Capítulo 33
( Lilian)
No sábado teve uma festa na escola, é eu pedi para a Marcela ir e ela acabou vindo.
A Marcela me procurou e nos fomos para um lugar mais reservado, nos fomos para uma sala e eu fechei a porta.
Nos beijamos por alguns minutos e depois nos saímos da sala e voltamos para a festa.
A Marcela se juntou ao seus amigos e eu me sentei na mesa dos professores.
Depois de um tempo eu avistei a Marcela dançando com uma mulher, mais eu não me importei muito por que elas estavam afastadas uma da outra, e a Adriana e o Lucas também estava dançando com ela.
Mais depois de alguns segundos eu vi uma cena que foi a gota d'água, a mulher que estava dançando com a Marcela tropeçou e caiu em cima da Marcela e a beijou.
A Marcela se afastou da mulher rapidamente e viu que eu estava a olhando.
Eu me levantei e andei rapidamente em direção ao estacionamento.
Entrei no carro e a Marcela veio correndo atrás de mim.
Eu acelerei o carro e sai em alta velocidade.
Logo eu cheguei em casa, estacionei o carro no estacionamento e subi para o meu apartamento.
Entrei em casa e me deitei na cama.
Abracei um travesseiro e a única coisa que eu conseguia fazer no momento era chorar.
Eu chorava descontroladamente a cena da Marcela beijando aquela mulher não saia da minha cabeça.
Eu achei que a Marcela me amava que eu era a mulher da vida dela, eu achei que nunca ela iria me trair, a Marcela parecia tão perfeita uma ótima pessoa, mais pelo jeito eu me enganei.
Depois de alguns minutos a Marcela bateu na porta, eu pensei em não atender mais eu acabei atendendo.
A Marcela me deu um buquê de flores e me pediu desculpas e falou que foi a mulher que a beijou e que ela não teve culpa de nada.
Já que ela não teve culpa por que ela dançando com aquela mulher.
Eu não consegui engolir essa historia, falei para a Marcela ir embora e fechei a porta.
Me deitei na cama e comecei a chorar novamente.
Tentava esquecer tudo o que aconteceu mais eu conseguia.
Depois de um tempo eu me levantei da cama e fiz um sanduíche e depois eu fui tomar banho e fui dormir.
No dia seguinte a Marcela voltou ao meu apartamento e ela estava acompanhada de uma mulher, percebi que era aquela mulher de ontem.
A Paula me contou tudo o que tinha acontecido ela falou que estava bêbada e acabou fazendo o que fez.
Eu senti que ela estava falando a verdade e eu acabei acreditando.
A Paula me pediu desculpa e foi embora, eu chamei a Marcela para entrar e a desculpei e tudo voltou ao normal.
********
( Marcela)
Acordei com o meu celular despertando, olhei no visor e estava marcando seis e meia da noite.
Olhei para o lado e a Lilian ainda estava dormindo.
— acorda meu anjo.— eu falei beijando o seu rosto.
— são quantas horas?— a Lilian falou com uma voz de sono.
— seis e meia.— respondi.
— que horas você marcou o jantar.— a Lilian me perguntou.
— sete e meia, e como você demora uma hora para escolher um vestido eu acho melhor agente ir se arrumar.— eu falei rindo.
— ok vamos.— a Lilian falou rindo.
— eu vou lá em casa tomar um banho.— eu falei.
— ah, toma banho aqui comigo.— a Lilian falou.
— mais eu também tenho que trocar de roupa.— eu falei.
— toma banho aqui comigo e depois você vai lá na sua casa e troca de roupa, o que você acha.— a Lilian falou.
— ok é uma boa idéia.— eu falei.
— então vem.— a Lilian falou dando um sorriso no canto da boca.
Nos levantamos da cama e fomos tomar banho.
Nos tomamos banho juntas e durante o banho nos trocamos alguns beijos.
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Nos saímos do banho, eu vesti a minha roupa e deixei a Lilian se arrumando e fui para casa.
Chegando em casa eu fui até o meu quarto e troquei de roupa, penteei o cabelo e passei um perfume.
— já estou indo mãe.— eu falei entrando na sala.
— tudo bem, que horas você volta?— a minha mãe me perguntou.
— umas nove.— respondi.
— até mais tarde.— a minha mãe falou.
— tchau mãe.— eu falei indo em direção a porta.
Sai do meu apartamento e fui para o apartamento da Lilian.
Bati na porta e logo ela veio me atender.
— uau, você está linda.— eu falei sorrindo.
— você também está.— a Lilian falou e me deu um selinho.
— eu achei que você iria demorar uma hora para escolher um vestido.— eu falei rindo.
— pois é, hoje eu andei um pouco mais depressa.— a Lilian falou rindo.
— eu acho melhor agente ir.— eu falei.
— tudo bem, vamos.— a Lilian falou e pegou a sua bolça.
Nos entramos no elevador e fomos até o estacionamento.
Nos entramos no carro e fomos para o restaurante, e logo nos chegamos.
— eu já vou avisando eu e que vou pagar a conta em.— eu falei.
— agente divide meu amor.— a Lilian falou.
— não, eu e que vou pagar.— eu falei.
— tudo bem, eu já sei se eu pagar você vai ficar chateada comigo né.— a Lilian falou rindo.
— pois é.— eu também falei rindo.
— vem vamos.— eu falei e a dei um selinho e sai do carro.
Nos fomos para a nossa mesa e escolhemos os nossos pratos, eu chamei o garçom e ele fez o pedido, nos conversando até o nosso pedido chegar.
— eu estava pensando e você não me falou desde quando você começou a gostar de mulheres.— a Lilian falou bebendo um pouco de água.
— eu sempre fui assim desde que eu tinha uns sete a oitos anos, quando eu eu completei onze anos eu comecei a usar algumas roupas mais masculina e cortei o cabelo, é você já teve relação com alguma outra mulher?— eu perguntei.
— não, você foi a única.— a Lilian falou.
— eu sou a primeira e a ultima, por que você vai ser minha para sempre, nos vamos nos casar vamos adotar um filho e ter um cachorro.— eu falei sorrindo.
— isso só depende de você, e so você não me trair de novo.— a Lilian falou com uma cara seria.
— eu não te traí, aquilo foi um mal entendido eu não tive culpa, eu nunca vou te trair por que eu te amo.— eu falei.
— tudo bem, eu acredito em você.— a Lilian falou.
— não vamos mais tocar nesse assunto Tá, eu não quero estragar a nossa noite.— eu falei.
— tudo bem, eu não toco mais nesse assunto.— a Lilian respondeu.
A nossa comida chegou e eu pedi um vinho para acompanhar.
— o garçom não te pediu a sua carteira de identidade?— a Lilian me perguntou.
— não, quase todo mundo acha que eu sou maior de idade, um dia eu estava na rua e uma mulher que faz panfletagem me perguntou quantos anos eu tinha, eu falei que tinha dezessete, e ela não acreditou ela pensou que eu tenha uns vinte e três anos.— eu falei.
— serio?— a Lilian me perguntou.
— é as pessoas acham isso por que eu sou um pouco grande, e não fico falando essas gírias de adolescente.— eu falei.
— realmente você parece ser bem mais velha.— a Lilian falou.
— a minha mãe fala que eu sou uma adulta com uma idade de uma adolescente.— eu falei.
— é ela esta certa, você lembra aquele dia que eu dormi na sua casa eu fui no quarto pegar a minha bolça e quando eu voltei você estava lendo um jornal, eu nunca vi um adolescente ler jornal, você sempre lê jornal? — A Lilian falou e comeu um pouco de comida.
— de vez em quando eu leio.— eu respondi.
Nos acabamos de jantar e eu paguei a conta e nos fomos embora.
Chegando no prédio a Lilian estacionou o carro no estacionamento.
— eai você gostou do jantar.— eu perguntei.
— eu adorei, ninguém nunca tinha me levado para jantar.— a Lilian falou.
— é por que nenhum desses trochas soube te tratar como você merece.— eu falei.
— você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida Marcela.— a Lilian falou e me beijou.
— você também foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.— eu falei beijando o seu pescoço.
Nós nos beijamos por alguns minutos.
— eu tenho que ir Lilian.— eu falei saindo do beijo.
— tudo bem, eu também tenho que ir.— a Lilian falou.
— tchau até amanhã.— eu falei.
— tchau meu amor até amanhã.— a Lilian falou e me deu um beijo rápido.
Eu sai do carro e fui para o elevador, logo eu cheguei no meu andar, fui caminhando até a porta do meu apartamento.
Entrei em casa e fui tomar um banho, tomei um banho rápido, escovei os meus dentes e fui dormir.
*******
Alguns dias depois.
A Lilian me convidou para uma festa de aniversário do irmão dela o jorge, mais eu fiquei um pouco insegura por que a Lilian me apresentou para os pais dela e não para a família inteira, mais a Lilian quer que eu vá, então eu vou.
Hoje nesse sábado é a festa de aniversário do jorge está marcado as oito horas da noite, como agora são sete horas é melhor eu ir me arrumar.
Tomei um banho troquei de roupa penteei o cabelo e passei um perfume, e fui me encontrar com a Lilian no seu apartamento.
Toquei a campainha do seu apartamento e a Lilian me recebeu com um lindo sorriso no rosto.
— oi meu amor.— a Lilian falou me dando um selinho.
— oi.— eu falei sorrindo.
— eai ta animada para a festa?— a Lilian me perguntou.
— mais ou menos, por que a sua família inteira vai estar lá e eles não me conhecem, so os seus pais e o seu irmão.— eu falei entrando.
— fica tranquila meu amor, a minha mãe ja comentou sobre você para eles, e ela falou que eles não acharam tão ruim.— a Lilian falou.
— será que eles vão gostar de mim.— eu falei.
— vão sim meu amor, você é uma pessoa alegre divertida educada, eu tenho certeza que eles vão gostar de você— a Lilian falou sorrindo.
— tomara que sim.— eu falei.
— você comprou um presente para o meu irmão?— a Lilian falou apontando para a sacola que estava na minha mão.
— é, eu comprei um boné eu não tinha a mínima ideia do que comprar, você acha que ele vai gostar.— eu falei.
— vai sim meu amor, o meu irmão adora boné.— a Lilian respondeu.
— eu acho melhor agente ir andando eu quero chegar um pouco mais cedo.— a Lilian falou pegando as chaves do carro que estavam em cima da mesa.
Nos fomos para o estacionamento e entramos no carro da Lilian.
Logo nos chegamos na casa dos pais da Lilian.
Eu cumprimentei os pais da Lilian, e depois eu e a Lilian fomos até o quarto do jorge para parabenizá-lo pelo o seu aniversário.
A Lilian bateu na porta e ele deu a permissão para nos entramos.
A Lilian o deu os parabéns para ele e eu fiz o mesmo.
— parabéns jorge.— eu falei e o entreguei o presente.
— nossa Marcela, muito obrigado.— ele falou sorrindo e logo abriu o presente igual a uma criança desesperada para saber o que era.
— um boné, eu adoro boné.— ele falou sorrindo e colocou o boné na cabeça.
— fico feliz que você tenha gostado.— eu falei dando um sorriso no canto da boca.
— eu adorei.— ele falou se sentando na cama e guardando um violão dentro de uma caixa.
— você toca violão?— eu falei apontando para a caixa.
— toco, eu sou fissurado em violão e guitarra .— ele falou.
— eu também toco, eu gosto de tocar violão por que me relaxa.— eu falei.
— serio você toca?— ele falou sorrindo.
— toco.— respondi.
— você toca violão Marcela, por que você não me contou.— a Lilian falou.
— eu devo ter esquecido.— respondi.
—toca uma musica ai para gente.— o jorge falou sorrindo.
— ah, acho melhor não.— eu respondi.
— toca Marcela.— a Lilian falou sorrindo.
— tá, já que você esta pedindo eu vou tocar.— eu falei e o jorge me entregou o violão.
Eu me sentei em uma cadeira que estava perto da cama do jorge e toquei uma musica olhando para a Lilian.
A A5(9) D
Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
D5(9) Bm B5(9)
E enxergar as coisas que me deixam no ar
E E4 E
Deixam no ar
A A5(9) D
As várias fases, estações que me levam com o vento
D5(9) Bm E E4
E o pensamento bem devagar
E F#m D
Outra vez, eu tive que fugir
D5(9) E A A5(9)
Eu tive que correr, pra não me entregar
F#m D D5(9)
As loucuras que me levam até você
E A A5(9)
Fazem esquecer que eu não posso chorar
( D D5(9) A A5(9) D D5(9) )
A A5(9) D
Olhe bem no fundo dos meus olhos
D5(9) Bm B5(9)
E sinta a emoção que nascerá
E E4 E
Quando você me olhar
A A5(9)
O universo conspira a nosso favor
D D5(9)
A consequência do destino é o amor
Bm B5(9) E E4
Pra sempre, vou te amar
E F#m D
Mas, talvez você não entenda,
D5(9) E E4 A A5(9)
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
F#m D
Que meu amor não será passageiro
D5(9) E
Te amarei de janeiro a janeiro
A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9) D D5(9)
Até o mundo acabar...
F#m D
Mas, talvez você não entenda,
D5(9) E E4 A A5(9)
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
F#m D
Que meu amor não será passageiro
D5(9) E
Te amarei de janeiro a janeiro
A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9)
Até o mundo acabar
D D5(9) A A5(9) D D5(9)
Até o mundo acabar
De Janeiro a Janeiro
— nossa Marcela você canta e toca violão muito bem.— a Lilian falou sorrindo.
— você acha.— eu falei dando um sorriso no canto da boca.
— claro meu amor, você toca muito bem, eu nunca imaginei que você tocava violão.— a Lilian falou.
— agente podia fazer uma banda Marcela.— o jorge falou.
— não, eu não tenho vocação para isso, eu so toco violão em casa.— eu falei.
— ah, seria uma boa agente fazer uma banda quem sabe agente iria fazer sucesso.— o Lucas falou.
— não, essa não é a minha praia.— eu falei.
— não liga não Marcela, em tudo o jorge vê uma forma de ganhar dinheiro.— a Lilian falou rindo.
— mais é bom ser assim, uma pessoa sonhadora.— eu falei.
— mais a Lilian esta exagerando viu Marcela.— o jorge falou rindo.
— não estou nada, até parece que eu não te conheço né jorge.— a Lilian falou.
— tá bom eu admito que eu sou um pouquinho assim mais é so um pouquinho.— o jorge falou.
— sei.— a Lilian falou rindo.
Nos saímos do quarto do jorge e a Lilian foi me apresentar para alguns parentes, o primeiro foi um homem que se chama Marcos.
— até que fim eu conheci a famosa Marcela.— o Marcos falou e me cumprimentou com um aperto de mão, ele fala de uma maneira engraçada, eu tentei segurar o riso mais eu não consegui.
— do que você está rindo.— o Marcos me perguntou com um sorriso no canto da boca.
— é que você fala de um jeito engraçado.— eu falei e parei de rir.
— a Lilian também ri quando eu falo, e só eu abrir a boca que ela começa a rir, você nasceram uma pra outra.— o Marcos falou rindo.
— realmente agente nasceu uma para a outra, eu amo muito a Lilian.— eu falei.
— não existe coisa mais linda do que o amor, eu admiro o amor de vocês, eu vou ali e já volto o meu irmão Gabriel está me chamando. — o Marcos falou.
A Lilian me apresentou para mais alguns parapentes, e depois disso nós nos sentamos em uma mesa e o garçom nos serviu com alguns salgados refrigerantes e cervejas.
Nos comemos e bebemos e conversamos com alguns primos da Lilian e depois, nos fomos cantar parabéns para o jorge.
Nos cantamos o parabéns e comemos um pedaço de bolo, depois nós nos despedimos de alguns parentes da Lilian e fomos embora.
Nos entramos no carro e eu a Lilian seguimos viagem até o prédio.
— eu acho que a minha família gostou de você.— a Lilian falou olhando para o transito.
— tomara que eles tenham gostado mesmo.— eu falei olhando para a Lilian.
— eles gostaram sim meu amor, você e educada alegre, eu tenho certeza que eles gostaram de você.— a Lilian falou.
— tomara, meu anjo.— eu falei dando um sorriso no canto da boca.
Logo nos chegamos no prédio e a Lilian estacionou o carro no estacionamento.
— tchau Lilian até depois.— eu falei a dando um selinho.
— ah eu quero um beijo de verdade.— a Lilian falou fazendo bico.
— claro meu anjo eu te dou quantos beijos você quiser.— eu falei e a beijei.
Nós nos beijamos por alguns minutos e nos separamos do beijo.
— dorme lá em casa comigo?— a Lilian me perguntou.
— claro eu durmo, eu só tenho quer ir lá em casa para avisar a minha mãe se não ela fica preocupada.— eu falei.
— ah não, é só você ligar lá na sua casa, sempre que você vai lá na sua casa você demora um século para voltar.— a Lilian falou.
— tudo bem, eu vou ligar.— eu falei.
— então tá bom meu amor, vem vamos subir.— a Lilian falou e me deu um selinho.
Nos saímos do carro e entramos no elevador e fomos para o apartamento da Lilian.
Nos entramos no apartamento e eu fechei a porta.
Eu peguei o meu celular e disquei o numero do telefone de lá de casa.
A minha mãe atendeu e eu falei que iria dormir na casa da Lilian, ela falou que tudo bem e eu desliguei o celular.
Logo que eu desliguei o celular a Lilian me puxou pela nuca e me beijou com velocidade.
Nos fomos nos envolvendo cada vez mais e quando eu me dei conta nos estávamos nuas no sofá.
Nos levantamos do sofá e fomos para o quarto, nos caímos na cama aos beijos.
Me Deitei em cima do seu corpo e abocanhei o seu seio.
Depois eu a beijei novamente, e fui beijando o seu corpo até chegar no seu sex*, e a penetrei com dois dedos enquanto eu acariciava o seu sex* com a língua.
A Lilian gemia cada vez mais alto pressionando a minha cabeça contra o seu sex*, aumentei o ritmo e a Lilian gemia ainda mais auto, logo ela teve um orgasmo.
Fui até a sua boca e a beijei, nos beijamos por mais alguns minutos, depois disso a Lilian foi descendo até o meu sex*, e acariciou o meu sex* com a língua, depois me penetrou com dois dedos e foi aumentando o ritmo cada vez mais, eu tive um orgasmo e a Lilian veio até mim e me beijou, e depois nos dormirmos abraçadas.
Fim do capítulo
O que vocês acharam do capitulo por favor não se esqueçam de comentar eu preciso saber se vocês estão gostando da historia, até mais.
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