Feliz ano amor novo por SraPorter


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Eu não fazia ideia de onde estava, mas encantei-me no primeiro segundo em que pus os pés ali. Era uma espécie de jardim, área de piscina, não sei dizer ao certo. A água cristalina reluzia com a luz da lua que pairava sobre nós. Ricardou havia comprado uma garrafa de Chardonnay, um champanhe, duas garrafas de vodca, uma de uísque e variadas guloseimas para degustarmos enquanto bebíamos. Para entrarmos naquele local, a loira arrombou o portão. Por incrível que pareça não me assustei com a sua atitude. De certo modo, era o ar contraventor, aventureiro e misterioso que Alizée carregava consigo - em contraste com a sua delicadeza e feminilidade - que mais me atraía.

Sentamo-nos na borda piscina com os pés na água, e ficamos por um tempo imensurável comendo, bebendo, conversando, rindo à beça - conduzidas, obviamente, em boa parte pelo álcool - e nos conhecendo melhor.

- Shultz, eu quero muito te dar um beijo.

- Então dê, oras. - Respondi, sem olhar para ela, e gargalhando sem parar.

- Estou falando sério.

- E eu estou rindo?

- Está sim!

- Ah, é? Desculpa! - Eu disse, engolindo o riso e encarando-a, séria.

Aí quem começou a rir foi ela, que teve que puxar uma grande quantidade de ar para os pulmões à fim de se conter e, finalmente, me dar o beijo que acredito estarmos ansiando desde um dado instante no salão de festas.

Ricardou abaixou a cabeça e começou a roçar os nossos lábios. Eu não me afastei. Recebi o beijo e até retribuí, permanecendo à sua mercê por mais algum tempo. O beijo estava calmo, sem pressa, assim, possibilitando conhecermos cada espaço da boca uma da outra. A loira afastou-se e ficou me olhando como se estivesse hipnotizada. Pronto, era a hora do segundo beijo.

Dessa vez - com ambas sentadas de frente uma para a outra - pudemos nos beijar em uma posição mais confortável, e mais fácil de aproveitar o beijo também. Eu tentei me controlar ao máximo, mas não sou lá muito racional nessas horas, ainda mais com as sensações novas e tão prazerosas que aquela mulher estava me proporcionando. Quando dei por mim, já estava com a mão em sua nuca, entrelaçando seus cabelos de forma que os puxava para que o beijo continuasse após pequenas pausas. Nossas línguas estavam dançando embaladas na boca uma da outra.

Minha outra mão descia pelas suas costas a puxando para mais perto, quando, por acidente, minhas unhas encostaram-se a um pedaço desnudo de sua pele, fazendo Ricardou soltar um suspiro entre o beijo. Confesso que sorri internamente. Não foi proposital, mas as unhas nos excitaram mutuamente.

Depois daquele suspiro, quem não se controlou foi a loira que, propositalmente, foi descendo o zíper do meu vestido para poder tocar também em minha pele próxima à minha cintura. Sem ressalvas, permiti que ela assim o fizesse. Concedi-lhe o caminho livre para fazer o que bem entendesse comigo, rezando para que nada a fizesse parar. Seria extremamente frustrante, isso era fato.

Enquanto beijava a minha boca, e passeava as unhas pelas minhas costas, Alizée foi escorregando levemente a outra mão pela minha nuca, e indo até o meu pescoço, o inclinando para trás, beijando-o de maneira suave e molhada. Entreguei-me por completo sem impedi-la do que quer que fosse. Na verdade, até ajudei-a, arqueando a minha cabeça para trás para que ela pudesse beijar o local com mais facilidade.

A sua boca foi passeando pelo meu pescoço, indo em direção ao meu colo. O meu "tomara-que-caia" estava na metade dos seios, à milímetros dos meus mamilos, o que dava acesso pleno à loira de todo o meu decote. Com isso, ela pôde beijar-me suavemente, sondando para saber se poderia continuar... E pôde.

Devagar, Ricardou deslizou o vestido pelo meu corpo, e sem reclamar, permiti que isso acontecesse. Enquanto me deixava totalmente nua, aquela mulher de lábios rosados beijava cada pedacinho de mim que ia ficando descoberto. Quando finalmente terminou, a loira olhou-me com desejo, mas com admiração também.

- Marina, se você não me impedir agora, eu não poderei responder por mim.

- Eu estou reclamando? - Sussurrei, ofegante.

- Não, mas quero deixar claro que você pode recusar a qualquer momento.

- Ok. Entendi. Agora você podia, por favor, fazer amor comigo? Faça amor comigo, Ricardou. Faça amor comigo. Eu preciso que você me faça sua, agora. - Implorei, tocando em seu lindo rosto de pele alva.

Ricardou movimentou seu corpo de forma a se livrar de seu vestido e peças íntimas. Céus! Eu nunca tinha visto uma mulher tão bela assim em toda a minha vida. Suas curvas eram bem trabalhadas em músculos na medida certa; seus seios, sua barriga, suas pernas, sua intimidade…Vi-me diante de uma obra prima, pintada pelo mais talentoso artista.

Joguei o meu corpo para trás, como se estivesse oferecendo os meus predicados sexuais em prol de seu prazer - e estava mesmo. Alizée não se fez de rogada, e logo começou a saborear meus seios como se fossem o néctar dos deuses. Enquanto sua língua deslizava por um, suas unhas passeavam em volta do outro. Meus mamilos endureceram de imediato, deixando claro que estava adorando os seus toques sutis que me arrepiavam descontroladamente. Ora mordendo e chupando um, ora arranhando e passando a língua no outro.

Permaneci assim, extasiada e de olhos fechados, deitada no chão na beira da piscina por alguns belos minutos, até a loira decidir descer a língua pelo meu abdômen e ir deslizando a ponta dos dedos por todo rastro que ela deixava. A nem tão desconhecida mais, puxou as minhas pernas para que passassem em volta de seus ombros. Posicionada à minha frente, ela inclinou-se mais uma vez para beijar a minha barriga e passar a língua por toda a sua extensão, deslizando até o cós de minha calcinha, e passando levemente as unhas na entrada da mesma.

Pronto! Mais um pouco e eu gozaria, tamanho o prazer que Ricardou estava me proporcionando somente com as preliminares. Não tínhamos feito o sexo literalmente ainda, mas eu poderia afirmar, categoricamente, que aquele tesão eu nunca havia sentido antes, nem com tamanha intensidade. A loira desceu a mão por dentro de minha lingerie, sem tentar nada de imediato, só para provocar. Fechei os olhos vagarosamente, perdendo toda a minha razão, perdendo todo o meu juízo, perdendo a minha sanidade com aquela mulher estonteante me fazendo sua, com a dosagem certa de volúpia e romantismo.

Alizée sorriu, encarando a calcinha que ainda lhe atrapalhava. Mas pelos seus gestos, ela não estava com nenhum pouco de pressa para tirá-la. A loira ficou ali ainda, beijando a parte interna de minha coxa, mordendo de vez em quando, apertando, arranhando, até passar a língua em minha virilha, fazendo-me soltar um gemido manhoso.

A mulher mordeu os lábios e continuou, indo para o outro lado, com mais um gemido gutural escapando alto da minha boca. Por cima mesmo da calcinha, ela beijou meu sexo, que naquela altura já estava totalmente excitado, erguendo mais uma vez seu tronco para aproveitar mais de meu corpo.

Conforme foi subindo, suas mãos passearam pela minha perna até pousar na calcinha. Ela deu uma pequena afastada na mesma para a lateral, e passou os dedos só para sentir o quão excitada eu estava. Eu estava muito, muito molhada. Ricardou beijou meus seios, beijou meu colo, meu pescoço, minha orelha, e logo após morder meu lóbulo, sussurrou manhosa:

- Eu vou te dar prazer como você nunca sentiu na vida… - Sem conseguir proferir uma palavra sequer, ofereci-lhe um sorriso falho, perdido entre minha respiração e meu desejo em ser possuída por aquela mulher. A loira, então, afastou um pouco mais a minha calcinha, e sem pensar duas vezes, me penetrou de leve, com calma, como se não quisesse que aquele momento acabasse nunca mais - Eu quero te ver tremendo nos meus dedos, quero te sentir arrepiada, excitada, com fome, tesão, desejo.

Alizée aumentou o ritmo das estocadas, ora fazendo movimentos em círculos, ora entrando e saindo. Eu estava cada vez mais ofegante, prestes a ter o melhor orgasmo da minha vida. Em um dado momento, ela tirou o dedo de dentro de mim, e eu balbuciei, reclamando com a voz falha:

- Não para, por favor.

- Mas quem disse que vou parar?

Dessa vez ela enfiou dois dedos, e os ritmos não paravam de aumentar, tanto do seu vaivém na minha vagina pulsante, quanto dos meus quadris impulsionados no intuito de buscar por mais contato.

Quando a loira pensava que estava no controle da situação, que controlava nossos movimentos, tirei a sua mão de mim e me levantei, fazendo com que ela se deitasse no chão dessa vez, sentando em seu colo logo em seguida.

- Enfia de novo. - Gemi ao pé do seu ouvido.

- Uau! Hã... Tenho que te confessar uma coisa... Não costumo me adaptar bem com pessoas controlando a situação, mas pedindo assim, você pode controlar o quanto quiser.

Novamente Ricardou enfiou os dedos dentro de mim, inclinando o troco para frente para beijar meus seios, que agora estavam na direção direta de sua boca. Arqueei a cabeça para trás, rebolando, cavalgando em um ritmo intenso. Meu corpo suava com os movimentos, assim como o da "desconhecida", que ardia de tesão cada vez mais por mim.

A loira puxava meu cabelo para trás e beijava meu pescoço, mordia a minha orelha, lambia meus seios. Cada mínimo ato era luxurioso e delicioso. Continuamos proporcionando prazer mútuo até que, repentinamente, fui obrigada a tombar para frente e morder seu ombro para conter um grito quando o meu gozo veio forte. Minhas mãos apertaram sua cintura, e fui, aos poucos, desacelerando o ritmo do sobe e desce de minha vagina em seus dedos.

Quando finalmente meu corpo parou de tremer em espasmos, e minha respiração foi voltando ao normal, Alizée inverteu nossas posições, colocando-me deitada, permanecendo ajoelhada na minha frente. Seu sorriso não negava o que queria, e eu prontamente entendi, abrindo as minhas pernas conforme ela se aproximava mais do destino desejado.

- Lembra de tudo o que eu disse sobre um oral feminino? - A loira me perguntou, com malícia.

- Uhum… - Respondi, também sorrindo.

- Vou te mostrar agora que é verdade.

Antes que eu pudesse falar algo, ela abriu mais as minhas pernas, passando a língua por toda a extensão do meu sexo melado, quente, indo de baixo para cima por alguns minutos, até me penetrar com aquela delícia. Alizée entrou e saiu de dentro de mim, vez ou outra dando uma olhada rápida para o meu rosto à fim de verificar se eu a estava observando.

Para me provocar ainda mais, ela foi subindo a boca para o meu clitóris rijo, avermelhado, pulsante. A loira passou a língua em volta, lambeu algumas vezes com força, pressionando-o só para me ver ofegar mais e mais. Neste instante, firmei minhas mãos em seus cabelos, gemendo com dificuldade:

- Me chupa assim, Alizée. Me chupa…

Ela não pôde responder, afinal, estava com os lábios ocupados, mas meu pedido foi atendido como uma ordem. A “desconhecida” me chupava avidamente, intercalando as chupadas com leves mordidas, tudo isso para sentir-me tremendo em sua boca.

Os músculos de minha coxa pulsavam na lateral do seu rosto. Minhas pernas enlaçavam suas costas e meu abdômen subia e descia a cada mordida que ela dava. Nossas respirações ofegantes foram dando lugar a gemidos, conforme Ricardou aumentava o ritmo das chupadas. Meu sexo inteiro estava sendo saboreado por ela. Eu inteira estava sendo dela.

De repente meu corpo todo foi tomado de espasmos quando alcancei o ápice com o seu oral delicioso. No meio da sua fome e do seu desejo, além de estar saboreando o gosto da minha secreção, percebi que a moça dos lábios rosados queria mais, queria um orgasmo intenso, forte, puro, assim como eu tinha tido.

Eu não possuía nenhuma experiência com mulheres, e com isso, a loira não poderia esperar um ótimo desempenho de minha parte. No entanto, um pouco levada por instinto, por conhecer meus pontos de maior sensibilidade, coloquei em mente que tentaria, ao menos, reproduzir o prazer que Alizée havia acabado de me proporcionar.

Puxei-a para cima do meu corpo e, em um impulso, fiz com que ela se deitasse, me colocando por cima. Foi então que a penetrei, enfiando os meus dedos o quão fundo pude, sorrindo extasiada com a sensação de estar preenchendo uma mulher, mas não uma mulher qualquer, a mais linda que já conheci.

Seu gemido veio com som de grito, seu corpo tremia sem parar. De sua boca, saíam palavras desconexas e sem sentido. Mas pouco me importava. Nessas horas, nada faz sentido mesmo, uma vez que estamos ali por um único e exclusivo motivo: o gozo.

- Vai…Marinaaa…Hum…Não…Isso.…

Desci a minha boca, distribuindo beijos por aquelas curvas suntuosas, sugando de leve seus mamilos antes de fazer uma trilha de lambidas por seu abdômen até sua virilha, mordendo seu clitóris em seguida. Penetrei-a ainda mais fundo, e com isso, seu corpo tremeu fortemente e suas mãos largaram meus cabelos para serem levadas ao seu rosto onde, por algum motivo, ela resolveu esconder sua expressão. Devia ser ainda mais linda gozando. Infelizmente eu não podia ver e me deliciar, já que estava ocupada demais tentando fazer o oral do jeito que ela havia me explicado.

Finalmente, depois de chupá-la vigorosamente ao passo em que a fodia, seu gozo veio quente, escorrendo em minhas mãos. Tirei meus dedos e ainda tive o desejo de lamber seu sexo inteiro enquanto ela tremia.

Após alguns minutos paradas, imóveis, apenas tentando inutilmente controlar as nossas respirações, Ricardou sentou-se, suspirando extasiada, assim como eu. Foi quando dei por mim, foi quando a ficha do que tínhamos acabado de fazer, caiu. Estávamos nuas, gozadas e sorrindo feito adolescentes apaixonadas. Uma loira bonita e especial havia despertado em mim desejos antes ocultos, desejos que eu sequer sonhava em possuir. Alizée não só fez sexo comigo, como transformou-me em uma mulher plena, completa.

De repente ela gargalhou, estendendo a mão até alcançar o vinho, tomando um gole e me passando a garrafa - que aceitei de bom grado. Bebi do líquido e ele escorreu um pouco até meu queixo. Ricardou passou o dedo levemente pela trilha de vinho e depois levou a boca. Engoli em seco quando seus lábios rosados formaram um sorriso malicioso. Nesse instante, uma sensação estranha de felicidade me invadiu, como se eu tivesse vivido a minha vida inteira para estar ali, naquele exato momento, com aquela exata personificação de um anjo.

- Qual era o seu desejo? - Indaguei, curiosa, acariciando a sua mão.

- Eu te conto depois. Agora, faltam apenas cinco minutos para a meia-noite. - Ela disse, após verificar as horas em seu celular, levantando-se em seguida - Você vem comigo?

- Onde? - Os seus olhos se voltaram para a água e eu demorei alguns segundos para entender – Ah, você quer nadar? - Ri, incrédula - Ficou louca, Ricardou? A água está congelante?

- Se serve de consolo, a água é aquecida. Esqueceu? Além do mais aqui é fechado... – Ela apontou para cima, fazendo-me atentar para o fato de que estávamos sob um teto de vidro.

Seu sorriso lindo, que me enchia de paz, fez-me levantar, suspirando por vencida. Ela apertou a minha mão bem firme, levando-me um pouco mais para o raso. Assim que entrei na água, arrependi por não ter ido mais cedo. A piscina era mantida em uma temperatura morna, e isso me deixou ainda mais feliz e relaxada do que fiquei com os orgasmos que tive. Meu cabelo começou a ficar molhado conforme andávamos para o fundo. Eventualmente tive que me apoiar em Ricardou, e quando o fiz pela última vez antes de alcançarmos o centro da piscina, ela parou, aproximando os nossos corpos. Deus! Aquela mulher conseguia ser ainda mais quente do que a água.

- Ops! - Exclamei, percebendo que não dava mais "pé".

- Vai precisar de apoio para ficar aqui? - Ela perguntou em brincadeira, fazendo referência à minha estatura mediana. 

- Desculpa se ao contrário da modelo de passarela à minha frente, eu não tenho uma estatura consideravelmente alta. - Retruquei, rindo.

- Modelo de passarela?

- Sim. À mim você parece uma. - Sorrimos, enquanto aproximávamos nossos rostos para roçarmos um nariz no outro.

- Eu vou pegar uma coisa. Se precisar, segure na borda. - Ela disse.

Comecei a flutuar pela água para não me afogar à espera do que quer que fosse que ela tinha ido fazer. Quando Alizée voltou, trouxe consigo as duas garrafas de vodca pela metade.

- Pelo amor de Deus, Ricardou, não me diga que você bebeu toda a vodca sozinha. - Olhei-a, preocupada.

- Não. Eu coloquei champanhe dentro da garrafa e misturei.

- Ah, sim, menos mal. - Voltei a me apoiar nela - Quando saberemos a hora de beber?

- Nós vamos saber. - A loira respondeu à minha pergunta, ao passo em que contornava os meus lábios com o seu indicador direito.

- Então… Eu confio em você…

Ficamos alguns segundos olhando uma para a outra, quando, de repente, ouvimos um estrondo agudo explodir e enfeitar a piscina com diferentes cores.

- Feliz Ano Novo! – Alizée sussurrou, erguendo a garrafa para cima.

- Feliz Ano Novo! - Fiz o mesmo que ela, bebendo quase toda a mistura que continha ali.

- À nós! - A loira gargalhou.

Mirei seus lábios rosados, convidativos, e em poucos segundos de uma coragem insana, me apossei deles. Fechei os olhos sentindo a sua língua pedir passagem, que eu livremente liberei. O beijo era intenso, voluptuoso, carregado de paixão e luxúria. Deixei a garrafa na borda da piscina e enfiei minhas mãos molhadas pelos seus cabelos, puxando-os levemente para excitá-la. Quando nossas bocas se separaram, estávamos ambas ofegantes. Seus dedos apertavam a minha cintura com tanta firmeza, que desejei nunca mais ser solta.

- Para dar sorte. - Sussurrei, encostando a minha testa na dela.

Ricardou riu, ao instante em que tirou uma mecha de cabelo molhado que estava preso na minha bochecha.

- Ainda bem que foi com você. Imagina se tivesse sido um rapaz. - Sua careta fez-me rir.

- Obrigada. - Murmurei baixinho - Pela noite, por tudo.

- Obrigada também. Você fez com que o meu fim de ano não fosse um total desperdício. – Ela riu e eu beijei a sua bochecha.

- Não vai mesmo me contar qual era o desejo que quis realizar? - Insisti na indagação, tomada completamente pela minha curiosidade nada latente.

Alizée abaixou o olhar, sorrindo constrangida. Assim permaneceu um tempo, até que a coragem retomou o seu lugar de origem, passando ela a me encarar novamente.

- Eu queria estar com a minha alma gêmea, fazer amor sob a luz da lua, e dizer, olhando no fundo dos seus olhos castanhos, que eu passei a minha vida inteira procurando por ela.

Nome: Luasonhadora (Assinado) · Data: 20/04/2019 12:36 · Para: Feliz Amor Novo

Nossa, me emocionei com esse final. Alizé se parece muito comigo  no sentido de ser uma romântica, cavalheira e intensa. Sem contar que assim como eu ela procura um grande e sincero amor. Amei, parabéns. 



Nome: rhina (Assinado) · Data: 25/01/2019 20:48 · Para: Feliz Amor Novo

 

É. .....deu um show. 

Rhina



Nome: Elizaross (Assinado) · Data: 15/01/2019 12:59 · Para: Feliz Amor Novo

ADOREIIIIIIIIIIIIIIII..

Autora, que tal uma continuação pense ... bjsss



Resposta do autor:

Ahhhh, estou muito feliz em saber que você gostou! 

Essa história terá uma continuação sim. Na verdade, ela foi transformada em uma duologia. Serão dois livros contando um pouco mais da história de Marina até ela chegar ali, em Paris, e o pós Ano Novo! 

 



Nome: NayGomez (Assinado) · Data: 14/01/2019 20:21 · Para: Feliz Amor Novo

OMG  que lindo bem que poderia ter uma continuação. 



Resposta do autor:

Oh, lindeza! Obrigada pelo comentário!

Vai ter continuação sim. Essa pequena história foi transformada em dois outros livros! Teremos muito mais suspiros!



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