Escrito na gazeta por caribu


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                A redação era uma sala grande, meio retangular, com as mesas todas encostadas nas paredes (os computadores, consequentemente, virados todos para a parte central). No meio ficava uma única mesa, esticada, e apenas uma cadeira na ponta, onde Tomás sentava. Havia várias fileiras de lâmpada branca no teto, que provocavam no ambiente um ar meio mórbido, contrastando com a claridade alegre provocada por alguns raios de sol que conseguiam furar o bloqueio da persiana na janela e refletiam contra o chão de porcelanato.

                Todos os móveis da sala eram cinza com alguns detalhes azuis e tinham o mesmo padrão, assim como as cadeiras que, apesar de iguais, todas possuíam uma etiqueta atrás, com o nome do dono. A de Lia era só um adesivo, da Hello Kitty (numa versão punk). Apesar de espaçosa, tudo ali tinha sido pensado e cada mesa tinha um lugar estratégico na arrumação da sala, incluindo o fato de ser possível ver todo o conteúdo das telas de cada computador. Não que Tomás se preocupasse muito com isso (ele nem reparava!), mas era comum o dono do jornal visitar a redação, e ele sim, era bastante curioso.

Lia se sentava no canto, bem longe da saída do ar-condicionado – sempre ligado no talo, comandado por Alexandre, o diagramador. Ele inclusive era quem ficava mais perto da cadeira de Tomás, afinal seu trabalho era (ou deveria ser, em teoria) diretamente comandado pelo editor da Gazeta. Mas Tomás deixava muito a desejar e Alexandre era muito folgado.

Não havia nenhum objeto enfeitando a mesa de Lia, ao contrário das demais, todas bastante entulhadas. A exceção era um único porta-retrato que exibia uma foto editada, com os gatos e Mingau ocupando os corpos de integrantes da família de Os Incríveis. Assim que entra na redação vazia, Lia apoia seu café e alinha o teclado com a beirada da mesa, tirando com a mão um pó que só ela viu.

                À sua esquerda sentava Luís, com quem ela mantinha uma relação até que razoável. Tinha uma fanfic para o colega em que ele era abertamente gay, e só era editor de Esportes e cobria os treinos do fraco Passarinhal Esporte Clube, o time da cidade, porque tinha crush em alguns jogadores (e na sua história, todos se pegavam numa suruba depois de cada jogo). Apesar de trabalharem juntos já há uns três anos, Luís nunca tinha se assumido para ela porque suas conversas eram bastante superficiais, quase sempre envolvendo só o trabalho, pois Lia não dominava o assunto preferido do colega (a Beyoncé).

À direita, um pouco mais para trás, bem perto da porta, era onde sentava Natasha, a chatinha que cobria Cultura e Cidades, e que por sorte vivia pela rua, então elas quase não se trombavam. A não ser às sextas-feiras, dia de fechamento do jornal, quando Natasha ficava em cima dela, enchendo o saco, sempre querendo que suas matérias fossem revisadas primeiro (mas ela era sempre a última a entregar seus materiais para revisão e posterior diagramação).  

Bem ao lado de sua mesa havia outra, agora completamente vazia, só com o computador, desocupada desde a saída de Coronel, como era conhecido o editor de Política, aposentado depois de infartar, há cerca de um mês. Lia ainda não tinha se acostumado com aquele vazio, e sempre precisava se lembrar de que o colega não tinha morrido.

                Desde sua saída, porém, quem sentia que estava com o pé na cova era Lia, que tinha agora muito mais trabalho do que antes, precisando assumir parte das funções de Coronel. Ninguém pediu, diretamente, mas sabia que aquilo acabaria sob sua responsabilidade de todo jeito, e ela é quem teria que correr como uma louca depois, no fechamento, se não tomasse a iniciativa a tempo. Desta forma, já estava há cerca de quatro semanas com acúmulo de função, o que lhe causava olheiras profundas.

Quando reclamava com Tomás (tomando sempre, é claro, o cuidado de antes treinar várias vezes na frente do espelho, escolhendo bem as palavras que usaria), o editor sempre desconversava e dizia que estava procurando por alguém para ocupar a função, mas ela não via nenhuma movimentação que indicasse algum progresso nesse sentido, e Lia não tinha coragem de falar mais grosso, acabava sempre se calando quando o chefe justificava, em tom de brincadeira, que aquele era o preço que ela pagava para ser “rato de redação” – termo usado para rotular jornalistas que não gostam de ser repórter, e que por isso não vão para a rua (que é onde a notícia está acontecendo).  

Ela não gostava mesmo, isso não era segredo para ninguém, e entre sair para uma entrevista e editar um release de Prefeitura, ficava com a segunda opção. E fazia sempre um trabalho tão bem-feito que Tomás até manteve, nas últimas edições da Gazeta, a assinatura de Coronel nas matérias, como se ele ainda estivesse na ativa.

Lia mesmo nunca tinha assinado nenhuma matéria, Tomás sempre alegava que editar texto de assessoria de imprensa não dava o direito de assinar nada, e como não havia no Expediente do jornal a obrigatoriedade de informar quem revisava as reportagens, nenhum leitor da Gazeta ficava sabendo do seu esforço por trás de cada edição.

Quem sabia também não se mostrava lá muito grato, e ela acreditava que isso acontecia porque, basicamente, seus colegas eram todos um bando de pau no cu, muito egoístas e arrogantes, e não sabiam reconhecer a sua dedicação. Em seus pensamentos ela ficava sempre imaginando como seria se um dia simplesmente resolvesse não aparecer para o trabalho. Adorava imaginá-los sofrendo horrores, com um deadline apertado e textos publicados depois com problemas de coerência em praticamente todas as frases. “VERGONHA, HUMILHAÇÃO E DERROTA” seria a manchete perfeita para aquilo.

O ápice da sua cena mental era sempre o desfecho, o grand finale, com o poderoso Sérgio Alcântara Jorge, dono da Gazeta, com aquele penteado impecável, dando um belo chute na bunda de Tomás, seu sobrinho incompetente. Era muito satisfatório! O tipo de pensamento que a inspirava a trabalhar ali.

Puxou a cadeira e antes de guardar a mochila no armário do canto, pegou o livro que tinha comprado. Manteve a embalagem na bolsa para não descartar no lixo da redação e sorriu, cheirando as páginas assim que o livro foi aberto. Não se conteve e leu as informações das orelhas, a contracapa e a primeira história, que era curta (se chamava “Continho”).

Deu uma risadinha duas páginas depois, e mesmo ansiosa pelo restante da leitura, deixou o livro de lado na mesa, apoiando alguns biscoitos água e sal em cima. Queria saborear aquelas histórias como elas mereciam: sem pressa, num lugar tranquilo (que não era ali).

Ligou o computador e a tela de descanso piscou, o símbolo da Mulher Maravilha no centro, a área de trabalho exibindo apenas o ícone da lixeira. Abriu os e-mails para ver se havia algo de importante, viu algumas mensagens chegarem enquanto comia um biscoito e xingou o chefe, por ele ainda não ter chegado.

 

- E o Tomás, hein? – Luís pergunta, sentando perto dela, como se lesse seus pensamentos. O celular e as chaves fizeram um barulho ao serem apoiados na mesa e o cheiro de nicotina chegou junto com ele – Será que demora, a gente vai fazer a reunião?

- Só eu e você? – ela questiona, mas já puxava o caderno para o colo – Seria bom que, pelo menos, a Natasha também participasse, né, mas eu não sei onde ela está – Lia puxa o mouse e acessa a agenda da redação – Não tem nada marcado para agora, então ela só está atrasada, mesmo.

- Vamos fazer só nós mesmo, foda-se a bruxa. O Tomás também não faz a menor falta. Eu acho até que ele só atrapalha quando participa, com aquelas perguntas idiotas, as piadinhas – Luís vira os olhos e puxa sua cadeira de rodinhas para perto. Assim que se acomoda, passa para ela alguns assuntos que tinha anotado no seu tablet. Lia ia anotando tudo, já rascunhando na cabeça a primeira versão da próxima edição. Foi encaixando os temas que o colega passava nos espaços de cada página e quando terminaram a reunião, já tinha o boneco do caderno de Esportes pronto, embora feito a lápis.

- Me manda uma mensagem se você por acaso encontrar algo pela rua. Fica de olho, Luís, por favor – Lia pede, e ele sabia que ela já estava preocupada com a capa do jornal.

- Até sexta tem chão, amada. Ainda está muito cedo para você se preocupar com essas coisas, sabe disso. Sempre um avião pode cair, algum famoso pode morrer, pode acontecer um acidente de trânsito sério, com sorte, fatal – Luís vai listando os assuntos mais vendáveis.

- Eu sei – Lia vira os olhos. Conhecia bem o seu trabalho.

- Vou ficar atento e qualquer coisa te aviso – ele promete, se despedindo já da porta – Ah, Lia – Luís volta, instantes depois – Anota aí que o Papagaio é meu até às 11h. À tarde vou precisar dele também, depois te passo a hora – complementa, agora saindo mesmo da sala, se referindo ao fotógrafo.

- Beleza – ela resmunga, sem se virar para ele.

 

                Lia insere a informação na agenda sabendo que o colega podia fazer isso perfeitamente, mas tinha consciência de que Luís era absurdamente impedido por seu braço curto. Ela acabava fazendo, mais aquilo, porque um erro naquela agenda e o fotógrafo ficava todo nervosinho, batendo o pé. Era outro, estrelinha da Gazeta.

Como sempre acontecia, Lia escolhia o melhor caminho para a resolução de seus conflitos. No caso, não criava um. Estava com a cabeça a mil, já dividindo o tempo mentalmente para conseguir dar conta das tarefas do dia sem acumular para o dia seguinte, e perder tempo discutindo assunto antigo com Luís só a faria perder tempo, mesmo. Se fosse para fazer isso, então ela preferia ler.

O segredo era otimizar! Sempre podia acontecer algum imprevisto, rotina em jornal nunca é igual, então ela deixava pronto, já no começo da semana, o que era passível de já ser adiantado, por exemplo, os textos que a Prefeitura mandava e viravam assunto do jornal, os quadrinhos que ia usar junto das palavras-cruzadas, as dicas de livro que os leitores mandavam.

Estava entretida com o computador quando Tomás finalmente deu as caras, mas não foi discreta ao se virar com a cadeira na direção do relógio, na intenção de ver que horas o bonito estava chegando. Quase 11h30!

Ele parecia feliz, mostrando seu novo cartão de visitas, debaixo do braço trazia uma caixinha com centenas de cartões iguais. Parou ao seu lado e lhe entregou um, como se ela tivesse pedido, e a primeira coisa que Lia reparou, como boa revisora que era, é que o nome do editor aparecia sem o acento. “Tomas Jorge, editor-geral”.

Palerma, ela teria corrigido aquilo de graça, se ele tivesse mostrado antes de imprimir sei lá quantos cartões com o nome grafado errado.

Não falou nada porque ela não era mulher de falar, mas quis (muito!). Era muito fácil se dizer editor sem sê-lo. Por isso é que quando ela limpava o banheiro de Mingau sempre tomava o cuidado de colocar a página que aparecia o nome de Tomás virada bem para cima. Fazia questão de que fosse a primeira coisa a receber os dejetos do cachorro.

                Virou a cadeira novamente para que ele não visse sua cara de reprovação e desgosto. Voltaria para o seu trabalho, que ganhava mais. Já estava terminando de pegar as informações do horóscopo e o editor lá, felizão, comemorando cartão com erro. Muito imbecil!

Antes de voltar para o que vinha trabalhando, porém, abriu discretamente uma guia anônima no navegador da internet, tomando o cuidado de minimizar a janela, tampando aquela parte da tela com o próprio corpo, para o chefe não ver. Na barra de pesquisas digitou: “xingamentos com U”.

Antes de conseguir ver o resultado da pesquisa, se assustou porque Tomás riu de algo, aí fechou a janela, ágil. “Urubu!” foi tudo o que conseguiu pensar, mas logo se arrependeu pela escolha da palavra porque achava os urubus animais fantásticos, mantinham o planeta limpo e ainda eram vítimas de preconceito, por causa disso! Suspirou, ciente de que mais tarde certamente precisaria de um xingamento com a letra U para Tomás.

                Sem querer, foi obrigada a ouvir alguns detalhes que ele repassava para o diagramador sobre um encontro que teve na noite anterior com alguém que Tomás sempre chamava de “mulherzinha”. Ele adorava contar vantagem, e fazia isso da maneira mais nojenta possível. Cada noite era uma mulher, segundo o que ele contava, e nessas horas Lia enfiava os fones o mais fundo que conseguia nos ouvidos, na esperança até de que eles sangrassem, e dava play, o volume o mais alto possível. No aleatório, tocou The Smashing Pumpkins, “Tonight, tonight”.

                Voltou a se focar no arquivo que estava trabalhando, as mãos em concha em volta da orelha. No navegador da internet, uma aba estava aberta com um horóscopo de 2005. Há meses que fazia isso: copiava previsões antigas, editando só para caber no espaço reservado para cada signo. Ninguém lia mesmo! Só ela, porque tinha que revisar.

                Lia achava essa coisa de signo uma baboseira. Se fosse a editora da Gazeta faria uma mudança em todos os cadernos, especialmente no Cultura, que seria o primeiro, porque ela o considerava muito inútil. Dez páginas de conteúdo puramente aleatório. “Assuntos x”, como ela definia.

Ok, quem sabe manteria a coluna social porque o povo adorava se ver nas fotos, talvez os resumos das novelas também, porque davam algum ibope, quem sabe os quadrinhos, que ela sempre lia, mesmo os repetidos, mas definitivamente arrancaria fora o horóscopo. Meteria um anúncio em cima, aproveitaria melhor aquele espaço, lucraria mais. Jornal vive de publicidade, afinal, não de previsões.

                Ainda assim, de posse de todas as suas convicções, munida de suas opiniões e ciente da data, vencida, daquele texto, leu a previsão para o seu signo, virando os olhos no final, como se tivesse se deparado com alguma bobagem:

 

PEIXES

Lua nova te obriga a agir com discrição nos próximos dias.

No trabalho, escolha bem as palavras.

 

                Deu um comando no teclado e foi para outra janela, na barra de pesquisas procurou a fase da lua em que estavam, os dez dedos digitando bem rápido. Lua crescente. Droga! Pressionou alt + tab e voltou para o arquivo com o horóscopo. Escreveu um texto breve, sem nem pensar muito, os olhos colados na tela, o corpo meio de lado na cadeira:

 

Lua crescente te permite agir com criatividade nos próximos dias.

No trabalho, aguarde um retorno esperado.

Foda-se. Já que era de mentirinha, que pelo menos a beneficiasse de alguma forma. Se havia uma dimensão em que sua vida era de fato comandada pelos astros, como alguns acreditavam, gostou de imaginar que desta forma beneficiaria uma versão sua, prevendo coisas positivas para ela. Para si mesma!

Lia riu com o pensamento, se sentindo meio transgressora por aquilo, mas também corajosa. Audaciosa! Salvou a versão final do arquivo na rede e fechou, antes que mudasse de ideia e só trocasse a lua do texto velho.

Pensou em se levantar e esticar um pouco o corpo, quem sabe beber uma água, ou dar um pulinho na recepção (gostava de ficar olhando a rua, o movimento), estava com a vista cansada, mas notou que o editor estava falando alguma coisa e ela sinceramente não prestou atenção. Não quis, deliberadamente, ouvir o que ele dizia. Então se manteve imóvel e fingiu que a música estava muito alta e ela muito ocupada para ouvi-lo.

Por causa disso, não percebeu que Tomás saiu da sala e voltou depois de alguns minutos, acompanhado por uma pessoa que ela tampouco reparou. Estava distraída demais com os seus botões para notar em algo além do trabalho, e não tinha o menor interesse naquilo que Tomás, ou Alexandre, fazia ou dizia.

Teve a impressão de ouvir uma voz feminina na troca de músicas, olhou no relógio do computador e julgou que fosse Natasha, que conseguia ser mais folgada que Tomás, sempre se achando a celebridade da Gazeta, só porque cuidava da coluna social e eventualmente era reconhecida na rua. Grande coisa, ser ídolo de jeca!

Antes de rir, ou se repreender pelo que pensava, sentiu alguém tocar seu ombro, e deu um suspiro impaciente antes de tirar os fones e virar a cadeira. Quando virou, ficou um pouco sem reação quando não viu Natasha no recinto, e sim uma mulher que não conhecia.

Ou conhecia.

Reconheceu ali no meio da sala a moça que tinha visto mais cedo, se arrumando na frente da fachada do jornal, usando o vidro como espelho. Ela a encarava, o olhar meio desinteressado em sua direção.

 

- Lia, essa é a Isabela, vai ser a responsável pelas editorias de Política e Saúde. Bela, a Lia é a nossa revisora, ajuda nas pautas, nos fechamentos, é nossa faz-tudo – Tomás apresenta, aquele sorriso irritante no rosto.

- Oi, Lia. Sou Isa, prazer – ela cumprimenta, levantando uma mão – Por favor, não me chame assim – ela pede para Tomás, que lhe entrega um cartão.

- Claro, querida, como quiser. Olhe, vou deixar com você o meu cartão desde já. Tem aí meu telefone, meu e-mail, você pode entrar em contato comigo a qualquer hora, do dia ou da noite.

 

                Isa pega o que ele entregava, olha para Tomás e volta a analisar o cartão, cerrando um pouco os olhos.

 

- Tá bom, agradeço. Tomas...? – ela pergunta, sua entonação deixando clara a falta do acento no nome impresso no cartão.

- O quê? Não – Tomás responde, meio confuso, olhando para o próprio cartão antes de soltar um palavrão.

 

 

                Lia morde o lábio inferior para não rir, e só para de olhar para Isa quando seus olhos se cruzam, e ela desvia, sem graça.

 

 

Notas finais:

 

Música do capítulo:

Daniela Mercury – Duas leoas (https://www.youtube.com/watch?v=AYO_o5g9iqg



Comentários


Nome: Anna Hart (Assinado) · Data: 28/09/2021 19:14 · Para: Capítulo 2 – O jornal Gazeta

Oi!

Ahhh, a Lia é uma acumuladora de funções. Acho que ela devia ser de Virgem e não de Peixes, me identifiquei com ela em algumas partes, como na poeira imaginária e na parte do “é melhor eu fazer e sair direito, do que outro fazer e eu ter que concertar” ahahaha. Isso sempre acontece quando tenho trabalhos em grupo – que aliás, detesto.

Meritocracia não é aquele termo que as pessoas alienadas defendem em prol de uma sociedade mais igualitária? O Tomás é um belo exemplo de como funciona e a Lia também... Não sei o que é pior, trabalhar em um lugar que não se gosta, ou ter que aturar superiores incapazes. Acredite, já passei pelos dois também. Não recomendo, mas as contas precisam ser pagas.

Não tive uma boa primeira impressão da Isa, não gosto muito de pessoas que forçam a gente a chama-las pelo diminutivo ahahha (apesar de ter uma amiga há mais de treze anos cuja amizade começou bem assim – “pode me chamar de Tati” e eu revirei os olhos aahaha).

Indo para o próximo capítulo.

Beijos!



Resposta do autor:

 

Menina, esse seu comentário passou batido! Só vi agora que não te respondi, desculpe!

Acho que a antipatia pela Isa é geral rs Mas é bom, a ideia era essa rsrs

Cada vez mais convencida de que a Lia tem virgem no mapa rs

Grata, virginiana!

Beijos!



Nome: cris05 (Assinado) · Data: 19/09/2021 01:27 · Para: Capítulo 2 – O jornal Gazeta

Presa tô eu nessa história, caribu. 

Eu leio e penso: gente, essa autora tem que ser estudada! A mulher é muito inteligente! 

Quando penso que não tenho mais como me surpreender, você vem e pah...

Tô com uma baita crise de sinusite, mal abro o olho, mas não resisti e li o capítulo. Bom demais!

Só tem uma coisa, não leio mais horóscopo rs.

Beijos!



Resposta do autor:

 

Ah, que golpe! Sinusite é uma droga! 

Tenho planos de fazer audiobooks! Seria prático numa hora dessas, né

Estimo melhoras, querida! 

Fico sempre mto feliz por te surpreender! De verdade! 

Espero que amanhã esteja melhor pra ler o próximo! 

Beijos, fique bem!



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 18/09/2021 22:29 · Para: Capítulo 2 – O jornal Gazeta

No trabalho, aguarde um retorno esperado. Será que Isabela faz parte desse retorno? 

O retorno vai ser bom para ela. 

Mulher! Estava na casa da sogra quando vi a atualização, mas tive que esperar voltar a casa para ler!!! A esposa iria reclamar por eu estar lendo: "amor! Você vem para cá e fica aí lendo?" (Emoji de boneco com olhinhos para cima... kkkk) Aff! Não dá para ganhar todas!

Essa redação me lembra me antiga sala de desenho. Aquela sala enorme cheia de mesas de desenhista, viradas para o mesmo lado. Quando o chefe chegava, cada um retornava as seus lugares kkkkk claro que ninguém ficava direto nas suas mesas! Sempre tinha uma mesa que a galera se reunia para conversa fiada. Com a tecnologia, os computadores com AutoCAD dominaram tudo. O salão foi transformado em salas e tudo foi setorizado.

Daqui a pouco abriremos os trabalhos: um vinho para fechar o sábado

Bom final de sábado!



Resposta do autor:

 

Será que Isabela é o retorno esperado? Não sei, o jornal nem foi para a prensa! Será que as previsões funcionam msm antes de serem impressas?

Fica aí o questionamento rsrs

Hoje quis postar cedo, porque terminei o próximo cedo, achei propício. Que bom que vc leu, ainda que com atraso!

Amanhã posto mais um pq, né, tô presa nessa história, até almoçando na frente do computador rs

Beijos!

 

 



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