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Tomada de assalto por Cristiane Schwinden

Ver comentários: 3

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Palavras: 1311
Acessos: 5032   |  Postado em: 22/04/2018

Capítulo 16 - Descoberta

Capítulo 16 — Descoberta

 

— Que calor é esse? Jesus Amado! — Flávia reclamava, passando a mão pela testa molhada.

— Esse galpão é um forno, poderiam fazer umas aberturas. — Retrucou Adriana.

— Hey, vocês não podem ficar com as camisas assim, baixem agora. — Disse um guarda.

— Tá quente demais, senhor. Só está um pouco enrolada. — Flávia argumentou calmamente.

— Abaixem essa merd* agora senão dou um pau nas duas.

Flávia desenrolou sua camisa, mas a amiga não fez o mesmo.

— Liga um ar condicionado que eu arrumo a camisa.

— Você está contrariando minha ordem? É isso?

— Vai cuidar da ala materno-infantil, vai, sei que você curte olhar as mamães amamentando.

— Repete! Vai, repete isso! — Ele disse enquanto batia nela com o cassetete.

— Pare com isso, ela vai obedecer!

— Venha comigo, vou dar um pau em você que vai ficar vomitando sangue duas semanas! — O guarda disse e arrastava a pequena Adriana pelos braços, na direção do depósito.

— Você não pode fazer isso! Largue ela!

Flávia correu na direção deles, tentando soltar a amiga das mãos dele. Rapidamente veio o revide, com golpes a esmo. Outros dois guardas apareceram e levaram as duas para o setor da segurança.

Na sala, deram de cara com o agente prisional que quase havia violentado Flávia, ele deu um sorriso quando as reconheceu.

— Pode deixar essas duas encrenqueiras comigo, pessoal.

— Temos ordens de permanecer na sala, senhor.

— Tá bom, tá bom. Qual foi a merd* da vez?

— Elas iniciaram luta corporal comigo depois que eu pedi para elas arrumarem as camisetas, que estavam enroladas até os peitos.

— Você ia bater nela! — Flávia se defendeu.

— Não deixei vocês falarem. — O agente sentou atrás de uma mesa. — Tem problema não, sei que vocês não ligam para solitária, mas vamos adicionar umas coisinhas nada favoráveis nas fichas, depois vocês vão descobrir em quantos meses ou anos a pena vai aumentar.

— Não faça isso, por favor. — Flávia implorou.

— Agora baixou o tom, né? Pois vai ter que lidar com as consequências.

***

No dia seguinte Flávia foi cedo para o corredor com telefones, tinha sua ligação semanal e precisava falar com Juliana, estava desesperada.

— Ju? Que bom que você atendeu, desculpe ligar mais cedo, mas eu precisava te contar o que aconteceu, eu não sei o que fazer.

Juliana suspirou fundo de forma audível do outro lado da linha.

— O que aconteceu? — Perguntou com a voz pastosa.

— Acabei me metendo numa confusão, aquele cretino do agente sujou minha ficha, disse que minha pena vai aumentar. O que eu faço? Eu não vou sair daqui tão cedo!

— Que droga... — Outro suspiro. — Escute, eu estava aguardando sua ligação para te falar uma coisa.

— O que foi, fofinha? Aconteceu algo com você?

— Meus pais encontraram sua última carta, não tive como continuar mentindo, tive que contar tudo.

— Ah não... Não... — Esfregou a testa. — E como reagiram?

— Flávia, eu sinto muito... — Começou a chorar. — Eu não posso mais, eu sinto muito.

— Não pode o que?

— Eles ainda são meus pais, entende? Eu preciso terminar tudo com você.

Silêncio.

— Flávia?

— Tem certeza?

— Tenho sim, eu estou presa dentro de casa, só posso sair para trabalhar. Meus pais estão furiosos, eu não posso continuar com isso, eu sinto muito...

— Isso tudo só pode ser um pesadelo... A gente ainda pode dar um jeito, não tome nenhuma decisão agora.

— Eles descobriram! Você não está entendendo a situação?

— Eu sei, eu sei, querida. Você deve estar sofrendo demais aí com essa situação, mas espere, as coisas vão se acalmando com o tempo.

— Flávia... Você não está facilitando nada, entenda... Acabou, acabou pra valer, não posso mais. — Dizia entre lágrimas.

— Mas não pode acabar assim, espera eu sair daqui.

— Você vai ficar bem, eu desejo que conheça alguém que possa ficar com você e te fazer bem.

— Ju... Eu te amo, por favor... — Também chorava.

— Não fala assim...

— Então... É isso mesmo? É definitivo?

— Sim, é sim. Você sempre me compreendeu, tente entender minha situação agora. Desculpe por ser covarde, mas não tenho forças pra lutar contra meus pais.

A carcereira sinalizou o fim da ligação.

— Eu prometo que vou tentar entender, eu prometo, ok? Eu quero o melhor para você. — Flávia disse com lucidez. — Mas eu vou te procurar quando sair daqui, nem que seja pra uma última conversa.

— Fique bem, tá?

— Tá bom. — Saiu num fio de voz.

Flávia desabou a chorar ao fim da ligação, sendo repreendida pela carcereira. Não foi para a fábrica, correu para a cela e passou o dia deitada encolhida para o lado da parede. Não fez as refeições nem foi tomar banho, não quis falar com ninguém, suas companheiras de cela não pareciam muito preocupadas com ela, de qualquer forma.

Na manhã seguinte Adriana foi ver sua amiga assim que as celas se abriram, ela continuava deitada e totalmente apática.

— O que tá pegando, gatona? — Ela perguntou sentando ao seu lado na cama.

Flávia não respondeu de imediato, virou devagar pra cima e lançou os olhos vermelhos na direção de Adriana.

— Acabou.

— Sua namoradinha? O que deu?

— Os pais descobriram, ela terminou tudo comigo ontem quando liguei. — Voltou a chorar.

— Ela é filhinha de papai, né? É assim mesmo, você sabia no que estava se metendo.

— Isso tudo deveria ter acontecido quando eu já estivesse lá fora, a gente ia poder conversar, eu poderia até mesmo falar com os pais dela, mas assim... Assim eu nem tenho o que fazer, ela já decidiu e eu estou aqui presa.

— Arranja uma aqui dentro, é bem mais fácil namorar alguém que tá tirando cadeia também.

— Eu só quero a Juliana. — Enxugava os olhos lentamente.

— Bola pra frente, mulher.

— Eu quero passar o resto da minha pena deitada aqui.

— Não pode se entregar, vai que você consegue sair logo e reconquista a mina?

— Não vou sair tão cedo, Dri.

— Então tem que criar forças para trabalhar, cada três dias trabalhando reduz um dia de pena, além do dindim.

— Ela não me quer mais...

— Bom, você tem duas opções: ou fica aqui chorando com os ratos e baratas, ou ergue a cabeça e corre atrás do prejuízo. Eu estou indo trabalhar, se você resolver ir posso esperar você colocar algo no bucho.

— Você esperaria eu tomar um banho também?

— Bora, mulher!

***

Juliana não sabia se o sol já havia se posto naquele sábado, havia passado todo o dia trancada no quarto com as persianas fechadas, de vez em quando olhava fotos de Flávia no celular.

A claridade que entrou no quarto quando a porta se abriu a fez cobrir os olhos, era sua irmã.

— Sou eu, maninha.

Trocaram um olhar de cumplicidade, não precisavam dizer nada, Karina a entendia. Sentou ao seu lado e Juliana atirou-se em seus braços aos prantos.

— Eu terminei com ela. — Disse quando conseguiu controlar o choro.

— Não se culpe, você tentou.

— Eu a enchi de esperanças, depois terminei de uma hora pra outra, ela deve estar tão magoada comigo...

— Era loucura demais, não tinha como dar certo.

— Nem tivemos chance de tentar.

— O pai e a mãe nunca aceitariam uma coisa dessas, eles nunca vão entender, você sabe como é a cabeça deles.

— Mas não para de doer, acho que vou enlouquecer, não sei o que faço...

— O tempo cura tudo. — Afagou suas costas. — Foi melhor acabar agora, daqui a pouco para de doer.

Fim do capítulo


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Comentários para 16 - Capítulo 16 - Descoberta:
perolams
perolams

Em: 23/04/2018

Adriana só mete Flávia em fria, se continuar desse jeito vai triplicar a pena. Juliana também não tá legal, não pode ver o único amigo de quem poderia receber apoio e a irmã é bem meia boca.
Resposta do autor:

Essa questão sobre o tamanho da pena vai ser decisiva né?

Juliana vai se reencontrar, minha gente, vamos dar uma chance pra menina... rs

Bjão e obrigada!

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Mille
Mille

Em: 23/04/2018

Olá Cris

Juliana acatou as ordens dos pais e terminou com a Flávia falta só reatar com o ex, para agrada--los.

E Flávia precisa ocupar a mente e esperar que o tempo passar logo e ver se afasta de confusão.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Juliana tá meio perdida, vai fazer suas merdas, mas vai se reencontrar, vamos dar um voto de confiança pra menina ;)

Beijo e obrigada!

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Kim_vilhena
Kim_vilhena

Em: 23/04/2018

Ju sua frouxa, desse jeito vai acabar chorando nós três :'( não supero esse término 

Só espero que a flávia pare de se meter em tretas, isso só vai fazer ela criar raízes na cadeia kk


Resposta do autor:

Vamos ter calma com a menina, ela tá assustada. 

Vai ter mais um pouquinho de dias tristes...

Flavia tem uma imã para tretas XD

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