Fronteiras por millah


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Subi a rua, corri quando comecei a chegar mais perto do seu esconderijo. Aquele corpo mal enterrado, as entranhas sujas de areia preta de cemitério e todas aquelas moscas. Aquela foto nojenta me enchia de raiva e me motivava a correr ate ela.

Cheguei em casa e a achei no sofá deitada fumando e ouvindo musicas com fones nos ouvidos. Só sei que joguei minha mochila no piso e fui ate ela.

Ela permanecia de olhos fechados viajando naquela fumaça com a musica tão alta que dali do lado do sofá eu podia ouvir o rock e suas batidas.

Não falei nada e usei ate esse tempo que ela ainda não tinha me notado para diminuir toda aquela raiva que eu estava sentindo e quando ela finalmente abriu os olhos seu olhar veio direto pra mim com um leve susto.

--porra Mari..você não deveria estar na faculdade com aqueles metidos a doutor?

Retirei a foto do bolso e mostrei a ela.

--que merda é essa?!—ela se alertou rapidinho vendo aquele terror.--olha direito pra foto e me diz que não fez isso.

Ela bufou e sentou-se tomando das minhas mãos a foto e não foi preciso um segundo para ela perceber a gravidade da situação. Ela paralisou e depois me encarou. Poderíamos muito bem competir em quem fazia a cara mais irritada mas de fato ela estava começando a me superar.

--quem te deu isso?

--a pergunta não deveria ser essa! Você fez ou não fez isso com ela!??

--mais que merda!—ela estava furiosa olhando para aquela foto.—acha que eu seria capaz de fazer isso com uma das minhas?—ela se levantou e claro recuei vendo seus passos ate mim.

--você congelou um cara. Por que acha que eu não acreditaria na Alice depois dessa?!!

--aquela policial safada!?Foi isso que ela te falou? Que esse resto de gente agora também esta na minha conta?

--eu vi mais duas fotos com ela Marga. São mulheres do morro, suas subordinadas. Não importa o que elas tenham feito ou o titulo que ganharam como traidoras nada justifica uma morte tão doentia dessas.

 --por que ta me dando um sermão?!?eu não fiz isso!!—ela se exaltou mas não me deixei levar por aquela voz grave.

--é difícil acreditar!—retruquei no mesmo tom e ela soltou um riso desesperado.

--(rs) claro eu sou uma criminosa mentirosa né. Qualquer um inclusive ela pode dizer o que for sobre mim e vai estar automaticamente correto e validado!!—ela começou a avançar seus passos em minha direção e tive que recuar mais uma vez.

--não é bem assim.

--você ta com medo de mim!

--eu nunca estive!—retruquei e ela parou e mais uma vez, depois de um pesado suspiro olhou a foto.

--Essa aqui é a Suzana. Sei disso pela tattoo dela no pulso. Ela desapareceu, tipo do nada! As outras duas devem ser as amigas. Quando ela sumiu elas vieram me falar..o filho dela se me lembro bem não gosta nenhum pouquinho de mim e não queria que a mãezinha dele trabalhasse comigo. Desde então pof..

--pof?..(rs) você é inacreditável. Ela foi cortada ao meio!!

--rasgada seria o certo. Ta vendo a corda presa nas entranhas?—ela trouxe a foto para perto de mim para me mostrar e mesmo difícil olhar aquilo dei atenção ao que ela queria mostrar.

--eu não queria ver isso de novo!!

--mas é..ela estava presa em algo antes de ser jogada nesse buraco.—ela disse bem analítica.

--Alice esta só esperando você colocar o pé para fora desse morro Marga.

--cala a porra dessa boca e para de me encher o saco com essa Alice!eu vou sair.—ela estava mais séria do que o normal e estava levando a foto, o que só me fazia me preocupar no que ela se meteria.

--vai para onde?

--quando sua mãe voltar eu vou dizer pra ela que cabulou aula só para me infernizar. —ela seguia para a porta e virou-se com aquele sorriso cheio de sarcasmo.—você adora não é?

--vai se foder Marga!

--esta crente que fiz isso não é? Essa atrocidade ambulante.

Eu não respondi vendo ela se distanciar mas eu não podia negar. A culpa estava caindo sobre ela.

--que bom o seu silencio, só assim pra te manter bem longe de mim.

Ela abriu a porta e deu de cara com Lina a espirrar. Marga não quis papo e desviou e seguiu com passos largos e que logo sumiram da minha vista.

--hey!!eu vim falar dos portões! Mas que porra. O que deu nela? Você não deveria estar na facul?—Lina entrou fechando a porta e veio caminhando um pouco mais lenta do que o normal.

--eu estava ate aquela policial ir ate lá.

--pra que?

--umas mulheres aqui do morro foram encontradas mortas. Ela esta achando que Marga as matou.

--deve ser a Suzana e as amigas dela que estavam desaparecidas. A gente colocou o morro abaixo depois que o filho dela chorou pra caralho.—ela espirrou mais uma vez porem uma tosse incansável tomou seu peito e ela estava péssima. Lina mal conseguia respirar e aparentava estar super cansada.

 --você realmente não esta bem.

--aquele sorvete acabou comigo.—ela buscou o sofá e me sentei ao seu lado para conferir sua temperatura e simplesmente ao tocar nela senti a temperatura anormal.

--você ta queimando!

--eu tive que trabalhar nos portões e ela nem foi olhar.—a voz dela mal saia sem força de tão mal estava. Era anormal e aquela tosse sem fim me preocupava.

--fez isso ainda de madrugada? Deveria ter ido para casa.

--agora é tarde.

--achei que esses portões não seriam tão importantes assim.

--deve ter entrado pela entrada leste né? É a única entrada que falta colocar um dos portões. O resto agora só entra com autorização. Ordens da mal humorada. Você tem que ver eles, são enormes e bem resistentes. Foram colocados nas ruas principais do morro assim como postos de vigia e os paredões rodeiam todo o morro.ta parecendo a porra de um castelo.

--ok, agora precisa esquecer os portões e ir ao medico.

--eu já tomei umas aspirinas e uns antibióticos..

--e mesmo assim não passou? É perigoso se automedicar Lina.

--minha cabeça tava explodindo!eu precisei.

--vamos ao posto.

--eu to de boa Mari.

--sério, por favor, você ta muito quente e eu vou te levar ao medico.—peguei sua mão e a puxei mas ela e seu corpo mole só dificultava tudo. Ela estava queimando de febre e meu medo era ela desmaiar ali dura no chão.

--hmm adoro ver você preocupadinha ainda mais comigo.—ela sorriu e pelo menos se ergueu do sofá.

--aham.vambora.

Lina estava tombando quando caminhava e realmente aquela gripe estava a um passo para virar uma virose ou coisa pior. O que era a coisa mais estranha esse tempo de evolução. Ela tossia fortemente e perdia o ar e pelo caminho tive que apoia-la em mim para que ela pudesse caminhar já que ela mal tinha forças sozinha, e ao chegarmos ao posto por incrível que pareça a recepção que estava lotada não se importou quando Lina se enfiou na sala da medica furando a fila.um silencio prevaleceu e um sentimento de culpa por ela fazer isso me invadiu. Pedi desculpas mas parecia que éramos invisíveis. Eles fingiram que não nos viram. Enfim entrei na sala.

Havia um cara sendo atendido e Lina o puxou pelo colarinho e o jogou para fora da sala.

--Lina!—reclamei e ela buscou a cadeira para sentar já aparentando um grande cansaço.

--eu não posso perder tempo gata.

--pra que? Pra dormir no sofá?—ela me encarou mas não liguei para a cara feia que ela me fez.

--o que temos aqui?—perguntou a medica me vendo forçar Lina a falar e ela de braços cruzados me dava sinais para falar em seu lugar. Ela parecia criança assim.

--ela esta com febre, acho que uns trinta e sete ou oito e um pouco tonta. Esta espirrando e tossindo muito e isso foi de ontem para hoje. Ela se automedicou mas isso não adiantou. Nunca vi uma gripe ser assim.eu poderia tentar um chá mas preferi vir aqui.—falei a medica que me olhou com atenção.

--uau.(rs) nem parece que precisava de uma medica desse jeito Lina.—a doutora Roberta tava adorando me ver preocupada com ela. Lina tinha tanta saúde que ate doente o povo estranhava.

--pois é. Ela vai roubar seu posto.(rs)—ela riu debochando da medica mas sua tosse invadiu nossa conversa. Ela estava péssima.

--vou te indicar alguns medicamentos e muita agua e repouso.—dissera a medica já anotando algo em sua ficha.

--eu não gosto de ficar parada.—respondeu Lina.

--mas esses dias você vai. Nada de esforço, nada de se preocupar com quem Marga manda matar.—falei e ela me olhou como uma garotinha teimosa de oito anos.

--hey esse é o meu trabalho.—retrucou ela mas o riscar de caneta de Roberta me chamou a atenção.

--eu não queria ser fofoqueira mas já é a quarta mulher associada a Marga que vem aqui para consulta e me fala sobre as mulheres mortas por ela. Devo me preocupar?—isso me alertou.

--o que??!Como assim??Mais gente sabe disso???—perguntei.

--pelo que eu sei o filho não quer papo com ninguém depois da morte da mãe e os boatos que estão circulando é que Marga as matou porque Suzana queria sair e ela não queria deixar. As outras duas morreram porque descobriram e o sumiço delas esta alarmando todo mundo.—relatou Roberta cuidadosa ate com a voz.

Lina se ergueu da cadeira e puxou a mulher pelo jaleco. Ela estava cara a cara com uma Lina furiosa que olhava em seus olhos e os enchia de medo.

--Marga não mataria ninguém do seu exercito! Suzana nunca quis sair das M.A!—disse Lina furiosa.

--o que é M.a?—perguntei curiosa.

--minas armadas. É como chamamos o grupo das meninas.—ela falou e com isso aproveitei para faze-la soltar a doutora.

--não sabia que tinha um nome.—falei e ela voltou a se sentar para alivio da doutora.

--tentamos ser organizadas.—respondeu Lina cansada se acalmando.

--mas agora vai ter que esquecer um pouco das minas armadas ou vai piorar!—a doutora ajeitou o jaleco e voltou a sentar.--tem que toma-los assim que receber. Hoje mesmo! É uma gripe incomum e deve ser levada a sério.

Ela me entregou a receita de medicamentos e claro a fila para pega-los também não ousou impedir Lina de furar mais uma fila.

--sempre foi assim?—perguntei.

--você acha mesmo que eu ficaria na fila esperando algo?

--para ser justa com as outras pessoas, sim.

--(rs) acha que pode levar a vida sendo certinha sempre? Uma hora você vai ter que fazer algo que não quer ou que vai contra sua tão digna moralidade. É questão de tempo.

--queira deus que não.

Pegamos seus remédios e voltamos para a casa de Marga e depois de medicar Lina com o remédio que Roberta indicou percebi que a casa ainda estava vazia com a dona da casa sumida.

--ela sempre foi assim. Some de vez ou outra e do jeito que saiu brava daqui deve ta com ódio de você.—se Lina queria me animar ela foi pelo caminho errado.

--de mim? Ela é acusada de matar três mulheres do grupo dela e que Alice esta atrás dela e possivelmente vigiando seus passos. Ela deveria considerar muito bem o que eu falei para ela.

--de uma coisa eu sei, não foi ela. As meninas confiam em Marga e Marga nelas. Essa historia ta muito mal contada.

--pois é..os portões estão ai para isso né?

--a fama da Marga de dona do morro da prata já assusta muita gente, mas os portões são uma garantia. Outro dia achamos uma casa lotada de tiras disfarçados como novos moradores e claro coloquei todos para correr com os ossos bem moídos. Alice deve ter tido uma trabalheira com os braços e pernas quebrados naquele dia. Isso só mostra que não somos malucas por completo. Temos o nosso limite.

--claro, e o surto é picolé de homens.

--(rs) o cara era um estuprador e queria matar Marga. Sem contar as crianças do morro.eu achei foi pouco.

--ta certo então deita ai e descansa.—ela deitou e sentei acomodando suas pernas no meu colo.

--esse sofá ate que é legal mas..eu soube que seu quarto tem uma cama bem grande.—disse ela toda manhosa sentando-se novamente.

--nem vem.(rs)

--qual é? Essa febre ta me deixando com muito frio.—disse ela se aproximando mais de mim e suas cantadas já nem me afetavam mais, o que estranhei foi ver encima da hack da tv uma câmera filmadora com sua luzinha vermelha.

--o que é aquilo?—perguntei com ela já a desnudar meu pescoço o cabelo do meu rabo de cavalo.

--esta carregando.(rs) e a gente poderia dormir de conchinha pra ver se passa.—disse ela mas era obvio que aquilo não estava desligado ou carregando.

--você não perde a oportunidade não é?(rs)

--seria uma boa memoria para assistir.

Ela se acomodou melhor ao sofá puxando uma almofada para manter sua cabeça na altura certa e estava sorridente aproveitando o descanso. Já eu, deveria aproveitar o tempo para estudar e esquecer Marga ate minha mãe chegar, mas algo não saia da minha cabeça. Por que Alice me contou tudo isso? Depois de ter certeza que Lina estava bem descansando no sofá fui para meu quarto e antes do meio dia Marga retornou e chegou reclamando, tanto que do meu quarto eu podia ouvi-la.

Desci e ela estava lá reclamando com Lina que se atolava no sofá sem entender muita coisa em meio a tantos palavrões talvez ate meio lenta por causa dos remédios.

--eu to te falando Marga ninguém sabe do campo verde.—respondeu ela nervosa.

--alguém descobriu porque a merda dessa corda deixou marcas em uma das arvores!!—retrucou Marga impaciente.

--que corda?

Marga retirou do bolso a foto que eu a entreguei e quase esfregou na cara de Lina. Ela viu a foto tomando um susto ao ver o corpo de Suzana pela metade e mal enterrado na terra daquele cemitério. A corda em meio a suas entranhas era chocante e claro deixou Lina sem fala em meio ao surto de raiva de Marga.

--mas que merda é essa?!?

--essa corda aqui enrolada nessas tripas deixou sua outra metade lá no campo verde completamente suja de sangue e eu não me lembro de ter partido ninguém ao meio recentemente Lina!!

--perai!!!!eu também não!!!—ela se ergueu do sofá indignada e foi ai que me aproximei ganhando a atenção de ambas.

--então alguém descobriu assim do nada!?O nosso lugarzinho secreto!

--o que é esse campo verde?—perguntei e ganhei o olhar furioso de Marga.

--não se mete!—retrucou ela andando de um lado a outro.

--agora é tarde pra falar isso. O que é?—perguntei e o silencio delas era preocupante.

Elas trocaram olhares como se avaliassem muito bem o que iam me contar e isso claro me arrepiou toda a coluna. de segredos aquelas duas estavam cheias.

--..campo verde é um lugar no matagal na parte alta e afastada das casas do morro onde a gente...lava roupa suja.--Lina sentou-se novamente cansada pelo esforço do súbito levantar e daquela historia não esperava coisa boa.

--traduzindo, vocês torturam pessoas lá!—falei e Lina preferiu pensar muito bem antes de continuar com sua voz cansada.

--só os caras maus, bem maus. —respondeu ela.

--essa historia ta ficando fodida demais Marga!—falei temendo por Marga.

--você que me trouxe esse problema lembra Mari?

--Alice esta a um passo de enterrar essa historia na tua conta!

--eu to cagando para Alice!

--tenho quase certeza que fez os portões por causa dela e agora ela deve ta por ai só esperando você pisar para fora do morro!

--(rs) ela não tem essa coragem toda e nem vai ter de fazer o certo porque a verdade é bem diferente dessa ai.

--descobriu algo?—perguntou Lina cheia de esperanças.

--eu fui ao campo verde e achei a arvore onde foi usada para amarrar Suzana. A corda deixou marcas ao redor da madeira coisa que nenhum ser humano teria força para fazer, e o restante da corda, que rompeu também se encontrava lá e ela não foi cortada mas sim partida com toda a força..

--a gente não leva ninguém já tem um tempo para lá e essa ideia é macabra demais!—disse Lina assustada.

--fala sério, o homem picolé ainda existe.—lembrei a elas.

--mas ele era um fudido.é diferente.—respondeu Marga pensativa.--alguém subiu ate la de carro com ela e fez o serviço sujo. Só isso para explicar.

--a gente bem que poderia chamar o filhote dela para saber quem poderia ser..Suzana era querida por tanta gente não vejo quem teria essa raiva toda dela aqui no morro.—Lina falou recostando as costas no sofá despreocupada e nem parecia que sua ideia fosse a luz daquele túnel escuro.

Marga e eu a encaramos e ela logo entendeu.

--vai chamar ele.—ordenou Marga a Lina.

--eu to de repouso!—respondeu ela indignada.

--vai logo chamar ele Lina!!puta merda!!

--ele mora lá embaixo Marga!

--e dai?!! nem que fosse na porra do inferno.

--ela ta doente, saiu tombando comigo ate o posto quem dirá descer todo o morro.—falei ganhando o riso raivoso de Marga.

--(rs) é impressionante como vocês gostam de me contrariar! eu vou então!!—dissera ela toda bravinha.

Marga saiu e Lina respirou aliviada.

--se eu soubesse que descansar aqui é mais estressante do que la em casa eu tinha ficado em casa.—Lina agarrou-se na almofada e realmente os dias estavam ficando estressantes.

--desculpa por isso.

--nah eu já to acostumada com esses surtos mas que isso tudo ta esquisito ta ate demais.(rs) Suzana traidora? Ela amava ser parte da M.A.foi uma das primeiras se me lembro bem e o que fizeram com ela foi fodido. E as outras?

--ficaram com Alice mas eu vi bem os tiros..havia varias perfurações.

--tiros??por que a pessoa que quer mandar uma mensagem faz a primeira vitima ser rasgada ao meio presa a um tronco de arvore e nas outras só atira? Não faz sentido..

--ao menos que..nada seja verdade. Todas as provas que temos..talvez não estejam erradas.

--só sei que esse garoto vai ter que explicar tudinho pra Marga e do jeito que ela ta sem paciência ele vai ate chorar.

--onde ele mora?

--perto da entrada Leste do morro.

Não sei porque mas todas aquelas voltas e rodeios daquela historia me levaram a lembrar da fala de Alice.

“seria incrível.um sonho de consumo para mim.com o plano perfeito ela cairia nas minhas mãos sem nem ao menos saber.”

A voz dela mansa e seus olhos sobre mim vendo cada reação minha eram mais uma pista além da foto que ela me mostrou.

--não é a entrada que esta sem portões?—perguntei e Lina olhou pra mim e mal sabia a loucura de ideias na minha cabeça.

--é, faltou um portão quando encomendamos.

--Alice disse que o filho de Suzana depôs contra Marga e que a mãe queria sair do grupo e que ela não queria.—Lina me ouviu e foi impressionante ver sua mudança de humor.foi como um choque de energia em seu corpo.

--é uma armadilha! Mari, corre e vai avisar a Marga!!!—disse ela conseguindo me paralisar de medo.

Nome: HelOliveira (Assinado) · Data: 31/07/2021 16:13 · Para: Capitulo 11 O caminho de migalhas

Eu gosto da Marga, espero que dê tempo e ela consiga escapar



Nome: Marta Andrade dos Santos (Assinado) · Data: 31/07/2021 11:42 · Para: Capitulo 11 O caminho de migalhas

Vixe melou!



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