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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 7

Ver lista de capítulos

Palavras: 2852
Acessos: 2423   |  Postado em: 15/03/2018

Esse é o tal de amor...

 

 

Cecília andava dentro do apartamento de Olavo, ainda era cedo, mas já estava ansiosa para sair com a sua “Chaplin”! Ficou imensamente feliz por estar de folga naquele dia. Mas não sabia se seria bom para sua sanidade, ter a mente sem uma ocupação.

Ouviu quando a porta foi aberta, já estava levantado do sofá, quando viu o Olavo acompanhado de uma linda ruiva!

- Mamãe? – Foi mais uma interrogação, do que um cumprimento.

- Vou deixa-las... – Dizendo isso, Olavo, dá um abraço carinhoso em Ceci, seguindo em direção ao escritório.

Cecília caminhou em direção a sua mãe, trazendo-a para o sofá.

- Não sabia que você queria me ver. Olavo poderia ter me falado, eu teria ido em casa lhe ver! Ou a Carmem poderia ter me ligado você já saiu ontem para ver a Theo... – Falou feliz! Como queria que sua mãe a entendesse.

Roselly olhava encantada para sua filha... Era tão bom vê-la, depois de tantos anos! Tão bom sentir-se parte de algo novamente... Notou como Cecília esfregava as mãos, ela tinha esse costume desde pequenina, quando ficava ansiosa.

Em um gesto leve e afetuoso segurou as mãos de sua filha entre as suas.

Os olhos, castanho claro, voltaram-se para si! Pareciam não acreditar...

Roselly sorriu... Aquele sorriso que por anos, Ceci, sentiu falta!

- Mãe... – Cecília tinha o olhar assustado.

- Oi minha Lia... Como senti sua falta meu amor...

Mas naquele momento mais nada fora dito. A ruiva mais velha apenas afagava aquela mulher que se derramava em lágrimas em seu colo.

- Pode chorar meu amor... Sua mãe está aqui agora! Perdoe-me Cecília, por te trazer tanta dor... Se eu pudesse voltar...

Roselly tinha um sorriso carinhoso em seus lábios, mesmo ainda não falando com toda sua entonação.

Cecília nada respondia...

Olavo conseguia ouvir seu choro do escritório... Podia sentir a dor emitida naquele som. Olhou pela janela, esperava que sua melhor aluna e sua filha fossem muito felizes!

- Mas como? – Foi tudo o que conseguiu falar para sua mãe, em meio aquele amontoado de sentimentos!

- Não sei meu amor... Eu tenho lembranças daquele par de olhos azuis... E algo neles me trouxe daquela “escuridão”...

- Theo... – Sussurrou.

- Sim, ela tem algo especial... Que me cativou... E parece que não fui somente eu! – Afirmou Rose com um ar brincalhão.

- É mamãe, também acabei “cativada” naqueles olhos! – Falar em Theo, era quase uma cura para Cecília, que já não mais chorava. – Mas parece que ela cativou a todas as ruivas dessa família...

Roselly notou como Cecília havia ficado ao fazer aquela observação. Sorriu da ingenuidade de sua filha.

- Lia, você confia no sentimento que Theo diz sentir por você? – Perguntou já sabendo a resposta.

- Sim, mãe! Eu sinto aqui dentro... Nunca imaginei existir algo tão avassalador assim... – Sentiu suas bochechas queimarem.

- Então meu amor, – Roselly levantou seu rosto, Cecília ainda possuía o mesmo olhar amoroso de criança... E via isso em Theo também! – você não precisa se preocupar. Vá viver esse sentimento!

- Eu vou, mamãe!

Aquele momento seria guardado para sempre em seus corações... Cecília estava se aventurando por um caminho totalmente desconhecido, mas teria sua melhor amiga lhe apoiando... Como sempre foi!

“Terei que esperar até de noite para te ver... Minha “Chaplin”!”. Cecília não conseguiu conter os pensamentos que pareciam ir de encontro a ela.

 

§

 

O cheiro das tintas ganhava proporção na medida em que a bela mulher adentrava em seu atelier... Fechou os olhos numa fração de segundos e sorriu. Estava em casa!

Pode ouvir a música que alegrava aquele ambiente... Música? Sim! Pablo estava lá, sempre esteve... Theodora sabia que aquele menino já pertencia a sua vida. Ficou observando-o, pintava com tamanha destreza, realmente os pinceis lhe caiam muito melhor que os sprays.

Sorriu! Pois, sabia... Há muito já havia encontrado seu lar...

Aproximou-se sorrateiramente, sem que o menino percebesse sua presença! E não pode se conter ao falar bem próximo de seu ouvido:

- Ainda está faltando um pouco de azul! Acho que tem muito que aprender...

Pablo ficou olhando-a parado, com o pincel no ar quase tocando na tela.

- Theo... – Falou surpreso, pois, não a esperava tão cedo.

- Ora, e quem você estava esperando? – Falou brincalhona.

No entanto o menino apenas pulou do banco para jogar-se nos braços dela.

- Que bom que já está de volta!

- Ainda bem, né! Quem mais iria lhe dizer que está faltando azul? – Gargalhou da cara que ele fez. – Mas tudo bem, pois, teremos muito tempo para melhorarmos sua paleta de cores...

Pablo piscou, mas rápido do que podia notar.

E Theo? Theodora lhe sorriu e em seus olhos a confirmação que Pablo tanto esperava...

- Isso quer dizer que...

- Quer dizer, Pablo, que terei sua tutela... Ou melhor... Já pode me chamar de mãe Theo! – Riu divertida ao bagunçar o cabelo, que estava bem arrumado.

- Não brinca! Você vai aceitar que eu more aqui com você? Sério mesmo, Theo? – Estava completamente eufórico, o movimento corporal não conseguia acompanhar o raciocínio.

- E eu iria perder a oportunidade de ver você crescer e levar uns foras das meninas! – Piscou alegre.

- Sei! Você quer é se divertir as minhas custas, isso sim!

- Com certeza!

Por um breve momento o silêncio os envolveu... Para depois vir uma onda de risadas eufóricas!

Theodora não poderia prever o futuro e se pudesse... Faria tudo novamente! Seu passado já conhecia, em partes, pois, nunca se importou com o que não poderia lembrar. Há questão não era quem lhe deu a vida, quem lhe abandou, ou o que ocorreu antes e depois, mas sim, quem ela escolheu ser, e quem, escolherá para traçar essa jornada consigo...

Sem dúvidas, aquele menino, caminharia ao seu lado!

- Pode esquecer essa coisa de mãe! Nem pensar... Já imaginou quando meus colegas souberem... Vão querer vir aqui em casa, só pra ficar de olho na minha “mãe”! Não, não... Eu não me responsabilizo pela integridade física deles! – Fez cara de sério.

- Mas é muito marrento! Tudo bem... Sou muito linda pra ser mãe de alguém com esse cabelo! – Bagunçou mais um pouco.

- Você se acha, né!

- Um pouquinho só...

A conversa continuou em meio às brincadeiras e provocações que um sempre fazia com o outro. Theo ainda teria que conversar com a mãe de Pablo, mas isso não seria problema.

A loira tinha algo muito mais mirabolante para a noite... Que atendia pelo nome de Cecília!

“É doutora... Se você continuar a povoar meus pensamentos, vou acabar enlouquecendo!”. Pensou a arteterapeuta enquanto ensinava a teoria das cores para o Pablo.

 

§

 

Cecília fez questão de deixar sua mãe em casa. Mesmo arriscando de se encontrar com Beca. No entanto, para sua surpresa, foi outra integrante daquela família que encontrou.

- Tia Nélo! – Exclamou feliz.

- Oi minha lindinha! Está cada vez mais gatona! – Beijou calorosamente sua sobrinha.

Penélope havia recém chegado, esperava ter sorte dessa vez e encontrar sua irmã.

- Minha irmã! Estou tão feliz em ver como já está se recuperando!

Penélope abraçou fortemente a Rose.

- Obrigada, Nélo... Mas eu tive sorte em encontrar um ser maravilhoso em minha vida. – Falou Roselly ao sorrir.

- E quem seria essa pessoa? – Perguntou curiosa.

- A filha do doutor Olavo... – Rose sentiu como o nome do doutor saiu com carinho de seus lábios. – A Theo, ela é uma excelente profissional e um ser humano incrível.

Penélope notou a devoção com que Roselly falava.

- Nossa, mas você está completamente encantada para essa tal de Theo! – Falou fingindo ciúmes.

- Mas é muito ciumenta essa minha irmã... Vem cá!

Roselly abraçou-a carinhosamente! Não poderia ser diferente... Sentia saudades da irmã. Lembrou-se de um passado tão distante...

- Adoro o amor fraternal!

Os olhares voltaram-se para Rebeca, que estava parada no topo da escada, apenas observando.

Desceu calmante, era como se nada pudesse atingi-la. Roselly observava sua descida curiosamente.

- Titia – falou com desdém – continua tão falsa quanto é possível eu me lembrar!

A expressão de Penélope era tão chocada quanto à de Cecília! No entanto Roselly pareceu não se surpreender com as palavras da filha.

- Isso são modos, Rebeca? – Só nesse momento, Beca, estagnou.

Roselly caminhou em sua direção, tomando a filha em um abraço de mãe. Beca acabou ficando com os olhos voltados para Cecília, que não pode ouvir o que sua mãe falou no ouvido de Rebeca, mas viu quando uma lágrima teimou em escorrer do olho de sua irmã!

Penélope estava alheia ao que estava acontecendo, não vendo o estado em que Rebeca havia ficado...

Rebeca se culpou por demonstrar um momento de fraqueza... Voltando ao seu normal!

- Bom, vou deixar a Titia matar a saudade! Não quero atrapalhar esse momento tão verdadeiro...  

Piscou para a Ceci, que não entendeu as palavras da irmã!

- Rose... Às vezes a Rebeca me dá medo... – Penélope falou encarando a irmã.

Cecília que apenas observava a tudo, não pode deixar de se surpreender com a resposta de sua mãe...

- Todos nós temos os nossos demônios, Penélope! Porque Rebeca teria que ser diferente?

“O que mamãe está querendo dizer?”. Cecília não podia deixar de pensar.

 

§

 

As luzes passavam rapidamente pelos seus olhos, provavelmente no mesmo ritmo que Theodora sentia seu coração bater! Assim que estacionou sua moto, subiu em direção ao apartamento de seu pai... Encontrar sua ruivinha!

Pensou que seria mais apropriado tocar a campainha... E foi o que fez.

Não demorou muito e Olavo abriu a porta. Era como se os papeis estivessem invertidos.

- Sinto como se Cecília fosse minha filha, com você tocando a campainha para busca-la! – Riu divertido.

- Sendo assim... Gostaria de pedir sua permissão para levar a mais encantadora das mulheres, para uma linda noite de magia! – Piscou para seu pai, que entrou na brincadeira! Eles só não se deram conta, de que, a ruivinha estava presenciando tudo!

- E quais são suas intenções com a minha filha? – Arqueou a sobrancelha, por um momento Theo ficou com medo do próprio pai...

- Fazê-la dona absoluta do meu coração! – Disse com uma voz encantadora.

Nem Olavo esperava escutar aquilo... Apenas sorriu e abraçou sua filha!

- Cuida da Ceci, meu amor! – Falou em seu ouvido.

- É só no que consigo pensar, papai...

Só nesse momento eles notaram a presença da mulher... Que estava... Deslumbrante!

Os olhos de Theo não conseguiam desviar dos de Cecília, estavam ligados por algo, que jamais poderia ser palpado...

- Então, para onde vai me levar, “Chaplin”? – Aquela voz fez tremer cada molécula do corpo de Theodora. Como ela possuía esse dom...

“Vou te levar para dentro da minha vida”! Theodora sorriu com a força daquele pensamento.

- Não conhecia esse seu lado curioso! – Caminhou até ela e depositou um beijo em seu rosto.

- Você não conhece nem metade dos meus “lados”! – Sorriu sugestiva, Cecília.

“Que mulher é essa!”. Theo sentiu uma onda de frenesi lhe percorrer o corpo.

- Tenho certeza que não...

Olavo que sentiu já estar sobrando, falou:

- Ok! Já estou indo em direção aos meus aposentos... Traga minha filha antes da meia-noite! Ouviu Theodora? – Falou sério!

- Sim, doutor Velásquez!

Cecília riu da cara de pânico que Theo fez ao ouvir aquilo do próprio pai.

Despediram-se de Olavo e seguiram em direção à moto de Theo.

- Cecília essa é a Belezinha... Belezinha essa é a doutora que eu lhe falei! – Theo brincou com Ceci.

- Prazer Belezinha! – Cecília entrou na brincadeira. – Então, Belezinha o que sua dona fala de mim?

- Isso é segredo! – Theo sorriu montando em sua moto.

Cecília parou por um instante antes de subir, Theodora notou e ficou se perguntando qual seria o motivo.

- Se você tiver medo Cecília, eu posso pegar o carro do papai?

Se Theo soubesse que a Cecília parou porque notou que ficaria colado ao corpo dela, talvez não tivesse feito àquela pergunta.

- Não precisa Theo, eu não tenho medo.

Quando Theodora sentiu os braços da ruiva ao redor de sua cintura, apertando seu corpo contra o dela... Quis que o mundo parasse! Era isso então... Seu corpo reagia a cada movimento dela... Seus pensamentos eram povoados por ela... A sentia mesmo sem vê-la...

“Esse é o tal de amor... Outra arte que não podemos definir!”

Sorriu com a constatação e guiou a moto com maestria pelas ruas de Coronado.

À medida que andavam pela cidade, Cecília reconhecia o caminho. E qual não foi sua surpresa ao ver que estavam na praça que haviam se encontrado pela primeira vez! Sorriu, pois as lembranças daquele dia vieram átona... Como queria sentir-se completa naquele dia... E agora... Era o que estava sentindo!

Theo parou a moto e ajudou Cecília com o capacete.

- E então? – Cecília não estava entendendo.

- Vem...

Theodora pegou em sua mão, entrelaçando os dedos... Eles encaixavam-se perfeitamente bem! Já ouviu aquela história, de que, quando as mãos se encaixam é porque encontrou sua alma gêmea? Talvez, isso não se aplique a todos, mas para elas... Eu não tenho dúvidas!

Conforme iam andando, Cecília via uma linda toalha, próxima a uma gigantesca árvore, estendida no gramado. Velas faziam a iluminação daquele lugar... Que estava farto de comida.

- Como você fez isso? – Olhou-a fascinada!

- Arrumei tudo antes de ir lhe buscar... E tive uma ajudinha para que continuasse assim! – Sorriu para ela.

Ao longe Cecília viu um guarda que cumprimentava a Theo, com um movimento singelo de cabeça.

Theodora a conduziu para aquele jantar, que tinha uma linda vista das estrelas...

- Não teremos vinho, já que não posso misturar os remédios com a bebida, mas... Tenho um delicioso suco de laranja e outro de uva! – Falou divertida, afinal não conhecia os gostos daquela linda mulher.

- Amo suco de laranja! – Sorriu para ela.

- Ótimo, uma coisa já sei... – Piscou para Ceci.

- O que mais você quer saber? – Perguntou com um olhar inquisitivo.

- Tudo que lhe faz feliz... O que é importante... O que você não gosta...

- Mas isso levará muitos anos... Pois também quero saber os seus!

- Isso é fácil...

- Ah é? – Perguntou Cecília, com um tom carinhoso.

- Sim... Pois, eu pretendo passar o resto de minha existência ao seu lado, Lia...

Cecília sorriu, e como sorriu! Lindamente. E Theo desejou ter sua câmera para registra-lo.

A noite transcorreu divertida. As mulheres riam de tudo! Theo contava algumas de suas aventuras na Europa e Cecília confessava suas traquinagens na época da faculdade.

Estavam se conhecendo, mas mesmo assim, era como se sempre estivessem juntas!

- Opa – Theo olhou para o relógio em seu pulso – acho que estou quase atrasada... – Cecília a olhou sem entender.

- Tem algum compromisso? – Sentiu-se incomodada, pois, já passava das vinte e três horas.

- Sim! Prometi que lhe deixaria em casa antes da meia-noite... E se conheço bem o senhor Velásquez, ele deve estar lhe esperando com um de seus pijamas sensuais!

Não tiveram como controlar o riso! E foi nesse embalo que seguiram em direção à moto. Já estavam saindo quando Cecília observou o guarda ir em direção ao local onde estavam, provavelmente, ele iria recolher.

Theo a acompanhou até a porta.

- Você quer entrar? – Theo fez uma cara divertida, pela pergunta feita por Cecília. – Me desculpa, esqueci que esse apartamento é seu, eu...

Theo caminhou em sua direção.

- Ei, amei o convite... Mas acho que não consigo mais ficar no mesmo espaço que você, sem tê-la...

Cecília sentiu a mão direita de Theo lhe segurar pela cintura, aproximando os corpos...

A respiração de Theo ia de encontro ao seu rosto. Cecília a sentiu contornar sua face e cheirar profundamente seu pescoço... Arrepiou-se! Sentiu como se sua alma estivesse sendo tocada...

Theodora não conseguia mais esperar... Precisava senti-la! Saber o gosto de seus lábios! A puxou com um pouco mais de força e antes de tocar em seus lábios se conectou com aquele lindo par de olhos castanhos claros, que reconheceram os azuis...

Aqueles olhos se pertenciam!

Theo aprofundou o beijo enquanto Lia circundava seu pescoço... Em um jogo de movimentos sensuais, o beijo tornou-se surpreendente... Carinhoso... Completavam-se... Estavam em casa! Aos poucos os corpos foram se afastando, mas as almas continuaram conectas!

- Tenha bons sonhos, minha doutora...

- Sonhe comigo, minha “Chaplin”...

Assim que Theo fechou a porta Cecília soltou o ar que estava preso em seus pulmões.

“Eu sempre pertenci a você”! – Pensou antes de subir para o quarto!

 

Olavo que estava na cozinha quando ouviu a movimentação, presenciou a tudo... Não se conteve e fez a “dancinha da alegria” para comemorar, junto com o seu pijama amarelo do Pluto!

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Oii, Oiii

Acabei ele agora... E já estou postando!!

hehehhe

- "Vamo sair por ai segurando mãos"!!! Vai que, né?!!! kkkkkkkkk

Bjaoo Pessoinhas, assim que der, responderei os comentários..

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Comentários para 14 - Esse é o tal de amor... :
Mille
Mille

Em: 16/05/2018

Oi Ka está tudo bem?

Senti saudades e resolvi passar aqui e deixar o recado.

Espero que esteja bem e volte logo com as nossas queridas Ceci e Theo.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Oiii Mille <3

Está tudo bem sim!! E vc, muitas aventuras?

E eu senti saudades de responder seus comentários ;D

....

Espero que goste do capítulo!!!

Beijão Mille, se cuida e até!!

0/

Responder

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Nanni
Nanni

Em: 26/04/2018

Oi 

Desistiu da história autora? 

Volte logo... 

Espero que esteja bem 

Beijo 


Resposta do autor:

Desistir Jamais!!! heheheh

Não prometo que estarei sempre aqui... Mas irei finalizar sim.

Estou bem, não aconteceu nada fisicamente, ehhehe... E vc como está?

Bjaoo Nanni, espero que o capítulo valha a pena...

Se cuida! <3

Responder

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Nanni
Nanni

Em: 17/04/2018

Oii

Autora cada você? 

Tenho nem unhas mais kkk

Volte logo beijo 


Resposta do autor:

Nanniiii,

Estou aqui, sei q sumi, mas jamais deixaria a história sem um fim...

Cuida dessas unhas!!!

kkkkk

Beijaooo se cuida!!

Responder

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Nanni
Nanni

Em: 17/03/2018

Amandooooo

Continuaaaaa por favor 


Resposta do autor:

Oiiiiiiiiii

Nanniiiiii

hehehehhe

Continuarei sim!!!

<3

Beijaooo

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 16/03/2018

Lindo encontro elas tiveram. Cada vez mais acho a Rebeca incompreensível. E a tia penelope, qual eca estoria delas?


Resposta do autor:

Oi Patty...

heheheh

Rebeca é uma caixinha de surpresas... Vamos ver o que ela esconde...

E a Titia... Essa tem história... heheh

Beijao se cuida!

Responder

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Mille
Mille

Em: 15/03/2018

Oi Ka

Theo e Cecília muito lindas juntas essa mulher de olhos azuis fascina e faz milagre com sua sensibilidade para o próximo. 

O Pablo com ciúmes da mãe kkkkk mais está certo.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Oie Mille

Siiim o Pablo não deixa passar uma, neh... kkkkkkk. Cuidando do que é seu!! hehe

Que venham muitos milagres, para essa história... E que sejamos surpreendidas!!hehehehhe

Bjaoo e Se cuida...

 

Responder

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Silvia Moura
Silvia Moura

Em: 15/03/2018

Olá autora; desculpas pela ausência nos comentários, mas que capitulo lindo, eu juro que não queria chorar, já estou tão fragilizada nesses ultimos meses, mas meu choro ao ler sua estoria é de como você escreve bem, com coração, com alma, não tem como não deixar que as lagrimas irrompam dos olhos, é tão bom quando te encontro nos seus textos, essa sua estoria é um cadinho seu de que me aproprio, Deus te conserve assim, colocando seu olhar amiúde, sua sensibilidade nos personagens de suas estorias, a veracidade do que escreve me fascina, beijos, muitos beijos de carinho a ti, até mais...


Resposta do autor:

Oii...

Fiquei encantada ao ler seu comentário... E quando cheguei na parte do "amiúde", tive que colocar a música do Zé Ramalho -chão de giz - conhece? Lembrei dela na hora e amo ouvila!!! Tenha certeza que todo essa carinho que me das, direciono a vc de volta... Que vc me encontre mais vezes em meus textos...

Bjaoo Silvia, até mais...

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