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Something por Jmtalkk

Ver comentários: 4

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Palavras: 936
Acessos: 1713   |  Postado em: 18/02/2018

Capítulo 9

-Obrigada pela ajuda Judhe!

-Imagina doutora Bianca.

-Não vou demorar muito, Julia saiu da cirurgia e Giovana me deixou vê-la, obrigada mesmo por ficar com ela.

Vesti meu casaco enquanto pegava as chaves do carro. Era madrugada e a única pessoa que consegui confiar o suficiente para deixar minha filha e que por sorte estava livre era uma das enfermeiras que trabalhava comigo.

-Hey Anne, mamãe volta em alguns minutos.

Beijei a têmpora rosada da minha filha que estava de olhos fechados no berço que Julia e eu havíamos comprado há alguns meses atrás.

-Cuidado com a temperatura do leite, por favor, qualquer coisa me...

-Bianca, pode ir tranquila. Eu vou cuidar muito bem dela.

Nunca gostei de cirurgias, pode parecer contraditório, mas nunca quis seguir esse caminho. Gostava muito de cuidar dos pacientes, embora ter que enfiar um bisturi e depois sutura-los nunca me pareceu uma carreira boa. Não podia opinar sobre Julia por ter conflito de interesses então o hospital me forçou a usar a licença maternidade e confiscou o meu cartão de acesso. Estacionei na minha vaga e esperei por Gabi que me avisou por mensagem que já estava descendo, desci do meu carro e enquanto caminhava para a sala de espera meu celular tocou.

-Oi Mila.

-Oi amiga, já tá no hospital?

-Acabei de chegar, vai dormir, não se preocupe.

-Isadora não me deixa dormir, ela me liga toda hora, vocês precisam conversar.

-Eu sei, vou desligar porque Gabi chegou.

Encerrei a ligação e segui até Gabi.

-Ela perdeu muito sangue no parto, teve hemorragia interna e demorou pra acharmos a causa. Fiz o que pude, mas tivemos que induzir o coma por causa de um edema. Eu acredito numa potencial recuperação Bia, só que talvez isso demore dias ou até meses.

-Eu posso vê-la?

-Claro que sim, vem.

Segui a minha colega pelo corredor até chegar ao andar do prédio que eu mal conhecia. Gabi abriu a porta me dando passagem.

-Vou deixar vocês sozinhas, leve o tempo que precisar.

Julia estava entubada, a barriga ainda protuberante, não era assim que eu imaginei isso. Ela teria o bebe e iriamos para casa, passaríamos a noite acordadas olhando o quanto uma coisinha tão pequena poderia fazer a nossa vida fazer tanto sentindo.

-Oi amor, tudo bem aí? Que pergunta idiota né?

Me ajoelhei ao lado da sua cama e peguei a sua mão.

-Desculpa, desculpa, desculpa.

As lagrimas eram desordenadas, a culpa que estava me sobrecarregando parecia ter escapado de uma vez por todas.

-Eu amo você, você precisa voltar pra nossa filha, você não pode ir embora assim. Não pode.

Ouvi o toc toc da porta.

-Bia, sei que disse o tempo que precisasse, mas meu supervisor está pegando no meu pé e você sabe que não pode receber visitas na UTI depois de uma cirurgia tão recente. Desculpa!

-Sei que não é sua culpa e seu do procedimento.

Levantei do chão e dei um beijo na bochecha de Julia.

-Vamos transferir ela pro quarto e você pode ficar o quanto quiser amanhã, e traga a sua filha, você sabe o que dizem sobre os estímulos externos influenciarem a recuperação.

-Obrigada Gabi, você está me ajudando muito.

A abracei e me despedi. Chorei durando todo o caminho de volta pra casa. Quando passei  pelo semáforo e peguei a direta não sabia se deveria ter feito, mas eu precisava conversar com Ela.

Bati a porta do meu quarto e quando o porteiro do prédio me viu provavelmente presumiu que não precisava interfonar para Isadora. Decidi não avisar também e apenas segui o caminho para o meu antigo apartamento. Bati na porta e no terceiro toque ela abriu.

-Bianca?

-Eu mesma. Quero conversar Isadora, quero respostas!

-Não acha muito tarde pra isso? Não acha que me insultar e me acusar o tempo inteiro já não foi o suficiente.

-Não me ataque como se eu não tivesse motivos pra desconfiar de você. Você não é vitima, você nem chega perto de ser uma.

-Se você continuar eu vou bater a porta na sua cara.

Respirei fundo.

-Não quero brigar, me deixa entrar, acabei de sair do hospital e ver a minha esposa entubada pode ter me estressado um pouco. Desculpa, podemos conversar?

Isadora abriu espaço e eu entrei no apartamento. A mobília da sala ainda era a mesma, deixei tudo, alguns quadros estavam pendurados, fotos dela com o pai e a mãe e pra minha surpresa nenhuma com Thales.

-Quer beber alguma coisa? Comer?

-O que você está tomando?

Perguntei apontando para a caneca sobre a mesa de centro.

-Leite, quer?

-Não, passei esse fim de noite esquentando leite de peito pra Anne, leite é a ultima coisa que eu gostaria de beber.

-Anne? Escolheu esse nome?

-Julia escolheu. Era o que ela queria.

-É um lindo nome...como ela.

-Como...?

Ela apontou o sofá para que eu me sentasse.

-Camila me mandou uma foto...não briga com ela eu que...

-Isa, eu não estou zangada, você me disse algo no hospital e são tantos acontecimentos que eu não sei o que fazer. Acho que preciso te ouvir porque você tem algo pra contar.

-Antes de começar eu quero que saiba que não aconteceu nada na noite passada, eu não voltei para atrapalhar a sua vida. O que aconteceu há anos atrás não pode ser mudado.

Isadora estava ao meu lado no sofá, ela tateou o controle remoto até desligar a TV que eu nem tinha notado que estava ligada.

-Eu só quero saber o que aconteceu, não quero continuar sendo a única que não sabe nada do meu próprio passado.

-Eu vou te contar...

 

Fim do capítulo


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Comentários para 9 - Capítulo 9:
Lea
Lea

Em: 04/05/2023

Torcendo para a Júlia sobreviver,mas algo me diz que a autora irá matá-la! Só acho!

Responder

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Mascoty
Mascoty

Em: 18/02/2018

Agora é a hora da verdade! vamos vê o que Isa tem a dizer! espero que julia fica bem,mesmo que a Bia decida nao ficar com ela.

bjs

Mascoty

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Socorro
Socorro

Em: 18/02/2018

Eita eita chegou a hora da vdd..

ansiosa

volta logo 

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NovaAqui
NovaAqui

Em: 18/02/2018

Li todos os capítulos agora.

Até aqui estou gostando bastante.

Vamos ver como será essa conversa

Abraços fraternos procês aí!

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