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Tomada de assalto por Cristiane Schwinden

Ver comentários: 6

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Palavras: 1834
Acessos: 4561   |  Postado em: 18/05/2018

Capítulo 27 - Esquenta

Capítulo 27 — Esquenta

 

Maio trouxe mais serviços de jardinagem para Flávia e o dia do seu aniversário. Acordou animada por ter um trabalho naquele dia, numa empresa na área industrial de São José. Era coisa de um ou dois dias, mas já era a segunda vez lá, estavam gostando do seu trabalho e haviam mencionado um contrato mensal. Juliana dava todo apoio e emprestava seu carro para esses serviços, estava inclusive criando nome e logotipo para ela.

As negativas procurando emprego formal já não a deixavam arrasada como antes, naquela semana conseguira rachar as despesas do apartamento com Juliana, com seus ganhos avulsos. Se antes já estava difícil ser contratada, agora estava ainda pior por ser ex-presidiária.

Semana passada recebeu um e-mail de uma loja onde havia agendado entrevista. “Estamos cancelando sua entrevista, aqui é uma loja de cidadões de bem, não podemos contratar pessoas com passagem”. Assim, desse jeito, com erro e tudo.

O emprego no supermercado que Cláudia havia mencionado foi por água abaixo quando o dono do supermercado descobriu o antecedente criminal de Flávia, no dia em que assinaria o contrato.

Naquela manhã especial só estava faltando uma coisa no quarto: Juliana.

— Ju? — Ergueu-se nos cotovelos, era mais cedo que o horário que costumavam acordar. — Ju, você está aí? — A chamou, coçando os olhos.

— Já vou!

Voltou a deitar, fechou os olhos e suspirou longamente. Uns pequenos feixes de claridade entravam pelo alumínio. Era a vida lhe sorrindo.

Abriu os olhos ao ouvir a entrada barulhenta de Juliana, que carregava com cuidado uma bandeja, a pousando sobre a cama. Sentou-se rapidamente e admirou cheia de surpresa aquelas coisas todas.

— Feliz aniversário, meu amor. — Juliana disse com um grande sorriso e uma voz doce.

— Caramba... Olha tudo isso! Achei que você tinha esquecido, você não comentou nada.

— Surpresa é melhor, não acha?

— Você não existe, vem aqui me dar um beijo, vem.

Juliana esticou-se para frente, dando um longo beijo nela.

— Te amo muito, sabia? — Juliana disse acariciando seu rosto.

— Também te amo, fofinha, você é maravilhosa! Olha isso! Onde arranjou essas flores lindas?

— Fui buscar num lugar distante.

— Onde?

— Na casa dos meus avós, em Antônio Carlos.

— Você foi em Antônio Carlos hoje??

— Fui sim, acordei cedinho. Gostou? Eu não sei o nome delas, mas escolhi as mais bonitas, com autorização do meu avô, é claro.

Flávia tomou o arranjo improvisado nas mãos, correu os dedos delicadamente pelas pétalas das flores, haviam rosas, cravos, hibiscos e margaridas.

— Você não faz ideia o quanto isso significa para mim, Juliana, isso é especial demais. Obrigada por tudo, eu não poderia ter alguém mais incrível ao meu lado, sou uma baita sortuda.

— Eu sei que você adora flores, quis te fazer um agradinho. — Riu. — Você tá chorando?

— Não, só fiquei um pouco emotiva. — Riu também. — Eu não esperava.

— E tem coisas de comer também, passei na padaria e comprei essas guloseimas, espero ter acertado.

— Nunca fizeram nada parecido por mim...

Juliana afagou seu rosto e a beijou.

— Tá com fome, gatinha?

— Sim. Nossa, faz tempo que não vejo um croissant… — Flávia disse e o pegou da bandeja. — Você vai comer comigo, né?

— Claro, estou acordada desde às 4:30h sem comer nada. Quer suco ou café? Gosta de suco de manga?

— Não, mas eu gosto de café.

— Eita, desculpa, eu ainda chego lá.

— Ainda estamos nos conhecendo, eu também não sei quais sucos você gosta, além de laranja.

— Até que isso é divertido, tô adorando te conhecer. — Juliana disse com a boca cheia de pão. — Com leite, né? — Despejou leite na caneca de café da namorada.

— Sim, obrigada. — Bebeu um gole. — Quanto tempo temos?

— Você vai me deixar na fábrica e depois vai para seu serviço na área industrial, certo?

— Uhum.

— Então temos uma hora para sair. — Disse consultando o celular. — Você dirige devagar.

— Não, você que dirige rápido demais.

— O velocímetro tá estragado.

— Não tá, não.

Juliana enfiou um pão de queijo na boca de Flávia.

— Você é mineira, deduzi que gosta de pão de queijo, lá é a terra do pão de queijo, não é? — Riu.

Depois de finalmente engolir o pão de queijo, Flávia quis se vingar.

— Isso aqui é geleia de morango?

— É sim.

— Sua família materna é de Antônio Carlos, e a família paterna? — Flávia sabia a resposta.

— De Rancho Queimado, já te levei lá, inclusive.

Flávia passou dois dedos na geleia e depois nos lábios e queixo de Juliana, a pegando de surpresa.

— Hey! — Exclamou, já se limpando.

— Você é de Rancho Queimado, deduzi que gosta de morango, lá é a terra do morango, não é?

— Virou guerra, querida?

— Você que começou, baixinha.

— Ok, agora você jogou sujo, você sabe que odeio que me chamem assim. — Juliana disse e colocou a bandeja sobre a cômoda.

Voltou para a cama e pulou sobre Flávia, prendendo seus pulsos ao lado da cabeça.

— Repete essa calúnia.

— Não é calúnia, você tem 1,60m.

— E dois. Então vai procurar uma altona pra dormir com você, vai.

— Mas eu gosto de baixinhas.

— Suas ex-namoradas são baixinhas?

— Sim, Carol é mais baixa que você, inclusive.

Ops.

— Que?? Carol? — Juliana perguntou de cenho franzido.

— Achei que ela tivesse te contado.

— Contado o que?

— Que tivemos algo no passado.

Juliana saiu de cima dela.

— Carol é sua ex-namorada??

— Não considero um namoro mesmo, foi coisa rápida, alguns meses.

— E não me contou por quê? Meu Deus, eu peguei sua ex! — Se dava conta.

— Não achei relevante.

— E não contou nem depois da merd* que fiz?

— Continuei achando irrelevante.

— Então… Foi uma espécie de vingança de Carol? Você terminou com ela, que não gostou do toco, e resolveu se vingar me enchendo o saco até ficar com ela, para te atingir?

— Eu não dei toco nenhum, ela me traiu na frente dos meus amigos, numa festa que não pude ir.

— Ela não é flor que se cheire, né? Eu fui bem idiota, desculpa.

— Eu sei que ela é sua amiga, e amiga de Maurício, de Everton, de Aline… Mas eu não quero mais contato com ela, muito menos a amizade, tudo bem? Vocês podem fazer o que bem quiserem, mas não quero mais ver essa garota.

— Eu também não quero, sei que não fui santa nessa história, mas ela não agiu certo. E se eu estivesse no seu lugar também ia querer distância dessa ruiva.

— No hospital você perguntou se eu tenho ciúmes de Carol, eu respondi, ou pelo menos tentei responder que sim, mas na verdade não é exatamente ciúmes... É... Sei lá, acho que falta de confiança.

— Em quem?

— Vocês duas.

— É, eu sei... Eu quebrei sua confiança.

— Quebrou, mas a boa notícia é que você tem feito um ótimo trabalho a reconquistando.

— Tenho? — Perguntou sorridente.

— Resultado de todo esse cuidado e amor que você tem me dado, nunca me senti tão mimada, Dona Juliana.

Juliana estava radiante, parecia mesmo que ganhava aos poucos a confiança perdida outrora, engatinhou de mansinho por cima de Flávia, sentando em suas pernas.

— Você não tem medo de um dia acordar e se dar conta que foi só um sonho? Porque eu morro de medo disso, acordar e não te encontrar do meu lado.

— Na verdade tenho medo de te perder, mas prefiro não pensar nisso e aproveitar sua ilustre presença sobre meu corpo. — Arrematou com um sorrisinho sacana.

Juliana percebeu a mudança de clima, inclinou-se sobre a namorada, roubando pequenos beijos.

— Vamos comemorar seu aniversário. — Sussurrou entre os beijos.

— Como?

A jovem ergueu-se e tirou a camiseta, ainda montada em seu quadril. — Pode tocar, gatinha, são seus.

Flávia não se fez de rogada, tomou os pequenos seios em suas mãos, ora acariciando, ora apertando. Juliana desceu novamente para um beijo apaixonado, girou para cima da namorada e foi logo baixando o short dela. Tirou a peça de roupa e voltou para outro beijo de tirar o fôlego. Interrompeu deixando Flávia perdida.

— Tenho outro presente para você.

— O que?

Juliana abriu a gaveta ao lado e tirou um pequeno frasco transparente com um lacinho de fita.

— Isso esquenta, quero usar. — Disse removendo o laço.

— Onde?

A garota apenas deu uma olhadela com ares safados na direção do sex* desnudo de Flávia.

— E então?

Flávia riu e respondeu.

— Fique à vontade.

Juliana deixou o gel ao lado e partiu para beijos pelo ventre e virilhas, não era a primeira vez que faria oral em Flávia, mas ainda se achava inexperiente demais nessa arte, tinha insegurança.

Quando finalmente caiu de boca e sentiu de fato o gostinho da excitação da namorada, se animou e se apressou em pegar o gel, sem sair dali. Só ergueu um pouco o rosto para deixar cair um fio do líquido, causando uma contração do corpo de Flávia.

— Tá frio?

— Tá.

— Ele vai esquentar, quer ver? — Disse com sorriso arteiro, Flávia se derretia por ela.

Juliana voltou ao ofício com a boca, aquilo realmente esquentava. Penetrou dois dedos depois de ter certeza que Flávia estava lubrificada o suficiente. A combinação foi um banquete de prazeres para a aniversariante, que mexia o quadril no ritmo dos dedos de Juliana.

— Juliana... — Flávia já arfava, com a cabeça para trás. — Eu vou...

Não precisou terminar a frase. Juliana admirou a cena, passou a mão no queixo e subiu para beijá-la. Flavia conseguiu com esforço abraçar a namorada, ainda recuperando a respiração.

— Gostosa... Você é muito gostosa... — Disse no ouvido de Flávia, que apenas sorriu.

Juliana encheu seu pescoço e ombros de beijos, voltou ao pescoço com lambidas.

— O aniversário é seu, mas eu que ganhei a visão desse orgasmo maravilhoso.

— Você acaba comigo... — Flávia disse tomando o rosto dela entre as mãos e a beijando demoradamente.

Enquanto a beijava, Juliana subia a camiseta de Flávia, que teve seus seios abocanhados ao fim do beijo.

— Ju, não dá tempo pra mais uma.

— Shhh... — Juliana voltou a ficar com o rosto acima do dela. — Só estou me despedindo. É um até breve.

— Ok. — Flávia segurou o riso. — Saiba que vou usar esse gel em você hoje à noite.

— Está me ameaçando, querida? — Juliana largou o que fazia.

— É um aviso.

— Você gostou da sensação?

— Adorei, por isso você será a próxima cobaia.

— Com todo prazer, meu amor.

Outro beijo, e saíram meia hora depois, atrasadas e felizes.

Fim do capítulo

Notas finais:

Penúltimo capítulo!

Vou deixar uma brincadeirinha para vocês: Em 2121 eu coloquei um easter egg de Tomada de Assalto (easter egg = referência escondida).

A primeira pessoa que acertar qual foi o easter egg ganha um brinde do Lettera em casa.

Dica: prisioneira

Se ninguém acertar, eu revelo no próximo capítulo.


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Comentários para 27 - Capítulo 27 - Esquenta:
Zaha
Zaha

Em: 18/05/2018

Mulher, cê adora easter Egg! Eu até tenho uma pessoa na cabeça, mas esqueci o nome e sem disposição pra buscar ok. E como sou generosa e n quero q gaste dindin demais, deixarei pra outra!!! Hahahaha.. 

Não se ofenda...tô meio preguiçosa, c dor de cabeça , estado anímico baixo e textos pra estudar.

Tá terminando...que pena!!!!

Beijos

 

 


Resposta do autor:

Poxa, adoro descobrir e inventar easter eggs, desde a época do joguinho escondido no Excel hahahahha

Mas sabe q descobri que mandar carta pra fora do país é barato? paguei 4 reais pra mandar adesivos e marcadores pro Japão.

Vou postar o último hoje!

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deni
deni

Em: 20/05/2018

Não faço ideia. To igual a Dory... kkkk

Parabéns pra quem ganhar.

 


Resposta do autor:

Dona Kaline matou a charada ;)

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 19/05/2018

Que aniversário mara hen? Com certeza ju se redimiu da besteira q fez. Eu num saquei nada desse egg alguna coisa. Kkkk. Amando o conto e essas personagens. Bjs


Resposta do autor:

Aniversário combina com... sexo, é claro hehe

Que bom q tá curtindo, patty <3

Grande bjo

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mtereza
mtereza

Em: 19/05/2018

O conto esta bem novela da globo mesmo mais estou amando não faço a mínima ideia de quem era a easter egg de Tomada de Assalto em 2121 kkk bjs bom final de semana uma pena esta acabando esse delicioso conto 


Resposta do autor:

Parece novela do Manoel Carlos né? Tudo numa paz... rs

A Kaline matou a charada do easter egg, era a Flávia.

Obrigada por me ler, querida! Grande beijo!

Responder

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kaline
kaline

Em: 19/05/2018

Creio que a referência é, sobre uma prisioneira da mesma prisão na Rússia onde a Sam ficou, também chamada Flávia que gostava de ler e tornou-se namorada da Svetlana.

Esse é meu chute kk


Resposta do autor:

Mandou bem, Kaline! Pegou a referência exata! Vou te mandar um email pra gente combinar direitinho, viu?

Vc presta atenção mesmo, hein? 

Bjão!

Responder

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Sem cadastro
Sem cadastro

Em: 18/05/2018

Mulher, cê adora easter Egg! Eu até tenho uma pessoa na cabeça, mas esqueci o nome e sem disposição pra buscar ok. E como sou generosa e n quero q gaste dindin demais, deixarei pra outra!!! Hahahaha.. 

Não se ofenda...tô meio preguiçosa, c dor de cabeça , estado anímico baixo e textos pra estudar.

Tá terminando...que pena!!!!

Beijos

 

 


Resposta do autor:

Poxa, adoro descobrir e inventar easter eggs, desde a época do joguinho escondido no Excel hahahahha

Mas sabe q descobri que mandar carta pra fora do país é barato? paguei 4 reais pra mandar adesivos e marcadores pro Japão.

Vou postar o último hoje!

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