu sexo. Ela arrastou os dedos pelo meu clitóris devagar primeiro , arfei, minha cabeça pendeu e se escondeu no meios do seus cachos, comecei a ditar o ritmo e Silvana me entendeu perfeitamente. Me virou de barriga para cima, se apoio em um cotovelo e me observou tão atentamente que se não estivesse perdida nas sensações que ela me causava, teria ficado com vergonha. Abrir minhas pernas e mais uma vez a guiei, mas agora para dentro de mim. Seus dedos escorregaram e começaram a entrar em sair, comecei a rebolar desavergonhadamente para ela, abocanhei seu seio, e gememos juntas. Depois não consegui fazer mais nada, só me deixei levar pelos dedos de Silvana e gozei maravilhosamente. Quando acabei , ela me beijou docemente e disse:
- você fica linda quando goza.
Eu dei risada e falei com a voz entrecortada:
- ninguém fica bonita quando goza amor.
Ela se sobressaltou com o vocativo, e tive vontade de me estapear, com certeza Silvana não estava pronta para aquele tipo de carinho, a beijei até distrai-la.
Acordei com cheiro de café , por um segundo fiquei meio perdida, até abrir os olhos e me deparei com o quarto dela. O lado da sua cama estava remexido e vazio. Tenho que confessar aqui que temi esse momento. Mesmo que nossa noite tenha sido uma loucura deliciosa, o que aconteceria daqui em diante? Como manter nossa amizade se agora tinha provado o que povoava meus sonhos desde que a conheci.
Levantei atordoada, procurando pelas minhas roupas, estavam dobradas aos pés da cama. Coloquei com pressa e depois fui ao banheiro, ao me deparar no espelho, notei que não conseguia parar de sorrir, estava feliz como nunca imaginei. Meu pescoço tinha um chupão, me provando que tudo fora real. Lavei o rosto tirando o resto da maquiagem que borrara e depois escovei os dentes com os dedos, já que não tinha escova de dentes. Não queria correr o risco de cumprimentar, espero que com um beijo, Silvana com boca de hálito matinal. Respirei fundo e adentrei a cozinha.
Ela estava de costa para a porta, de frente para o fogão. Vestia apenas um robe que deixava metade daquela bunda redonda que tanto apertei na noite anterior aparecendo e as pernas de coxas grossas. Não consegui evitar, minha calcinha molhou e meu baixo ventre deu aquela puxada de tesão. Mas na minha voz apenas transpareceu calma quando falei:
- bom dia.
Percebi que seus ombros retesaram ao ouvir minha voz, e meu estômago afundou, mas então ela virou e me deu um sorriso.
E puta que o pariu... gente ela me deu um sorriso escancarado, com todos os dentes a mostra. Ela me presenteou com o sorriso que desde que a conheci eu queria.
Não pude me conter, atravessei a cozinha em dois passos, a segurei pela cintura e olhei bem dentro daqueles olhos derretidos para mim:
- adoro o seu sorriso.
E a beijei e mais uma vez ela me correspondeu, devo dizer que com muito vigor. Gememos na boca uma da outra, a arrastei e a joguei em cima da mesa, que deu uma rangida mas a aguentou. Silvana arrastou as mãos pelas minhas costas e abriu as pernas, onde me encaixei perfeitamente. Minhas mãos entraram por dentro do se robe e que surpresa agradável que tive, ela estava nua. Apertei seus seios e Silvana saiu do beijo gemendo:
- Meu deus Flower, assim você me mata.
Beijei seu pescoço e falei sussurrando:
- só se for de prazer linda.
Ela voltou a me beijar, e continuei estimulando seus seios, ora apertando ora acariciando. Ela fechou as pernas na minhas costas e nossos sexos se encontram, gememos juntas, mordi seu lábio inferior e depois passei minha língua apaziguando a dor. Minhas mão saíram do seus seios e se instalaram na sua bunda, a trouxe para mais perto, e Silvana começou a rebolar. Estava a ponto de deita-la na mesa e chupa-la, quando o celular dela começou a tocar e sabia que aquele toque cretino da música Contrato do Jorge e Mateus era do Pedro.
Tudo em mim se esfriou, me separei dela e não olhei em seus olhos, apenas senti sua mão sobre a minha, mas ela não me segurou, esse gesto disse muito.
Ela desceu da mesa e atendeu ali mesmo na cozinha, comecei a me servi de café tentando fingir que não escutava:
- oi.
Ficou em silêncio por um tempo ouvindo, e depois falou parecendo tensa:
- não sei se posso hoje, mas...
Mais silêncio, a ouvi suspirar pesado e senti seus olhos em mim, mesmo estando de costas observando o quintal dos fundos pela janela e bebericando meu café, ela respondeu resignada:
- ta bom, passa daqui a pouco.
Minha mão tremeu de tal modo que tive que colocar a xícara na pia, meu coração confrangeu tanto que achei que ele tinha sumido. Ela se aproximou de mim, e sua mão tocou levemente minhas costas, meus olhos arderam do choro segurado. Sua voz estava suave quando disse:
- desculpa Flower, mas o Pedro, ele precisa...
Eu girei e a cortei antes que ela falasse qualquer coisa, minha expressão a mais afável:
- não tem problema Sil, preciso ir mesmo.
Comecei a me afastar e pude ver a frustração nela, mas não estava pronta para o fora que iria levar. Foi naquele momento que me lembrei que ela tinha namorado, que ela era apaixonada por ele, que eles estavam juntos há quase 1 ano. E me perguntei o que diabos eu fora para Silvana?
Sai pela porta da cozinha, pulei nosso muro e assim que me vi na segurança da minha casa, as lágrimas caíram.
Fim do capítulo

Lea
04/07/2022 às 09:38
É Flower,no Jardim da Silvana você foi uma bela de uma experiência,por enquanto.
Luhemi
06/07/2018 às 22:11
perolams
03/06/2018 às 07:10
Resposta do autor:
ola,
Foi isso mesmo, nesse momento Silvana esta confusa... e assustada, mas posso dizer que adorou tudo..hahaha.
abrços