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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 2

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Palavras: 1841
Acessos: 2723   |  Postado em: 28/01/2018

Ela é incrível Theo...

 

O frio naquela belíssima cidade ao norte da Itália, não era o suficiente para conter o animo da bela jovem de vinte anos, que conversava entusiasmada pelo celular. Andava de um lado para outro contando tudo o que já havia conhecido em menos de duas semanas.

- Nossa quem escuta você falar assim tão animada pensa que não voltará mais! – Brincou a amiga com o entusiasmo da jovem.

- Nem pensar! Assim que eu terminar minha graduação e as especializações eu estou voltando! Pra ficar o resto da minha velhice com você... – Sorriu divertida.

- Ahã, sei! Antes ou depois de casarmos? – Implicou com a jovem.

- Ai... Ai! Dona Isadora, nem vem... Sabe que me arrepio inteira só em pensar passar a vida ao lado de uma única pessoa! Existem milhares de mulheres no mudo... Como vou saber que encontrei a certa? – Parou por um instante antes de continuar – Isso é impossível... – Isa só sabia gargalhadas dos pensamentos da amiga.

- Escuta o que vou falar Theodora... Quando você a encontrar e olhar nos olhos dela... Saberá! – Sorriu feliz imaginando a cara da amiga.

- Claro porque os olhos são a janela da alma, não é mesmo? – Questionou irritada.

- Olha meu amor, quem faz Artes é você e não eu! Sendo assim, você deve saber o significado de um olhar, mais do que uma simples futura médica!

- Ok! Não tenho como discutir com você... Mas me conta, e a mulher maravilhosa, que você encontrou na faculdade? – Perguntou Theodora divertida.

- Ai! Ela é incrível Theo... Linda, Inteligente, gentil, carinhosa... – Foi interrompida.

- Tudo bem! Já chega de tanta melação! – Theo sabia que a amiga estava balançando a cabeça em sinal negativo. – Olha só, eu tenho que conhecer este ser esplendoroso, para ter certeza que é a certa para você! – Brincou.

- Sabe... No fundo acho que vocês duas se darão muito bem! Tem o mesmo astral e o amor pela vida... E amam suas futuras profissões! – Isa estava sentindo-se leve ao falar aquilo, não sabia explicar, mas tinha que apresenta-las.

- Você esqueceu o mais importante...

- E o que foi dona Theodora?

- Nós duas lhe amamos muito!

 

Alguns meses tinham se passado desde que as amigas haviam se falado. Theodora resolveu ligar para a linda jovem.

- Alouu! Finalmente me atendeu! Que isso, só porque está namorando a mulher mais: “Linda, Inteligente, gentil... E qual era a outra... A sim... Carinhosa” – Theodora imitou a amiga falando – não tem mais tempo pra mim é?!

O silêncio que se fez deixou Theodora apreensiva. Tinha algo no ar que não soube explicar, mas ao ouvir aquela voz... Aquela voz carinhosa que lhe eletrizou o corpo... Não soube ao certo o que pensar.

- Nossa se eu soubesse que falavam sobre mim com tanto entusiasmo, já teria participado das conversas antes! – Sorriu delicadamente a linda mulher.

- C... Cecília? – Perguntou uma Theo constrangida. A linda mulher não soube definir o que aconteceu quando ouviu seu nome ser pronunciado pela outra, de feições desconhecida.

- Isso... E você deve ser a Theodora... Estou certa? – Perguntou sem saber o motivo de estar envergonhada.

- A primeira e única! – Brincou Theo – Então onde está a sumida da minha amiga?

O jeito alegre com que Theo falou deixou Cecília alegre, era como se estivessem compartilhando da mesma energia.

- Ela teve que ir resolver alguns assuntos sobre o nosso noivado, mas acho que ela volta para o jantar... – Falou esperando a resposta.

- Entendo... Vocês lésbicas são engraçadas mal se conhecem e já estão casando! – Riu divertida Theodora.

- Ahã... E você é algum tipo de “eu só respeito à sexualidade da minha amiga”? – Cecília mal conseguiu terminar a pergunta, pois seus ouvidos foram preenchidos com uma gargalhada contagiante.

- Me diz uma coisa moça... Quem você acha que desvirtuou a jovem donzela com quem irá noivar! – Brincou Theo.

- Palhaça! – Por algum motivo Cecília sentia-se ligada aquela voz.

- Sou mesmo! Mas agora vou deixar você aproveitar a belíssima visão que tem... Antes que o sol se ponha...

Cecília sentiu seu coração se aquecer... Mas antes que pudesse despedir-se, Theodora desligou a ligação. Ao se virar para depositar o celular na cômoda, seus olhos foram de encontro ao sol, que aos poucos tocava o oceano.

 

§

 

Os anos passaram tão frenéticos quanto à única ligação de Theodora e Cecília. Após sete anos na Europa, Theodora desembarcava do avião com novos sonhos, mas sem planos, pois adorava as surpresas que há vida lhe pregava.

- Minha filha! Estás à mulher mais bela de todo Coronado! Quase não há reconheci... Amei o cabelo, tá praticamente uma loira! – Brincou o belo homem de terno, mas com alguns cabelos grisalhos sobressaindo-se entre os negros.

- Mas é um conquistador muito barato! Todos esses anos e continua um Dom Juan papai? – Abraçou fortemente o homem! – Em relação ao cabelo... Cansei do preto, já que mudei muito internamente durante esses anos... Porque não externamente?

- Ora meu amor... A quem você acha que puxou o dom da conquista? – Indagou fazendo ar de sério. – E quanto há mudança basta olhar em seus olhos!

- Com toda a certeza, o “dom da conquista”, devo ao Doutor Olavo Velásquez! – Piscou para ele.

- Agora sim! É assim que gosto... Humilde! – Gargalhou sendo acompanhado pela moça.

- E então... Porque a apaixonada da Isadora não veio me recepcionar? – Perguntou indignada.

- Calma filha, sua amiga agora é uma médica muito atarefada, não pode ficar saindo na hora que quer. Sem contar que está casada e todos os relacionamentos tem seus altos e baixos... – Olavo não achou adequado falar que o casamente de sua amiga não estava indo tão bem.

- Ah! Eu teria saído correndo com um enorme presente para ela! Mas não podemos esperar muitos dos outros... – Fez o maior drama, sem se importar com a última frase proferida pelo pai.

- Como eu estava morrendo de saudades dessa carinha arteira! Meu Deus!

Olavo e Theodora fizeram todo o trajeto conversando sobre as aventuras da filha, pelo continente Europeu. Fazia questão de deixar o pai a par de todas as “loucuras”, pois a relação deles era tão inexplicável que não possuíam segredos entre si.

Como pai, Olavo, não aprovava tudo o que sua filha lhe contava, mas como amigo se divertia mais do que ela.

Nem ao menos arrumou suas coisas no apartamento e saiu para as ruas de Coronado. Havia dito para o pai que tinha que fazer uma performance, como forma de se reconectar a cidade. Olavo achou tudo aquilo desnecessário, mas conhecia sua filha o suficiente para saber que ela era uma alma livre... “Era melhor mesmo que fosse fazer sua arte nas ruas, pois se ficasse em casa, talvez usasse as paredes do pai como suporte alternativo!”. Olavo riu sozinho com seu pensamento, ao se recordar da primeira vez que encontrou sua tão amada filha.

 

§

 

A ruiva que andava distraidamente pelas ruas de Coronado não passava despercebida. Parecia estar tão longe espiritualmente... Como se esperasse por algo ou alguém. Não sabia ao certo o que estava sentindo, era como se uma força a estivesse guiando pela cidade. Era seu dia de folga, depois de muitas horas dentro do hospital revezando entre consultas e entradas de emergência, finalmente teria um tempinho para vagar... Sem preocupações.

Uma cena no parque lhe chamou a atenção, fazendo com que fosse até na sua direção. Haviam seis pessoas jogando bola, dentre eles um menino que deveria ter em torno de dez anos e era o goleiro de um dos times. Cecília observou que o jovenzinho usava uma bota ortopédica, mas nem por isso se resignava de desempenhar sua função, e a linda cadela da raça Mini Collie brincava com todos... A ruiva observando todo aquela movimentação percebeu quando a Collie deu uma pequenina ajudinha para as duas belas mulheres, que a todo o instante do jogo, trocavam olhares cumplices. Sorriu com o fato da Collie ter conseguido seu objetivo, levando as duas mulheres ao chão...

- Quando foi à última vez que me diverti assim... – Pensou em voz alta a linda ruiva que prendia os olhares por onde passava. – Às vezes... Como gostaria de voltar a me sentir cumplice com alguém... O que o tampo faz conosco? – Respirou fundo ao fechar seus olhos.

Enquanto continuava a andar distraída viu ao longe uma pequenina movimentação. Aproximou-se ao seu tempo... Ficando encantada com a cena que via que se projetava perante seu cativante par de olhos. Um artista caracterizado de Chaplin... Ou melhor: Uma artista!

Cecília chegou mais perto para ouvir o que aquela pessoa, que lhe intrigava os sentidos, estava a recitar. Nessa hora, sem aviso prévio a artista virou-se, ficando cara a cara com Cecília, terminando suas palavras:

- “Seu coração não é estrada para passeio de muitos. Seu coração é lugar que só fica quem faz por merecer.” – (Charles Chaplin).

Os olhares se encontraram e não quiseram mais se perder! Os olhos castanhos claros de Cecília foram aprisionados pelo azul penetrante. Em meio aos aplausos Cecília viu surgia uma rosa branca entre o contato visual que existia entre os dos dois pares de olhos... Pegou-a em um movimento automático.

Quando a ruiva despertou do transe, notou que a artista dos olhos penetrantes, havia sido levada por uma criança para tirar fotos. Estava indo em direção a elas quando seu celular tocou.

- Alo?

- Cecília, amor! Onde você está? – Perguntou meio impaciente.

- Isa... – Demorou em reconhecer a voz da mulher – Eu aproveitei o dia para andar...

- Tudo bem! Olha liguei pra avisar que irei ficar de plantão hoje... Então nosso jantar vai ter que ficar para outro momento... – Falou meio sem jeito ao escutar a respiração profunda de Cecília.

- Ok amor... Eu entendo, afinal temos a mesma profissão... – Sorriu triste.

- Como é bom saber que você me entende... Prometo te recompensar! – Afirmou Isadora animada.

- Tenho certeza disso!

- Vou ter que desligar amor... Até amanha! Beijos...

E antes que Cecília pudesse responder... Isadora havia desligado. Percorreu seus olhos por toda a extensão do parque, mas a mulher dos olhos penetrantes não estava mais lá.

- Também... Eu só posso estar muito carente mesmo... Pra procurar uma pessoa vestida de Chaplin no meio da multidão! Mas que belo par de olhos é aqueles, como se quisessem me decifrar... – Cecília sorriu ao sentir aquela sensação que de imediato lembrou-se de alguém, que nem ao menos, chegou a conhecer. – Theodora... – Em um gesto instintivo cheirou a rosa...

Toda a vez que olhava para o por do sol... Era a voz dela que vinha em sua mente! Como isso era possível? Talvez a resposta não possa ser lida ou simplesmente encontrada...

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Opa... Tah ai o primeiro capítulo...

ehheheh

Se vc estiver gostando... Basta dar aquele sorriso maroto!!kkkk

Bjaoo Mulheres e até quinta-feira!

Se cuidem!
0/.


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Comentários para 2 - Ela é incrível Theo...:
preguicella
preguicella

Em: 29/01/2018

Sorriso maroto aqui! hahaha 

Tô gostando da história, imagino que muitos conflitos irão surgir e vou acompanhar o desenrolar bem de perto! ;)

Bjão e boa semana!


Resposta do autor:

Olaa Preguicella

Como vc tah?

Manda foto desse "maroto" ai... asuhaushauhasha

Posso dizer que conflitos não vão faltar!! \0/ 

Bjaoo e se cuida.

Responder

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Mille
Mille

Em: 28/01/2018

Olá Ka

Amei o início e claro que achei lindo a interação de Olavo e Theodoro.

Cecília encantada pela artista. 

Bjus e até o próximo capítulo


Resposta do autor:

Oii Mille!!

Tava esperando seu comentário... hhehehe.

Que bom que já está amando!!!

Espero que que vc se surpreenda ainda mais...

Bjaoo e até.

0/

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