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Minha Professora Particular por Sorriso e

Ver comentários: 3

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Palavras: 1906
Acessos: 6365   |  Postado em: 12/07/2017

A vizinha

Acordei com vontade de não acordar desci de pijama mesmo não estava nem ai pro que a minha mãe fosse falar, desci as escadas ela se encontrava na sala falando com os possíveis compradores da nossa casa, ela é imobiliária sabe fazer muito bem o seu trabalho meu pai se divorciou da mesma por não agüentar os seus caprichos é chiliques que ela dava por qualquer coisa, então ele foi morar nos estados unidos é bancava a mesma, mesmo assim as vezes eu acho que era só por pena pra não deixar a única filha jogada é desamparada financeiramente.

 

Fui pra cozinha abri a geladeira procurando algo pra comer mais tudo que eu gostava não tinha, então peguei uma garrafa de leite depositei o liquido num copo. Minha mãe surgiu ainda com o telefone na mão, falou mais um pouco é depois desligou.

 

-Finalmente vamos sair desse bairro chinfrim

-Pelo menos eu posso estudar em casa? Mesmo sabendo a resposta mais como ela estava de bom humor me arrisquei.

-Lógico  que não vai pro colégio do bairro

-Mais mãe vai ser a mesma coisa disse sendo ignorada por ela

Demorou um pouco pra ela voltar a me responder ela me olhou nos olhos é disse friamente

-Se se preocupasse em emagrecer os alunos não tirariam sarro de você.

Imediatamente eu sai da cozinha sendo seguida pelos seus olhos

-Vai foge a verdade dói

 

Subi as escadas correndo me joguei na cama é comecei a chorar desesperadamente, ela não entendia sempre foi magra chegou a desfilar na faculdade eu me sentia muito mal quando ela começava a me cobra um corpo esbelto igual a das modelos, eu tentei de tudo dieta academia até vomitava o que comia pra ver se melhorava mais eu nunca ia passar dos meus cem quilos.

 

Escutei-a batendo em minha porta me fazendo abri-la ainda com os olhos vermelhos.

-Vá ao colégio resolver sua transferência é anda rápido que daqui a pouco os homens da mudança estão aqui..

-Sim senhora disse desanimada

 

Corri pro banheiro tomei um banho rápido coloquei um vestido rosa não me olhava direito no espelho me sentia feia prendi o cabelo num coque calcei as sandálias peguei minha mochila é fui rumo ao inferno acadêmico.

 

Enquanto esperava o ônibus eu via as garotas passando do outro lado da calçada, umas com os namorados abraçando  rindo a toa. Eu nunca iria ter o que elas têm quando o ônibus chegou o motorista me olhou com uma cara feia eu dei um bom dia por educação ele não me respondeu, a pior coisa era passar pela roleta todos me olhavam pra piorar o ônibus estava cheio eu não podia esperar o próximo por que iria demoraria muito.

 

Então assim o imbecil arrancou eu tentava passar pelas pessoas umas pessoa  na cara de pau me chamava de gorda outras falavam nessa idade é já pesa isso tudo, eu tentava chegar no fundão isolada é sozinha era eu, depois de algumas paras o ônibus foi esvaziando é assim eu pude me sentar.

 

Coloquei os fones de ouvido enquanto dava uma ultima olhada naquele bairro, a única coisa boa era poder sair de um colégio publico é ir pro particular, minha mãe cismou em ir pro bairro chique disse que agora estava ganhando bem é com o dinheiro que o meu pai mandava dava muito bem pra ela ir na massagista salão de beleza o que sobrava ela me dava.

 

Desci no próximo enquanto eu descia as escadas uns garotos iam subindo ao mesmo tempo, muito sem educação um deles embarrou em mim é disse na cara dura.

-O rolha de poço olha por onde anda

 

Os outros começaram a rir eu sai correndo tentava não chorar mais era impossível enquanto caminhava em direção a escola tentava secar minhas lagrimas, eu odiava mesmo a minha vida.

 

No final deu tudo certo minha transferência foi um sucesso eu não tinha amigas naquele colégio, então foi mais fácil dizer adeus.

 

Cheguei em casa é os homens estavam terminando de por a mobília da sala no caminhão, sai correndo pra arrumar minhas coisas eu conhecia muito bem a minha mãe, se eu não fizesse ela ia jogar tudo dentro de uma sacola de lixo é jogar pela janela. Cheguei na entrada ofegante um dos homens cutucou o outro é disse

 

-Olha aquela gorda tentando correr parece um porco fugindo do abate.

Não ousei olhar pro homem respirei fundo é fui direto pro meu quarto ele já se encontrava quase vazio apenas o meu guarda roupa que ia ficar pra trás em três malas eu coloquei o notebook carregadores cabos prancha é secador em outro, coloquei minhas roupas é algumas coisas de cama é em outra sapatos tênis, olhei ao redor minha tristeza era evidente minha mãe passou por mim feito uma flecha.

 

-Anda logo garota se não vai ficar pra trás gritava

-Será que pode me ajudar mãe? Disse puxando duas malas ela odiando aquela situação pegou a outra é sai descendo as escadas a sua maneira estressada é resmungando.

 

Depois de por as malas no banco de trás fomos rumo ao bairro chique.

Escutava musica durante o trajeto não paramos pra comer pro meu desgosto eu estava morrendo de fome, mais minha mãe queria chegar logo na nova casa é ainda tinha que dar tempo pra ela se matricular na academia.

 

Depois de cinco horas de viagem a gente chegou ela mal estacionou é foi saindo falando com os homens, eu por outro lado não queria sair ou ser vista por mais pessoas que fosse tirar onda com o meu físico.

 

Após alguns minutos tomando coragem pra sair de dentro do carro eu estava quase desmaiando, me encostei na porta olhando pra fachada da casa era bonita estilo aquelas casas americanas.

 

Acordei mais que atrasada pra ir trabalhar olhei no celular havia varias mensagens de Marcio dizendo pra mim não me esquecer do evento de hoje á noite. Suspirei desanimada fiz minha higiene me perfumei passei pela cozinha, Clara minha empregava me deu um bom dia saudoso enquanto preparava o meu café da manha.

 

-Senhora o senhor Marcio me deixou uma lista das coisas que tem que ter pro evento.

-Faça como ele pediu Clara sabe como ele fica quando as coisas não saem do seu jeito.

-Mais a senhora não vai querer acrescentar mais alguma coisa?

-Não deixe como estar tomei meu café bem rápido é corri pro trabalho

Passei a manhã inteira ajudando algumas pessoas é resolvendo algumas papeladas, enquanto o meu marido falava com alguns fornecedores. Nossa vida não era mais a mesma às vezes ele quase não parava em casa sua única alegria era dar festas regadas a muita musica é álcool quando ele me queria tinha que ser do seu jeito bruto é violento me casei pensando que seria pra sempre mais às vezes o pra sempre é o começo do fim.

 

De tarde eu fui pra casa provavelmente eu voltaria à noite pra dar algumas aulas.

Quando cheguei queria apenas um banho relaxante deixei- me afundar na banheira eu queria muito fugir da minha realidade aquele silêncio não durou muito tempo. Eu escutei um barulho de caminhão sendo estacionado.

 

Vesti um roupão olhei pela janela era a nova família que tinha alugado a casa ao lado, olhei pra mulher alertando os homens da mudança, quando meus olhos são direcionados pra mocinha encostada no carro, ela estava vermelha provavelmente passando mal decidi ignorar coloquei uma blusa sem manga branca e um macacão, iria cuidar do meu jardim desci as escadas peguei minha cestinha que contém algumas tesouras saquinhos de sementes entre outras coisas. Antes de sair clara me deu uma garrafinha de água ela sabia que eu desidratava rápido quando abro a porta a mocinha ainda estava no mesmo lugar, abri a bica regando algumas plantas tentei focar em minha jardinagem mais ela parecia intacta, indiferente ao redor decidi me apresentar peguei a garrafinha de água é caminhei até a mesma não era uma grande distancia nossa casa era ao lado o que separava era apenas uma cerca de madeira.

 

-Mocinha tome uma água disse sorrindo

Ela me olhou ainda atônica parecia não acreditar na minha gentileza

-Eu estou bem

-Não me parece olhei atentamente pra menina a minha frente ela se afastou se sentando no gramado.

-De onde você surgiu ela me olhou confusa

-Eu sou a vizinha aqui do lado me sentei ao seu lado

-Aceite a água estar muito quente hoje disse me abanando

Ela parecia receosa em aceitar demorou um pouco pra pegar a garrafinha

-Obrigada ela bebeu quase a metade

-Você é sempre tão solidaria

-É o meu instinto eu gosto de ajudar as pessoas olhava praqueles olhos verdes marcantes atentos a cada palavra dita de meus lábios.

 

-Eu não estava nada bem quase não conseguia dar um passo a frente respirava com dificuldade, de repente uma mulher linda surgiu ao meu lado me oferecendo uma água, a olhei confusa aquilo só podia ser brincadeira ou alguma pegadinha armada, tentei recusar é ela mostrou preocupação.

 

Acho que tinha tomado muito sol me sentei na grama a tal mulher se sentou é mais uma vez me ofereceu a água, eu estava morrendo de sede então decidi arriscar aceitei esperava algo depois que eu bebesse mais nada aconteceu.

 

Ela me disse que era a vizinha do lado dei um pouco de atenção pra ela, alta magra corpo bem definido com um sorriso esplêndido.

Minha mãe surgiu gritando acabando com a nossa conversa.

-Eu estava te procurando falou alto

Quando viu que eu não estava sozinha se calou olhou pra moça sentada ao meu lado que imediatamente se levantou.

-Ola eu me chamo Amanda Barretos

-Eu sou patrícia mãe dela minha mãe me olhou com desdém

-Sou sua vizinha aqui do lado eu vi que a sua filha estava passando mal então resolvi ajudar.

-As pessoas como ela vive passando mal

Levantei-me antes que a minha mãe me humilhasse ainda mais na frente da nossa vizinha.

-Você estar bem ela me olhou preocupada

-Sim eu só não almocei ainda

-Isso é bom pra perder isso aqui minha mãe tocou em minha barriga minha cara foi no chão, não tive coragem de olhar pra moça a minha frente.

-Eu soube  que  tem uma ótima  academia por aqui    disse entusiasmada, nem parecia que ela tinha me constrangido agorinha há agora pouco.

-Sim tem

- Maravilha eu preciso mesmo me exercitar

-Só que antes a senhora tem que passar por uma bateria de exames sabe pra não ter qualquer complicação.

-Que isso menina eu não preciso disso minha saúde é de ferro

Eu já estava dando meia volta quando minha mãe me puxou

-A onde pensa que vai

-Entrar disse quase sussurrando

-De jeito nenhum fique aqui afinal essa burocracia lhe diz mais respeito do que a mim.

-Sabe como são esses jovens comem comem é quando chega na hora de queimar calorias ficam com preguiça. Minha mãe disse sorrindo ela achava graça em me humilhar na frente dos outros.

 

 Olhei pra mulher a frente agora era ela que estava vermelha mais o sol tinha se escondido, ela me parecia tensa.

-Se a senhora não fazer o que eu estou lhe indicando a senhora não Poe os pés em minha academia.

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Eai gostaram do primeiro capitulo ? 


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Comentários para 1 - A vizinha :
Nicolle10
Nicolle10

Em: 09/09/2017

Olá Sorriso, parabéns, estou encantada por essa história, que não é somente um clichê lésbico.

Também sou escritora, se quiser e puder trocar um papo legal, meu número é: (73)982349730, é Whats app.

Responder

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Ana26
Ana26

Em: 27/08/2017

Muito bom. Amei o primeiro capítulo.


Resposta do autor:

Fico feliz que tenha gostado obrigada por comentar :)

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Lino
Lino

Em: 12/07/2017

Sorriso top esse primeiro capítulo  

amei a capa .. Bjus 


Resposta do autor:

Muito obrigada lino por ler é comentar isso é muito importante pra mim da mo força Beijos 

Responder

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