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Quando chegaram em casa, as crianças assim que viram as mães já foram correndo em sua direção. Gabriel agarrou no pescoço de Márcia e não queria largar de jeito nenhum.

 

-- Boa tarde meus amores que saudade dos meus bebês! Disse a coronel. Boa tarde minha sogra como foi o dia?

 

-- Muito bom Márcia e à tarde com as crianças se torna muito divertida. Eles são uns anjos.

 

-- Eu não sou bebê mamãe Márcia, já sou homem tenho até namorada! Respondeu Nicola.

 

-- Márcia e Andressa deram risada das palavras do filho e foi a esposa da coronel quem respondeu:

 

-- Namorada? – Que eu saiba o senhor ainda não trabalha e mal começou os estudos mocinho, portanto precisamos conversar sobre esse assunto. Mas quem é a felizarda?

 

O menino com a carinha de matreiro que sempre teve respondeu:

 

-- A Maria Paula mamãe!

 

Celina que até então estava quieta falou para o irmão:

 

-- Como você vai namorar com ela Nicola? – Ela não vai mais estudar!

 

-- Eu vou na casa dela. A senhora leva não leva mamãe Márcia!

 

A coronel ficou olhando para os filhos e falou:

 

-- Meus amores sobre esse assunto nós falaremos depois do jantar e agora todos para a mesa porque a vovó Severina está esperando para jantarmos e o seu avô Raimundo já chegou. Tenho uma notícia que agradará a todos.

 

Depois do jantar e de arrumar a cozinha, Márcia juntamente com a esposa e os sogros, reuniu os filhos.

 

-- Bom meus filhos eu reuni toda a nossa família aqui para fazer um comunicado muito importante para vocês.

 

-- Fala logo mamãe! Falou Antônia que estava inquieta. Celina nada falava só observava e escutava atentamente o que a coronel dizia.

-- Calma filha eu vou falar! – Mas como eu ia dizendo, o comunicado é sobre a amiguinha de vocês a Maria Paula.

 

Andressa percebeu a filha triste e de cabeça baixa falou:

 

-- Conta logo amor!

 

-- Bom meus amores a notícia que eu tenho é que a Maria Paula vai continuar estudando até o final do ano.

 

Celina levantou a cabeça e perguntou:

 

-- É verdade mamãe? Perguntou Celina toda feliz olhando para Márcia e Andressa.

 

-- Sim filha, eu te prometi e a minha palavra é uma só. A minha alegria e satisfação é ver a minha esposa e os meus filhos felizes.

 

A menina levantou e foi em direção à mãe e abraçando Márcia, falou:

 

-- Obrigado mamãe, eu te amo! Falou chorando para a coronel. Mas agora o choro era de alegria e não de tristeza. Nicola ficou todo faceiro e perguntou para a mãe:

 

-- Oba mamãe agora eu vou poder namorar com ela?

 

Andressa e Márcia deram risada e foi à esposa da coronel quem falou:

 

-- Vai filho, agora você vai poder namorar com ela! Disse ao menino achando que isso fosse somente coisa de criança.

 

Os avós Severina e Raimundo deram risada e o sogro de Márcia falou:

 

-- É minha nora, acho que você já tem duas noras e um genro garantidos. Agora se o Cabelo de Fogo se engraçar mesmo com a Fernandinha, ai é que a cota vai aumentar, serão três noras e um genro. Disse dando risada pela cara que Márcia e Andressa fizeram.

 

-- Será mamãe que eu já tenho noras e genro garantidos? Perguntou Andressa para dona Severina.

 

-- Pode apostar que sim minha filha, agora só falta o André!

 

André olhou para os avós e as mães e nada falou. Saiu rindo e pensou: -- Vocês ainda vão se surpreender. Ninguém imaginava, mas André e Cláudio tinham uma amizade muito intima e isso era segredo somente deles e no momento certo todos saberiam. As mães não desconfiavam de nada, mas Cláudio teria como sua confidente a irmã Amanda que seria o seu porto seguro.

 

Na manhã seguinte a coronel chegara cedo ao trabalho. Eram nove horas da manhã quando o tenente Munhoz chegou. Assim que o rapaz entrou em seu gabinete a coronel perguntou:

 

-- Perdeu o horário tenente?

 

-- Desculpe o atraso coronel é que o meu carro quebrou e eu precisei passar no mecânico. Mas já estou aqui não estou?

 

A coronel ficou observando o tenente e disse:

 

-- Quando isso acontecer tenente, faça o favor de me manter informada. Não vou tolerar atrasos. Estamos entendidos?

 

-- Sim coronel, mas eu estava sem crédito no meu celular para telefonar e avisar!

 

-- Mas um oficial como o senhor não ter dinheiro para colocar crédito em um celular é demais tenente, o senhor não acha? – Mas vamos deixar de conversa fiada e trabalhar. O senhor já tem alguma informação sobre os policiais que estão vigiando os passos do sargento Telles e da família dele?

 

-- Sim coronel aqui está o relatório dessa manhã.

 

A coronel leu o relatório e falou:

 

-- Bom tenente isso é satisfatório, mas eu preciso que o senhor venha comigo agora porque iremos sair.

 

-- E aonde nós vamos coronel?

 

-- Simples, nós vamos fazer uma visita ao capitão Guedes. Vamos na toca da raposa.

 

Uma hora depois já estavam no quartel. O prédio era grande e abrigava mais ou menos umas trinta viaturas. Assim que algumas delas paradas foi perguntar ao soldado que era responsável pelo setor o porquê delas estarem ali.

 

-- Bom dia soldado como está? Falou para o jovem que estava de cabeça baixa ouvindo musica pelo celular e este não havia escutado. Sem que ele esperasse ela bateu com a  palma da mão em cima da mesa assustando o rapaz e quando ele levantou a cabeça para reclamar viu de quem se tratava e logo bateu continência.

 

-- Bom dia coronel Mantovanni, eu não escutei a senhora chegar.

 

-- É eu percebi mesmo soldado, onde posso encontrar o capitão Guedes?

 

-- Ele está no gabinete coronel.  A senhora pode subir aquela escada à sua direita e dará de frente à sala do capitão.

 

-- E essas viaturas soldado porque elas estão paradas ai no pátio?

 

-- É que elas estão todas em manutenção coronel aguardando chegarem algumas peças.

 

-- Tudo isso em manutenção? – Tenente Munhoz faça depois um relatório porque eu vou mandar para o comandante geral. -- Obrigada soldado e tome mais cuidado com as suas coisas. De repente pode ser um bandido que entre aqui e aponte um revólver na sua cara. O senhor morre e ninguém vai saber quem foi e como foi. Portanto fique alerta e tire essa merda dos ouvidos.

 

Assim que a coronel se afastou juntamente com o tenente, o rapaz correu para o banheiro e viu que tinha se borrado todo. A sorte dele é que havia chuveiro e uma calça de reserva, pois caso o contrário teria que comprar uma assim como a cueca.

 

Quando chegou na frente da sala, a coronel e o tenente escutaram o capitão conversando com alguém pelo telefone, pois a porta estava entreaberta.

 

-- É isso mesmo Portela, o sargento Telles está comendo em nossas mãos e enquanto ele estiver cooperando, a família vai estar muito bem. Ora Portela se ele não quiser mais colaborar, infelizmente a mulher e os filhos irão virar churrasco. Principalmente o caçula que é doente e se isso acontecer será um favor que estaremos fazendo para ele.

 

Enquanto a coronel escutava toda a conversa, o tenente estava gravando tudo. Ela conteve a raiva de entrar, cobrir o capitão de pancadae depois prendê-lo, mas ela esperaria o momento certo de agir.

 

-- Problemas com quem? – A coronel Mantovanni? – Aquela lá é metida a besta, deixavir que daremos um jeito. O que? -- Perigosa? – Só se for na cama com a mulher dela, aquela gostosa da tenente coronel Mantovanni. Eu preciso apresentar ela a você, claro quando ela sentir um pinto grosso ela vai deixar a coronel falando sozinha. Mas pode deixar pelo que eu sei o idiota não disse nada que interessasse a ela. Logo nos livraremos desse traste e depois mandaremos acabar com ele.

 

-- Ok então está bem, nos encontraremos à noite para tratar sobre o próximo serviço. Isso mesmo, eu já tenho o local do assalto e como roubar o carro. Fique tranquilo.

 

A coronel deu um tempo e bateu à porta do capitão. Assim que entrou foi logo cumprimentando o capitão.

 

-- Guedes meu caro que bom encontra-lo o que faz sua raposa? Perguntou sem deixar o capitão perceber que ela havia escutado toda a conversa.

 

-- Mantovanni que surpresa, o que faz por aqui? – Como está lá na DPM?

 

-- A minha visita é rápida eu vim conversar com você sobre o sargento Telles. E lá está tudo bem.

 

-- Ah sim o Telles, mas quem diria que ele fosse fazer uma coisa dessas. Fez tanto que está para ser expulso da polícia, Um homem que se dizia tão honesto. E como foi o depoimento dele?

 

-- Meu caro amigo você sabe que as coisas que acontecem por lá são de exclusividade do serviço reservado, mas o depoimento dele é muito contraditório, então não tem muita serventia.

 

-- Mas o que isso tem a ver? – O que significa?

 

-- Ao que tudo indica o sargento é realmente culpado, mas eu só posso julgá-lo depois de analisar alguns documentos, Mas com certeza ele será expulso da corporação e irá para a cadeia.

 

A coronel percebeu a expressão de alívio no rosto do capitão e esse por sua vez achou que o sargento iria mesmo ser expulso. Portanto no seu pensamento ele estava limpo perante a coronel.

 

Depois de um pouco mais de conversa jogada fora a coronel se despediu do “amigo”.

 

-- Bom Guedes eu te agradeço pelas informações e desejo um bom dia para todos.

 

-- Obrigada Mantovanni te desejo o mesmo!

 

Assim que saíram do quartel o tenente comentou com a coronel:

 

-- Coronel eu estou besta com tudo o que eu ouvi e gravei. Nunca imaginei que houvesse tanta gente podre na polícia! – Estou abismado!

 

-- É tenente infelizmente ainda existem muitos ratos e a nossa missão é dizimá-los o mais rápido possível. Mas você ainda é muito jovem e verá ao longo de sua vida muitas coisas que te deixarão ainda mais abismado. Mas agora vamos embora porque eu preciso conversar com alguns amigos e não voltarei na parte da tarde. Qualquer problema me informe, caso contrário comunique ao tenente coronel Radamés que ele me manterá informada. Para quem não se lembra o agora tenente coronel Radamés era o comandante do 2ºBatalhão de Choque onde a coronel estava a substituir. Ela o havia convidado para integrar a vice-presidência da Corte Militar e em seu lugar agora estava o major Deocleciano que também era amigo da coronel nos tempos da academia militar.

 

Assim que chegou em casa os amigos já estavam à sua espera. O pai da coronel, o ex-sogro coronel Vaz Amorim juntamente com a esposa e outros estavam reunidos à sua espera. As crianças também estavam em casa e quando viram a mãe chegar foram logo abraçando e beijando a coronel. Depois juntaram o famoso grupinho e foram brincar de acampamento, pois a coronel havia comprado duas barracas de camping para que eles brincassem no quintal de preferência longe da piscina. Maria Paula também estava com eles, pois a pedido de Celina e Lorena, Andressa pediu para a mãe que deixasse a menina brincar com as crianças, depois ela ou a coronel levariam a menina para casa.

 

-- Boa tarde meu amor, como foi lá com o Guedes?

 

-- Andressa se eu te contasse você não acreditaria, mas eu e o tenente Munhoz gravamos tudo e vocês vão cair de costas na hora em que ouvirem. Mas agora eu vou tomar um banho, trocar de roupa e preparar o churrasco porque a conversa será longa.

 

Quando desceu para a sala convidou a todos para irem até a área do fundo e enquanto o churrasco estava sendo preparado, começou a contar o que havia acontecido. Depois colocou as gravação para que todos ouvissem. A coronel Monteiro ficou estarrecida com a gravação e a cada palavra que ouvia foi ficando mais abismada. Todos que lá estavam ficaram surpresos até o pai da coronel.

 

-- Filha você tem que fazer alguma coisa antes que aconteça uma desgraça!

 

-- Papai eu já tenho tudo planejado e já coloquei homens para vigiar tanto o sargento quanto a família. Inclusive amor ele vai te procurar no regimento na segunda-feira. Vou manda-lo para a cavalaria e será mais fácil do Prado ficar de olho. Alguma objeção capitão?

 

-- De jeito algum amiga, lá ele estará protegido e quanto a família?

 

-- Vou mandá-los para um lugar seguro, já sei aonde.

 

-- E aonde é esse lugar? Perguntou o ex-sogro.

 

-- Infelizmente isso é segredo coronel até para vocês.

 

-- Concordo filha, quanto menos gente souber, melhor.

 

-- Quando todos haviam ido embora, a coronel foi com a filha e Lorena levar Maria Paula. De longe ela avistou um movimento estranho na casa do sargento e viu quando um homem alto de mais ou menos um metro e noventa de altura, careca e branco saiu da casa do sargento. Pelas características ela logo imaginou ser o tal major Portela. Assim que avistou o carro do serviço reservado, foi em direção aos policiais e perguntou:

 

-- Boa noite senhores, onde estavam?

 

-- Coronel a senhora por aqui?

 

-- Capitão Morais eu lhe fiz uma pergunta?

 

-- Nós fomos comer um lanche e quando voltamos vimos o movimento, mas não fizemos nada porque achamos que seria prejudicial à família. Então deixamos acontecer e resolvemos filmar. É claro que se acontecesse algo mais grave, nós entraríamos em ação.

 

A coronel ficou olhando para os dois e falou:

 

-- Quero você dois na minha sala amanhã cedo e tenham uma boa noite.

 

Quando a coronel saiu para deixar a menina em casa o capitão falou para o tenente Ribeiro:

 

-- Estamos fodidos!

 

Quando chegou para deixar Maria Paula em casa foi recebida pelo sargento.

 

-- Coronel que bom a senhora chegar. O major Portela acabou de sair aqui de minha casa. Ele veio aqui me ameaçar de que se eu falasse alguma coisa a minha família seria dizimada e eu acusado de matar a todos. O que eu faço coronel?

 

-- Juntem as suas roupas e venham comigo. Ou melhor, pegue somente os seus documentos, a sua família e venha comigo. Vou te levar para um lugar onde estarão seguros e eu te prometo que em uma semana eu pego esses vagabundos.

 

-- Obrigada coronel, mas mesmo assim eu ainda estou com medo!

 

-- Fique tranquilo sargento e confie em mim!

 

-- Mamãe o que está acontecendo? Perguntou Celina para a mãe.

 

-- Nada filha, fique calma que tudo vai se resolver.

 

A coronel levou a família do sargento até a casa onde morou com Celina quando ainda estavam casadas. Ela pagava mensalmente para uma empresa manter a casa totalmente organizada e limpa lá seria o lar temporário daquela família. Verificou os equipamentos de segurança e viu que tudo estava em ordem.

 

-- Sargento o senhor e a sua família ficarão aqui provisoriamente. Eu vou deixar alguns homens fazendo a sua segurança aqui, mas sem uniformes. Vou pedir para a minha esposa providenciar isso porque eles serão todos da cavalaria e lá eu sei que posso confiar. Tenha uma boa noite.

 

Celina e Lorena se despediram da amiguinha e a filha da coronel falou:

 

-- Tchau Maria Paula a gente se vê na escola.

 

-- Sargento o senhor poderia deixar as suas crianças em casa afinal esse é um fim de semana prolongado e eles poderiam ficar lá brincando com os meus filhos. O que o senhor acha?

 

-- Ah coronel eu não quero dar trabalho, a senhora já está me ajudando muito e tem mais, o Régis anda de muletas e tem que tomar remédios. Será muito trabalhoso para a senhora e a sua esposa.

 

-- Está decidido sargento, eles vão ficar lá em casa e o senhor se quiser poderá ir também.

 

-- Obrigada coronel pelo convite, mas prefiro ficar aqui com a minha esposa.

 

-- Então faremos o seguinte, deixe as crianças uns dias lá em casa. Assim poderemos pensar melhor no que fazer. Não se preocupe que o Régis será bem cuidado.

 

E assim foi feito, as crianças passariam o feriado na casa da coronel.

 

Ao chegar em casa com cinco crianças Andressa perguntou para Márcia:

 

-- Meu amor o que é isso? – Você vai montar uma creche aqui em casa?

 

Márcia riu e falou para Andressa que olhava desconfiada.

 

-- Não meu amor esses são os outros dois filhos do sargento Telles, Mateus e Régis que é o caçula. É aquele ao qual eu te contei sobre o acidente e eu os convidei para passarem o final de semana aqui em casa.

 

-- Ótimo amor então essa casa vai ser mais alegre do que já é. Bem vindos meus amores fiquem à vontade que eu vou pedir pizzas para nós está bem?

 

-- Obrigada tia Andressa! Falou Maria Paula.

 

Depois que jantaram as crianças foram brincar. Andressa percebeu que Márcia estava pensativa e perguntou:

 

-- O que foi meu amor você está tão pensativa?

 

-- Só estava pensando em algumas coisas, mas são problemas que tenho a resolver.

 

-- E quanto ao Guedes e o Portela o que você decidiu?

 

-- Já tracei os planos, agora é só conversar com nossos amigos e atacar. Já sei como pegar esses ratos.

 

-- Conte comigo amor que estou à disposição.

 

-- Então amor me faça um favor, eu quero que vocês protejam o sargento e da família, do resto eu cuido. Agora vamos por as crianças para dormir e depois fazermos aquela festinha?

 

-- É pra já meu amor, vou chamar as crianças.

 

Assim que Andressa foi chamar as crianças para irem dormir, a coronel ficou pensando e chegou à decisão que não esperaria muito para pegar os ratos. A caçada iria começar pra valer e o capitão Guedes iria se arrepender de ter tocado no nome de Andressa.

 

-- Porco desgraçado você me paga! Pensou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

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Conversa

Comentários

4
C

Cleide

26/07/2018 às 18:05

Quando q esse povo vão aprender  q n se devi tocar no nome da ANDRESSA  PORRA.

RAPOSA DO DESERTO em ação. 

 

L

Lili

28/10/2016 às 19:46

Guedes e Portela vocês se ferraram kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Coronel te admiro muito por sua honestidade.

L

Lins_Tabosa

27/10/2016 às 22:27

Eita Catrina, juntei os 3 últimos capítulos! A coronel indo atrás dos ratos, eles que se cuidem! E as crianças já se encaminhando, cada um com o seu par. Adorando.

Abrs o/

P

patty-321

27/10/2016 às 19:02

Que capítulo!!!! Esse rato vai se ferrar. Todo arrogante. Falando alto e achando q tá na boa. A coronel fingiu q não ouviu e deixou ele mais tranquilo. Hahaha. Tá ferrado. A raposa do deserto não perdoa. E o soldado? Tadinho,se cagou de medo. Ri demais. Oh coronel tem pena do recruta, sqn. Kkkkkkkk. Ansiosa pra ver como a coronel vai por fim nessa bandalheira. Bjs amor.
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