Estou nua. Despida do meu histórico, dos meus conceitos, de todas as minhas idealizações. E não há pudor simplesmente porque nenhum olhar me alcança nesse instante. Estou blindada.
O anonimato me cobre como quem se esconde atrás de um véu. É um grande baile a fantasia onde ninguém me reconhece. Por isso, posso até voar.
Sou caribu, uma sequência de tantos eus que nem consigo enumerar.
#leiacaribu

Quando perdi o chão e aprendi a sair dele.

Após o desaparecimento de Mirela, Liz é chamada para investigar um caso inicialmente tratado como sequestro. À medida que a madrugada avança, os depoimentos vão revelando fragmentos diferentes da mesma história, transformando a investigação em algo muito mais complexo do que parecia à primeira vista.
Entre interrogatórios, fotografias e padrões matemáticos que se repetem em lugares improváveis, Liz percebe que está diante de algo que não se organiza pelo acaso. Cada detalhe parece seguir uma lógica própria, e o desaparecimento transforma-se em apenas mais uma peça de um experimento maior.
Conhecida por se envolver em investigações com palavras contadas, Liz retorna para mais um Desafio das Imagens do Lettera, em um conto repleto de versões contraditórias, pistas e leituras possíveis.
Acompanhe e boa leitura!

Palavras de incentivo sempre boas de ler! <3

Sobre hiatos, enredos e esperanças.

Mayara sempre dizia que a época do Natal deixa todo mundo meio doido da cabeça.
O que ela não esperava era acabar perseguindo uma duende pelas ruas de São Paulo em pleno dezembro.
Se você gosta de literatura fantástica, este conto é um ótimo presente!

Ao que tudo indica, viver é exatamente isso aí: uma sequência de obras, falhas, remendos e remédios, temperada por notícias que nos lembram que a roda gira, que a terra plana capota.

O futuro começou ontem.

Eu tenho uma agonia de quem usa reticências...

Passei no vestibular. O assunto é esse: virei universitária no auge dos meus 42 anos e meio de idade, em pleno 2025.

Três mulheres, um amor em construção e um mundo em ruínas ao redor. Unidas num relacionamento improvável e potente, Tatiana, Patrícia e Mariana (e seu gato, Percival) nos mostram que resistir também pode ser amar – e que, às vezes, os maiores enfrentamentos acontecem dentro de casa. Ou dentro de si.
TPM não é apenas uma sigla de humor ácido: é um romance sobre o que pulsa, o que falha, o que nos torna humanas. Um livro sobre memória, pertencimento, cuidado e as dores que nos transformam.
Um trisal, três vidas e uma jornada que vai do caos ao afeto – com sensibilidade, raiva, coragem e um pouco de suflê.
Atendendo a pedidos, este livro é um presente para você e especialmente para mim, que encontro em três colos quentes a inspiração para os dias frios da vida real.
Divirta-se!

Competitivus fingidus corporativus: Espécie comum no mundo corporativo. Finge eficiência, sorri enquanto sabota e cresce puxando tapetes com voz mansa.

Uma crônica sobre escolhas, concessões e colchões.

Escrevi esta poesia para declarar que desisti de querer correr uma maratona.

Afinal, por que as pessoas sempre se incomodam tanto quando veem uma mulher feliz?

Manual (desatualizado) de sobrevivência.

Você sabia que é preciso limpar a caixa de gordura a cada seis meses?
Pois é.
Eu também não.

Fugi da rotina para comemorar em poucos parágrafos este importante momento histórico

Quando o empresário Roberto Prado Corrêa é encontrado morto dentro de sua boate, a policial Liz é designada para investigar o ocorrido. Porém, o que inicialmente parece ser apenas um caso simples de overdose se transforma em um enigma cada vez mais complexo, em que as aparências e os interesses de figuras influentes podem estar profundamente entrelaçados.
Neste jogo de poder e justiça, Liz se vê diante de uma decisão difícil, onde a linha entre o certo e o errado se desfaz, e a verdadeira justiça pode não ser aquela aplicada pela lei.
Serão quatro capítulos, totalizando exatas quatro mil palavras ("desafio", né mores):
1 O silêncio da noite
2 Verdade e poder
3 Sombras do passado
4 O preço da justiça
Este é o terceiro conto de uma personagem que vive apenas no Desafio Uma imagem vale por mil palavras.
Leia Caso n. 5863-21 e A justiceira, aqui no Lettera, e divirta-se!
#leiacaribu

Sobre ter contraído covid-19 em pleno 2025.

Nesta época do ano, o Natal costuma ser sinônimo de perdão, amor e reconciliação.
Mas em “Presente de Natal”, a noite é tingida de vermelho.
Vestida de Mamãe Noel, uma mulher volta ao passado para enfrentar o monstro que roubou sua infância e entregar a ele um presente final: vingança.
Nesta história sombria, o espírito natalino ganha outro significado e mostra que há presentes que vêm embrulhados em sangue.
ATENÇÃO: contém temas sensíveis. Recomenda-se precaução.

Ninguém é feliz com a pia suja.

Tem gente que não gosta, diz que deprime, que é triste, que traz uma certa sensação de melancolia, mas eu particularmente adoro a chuva.

Pois é, não tinha como não mencionar...

Hoje completo sete anos vivendo por aqui, no mesmo endereço.

Quando a luz que clareia minhas ideias se apaga.

A vida me força a escrever.

crô.ni.ca: (s.f.) texto dedicado a um assunto (atividades culturais, política, ciências, economia, desportos etc.) ou à vida cotidiana, contendo notícias, comentários, opiniões e, às vezes, críticas ou polêmicas.

ATENÇÃO!
Essa crônica aborda assuntos sensíveis que podem gerar gatilhos.

230 palavras que explicitam como eu me sinto.

A vida não é um morango, mas provoca boas reflexões

Quando a inspiração vem do caos, o resultado é BARULHO!

No meu último aniversário, no ano passado, tomei uma decisão drástica, porém consciente e necessária, ainda que radical: excluí minha conta no Facebook.

Aparentemente, tudo na vida tem dois lados.

Bem-vinda ao universo de palaras de caribu!

Trevon, ano 8505. Como a maior praga do planeta, o homem usou, destruiu e devastou a Terra em prol de seus próprios interesses. Agora, a existência humana só é possível graças a uma série de adaptações impostas às civilizações nos últimos milhares de anos, inclusive debaixo do chão.
As cidades que ainda resistem são aquelas que se transformaram, como Trevon, lapidando-se forçadamente às novas condições, obrigando seus moradores a essa mesma adaptação. A polícia, ofensiva, impõe a ordem por meio da força e com o uso dos robôs, sob seu total controle, assim como de toda a tecnologia.
Neste cenário conturbado, Júpiter é uma rebelde que acaba atraindo a atenção da policial A-348, que passa a investigá-la após seu comportamento suspeito em uma manifestação, o que pode levar a revelações surpreendentes e consequências inevitáveis, na vida das duas.
Seja bem-vinda ao futuro!

Este conto é sobre uma faxina.
É erótico. Mas fala de faxina.

Essa não é a primeira crônica de 2024, mas sem dúvida nenhuma é resultado da primeira grande epifania do ano.

Bruna sempre gostou de Natal.
E este conto erótico é meu presente pra vc!

Reflexões trabalhistas/de vida.

Tá calor, né?