Mudanças na Relação
Infelizmente pra sua saúde não fizemos amor isso deu lugar a um bico fofo que tratei de tirá-lo com um beijo, ela podia ser uma adulta formada e linda, mas parecia uma criança quando não tinha o que queria.
Cuidei dela sem a ajuda da empregada perguntei pra ela por que a Clara não estava aqui, ela me disse pra não levantar suspeitas, pois a Ester não saia da sua cola.
Isso era um alivio pra nós duas não entendia ainda essa mania da Ester estar sempre por perto, deixei isso um pouco de lado e me deitei com cuidado ao seu lado, ficamos assistindo um filme de romance comendo pipoca e doce.
-Como estar indo nas provas ?
-Bem
-Por que será que eu não acredito nisso ?
Olhei pra ela ela segurava o riso então dei-lhe um tapinha no ombro.
-Hei era pra eu ser cuidada e não espancada.
-Eu senti saudades.
A abracei forte enquanto sentia seus dedos em meus cabelos me fazendo um cafuné.
-Mesmo que esteja indo bem eu gosto de ser sua professora particular.
-Eu sei foi assim que começou.
-E assim será pra sempre.
Assim o filme acabou olhei no relógio marcava 18:00 me levantei tirando os baldes de pipoca e jogando fora os resíduos.
-Eu tenho que ir amor.
Amanda jogou a cabeça pra trás inconformada com minha partida, mas a visão do seu busto revelou o sutiã de renda vermelha que ela usava.
Respirei profundamente e voltei a me concentrar nas coisas não demorou muito e o quarto estava limpinho e em ordem.
-Eu tenho uma empregada minha linda, indagou me olhando atentamente.
-Eu sei mais eu gosto de fazer as coisas pra você.
-Era pra ser o contrario eu cuido de você lembra.
Me aproximei da cama de sentando nela Amanda ainda não estava cem por cento, mas o brilho dos seus olhos e aquele sorriso de lado permaneciam intactos.
-Então somos relativas.
-No sex* também disse mordendo o lábio.
Lembrei da nossa noite e acabei corando senti suas mãos em meu rosto fazendo um carinho delicado fecharam os olhos por um momento pra sentir o pequeno afago.
-Eu não vou deixar ele te fazer mal.
Abri os olhos me deparando com aqueles castanhos e pensando no quanto eu a amava.
me aproximei e a beijei suavemente suas mão estavam ágeis e passavam pelo meu corpo todo, sua boca mordiscava e ch*pava minha língua com vontade, depois ela desceu pro meu pescoço me apertando mais ainda em seu corpo, tudo estava indo as mil maravilhas até escutarmos uma batida na porta nos afastamos pra sua indignação.
-Entra
-Com licença estar na hora do seu remédio.
-Tudo bem.
Tomei aquele remédio bem rápido queria ficar mais tempo com a minha princesa, mas as horas não colaboravam ao meu favor a vi pegando a mochila e jogando em cima dos ombros.
-Não fique triste amanhã eu volto.
-Eu sei que volta sorri.
-Sabia que eu tenho uma namorada muito convencida.
Ela se aproximou novamente e me beijou não demorou muito e ela partiu, passei a melhor noite da minha vida e a pior sem ela ao meu lado.
UMA SEMANA DEPOIS...
- Nem acredito que estou fora desta cama.
-Graças a Deus não aconteceu o pior com a senhora.
-Eu sei que você sentiria a minha falta.
Abracei Clara nossa cumplicidade era sensacional não rolava isso de patroa e empregada, fiquei sabendo por ela que Marcio ainda estava preso que estava atrás de uma fiança pra sair o mais rápido da cadeia.
-Eu vou falar com o meu advogado já passou da hora disto acabar.
-Nunca pensei que o senhor Marcio fosse agredir a senhora ao ponto de fugir.
-Ele só fez isso por causa da Cecília.
-A filha da patrícia aquela menina ?
Clara não entendia nada então decidi me abrir com ela, terminamos o que estávamos fazendo e decidi fazer um chá pra nos, ao servi-la comecei a contar tudo desde o começo.
A cada frase minha ela ficava de boca aberta, mas nenhuma palavra de ofensa ou preconceito saiu de seus labios.
-A Cecília entrou la em casa e ele ia partir pra cima dela foi ai que eu pulei em suas costas pra impedi-lo, e o inevitável aconteceu.
-Meu Deus, não quer dizer que a senhora e a Cecília se amam.
-Muito sorri.
-Nossa isso nunca me passaria pela cabeça.
-Nem pela minha pensei que estaria fardada aquele casamento de fachada pro resto da minha vida, até o dia em que eu a vi.
-A mãe dela a trata muito mal a senhora vai ter que ter muito jogo de cintura.
-Não posso ficar quieta e vendo-a sofre por causa do preconceito da mãe.
Levantei-me e fiquei olhando pra pequena horta que eu tinha, respirei pesadamente.
-Não poderá brigar com o mundo por causa dela.
-É por que não.
Olhei pra trás fitando Clara que me parecia estar tentando me alertar sobre algo que eu já sabia e conhecia há anos.
Sentei-me novamente provei um pouco do chá eu sabia que nada era um mar de rosas, e que nesse instante meu suposto casamento de fachada com o Marcio e a sua agressão estava na boca do povo, eu teria que ter cautela pra proteger a minha menina.
-O que pretende fazer senhora ?
-Assumir a Cecília quando ela fizer 18 anos...
Fim do capítulo
Amanhã tem mais galerinha :)
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