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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 3

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Palavras: 2147
Acessos: 2341   |  Postado em: 28/02/2018

Eu só quero minha amiga de volta...

 

O quarto estava em silêncio. A linda mulher permanecia de olhos fechados, mas poderia ficar naquela cama o tempo que fosse, pois havia dois guardas ao seu lado! A ansiedade de falar com ela já estava grande. Os olhos inquisitivos de Pablo eram sempre acalmados por aquele homem, que não conseguia se imaginar sem a sua Dora.

            Um movimento na cama atrai a atenção dos dois e lentamente observaram a loira abrir os olhos. Fez-se um minuto do mais absoluto silêncio... Até que alguém tomou a iniciativa.

            - Nossa... Vocês dois estão péssimos! Acho que vou pedir para algum médico aproveitar, que vocês estão aqui, e dar uma examinada! – Sorriu debochada.

            - Sua idiota! Sabe como nós ficamos preocupados! – Theo esperava ouvir aquilo do pai, não dele.

            - É uma insensível mesmo, né Pablo? Acho que devemos deixa-la ai e vamos comer aquela pizza de bacon, que estávamos querendo! – Olavo piscou para o menino.

            - É o que? Não mesmo! – Fez menção de levantar, mas sentiu a cabeça pesar.

            - Nem pense em sair dessa cama, senhorita Velásquez! Ficará dois dias em observação e quando os pontos cicatrizarem, retornará para remove-los. – A morena de jaleco branco falava enquanto examinava o curativo a cima do olho esquerdo de Theo. Havia também pequenos cortes em seu rosto, causado pelos estilhaços do vidro.

            A beleza da mulher era admirada pelos dois machos alfas daquela família e Theo se divertiu com isso. Da porta, Cecília apenas observava a movimentação, não tinha encontrado coragem para entrar. No entanto não gostou nada da forma como Suzana conduzia aquele procedimento! Aquela mão contornava de mais o corpo de Theo. Saiu de lá enquanto ainda conseguia.

Theodora notou como a mulher lhe olhava, mas gostaria que outra médica estivesse ali... Assim que ela saiu a arteterapeuta questionou seu pai.

- Onde está a Isa? – A atenção dos dois voltou-se para ela.

- Ela saiu daqui uma hora antes de você acordar. Consegui convence-la a ir tomar um banho. – Olavo falou atencioso.

- O que houve com ela depois que eu fui embora? – Não queria rodeios.

- Bem... Ela teve alguns momentos “ala Theodora”, digamos assim. Ficamos muito preocupados na época, principalmente os pais dela, a Isa não tinha mais responsabilidade alguma. Foi ai que encontrou Cecília. Lembro-me do dia que ela chegou e me disse: “Tio Olavo, conheci alguém que só não consegue superar a Theo, porque ela é insuperável! Mas a garota é incrível...” – Olavo parou de falar quando notou que sua filha havia compreendido a subliminaridade daquela frase.

- Ela sempre me amou... E acabou direcionando isso para a Cecília. – Concluiu sentindo-se culpada, por nunca ter tido uma conversa sobre os sentimentos da amiga.

- Não se sinta culpada! Eu é que não soube superar uma paixonite juvenil...

Os três olharam para a morena que estava parada na porta, de cabelos molhados e olhos vermelhos. Olavo e Pablo se entre olharam, caminhando em direção à saída.

- Ei... Vem cá! – Chamou com carinho, mas notou que a amiga não se sentia a vontade. – Vem logo Isa... Não tenho nenhuma escultura por perto pra te jogar, por enquanto! – Brincou, tentando conforta-la. Conheciam-se tão bem... – Até parece que nunca brigamos!

- Idiota! – Correu e deitou em seu peito, abraçou com toda sua força o corpo de Theo, enquanto chorava compulsivamente. – Que piada de mau gosto! ... Me perdoa Theo... Perdoa...

- Se acalma, ou vão achar que eu acabei de falecer, com você chorando desse jeito... – Apenas sorriu e contornou o corpo de Isa, que foi se acalmando aos poucos.

- Um dia você vai me perdoar?

- Só se você me perdoar também...

Isadora compreendeu as palavras da amiga, sabia que ela falava sobre ter ido embora do nada... Simplesmente foi. A despedida havia sido entre lágrimas e assuntos inacabados.

- Eu só quero minha amiga de volta... – Falou Isa, lhe olhando profundamente.

- Eu também! – Theo respondeu com carinho.

Ficaram longas horas naquela posição... Conversando sobre tudo! Não queriam mais que houvesse sombras em suas lembranças. Mas antes de ir embora, Isa precisava contar algo para Theo... Talvez sua amiga precisasse saber.

- Theo tem mais uma coisa...

- O que foi?

Isadora respirou fundo... E começou a contar...

 

§

Rebeca entrou lindamente no consultório da irmã. Cecília respirou pausadamente, enquanto Rebeca apenas sorria. Sentou-se sem ser convidada, mas foi Cecília quem logo falou.

- Por que você teve que contar para nossa mãe sobre o que aconteceu com a Theodora? Você sabe como a mamãe gosta dela! – Falou sem cordialidades.

- Exatamente por isso, porque a mamãe gosta dela! Qual é Cecília, para de deixar a nossa mãe em uma bolha! – Às vezes Cecília parecia não compreender Rebeca. Em alguns momentos parecia se importar... Já em outros, não!

- Beca, ela não pode ter esses tipos de surtos... É prejudicial.

- Surtos? Como o que Isadora teve, e agora todos a estão crucificando! – Cecília emudeceu. – Pois foi isso, não foi? Em um momento de raiva, tomou uma atitude impensada, e pronto, sua vida está resumida em uma escultura de vidro! Quanto à mamãe? Ela teve que falar para te ligarem, não foi? Isso não seria uma melhora? Por favor, de a ela a realidade! Nosso pai morreu! Nossa irmã morreu! E ela achou mais fácil se esconder num mundo inexistente, do que aguentar a barra conosco, Cecília!

- Calma Rebeca... – Mas a irmã sabia que Beca, estava certa. Sua irmã apesar de ser a mais velha, sempre teve dificuldade em lidar com perdas...

- Não fique achando que me importo, ok! Só falei o que vocês já pensam, mas tem receio de por pra fora. – Sorriu debochada, mas sentia como aquelas palavras saíram de seu coração. – Agora vou ir visitar a beldade, sabe né... Fazer uma média! – Piscou cínica. – Fiquei sabendo que você ainda não foi vê-la, que coisa feia em maninha. Mas compreendo, afinal, as duas quase se mataram por sua causa! – Gargalhou divertida, no entanto, Rebeca nem chegou a imaginar que o motivo do surto de Isa, era a própria Theo. – Vou indo lá... Deseje-me sorte!

Assim que Rebeca saiu do consultório, Cecília desferiu um soco contra a mesa. Tentando encontrar a calma que a muito abandonou seu espirito... Sabia o lugar onde ela estava... Nos braços da loira!

Rebeca estava entrando no corredor do quarto onde Theo estava e avistou quando uma morena saiu pela porta. Encararam-se até que Isa passou por ela sorrindo e falando.

- Boa sorte, Rebeca! Não sei por que, mas acho que vai precisar... – A ruiva não gostou nada daquilo e a segurou pelo braço.

- Do que está falando?

- Theodora não é como eu! Não cairá nas suas armadilhas, nem nesse seu jeitinho fingido de ser! Tenho certeza dos sentimentos dela pela sua irmã... Se Theo não quis você, quando Cecília era uma mulher casada, imagina agora que está prestes a ficar solteira! – O sorriso debochado que, tinha um misto de vitória, surgiu dos lábios de Isa, incomodando profundamente Beca.

- Como é?

Isadora apenas balançou os papeis do divórcio no ar. Desvencilhou-se da mão de Rebeca e sumiu entre os corredores do grande hospital.

§

Em frente à porta , daquela sala, sua respiração demonstrava toda a angustia. Estava difícil tomar aquela iniciativa, mas era o certo a fazer. Precisa ter uma conversa franca com a sua futura ex-esposa. Fechou os olhos por alguns instantes e elevou sua mão de encontro à madeira, batendo delicadamente.

Cecília não conseguia mais se concentrar no trabalho, tinha algumas visitas ainda para fazer, com as crianças na ala da oncologia. Adorava estar com elas e se divertia com as brincadeiras que acabavam surgindo, no entanto, seu espirito não iria ser forte o suficiente para alegra-las, não naquele momento.

O barulho na porta a despertou. Olhou para sua mesa e depois que arrumou alguns papeis que estavam jogados, permitiu que a pessoa entrasse.

Os olhos se encontraram... Mágoa, receio, culpa e um vestígio de carinho era o que aquele silencioso momento carregava.

- Será que posso? – Isadora perguntou apontando para a confortável cadeira de frente para a pediatra. Cecília apenas assentiu com a cabeça.

Isa apertou os papeis com as mãos, procurando uma coragem que não possuía para olhar nos olhos daquela linda ruiva.

- Cecília... Eu sei que não mereço um minuto sequer de seu tempo! Mas me deixa terminar o que comecei... – Finalmente olhou para ela. Notou como Ceci estava linda, como ela sempre foi encantadora e como adorava aquela mulher, mas amor? O amor que te faz parar de respirar... Aquele amor que te paralisa e você não sabe como agir, nunca sentiu por ela. Tinha certeza disso, pois o mais próximo que havia chegado desse sentimento foi na época de juventude. No entanto nem mais por Theodora sentia isso!

Compreendeu tarde de mais, que tudo foi uma grande ilusão em sua vida. Toda aquela magia de imaginar-se com a pessoa... Isa finalmente havia compreendido seus sentimentos... Sua alma estava livre das amarras do passado! Livre de um casamento na base da mentira. Livre... De um amor juvenil! Poderia, finalmente, trilhar seu caminho novamente.

E apenas faltava uma coisa... Desculpar-se com aquela pessoa maravilhosa que há sete anos descreveu para sua melhor amiga, por telefone... E somente agora compreendia a vontade de apresenta-las...

Um ser tão maravilhoso merece outro... Na mesma proporção! E aquelas duas mulheres eram esses seres na vida de Isadora.

Cecília sorriu levemente, incentivando-a para continuar.

- Eu sempre amei a Theodora, não como uma amiga. – Encarou-a – Nunca consegui compreender a dimensão do que eu sentia por ela... Mas ai eu conheci você, Ceci... E você me salvou de mim mesma! Você se tornou a alegria que tinha partido com Theo. E eu me apaixonei por você! Idealizei um futuro todo ao seu lado, mas não fui capaz de me mantar fiel a este sonho. – Baixou os olhos, pois estava sendo difícil encara-la.

- Continue Isa... Sei que fará bem a nós duas... – Cecília apertou carinhosamente a mão da morena que estava em cima da mesa.

- Ceci... Eu te traí na minha despedida de solteira – as lágrimas surgiram em seus olhos – me arrependo por isso, me martirizei durante esses anos! E creio que esse tenha sido um dos grandes motivos do nosso casamento ser um rascunho do que foi o nosso namoro...

- Isa... Você está bem? Quer dar uma volta? – Preocupou-se com o estado que ela estava, pois não conseguia vencer as lágrimas.

- Tá tudo bem Cecília. Eu só estou aceitando meus atos, só isso... Sabe, naquela noite que a Theo lhe segurou, eu vi... Vi como ela te olhou... Como se tivesse encontrado a parte que faltava, a peça perdida do quebra-cabeça! E essa parte era você e não eu... Naquela hora tive a certeza, eu sempre seria a amiga, mas sabe o que foi o mais estranho... Eu estava feliz por ela! Tive que te trair novamente... Tive que te agredir... Tive que arrebentar o rosto da Theo para descobrir, que o que eu tinha, era apenas uma birra! Uma birra de uma adolescente inconsequente que não aceitou perder o amor platônico para outra! Se algum dia você conseguir me olhar, sem essa dor nos olhos, eu saberei que fui perdoada... – Isadora apenas levantou e soltou os papeis na mesa.

- Você... – Cecília estava incrédula, pois notou que os papeis estavam todos assinados.

- Sim, Ceci! Você está livre... Estamos livres. Nunca pensei que isso seria tão leve! Posso te pedir algo?

- E o que seria?

- Posso te dar um abraço? – Olhou-a com carinho.

Mas Cecília não respondeu. Caminhou em sua direção e fez o que a outra lhe pediu! Abraçou-a com ternura e Isadora compreendeu... Sempre teria aquele sentimento por Cecília, sim amava-a... Mas existem muitas formas de sentir este amor.

 Antes de sair do consultório, Isa, jogou sua última carta.

- Sua irmãzinha deve estar lá agora... Você deveria ir vê-la, afinal a ruiva que ela quer não é a que está com ela dando carinho e atenção! – Cecília surpreendeu-se. – Ela pode ser sua irmã Cecília, mas não confie... Existem muitas formas de se destruir um amor! Rebeca é inteligente e sabe jogar... Se algum dia precisar de mim, eu estarei aqui para vocês duas! – Falou a última palavra com um enorme sorriso no rosto.

Cecília apenas ficou vendo a porta ser fechada. Havia mais naquela história e Isa sabia de algo. “Ela não falaria assim de Rebeca se não soubesse de algo!” pensou a ruiva.

- Mas o que será...

 

 

 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 12 - Eu só quero minha amiga de volta... :
patty-321
patty-321

Em: 28/02/2018

Isa se redimiu. Nunca e tarde para admitir seus erros e se redimir dos seus pecados.


Resposta do autor:

Siim, Isa está se reencontrando no seu tempo...

Se cuida Patty,

Bjaoo 0/

 

Responder

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Socorro
Socorro

Em: 28/02/2018

Theo é siimplemente MARAVILHOSA..

Quero a Theo acabando com a Becca...

Corrre, Cecilia, corre a Theo precisa de vc.. Ela precisa descobrir logo que a irmã é uma cobra

Isa, gostei  da  sua atitude ...Que vc encontre o seu vdd amor..


Resposta do autor:

Ai simmm!! Que a Theo não deixe nada em pé!! kkkkkkkkkkkkkk

Quem será esse amor da Isa??... Espero que ela seja feliz, mas nunca compreendemos o destino....

Bjaoo Socorro, se cuida!

Responder

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preguicella
preguicella

Em: 28/02/2018

Ai gzuiss, quando será esse encontro entre as duas?! Quando?! haha

Tenho medo, será que Isa está sendo verdadeiramente sincera?!

Bjao

 


Resposta do autor:

Eitaaa

ehehehh

Teremos que esprar pra ver... - que resposta, pra se dar, neh?? - 

aushaushsuhasus

Bjaoo, até mais Preguicella...

0/

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