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  • Capítulo 17 - Apesar de você amanhã há de ser outro dia

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Por Acaso | A história de duas mulheres e seus acasos por Poracaso

Ver comentários: 3

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Palavras: 860
Acessos: 5900   |  Postado em: 23/11/2017

Capítulo 17 - Apesar de você amanhã há de ser outro dia

Dormi pelo cansaço que o choro provocou em mim. Não sei dizer se naquele momento já sentia saudade ou era medo. Na verdade, talvez não fosse nem um nem outro, acho que sofria com a falta dela. Meu pé procurou o dela durante toda a noite e a cama parecia pender para o meu lado, sentindo a falta do peso dela.

Noite difícil.

Acordei com a campainha tocando. Atordoada, meu coração ainda bateu como se existisse a chance de eu ser surpreendida por ela a minha porta. De volta.

Mas sabia que aquilo não era possível.

Abri a porta e fui surpreendida, mas por um entregador, carregando uma cesta de café da manhã e um buquê de gérberas laranja, as minhas preferidas.

O cartão dizia:

Meu amor, a noite não foi fácil para nenhuma de nós, mas lembre-se que nada como um dia após o outro. Estarei sempre com você, onde quer que eu esteja.

Te amo,

Carol.

Deixei meu corpo cair pesadamente no sofá, enquanto mordia uma maçã da cesta.

O telefone tocou logo depois, era Carol.

– Amor, acabei de chegar. Vou pegar o metrô para ir até o apartamento e de lá eu ligo. Como você passou a noite?

– Sentindo a sua falta – a essa altura, as lágrimas já escorriam pelo meu rosto e minha voz já queria embargar.

– Eu também estou sentindo muito a sua falta – disse ela, com a voz fraca.

– Ah! Tô comendo a melhor maçã da minha vida – falei para descontrair.

– Fornecedor novo? Perguntou ela, rindo.

– Obrigada, meu amor! – falei.

– É para você saber que vou estar sempre por perto – afirmou.

Uma hora depois, o telefone voltou a tocar.

– Amor, cheguei no apartamento. Não é muito grande, mas dá para nós duas, além de ser aconchegante. Sabe o que eu estou fazendo?

– Que bom amor, não vejo a hora de te encontrar. O que?

– Comendo o melhor bolo de goma da minha vida! – ela disse.

Eu havia colocado um saco de bolo de goma dentro da mala dela com um cartão que dizia:

Meu amor, a vida, vez por outra, nos oferece caminhos amargos, mas, sem dúvida, necessários para a construção de um futuro doce. Estarei sempre com você, seja qual for o caminho.

Te amo,

Lu.

– Como você está? – perguntei.

– Cansada. Não dormi nada no vôo, pensando em você, em nós – disse.

– Aproveite para descansar. E lembre que, em breve, estarei ai com você – acalmei.

– Te amo – disse ela.

– Eu também – confirmei.

Desliguei o telefone e deitei no sofá me sentindo uma adolescente apaixonada.

Ao mesmo tempo em que sofria com a distância, parecia que aquele furor juvenil tinha despertado novamente em nós.

Foram dois meses de muitas ligações, emails e até cartas românticas, mas, sobretudo, de celibato.

Desde o fim do meu relacionamento anterior e do início da relação com Carol, não passava tanto tempo reclusa.

Como estava meio de “bobeira”, foquei no trabalho e consegui render bastante, o que me possibilitou mais dias de folga. Viajei para passar 20 dias com Carol.

A sensação era a do primeiro encontro. Estava ansiosa. Ela foi me esperar no aeroporto e foi bom ter sido recebida com um abraço tão forte quanto o último.

Era um dia de final de inverno e Carol estava corada pelo frio. Mesmo com o excesso de roupas consegui  sentir o calor do corpo dela. Que saudade!

Chegamos em casa e mal a porta bateu, Carol começou a tirar minha roupa. Nos amamos ali mesmo no chão. Perdi a conta de quantas vezes goz*mos juntas. O chão duro e o frio não atrapalharam nossa performance, talvez até tenham sido ingredientes de uma experiência.

Eram quase 9 da noite e o céu ainda estava claro. Isso fez com que perdêssemos um pouco da noção de quanto tempo havíamos passado ali.

Com exceção dos dois dias que passamos em Bruges, na Bélgica, e dos quatro dias em que estivemos em Paris, quase não saímos de casa, ou melhor, quase não saímos da cama. Mas posso garantir que foi a viagem mais proveitosa dos últimos tempos.

Carol fez questão de me levar até a Universidade e de me apresentar a seus amigos, que faziam questão de dizer que já me conheciam de nome. Foi importante para nós duas reafirmar nossos espaços.

No último dia da minha estada em Londres fomos a um pub e Carol encheu a cara de cerveja. Voltei para casa com ela completamente embriagada.

Estava trocando a roupa dela, o que me fez lembrar a nossa primeira noite, quando ela olhou pra mim e disse:

– Você foi a única mulher que eu amei de verdade.

– Meu amor, você bebeu demais, vamos tirar essa roupa – eu disse.

– Eu tiro, mas quero que você saiba que aconteça o que acontecer vou continuar amando você. Que você é a mulher da minha vida e que eu quero ter filhos com você – declarou e correu para o banheiro, onde vomitou em seguida.

Dei um banho quente nela e a coloquei na cama.

Fim do capítulo


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Comentários para 17 - Capítulo 17 - Apesar de você amanhã há de ser outro dia:
patty-321
patty-321

Em: 24/11/2017

Show de amor. Estao indo bem. A distância Nao vai destruí este amor lindo. Bjs


Resposta do autor:

A distância talvez não.

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mtereza
mtereza

Em: 24/11/2017

Medo ponto.com o que vai acontecer será que elad não vão conseguir lidar com esse período de separação só faltam nove meses agora


Resposta do autor:

Vamos ver agora que tem maturidade!!!

Responder

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Nana2014
Nana2014

Em: 23/11/2017

Que lindo!!!! Talvez a distância sirva para fortalecer a União das duas... Bjs


Resposta do autor:

Será Nana?

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