Capítulo 1
Quando saiu de uma cidadezinha do interior de São Paulo, há 8 anos atrás, Vladia Zammorah não sabia que sua vida mudaria tanto...
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Mais uma noite de trabalho, música, sua bebida favorita enquanto estava trabalhando e muitas risadas depois, Vládia estava sentada na orla de Boa Viagem, vendo o sol nascer, fumando um cigarro e pensando na vida.
Havia concluído sua faculdade de administração há 1 ano, se tornava uma DJ conhecida e respeitada, tinha alguns amigos e muitos colegas, casa, carro, dava aulas num curso para DJ’s, independência financeira, mas sentia que algo lhe faltava.
Foi quando seu celular tocou despertando-a dos seus pensamentos, olhou para o visor e viu que era Silvinha.
-- Fala pessoa insuportável - Vládia e sua forma estranha de carinho.
--Zammorah, estou no seu apê á um século e você ainda chegou. Onde você está? – era incrível o cuidado que Silvinha tinha com ela e a conhecia como ninguém.
-- Tô na praia Silvinha, chego já, foi uma noite longa e eu tinha que ver o nascer do sol para relaxar.
Dizendo assim, se dirigiu até o carro e foi pra casa.
Quando chegou ao prédio, seu Antônio abriu a garagem e ela entrou.
No apartamento, uma Silvinha enlouquecida já estava no celular e falava sobre valores, Zammorah sabia que ela estaria fechando com alguma boate para ela tocar.
Foi direto para o quarto, precisava urgente de um banho.
Quando saiu, Silvinha já estava com a mesa do café pronta esperando por ela.
Sabia que não adiantaria dizer que não tinha fome, Silvinha conseguia ser irritantemente convincente quando queria, sendo assim se sentou e comeu apenas pão com frios e suco de abacaxi com hortelã.
Silvinha a olhava com o olhar que dizia: “Isso mesmo, come direitinho”. Foi ela que quebrou o silêncio.
-- Uma boate, lá do Rio de Janeiro, acabou de ligar e fechar com você para tocar 2 noites lá na próxima semana.
-- Comigo não meu amor, com você né? – Silvinha detestava seu tom irônico, mas ela adorava a cara dela quando ouvia.
-- Tá de mau humor Srta. Zammorah??
-- Não, só não sei se quero ir para tão longe assim e gastar quase tudo que ganharia – disse de um jeito que beirava o drama.
-- Para com isso, além do que, fechei o pacote com passagem, estadia e refeições, então será custo zero para você.
-- Fale-me mais sobre isso. – disse já me arrumando na cadeira.
-- A dona da boate, viu sua apresentação no luau em Natal no mês passado, ela tem 2 boates lá, você toca em uma na sexta e no sábado na outra, domingo você dorme em casa já. – disse ela parecendo uma criança que contava como faria suas peripécias na escola na próxima semana.
-- O hotel eu pedi que fosse próximo à praia, sei como gosta das suas caminhadas matinais, e vai ter também um carro pra te levar e buscar na boate.
-- Então, o que acha??
Pensei que talvez fosse bom ver pessoas diferentes.
-- Você pensa em tudo, mas qual o estilo da boate?
--É uma boate GLS meu bem, você vai poder ser você mesma.
Não gostei do comentário dela, afinal eu não aparentava que gostava de mulheres, eu sou alta, 1,75, pele morena clara, olhos azuis, cabelos pretos com mechas azuis, todo despontado, corpo malhado, pernas torneadas bem definidas e nunca gostei de ter rótulos, fazia com que me sentisse uma latinha de supermercado.
Vendo meu semblante ela logo disse:
-- Zammorah, sabe que estou brincando, você passa por poucas e boas com os rapazes que teimam em querer te beijar e logo depois ficam desesperados quando descobrem que não fazem o seu tipo.
-- Tá certo, preciso arrumar meu case e minha pick up.
-- Zammorah, você já tem muitas músicas, relaxa um pouco, você ainda nem dormiu, você só viaja na sexta pela manhã. – disse uma Silvinha impaciente.
Concordei com ela e fui pro meu quarto e apaguei.
A semana passou voando, e quando vi já era quinta, a casa tava lotada e eu tocaria a 1h da manhã.
A noite correu sossegada, algumas doidas querendo invadir a cabine de som, sem muito sucesso.
Às 3hs eu encerrava meu case e Marília, entrava trazendo meu suco preferido “BOMBA ATÔMICA”, açaí com guaraná, mel e energético, delicioso.
Me despedi do pessoal da boate e fui prá casa descansar um pouco.
Acordei meio perdida com o celular tocando, era Silvinha me impedindo de perder a hora do vôo.
-- Bom dia coisa impossível! – falei com voz de sono, mas já pulando da cama.
-- Vladia Zammorah, to na porta do seu prédio te esperando, você tem 5min prá descer se não quiser perder seu vôo. – disse uma Silvinha irritada.
-- Ok, vou tomar um banho rápido e já chego aí.
Em 20 minutos eu já estava no carro a caminho do aeroporto. Depois de muitas recomendações da Silvinha (ela parecia minha mãe me mandando ter juízo) embarquei rumo ao Rio de Janeiro.
O vôo entre Recife e o Rio de Janeiro durou 2 hs, e ao meio dia eu desembarcava na cidade maravilhosa.
Havia um homem com uma placa onde tinha meu nome escrito, me aproximei e me apresentei, ele me levou até o táxi e de lá seguimos para um hotel em Copacabana.
“Que coisa mais sem noção mandar um taxista me buscar” – pensei enquanto me arrumava dentro do táxi.
Como se estivesse ouvindo meu pensamento, o taxista disse:
-- D. Andréia gostaria de ter vindo ela mesma buscar a senhorita, mas o atraso da entrega das bebidas a impediram de vir, e como a D. Pâmela e a D. Sophia foram resolver algo com o equipamento da outra boate, ela me incumbiu de vir buscá-la.
-- Sem problemas, obrigada por vir me buscar – disse já arrumando os fones de ouvido do meu mp5, ele entendeu o recado e não falou mais durante o trajeto até o hotel.
O tempo estava maravilhoso, o céu bem azul, o sol brilhava lá em cima, e em 40 minutos eu já entrava no quarto do hotel.
Almocei no quarto mesmo, pedi algo leve, uma salada e frutos do mar, me deixei tomar uma cerveja contemplando a praia lá embaixo.
Passei o resto do dia fazendo meu case prá tocar naquela noite, tomei um banho demorado, me arrumei, fiz uma maquiagem que destacou ainda mais meus olhos azuis.
Parei diante do espelho e fiquei feliz com o resultado da minha obra, uma blusa com um dos lados caídos, mostrando minha tattoo no ombro, uma calça jeans preta de lycra, um par de botas cano alto e sem salto, então pensei: “você está um arraso Vládia Zammorah” ri com meu pensamento.
Foi quando o telefone do quarto tocou me tirando do meu momento de admiração. Era o recepcionista do hotel me dizendo que havia alguém me esperando lá embaixo. Olhei para o relógio em meu pulso e constatei que já eram 21:30, agradeci e pedi para avisar que já estava descendo.
Peguei a pasta com meu notebook e fui para o elevador, quando a porta do elevador abriu, tinha uma morena espetacular conversando com o rapaz da recepção, parecia que já se conheciam tamanha era a intimidade que conversavam e riam sobre alguma coisa.
Ela era linda, um pouco mais baixa que eu, vestia um vestidinho florido soltinho, leve, uma bota cano alto, o cabelo chocolate com mechas cor de mel preso num rabo de cavalo lindo, com apenas alguns fio soltos, uma maquiagem leve e um sorriso maravilhoso.
Quando estava me aproximando o rapaz interrompeu a conversa e discretamente me apontou para ela.
Ela se virou em minha direção e a cara que ela fez foi no mínimo engraçada, estava com a boca meio aberta e me olhou de cima a baixo, ficou nessa observação por alguns segundos, o rapaz da recepção deu uma risadinha e baixou a cabeça, então eu quebrei a tensão que pairava no ar.
-- Se você já tiver terminado sua inspeção e se eu tiver passado, podemos nos apresentar? – dei uma risadinha de canto de boca.
Ela acordou do devaneio e ficou vermelha.
-- Oh, me desculpe, sou Pâmela, gerente da Djielles, estou aqui para levá-la. – disse tudo rápido demais acho que ficou nervosa.
-- Prazer Pâmela, sou Vládia Zammorah, mas isso você já sabe, pelo menos eu espero que saiba, e não se desculpe por nada ok? –
-- Tá certo, sem desculpas, podemos ir agora? O trânsito tá tranquilo agora, mas nunca se sabe.
Concordei e saímos em direção ao carro dela que estava estacionado na entrada do hotel.
Entramos no carro e um silêncio se estabeleceu, ela me olhava pelo canto dos olhos, e apertava tanto a direção que fiquei com pena do volante do carro, ela estava realmente tensa.
Me sentei de lado e passei a olhá-la discretamente, tinha a boca mais linda que já vi na vida, era grossa, daquelas que dá vontade de beijar, decidi quebra o gelo que se instaurou no carro.
-- Pode falar que eu não mordo, e se morder, fique tranquila que tomei todas as minhas vacinas. – disse de uma forma engraçada e consegui o efeito desejado, ela deu uma risada.
-- Não estou com medo de você me morder, é só que eu esperava encontrar algo mais masculino, como todas as Dj’s que tocaram lá na boate, mas quando Pedro me disse que era uma mulher linda e extremamente feminina, achei que fosse mentira. – ela disse de uma forma lindamente envergonhada.
-- Oh – foi minha vez de ficar sem graça – Sinto desapontá-la.
-- Ah, não, não me desapontou não. – e logo em seguida completou – Fiquei apenas surpresa, só isso.
-- Isso foi um elogio então? – essa menina estava começando a me deixar confusa
-- Pode se dizer que sim. – ela disse me dando uma piscadinha.
Uma musiquinha estridente tocou dentro da minha bolsa, era meu celular me tirando da prisão daqueles lábios e daqueles olhos esverdeados.
Olhei no visor e era o número do meu apê, só poderia ser a Sil, atendi.
-- Fala meu anjo – disse atendendo – senti que coisa boa não era prá ela me ligar de casa e não do seu celular.
-- Humm, faz tempo que não fala assim comigo, mas prá te tranquilizar, não aconteceu nada, só a bateria do meu celular que acabou. – disse uma Silvinha rindo da minha cara.
-- Tá, mas o que aconteceu para você estar aí em casa a essa hora? – disse de uma forma engraçada, como se não fosse normal ela invadir meu apê quando bem entendesse.
-- Seu Antônio me ligou, dizendo que havia chego uma encomenda sua e que estava na portaria, mas como era grande ele me pediu para vir aqui e guardar pra você. Zammorah, porque você comprou um frigobar? – disse ela rindo muito.
-- Pra não ter que sair da cama para tomar água gelada de madrugada, é simples meu bem. – disse rindo.
Enquanto a conversa fluía, reparei que ao meu lado tinha uma morena extremamente irritada com a conversa, acho que pelos anjos, amores, e bens que eu falava durante a conversa, gostei do que estava vendo.
Encerrei a conversa e me virei prá ela perguntado se faltava muito prá chegar, ela apenas balançou a cabeça dizendo que não, então disse.
-- Você faz compras e não avisa sua namorada que vai chegar encomenda? – ela disse num tom mais irônico do que acho que ela gostaria.
-- Primeira coisa, a muito tempo que não dou satisfações da minha vida a ninguém, segunda coisa, Silvinha não é minha namorada, nós até tentamos um tempo atrás, mas estamos mais pra irmã do que amantes ou namoradas meu bem. – disse de uma forma séria olhando nos olhos dela.
Ela ficou sem graça e me disse.
-- Me desculpe, mas é que com tantos anjos, amores e meu bem, achei que fosse sua namorada no celular, não imaginei que fosse apenas uma amiga. – disse ela desviando do meu olhar.
-- Não sei como vocês se tratam aqui minha linda, mas eu não tenho problemas em demonstrar meus sentimentos a ninguém. – disse já meio irritada, como essa garota me julga antes de me conhecer?
O resto do caminho foi feito em silêncio, logo chegamos à boate.
Fomos recebidas por uma Andréia muito irritada com o atraso da entrega das bebidas, ela resmungava enquanto enchia as caixas térmicas de gelo e sal para que as cervejas gelassem mais rápido.
Quando nos viu entrando, veio em nossa me direção me cumprimentando com um abraço e um beijo, e a outra com gracinhas.
Me levou até o escritório prá falarmos sobre como seria a noite.
-- Primeiro quero dizer que é um prazer tê-la tocando na minha casa hoje, segundo, quero saber do que precisa durante a noite, pois a Silvinha não me disse o que bebia, só disse que não era nada alcoólico enquanto você toca.
-- Bom vamos por partes. – disse rindo – O prazer é meu, sua casa é linda, segundo, realmente não bebo enquanto toco, tomo apenas um suco que em Recife, chamamos de bomba atômica, é açaí, guaraná natural, mel e energético, quando termino de tocar, tomo no máximo 2 cervejas, não gosto de beber nos lugares que estou a trabalho. – Disse pra uma Andréia que anotava algumas coisas enquanto eu falava.
-- Realmente deve ser uma bomba atômica esse suco – disse já as gargalhadas. – Vou pedir para a Pâmela providenciar, acho que ela terá que sair para comprar o mel. – disse enquanto pegava o telefone da mesa pedindo que a Pâmela fosse até escritório.
Conversávamos sobre as festas em que eu toquei e que havia ido junto com a mulher, quando Pâmela bateu na porta e entrou.
-- Mandou me chamar Andréia? – disse sem nem olhar pro meu lado.
-- Não mandei, pedi que viesse. – disse rindo – Preciso que você providencie mel, o suco que Vládia toma é feito com mel, e tenho certeza de que não temos aqui, você poderia, por favor, sair e comprar?
-- Mas temos leite condensado, adoça do mesmo jeito, além do que, onde eu encontraria mel numa hora dessas? – disse uma Pâmela irritada
-- Pode ser, por mim sem problemas Andréia. – eu disse meio sem jeito, deveria ter imaginado que não teria mel naquele lugar, em Recife quase tudo leva mel, quase nunca leite condensado.
Andréia, meio sem graça, pediu desculpas e disse que para amanhã iria providenciar o mel. Impaciente já Pâmela disse.
-- Se minha presença aqui já não for mais necessária, vou descer e resolver alguns problemas de uma última hora, já que Sophia ainda não chegou.- disse olhando com a cara de poucos amigos que me olhou no carro mais cedo
--Sophia ainda não chegou porque passou a tarde comprando gelo pra gelar a cerveja pra hoje à noite. – disse uma Andréia triste com o comentário da amiga.
-- Desculpe Andréia, é só a pressão do que vem pela frente, estamos com a bilheteria esgotada desde quarta-feira já, você sabe que eu não quis ser rude. – disse fazendo um carinho na mão da amiga que estava em pé encostada na própria mesa.
-- Tudo bem Pâmela, mas repito o que venho lhe dizendo no último mês, você tá precisando fazer sex* com mais frequência amiga. – disse pra uma Pâmela que imediatamente enrubesceu diante do comentário da amiga.
-- Andréia, fui. – disse saindo da sala, totalmente sem graça.
Foi minha vez de falar com Andréia.
-- Bilheteria esgotada? – disse surpresa.
-- É, desde a quarta-feira, você faz sucesso no meio gay não sabia? – disse cheia de dedos – A propósito, quero lhe perguntar, mas não se ofenda, você é gay? Porque não parece nem um pouco. – disse sem me olhar na cara.
Achei engraçada a maneira dela de desviar os olhos na hora que me fez a pergunta.
-- Sabia que o meio me conhecia, mas no nordeste, não aqui, e quanto a ser gay, embora você ache que eu não pareça eu sou. – disse rindo.
Andréia suspirou aliviada e disse.
-- Ainda bem, não suportaria ver minha amiga interessada por uma hétero novamente, você mexeu com a Pâmela, há tempos não via o brilho do interesse nos olhos dela.
Foi minha vez de ficar sem graça, e vendo isso, Andréia completou.
-- Ela, no mínimo te achou interessante, ela só me enfrenta quando está assim, cheia de questionamentos internos, não me diga que você não percebeu?
-- Na verdade ela meio que teve um piti no carro quando vínhamos prá cá, recebi uma ligação e ela disse que pensou que fosse minha namorada pela forma como tratei durante a conversa.
-- Ela é assim, não entende como as pessoas se tratam com carinho, ela sofreu tanto na vida, que demonstração de carinho sem ter um maior envolvimento, é quase impossível.
-- Entendo – disse como se fosse mais pra mim do que para ela. – Agora preciso ir, sentir a cabine, a energia do lugar, me preparar, você poderia me levar até lá?
-- Claro, vamos. - Seguimos em direção à pista.
Conheci a cabine, ela ficava suspensa sobre a pista principal da boate, conheci o equipamento, o ambiente, testei o som, quando me virei e dei de cara com a Pâmela, me olhando enquanto testava o som com os fones de ouvidos, fiquei sem ação.
Ela sorriu o seu sorriso mais lindo e veio em minha direção.
-- Sei que começamos errado, mas me desculpe, é que estou nervosa, tudo deu errado nesses dois dias, e me descontrolei. – disse com sinceridade no olhar. – Faz tempo que você está aqui, eu estava te olhando, você tinha paixão nos olhos enquanto testava o som, tanto que passei e me encostei aqui e você nem me viu, realmente gosta do que faz não é?
--É.... – que hora pra ficar sem palavras, acorda Vládia, você está aqui a trabalho. Escutei-a rindo. – Realmente amo o que eu faço não me imagino fazendo outra coisa, mas não lhe disseram que é feio bisbilhotar? – disse rindo, de forma descontraída.
Conversamos algumas coisas sobre o trabalho quando ela me questionou.
-- Sei que você não comeu nada hoje além do almoço. – vendo minha cara de curiosidade ela completou. – Pedro me disse lá no hotel, não está com fome? Quer algo para comer?
-- Realmente só almocei mesmo, mas não se preocupe, como algo quando sair daqui. – disse sem jeito – E aquele rapaz não deveria dar tantas informações assim sobre os hóspedes. – disse rindo, tentando quebra o clima.
-- Ele não fez por mal, é meu amigo há anos, não pense que ele não é profissional, ele só ficou preocupado porque você só pediu o almoço, e não solicitou mais nada e nem saiu do quarto o dia todo.
--Eu vou sair agora prá comprar um lanche pra comer, porque eu também só almocei, então vou te trazer um, me diz o que prefere.
-- Bom, sendo assim, gosto de lanche bem light, com muita calabresa, bacon, maionese e queijo. – disse rindo muito. Para o meu espanto ela também riu muito.
-- Realmente é muito light, e bebe o que? Refrigerante diet? – agora era ela quem ria muito.
-- Milk shake de morango. – disse direto, sem nem pensar, amo Milk shake de morango.
-- Ok, saindo um lanche light e um Milk shake diet. – disse aquela linda mulher que já ria soltinha ao meu lado. – Em 30 minutos estarei de volta.
Dizendo isso saiu linda, parecia que desfilava ao andar. Quando olhei em direção ao bar Andréia ria muito e me olhava, tinha a seu lado uma linda mulher abraçada a sua cintura, deveria ser sua mulher, fez sinal para que eu descesse.
Conheci Sophia, uma mulher linda e apaixonada, tinha 29 anos, era 3 anos mais nova que Andréia mas parecia ser a que tinha juízo.
Pouco tempo depois chega uma Pâmela sorridente com os braços cheios de embalagens.
Entrega a minha, depois a de Andréia e a de Sophia, que já roubava as batatinhas de Andréia. Comemos ali mesmo no balcão, e logo depois de comer, foi Sophia quem falou.
-- Vládia, como consegue ter esse corpinho depois de comer essa bomba calórica? Me ensina por favor? – disse de uma forma muita engraçada.
-- Eu quase não como Sophia, às vezes passo o dia inteiro sem comer nada, mas faço caminhada toda manhã na beira mar, como um açaí na tigela e vou prá casa, não tem segredo, acho que é genético.
-- Abençoada essa genética, alguém deveria vender na farmácia. – disse abraçando Andréia. – Tenho que me cuidar sabe, essa senhora aqui é muito assediada. – beijou a pontinha do nariz dela.
-- Sophia, não precisa se preocupar com nada só você tem lugar no meu coração e na minha cama. – disse Andréia com um olhar que transmitia desejo.
O segurança interrompeu dizendo que a frente da casa estava lotada já e queria saber que horas abririam as portas.
Limpamos a bagunça no balcão, o Dj residente já havia chego e estava passando o som, quando foi 23:30 a casa abriu.
Paula trabalhava no balcão da boate, ensinei a ela como fazer meu suco, ela ficou abismada com minha bomba atômica, mas disse que faria exatamente como a havia ensinado, ficamos de papo até quase 1 da manhã quando me levantei prá ir até a cabine do centro da pista me preparar prá tocar. Paula disse que logo levaria minha bomba na cabine.
A noite começou animada, quando abri meu case a pista lotou, mulheres lindas me mandavam beijos, pediam telefone, me fizeram propostas indecentes, mas meus olhos procuravam aquele rabo de cavalo, não a via em lugar nenhum, fechei a porta que dava acesso a escada da cabine, não queria mais ninguém me atrapalhando. Faltava meia hora pra terminar meu case quando ela chegou à cabine, estava linda, havia trocado o vestido por uma calça jeans de cós baixo, usava um top preto com uma camisa aberta amarrada nas pontas, só as botas eram as mesmas.
A olhei dos pés a cabeça, minha cara deveria estar me entregando, pois ela tinha nos lábios um sorriso engraçado. Meio sem saber o que fazer tratei logo de falar alguma coisa.
-- Boa noite! Não a vi a noite toda, tá gostando do som? – eu estava perguntando a ela sobre o som?-
-- Bom você não me viu, mas eu te vi a noite toda, estava no escritório – disse me apontando uma janela logo acima da cabine de som. – vi todas as suas fãs que vieram até aqui, todos os papéis que provavelmente são números de telefones, que você recebeu.
Fiquei sem graça por estar sendo observada a noite toda sem ao menos saber.
-- Respondendo a sua outra pergunta, estou amando o som, como disse mais cedo, parece que você toca com a sua alma, com paixão, não sei como isso acontece pra você, mas é assim que eu vejo.
Ela conseguiu descrever com uma frase exatamente como me sinto quando estou tocando.
-- É exatamente assim que eu toco... – disse baixando meus olhos. - Você gostaria de experimentar?
-- Se você puder me mostrar, eu adoraria experimentar. – disse com um tom de segundas intenções.
Rapidamente tirei os fones que estavam em meu pescoço e a peguei pela mão, puxando para que ela ficasse em minha frente, de costas pra mim.
Pedi que colocasse apenas um fone no ouvido e disse a ela para sentir a música, algum tempo depois ela me olhou com olhos de questionamento, como se não entendesse o que deveria sentir.
Me aproximei dela pelas costas e devido ao barulho, falei em seu ouvido.
-- Feche seus olhos, sinta a música, relaxe e apenas sinta a música, você tem que sentir com seu coração, como se o seu coração batesse como a música que toca, consegue fazer isso? – ela demorou um pouco pra responder, mas acenou a cabeça em confirmação.
Coloquei minha mão sobre a dela e levei no seu peito na altura do coração, senti o corpo dela responder aquele simples toque, o meu também não ficou parado, um tremor gostoso percorreu meu corpo. Para desligar aquela corrente elétrica que percorria nossos corpos disse a ela:
-- Agora que você entendeu e sentiu, vai me dizer a hora que a música deve virar. – ela me olhou assustada, mas a tranquilizei – não se preocupe, só vou virar se for realmente à hora. – sorri pra ela.
Em questão de segundos ela me disse que a música viraria, e ela acertou, virei à música.
Ela virou de frente pra mim e me abraçou, pulava feito criança quando consegue realizar um feito incrível. Quando percebeu a situação, ela parou de pular e me olhou nos olhos, ainda abraçadas, correspondi ao seu olhar, ela quis sair daquele abraço, mas meus braços a envolveram ainda mais, puxei mais para perto e meus olhos percorreram seu rosto.
Parei naquela boca linda, não resisti e toquei seus lábios com os meus, não houve resistência, aos poucos eles se abriram e o beijo se tornou urgente e intenso. Aquela boca era deliciosa, macia, tinha um sabor maravilhoso, minhas mãos percorriam as suas costas, num carinho gostoso, ela se entregou aquele beijo como nunca havia visto ninguém se entregar, colou seu corpo ao meu e quando minhas mãos tocaram sua nuca, um gemido saiu da sua boca, aos poucos o beijo foi ficando calmo até que acabou, encostei minha testa na sua e a olhei nos olhos, queria saber o que se passava na cabeça dela e queria que seus olhos me dissessem, ela apenas sorriu.
Quando fui me afastar, ela me segurou e me olhou de forma interrogativa, tratei logo de acalmar ela.
-- Calma, só vou virar a música, não vou a lugar nenhum. – dei um beijinho naquela boca e fui virar a música.
Quando voltei, ela me abraçou e me beijou de uma forma que fez borboletas flutuar no meu estomago.
O beijo foi se tornando cada vez mais urgente, minhas mãos já passeavam pelas costas dela, ora alisando, ora apertando, necessitando sentir que ela era real, que aquilo tudo era real, minha boca percorreu seu pescoço, cheguei à sua orelha, mordi a pontinha bem devagar, ela gem*u e colou ainda mais seu corpo ao meu e disse no meu ouvido:
-- Ai... assim é covardia, tem dó de mim... – foi um sussurro seguido por um gemido que me enlouqueceu.
As carícias se tornaram mais ousadas, minhas mãos criaram vidas, eu tinha necessidades de sentir aquele corpo, aquela pele, mas quando minhas mãos alcançaram seus seios por baixo da blusa, senti algo vibrando em seu bolso, não acreditei, quem poderia estar ligando numa hora dessas prá ela?
Ela riu, se afastou um pouquinho, apenas um espaço suficiente para pegar o celular no bolso, olhou no visor e já ia atender quando eu soltei seu seio que estava em minha mão e fui tirando a mão, ela me olhou e disse:
-- Se tirar a mão daí, eu bato em você. – disse isso e atendeu o celular.
Achei linda a forma como ela me disse isso, tinha muito desejo em seu olhar. Fiquei brincando com o seio que estava em minha mão, ela fazia um esforço tremendo para se concentrar no que estava sendo dito pelo celular, mas o som me chamou atenção, estava na hora de trocar a música.
Apontei o som pra ela e fui saindo devagar, ela fez um aceno com a cabeça então saí de vez e fui para o som. Olhei à hora no meu celular, faltavam 15 minutos pra acabar meu case, selecionei as próximas 2 músicas e me virei para ela que já finalizava a ligação.
Caminhou até mim enlaçou meu pescoço, me deu um beijo doce e disse:
-- Desculpe a interrupção, mas tá tendo um problema no bar da pista 2, vou ter que ir até lá resolver, mas prometo que depois terminaremos o que começamos aqui. – disse com a boca colada no meu ouvido, me arrepiei inteira. – Falta quanto tempo prá acabar seu case?
-- 15 minutos, pode ter certeza que irei cobrar o final do que você começou aqui meu anjo.
Deu-me mais um beijo e saiu. Voltei a tocar e quando coloquei a última música, dei sinal para o DJ residente assumir. Arrumei minhas coisas e desci da cabine de som, cheguei ao bar e pedi a Paula uma cerveja, tomei quase toda de uma vez.
-- Com sede hein? – me disse Paula. Apenas balancei a cabeça concordando.
Quando aquela acabou, pedi outra, eu a procurava e não encontrava como aquela menina mexeu comigo daquela maneira? Meu corpo ardia só de lembrar dos beijos que trocamos na cabine de som, alguém tocou meu braço e me trouxe de volta dos meus pensamentos.
-- Sonhando acordada Dj? – Era Sophia que me trazia de volta a terra. – Andréia tá te esperando no escritório. – como estivesse lendo meus pensamentos ela disse – Ela está no depósito resolvendo o sumiço de uma caixa de Vodka, logo estará no escritório também. – dizendo isso sorriu pra mim e me puxou pela mão.
No escritório acertei com Andréia que seria melhor ela fazer a transferência entre contas ao invés de me pagar em dinheiro, não gosto de andar com dinheiro de madrugada, conversamos um pouco sobre a noite, ela me agradeceu por corresponder às expectativas dela durante a noite, por ter levantado a galera e quando olhei para porta ela estava lá parada conversando baixinho com a Sophia, Andréia entendeu meu olhar, me deu um sorriso e disse:
-- Pâmela, são 4h da manhã, Zammorah está cansada, por favor, leva ela pro hotel pra mim? – deu uma piscadinha discreta para mim e disse – Até amanhã, descanse e a tarde a gente se fala.
Agradeci a ela e a Sophia e me virei para sair, acompanhada de Pâmela, já estava fechando a porta quando escutei Andréia gritar:
-- Não façam nada do que eu não faria. – seguida de uma gargalhada sonora dela e de Sophia.
Olhei para Pâmela, ela sorria meio sem graça, peguei em sua mão e a puxei prá um beijo rápido, saímos de lá e Pâmela me levou pelas mãos até seu carro.
No caminho, as carícias começaram, ela dirigia e eu aproveitava para pegar nas pernas dela, na barriga, ela sorria e de vez em quando me dava beijinhos rápidos, sem tirar os olhos das ruas, paramos em frente uma casa bonita, pequena, mas singela, parecia mais uma casa de bonecas.
-- Minha casa. – ela disse me olhando meio sem graça.
-- É linda, como a dona. – disse olhando pra ela.
Ela se acalmou, desceu do carro e me levou pra dentro, lá começou perguntar se eu estava com fome, se queria água, suco, café me disse pra não reparar na bagunça, que a faxineira viria amanhã, totalmente nervosa e ainda mais linda, eu parei, olhei para ela, peguei a sua mão e a puxei prá um beijo que começou calmo, mas se tornou urgente.
-- Eu não quero água, nem suco e nem café, não vou reparar na bagunça e não quero comer nada, pelo menos nada que vá na geladeira ou no fogão.
Dizendo isso voltei a beijar aquela boca deliciosa, ela correspondeu imediatamente, minhas mãos começaram a passear pelo seu corpo lindo, tirei a blusa e vi aqueles seios perfeitos dentro de uma lingerie de renda preta que deixava magnífica a vista. Beijei sua boca, seu queixo, seu pescoço, seu colo, parei em seus seio que beijei delicadamente por cima da lingerie ainda, ela gem*u, arqueou o corpo me oferecendo seus seios, tirei a lingerie, abri o botão das calças dela e tirei, joguei em um canto qualquer, ela me olhou nos olhos, tirou minha blusa, seus olhos pousaram no meus seios, ela delicadamente os beijou e tirou a lingerie, voltou a me beijar e as suas mãos com uma destreza enorme tirou o que sobrou da minha roupa ficando só de calcinha assim como ela.
Sentei no sofá e a trouxe para o meu colo, ficando de frente para mim e comecei a beijar sua boca, fui descendo para seu pescoço, parei em sua orelha e mordi o lóbulo, ela gem*u e disse:
-- Agora somos só eu e você, faz o que quiser comigo.
Beijei sua boca, desci minhas mãos até seus seios, um gemido saiu de sua boca, me deixando totalmente arrepiada, desci minha boca pelo seu pescoço, cheguei até seus seios e os suguei com vontade, ela se contorcia em meu colo, dizia palavras desconexas, gemia de forma muito gostosa e aquilo foi aumentando meu tesão, desci minhas mãos até seu sex* e fiquei louca quando vi o quanto ela estava molhada, brinquei com seu clit*ris, ela rebol*va no meu colo aumentando assim o contato da minha mão com seu sex*, quando senti que ela ia chegar ao orgasmo, eu parava, ela gemia e pedia para eu não parar, eu estava adorando ter o controle do corpo dela em minhas mãos, não aguentando mais ela me disse num sussurro:
-- Por favor... quero sentir você dentro de mim...
Ouvindo isso, não aguentei mais e a penetrei, ela gem*u alto, aumentei os movimentos e quando percebi que ela estava prestes a goz*r, disse num sussurro:
-- Olha pra mim... Quero te ver goz*ndo pra mim...
Nossos olhos se encontraram e em segundos, o prazer máximo chegava aos seus olhos, acompanhado de um gemido, ela apertou meus ombros com suas mãos e caiu com o corpo para trás, a segurei e trouxe de volta prá mim, encostando minha testa na dela esperando que ela recuperasse o fôlego.
-- Simplesmente incrível.... – ela disse, mas percebi que foi um pensamento alto, pois logo depois ela escondeu seu rosto em meus ombros.
Abracei-a e senti que os meus ombros estavam ardendo um pouco, lembrei da hora que ela atingiu o orgasmo e cravou as unhas no meu ombro, sorri.
-- Também quero rir. – ela disse olhando pra mim.
-- Não é nada, apenas quero os pedacinhos do meu ombro que você levou embora com suas unhas. – ela ficou vermelhinha ao olhar e notar os arranhões.
-- Preciso te dizer uma coisa Pâmela... – notei que uma ruga de preocupação apareceu em sua testa.
-- Trate de tirar essa ruguinha da sua testa, só quero te dizer que você fica ainda mais linda quando goz*. – ela sorriu.
-- Você quer ver de novo? – disse isso levando minha mão de volta para seu sex* e disse;
-- Mas agora quero goz*r junto com você.
Aquelas palavras correram feito corrente elétrica no meu corpo, a deitei no sofá e fui beijando cada pedacinho daquele corpo maravilhoso, passei pelo pescoço, colo, parei nos seios dando a devida atenção que eles mereciam, barriga, virilha até mergulhar naquele sex* que já estava molhado, ela se contorcia, gemia, pedia mais, quando vi que ela já estava quase goz*ndo parei e subi fazendo todo caminho de volta, chegando na boca, encaixei minhas pernas no meio das dela e comecei um movimento gostoso, sedutor, ela começou a gem*r.
-- Isso, gem* gostoso pra mim vai. – disse num sussurro em seu ouvido.
Quando senti que eu estava quase goz*ndo, a penetrei com 2 dedos e comecei o movimento que a deixou fora de si, quando senti que iríamos goz*r abri meus olhos e encontrei os dela esperando por mim, goz*mos juntas. Foi um momento mágico, perfeito, o olhar dela quando tinha um orgasmo, era inexplicável, tinha paixão, desejo e tesão.
Ficamos ali até recuperarmos as forças, foi quando eu quebrei o silêncio.
-- Pâm, preciso de um banho urgente! – dizendo isso me sentei ao seu lado admirando a beleza daquele corpo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Ela sorriu pra mim e sentou ao meu lado, me deu um beijo gostoso e me puxou pelas mãos corredor adentro.
-- Aqui é o banheiro, fica a vontade que vou pegar uma toalha. – dizendo isso saiu e me deixou sozinha.
Comecei meu banho com uma água morna, bem gostosa, já estava quase terminando quando o Box do banheiro abriu e ela entrou, encostando seu corpo no meu que respondeu de imediato ao contato, nos amamos mais uma vez e fomos terminar no quarto, eu estava um caco, não dormia há 24 horas já, e depois da maratona de sex* que tivemos, adormeci com a cabeça dela em meu peito.
Acordei e procurei meu celular para ver as horas, já eram 9 da manhã e eu ainda tinha que fazer meu case da noite, mas olhar Pâm deitada ao meu lado, agarrada a minha cintura e ter que levantar para ir embora era quase impossível.
Reuni todas as minhas forças e consegui me levantar, saí procurando minhas roupas pela casa e as encontrei na sala, me vesti, peguei minha mochila que estava no canto e abri à procura de papel e caneta, precisava deixar ao menos um bilhete, encontrei uma agenda, tirei uma folha e escrevi:
“Bom dia dorminhoca!!!!
Acordar e ter que te deixar na cama, linda, nua e sozinha foi um martírio para mim, mas preciso trabalhar.
Levo comigo seu cheiro e seu gosto impregnado em meus poros.
Adorei a noite!!!
Bjs nessa boca gostosa!!!
Zammorah”
Deixei o bilhete em cima do travesseiro, beijei de leve seus lábios e saí, peguei um táxi e em 15 minutos entrava no meu quarto no hotel.
Fim do capítulo
Essa é uma estória quase baseada em fatos reais...rsrs
Eu já publiquei ela em outro site, mas, depois de tanta insistência de uma grande amiga que essa estória me trouxe, estou postando aqui também.
Dani, atendendo aos seus pedidos, eis aquii, onde tudo começou...rs
Espero que gostem e divirtam-se tanto quanto eu me diverti escrevendo...
Ela está pronta, mas estou relendo e fazendo alguns ajustes, então pretendo postar 2 cap por semana.
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Maria Flor
Em: 14/09/2015
Olá!!
Eu ainda não tinha lido essa tua história.
Gostei bastante do primeiro capítulo.
Vou acompanhar!
Beijo grande!
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kyra
Em: 14/09/2015
Aí meu Gzuis cristinho...
Chamem o Samu, Bombeiros (se tiver bombeiras acho melhor, rsrs).
Gatona, fico muito feliz que NBDC está de volta...
Se irei me deliciar? ! Oh céus como irei...
Que bom que fui te atazanar hehehe.
Como te disse minha amiga, tenho um enorme carinho mega especial por essa história.
Bjos estaladérrimos.
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Jehcaetano
Em: 14/09/2015
Nossa!!! Até me arrepiei agora quando atualizei o site.
Eu to com essa história hoje na cabeça o dia todo. Eu juro tava pensando nela e pensando que eu não ia + ler pq tinha se perdido no outro site. To até assustada aqui. Eu amo essa história já li umas 4 vzes seguramente. Só tenho a agradecer por vc postar ela aqui. Muitas obras posso dizer assim maravilhosas se perderam e nem ninguém tem contato com as autoras eu hoje tava pensando nisso.
Obrigado por me dar o prazer de ler pela quinta e quantas vezes + eu quiser.
E agradecer a sua amiga tbm que te incentivou a postar ela aqui tbm.
Bjss
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