Feliz ano amor novo por SraPorter


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O Champ de Mars estava lotado. Pessoas dos quatro cantos do mundo se reuniam para aguardar a chegada da meia-noite e, por alguns minutos, ver a Torre Eiffel piscar em cores múltiplas e espetaculares, em um show de luzes inigualável.

À mim não interessava mais Paris, o romantismo que aquela noite deveria trazer, ou qualquer outra coisa. Eu estava completamente desiludida, desolada. As lágrimas embaçavam os meus olhos, ao passo em eu tentava me desvencilhar dos transeuntes que nem ao menos se importavam se eu os estava empurrando ou não. Apenas um "désolé" resolvia o problema.

O meu objetivo era ir para longe, bem longe e o quão rápido eu conseguisse, para que ele não pudesse me alcançar, me encontrar. Eu tinha que ficar longe daquele filho da mãe mentiroso e covarde.

Mesmo com todo o barulho das ruas, com os murmurinhos da multidão, eu ouvia o meu nome sendo berrado: "Marina!" "Marina!", mas eu nem ao menos olhei para trás. A única coisa que fiz foi apressar ainda mais os meus passos, segurando firme a minha bolsa ao avistar o meu carro do outro lado da avenida. Pronto. Aquela seria a minha libertação. Libertação de anos à fio de perda de identidade, de perda de amor próprio.

Quando finalmente consegui avançar um pouco mais à ponto de alcançar a calçada onde estava o veículo que me tiraria daquele lugar, uma trombada quase fez-me beijar o chão. Levantei ainda apressada, ignorando a leve dor no ombro pelo impacto, e no joelho pelo mau jeito com que o meu pé direito virou.

— Ei, morena! Morena bonita do decote bonito! - Em meio à toda a bagunça generalizada que se dava ao meu redor, ouvi uma voz feminina de timbre suave e imponente ao mesmo tempo.

Franzi o cenho tendo a minha atenção voltada para a palavra "decote". Imediatamente olhei para baixo, verificando que o meu era exuberante em demasia. Ajeitando o meu vestido, virei o rosto na direção da moça, surpreendendo-me com o que vi. A dona da voz era jovem, bonita - muito bonita, por sinal - e sorridente. Seus cabelos eram loiros, compridos e levemente ondulados. Seus olhos eram verdes, de um tom brilhante e chamativo, tal como se fosse um par de esmeraldas. Sua pele alva ganhava destaque no rosto perfeitamente maquiado, bem como seus lábios pintados com um batom cor de rosa. Ela usava um vestido branco, assim como eu - o que nos diferia das demais pessoas que ali transitavam. Também pudera! Nessa época do ano faz muito frio em Paris, e os franceses e turistas são obrigados a usar roupas pesadas para se esquentar, na maioria das vezes, casacões pretos, bem diferentes dos nossos.

Tal como eu fazia, ela me observava de cima à baixo, como se estivesse me desnudando apenas com o olhar. Porém, seu semblante um tanto quanto malicioso transformou-se quando percebeu que minha maquiagem estava borrada pelas lágrimas que derramei instantes atrás. Envergonhada, limpei meu rosto, prendendo a respiração por alguns segundos.

— Me desculpe pelo esbarrão. Estou com pressa.

— Percebi. - Ela sorriu, colocando o cabelo atrás da orelha - O que você tem a fazer deve ser bem importante mesmo para nem se dar conta de que deixou isso cair. - A moça ergueu a mão esquerda que segurava a minha bolsa e o mapa da cidade que eu carregava comigo.

— Oh, meu Deus! - Suspirei, estendendo o braço para alcançar os objetos. Eu estava um tanto quanto trêmula devido a todos os eventos que vinham se sucedendo. E com isso, assim que peguei a minha bolsa de mão, deixei-a cair no chão novamente - Desculpa. Desculpa.

Imediatamente a loira abaixou-se para me ajudar a pegar o que havia caído, tocando em minha mão "sem querer", erguendo o olhar no exato momento em que fiz o mesmo. Só faltou termos gesticulado em câmera lenta. Isso soa familiar? Pois a mim, sim. Já devo ter visto essa cena ao menos umas milhares de vezes nos filmes românticos - e se bobear, até nos não românticos - e ter lido mais outras tantas milhares de vezes em diversos livros. Provavelmente esse cenário está no topo dos acontecimentos clichês. Se existisse um concurso de clichês, estaríamos ganhando em disparada.

— Não precisa pedir desculpas por isso. - Ela sorriu, desviando o seu olhar do meu, dando uma discreta mordidinha no canto do lábio inferior.

— Obrigada. - Forcei um sorriso em retribuição à sua dupla gentileza para comigo.

Virei-me, retomando o meu caminho em direção ao meu carro.

— Bonita aliança. - A voz aveludada da mulher fez-se ouvida próxima à mim novamente - Parabéns! Há quanto tempo está noiva?

Olhei, de cenho franzido em estranheza em sua direção, e lá estava ela, caminhando despretensiosamente ao meu lado, como se aquilo fosse um corriqueiro passeio entre amigas. Respirei profundamente, denotando claro enervamento com a pergunta que me fizera lembrar do maldito anel.

Por instinto, acabei escondendo o meu dedo anelar direito atrás da bolsa que carregava, mas as lembranças começaram a se embolar em minha mente, com flashs de tudo o que havia vivido em meu relacionamento até ali. Isso trouxe à tona o ódio imensurável que eu sentia até há minutos atrás. Em resposta àquele sentimento ruim que me corroía por dentro, tirei a aliança, jogando-a dentro de uma lixeira.

— Não estou mais noiva. - Respondi à loira.

— Mas… Como assim? - Ela parecia deveras surpresa, assustada. Abri a porta do Coupé preto que havia alugado, e a moça logo a fechou de maneira atrevida, deixando-me boquiaberta com a sua atitude - O que você fez? Quer dizer, por que você fez isso? - Olhei para a sua mão que me impedia de abrir o automóvel, e ela a retirou, suspirando.

— Ele me traiu. - As palavras saíram de minha boca e atingiram diretamente o meu coração, terminando de quebrar o que já era só um amontoado de cacos. Relatar o ocorrido em voz alta soava ainda mais deprimente - Ele me traiu com a minha irmã. - Repeti, acrescentando outra informação, tamborilando os meus dedos no teto do carro, mirando um ponto cego em meio à multidão.

— Então você está totalmente no seu direito. Fez foi pouco. Eu jogaria o próprio cara na lixeira.

Franzi o cenho novamente, mas dessa vez, olhando bem dentro de seus olhos vivazes e brilhantes. Eu tentava entender o que mais prendia a minha atenção naquela loira: se era o seu rosto tão perfeitamente delineado, se eram os seus dentes brancos que se revelavam através do sorriso largo, se era o seu perfume amadeirado, o ar de aconchego que estranhamente ela me transmitia, ou se era todo o conjunto da obra.

— Obrigada, mais uma vez. - Agradeci, interrompendo os segundos mudos que se deram entre nós.

— De rien mademoiselle.

E de novo o clichê recaiu sobre nós. O silêncio instaurou-se enquanto nos encarávamos. Eu quis interromper aquele contato visual, juro que quis, mas era impossível. Impossível. Aquelas orbes esverdeadas não desviavam a atenção de mim nem por um segundo, dando a sensação de que novamente a loira me despia, mas dessa vez era a alma. Ela parecia tentar me ler, me decifrar de alguma maneira, e confesso que comecei a gostar daquilo. Gostei e procurei retribuir. Busquei naqueles lindos olhos a resposta para o ar enigmático que a dona deles carregava consigo.

Quando a mulher percebeu, entreabriu a boca, como se fosse dizer algo, mas recuou pela falta de coragem. E naqueles poucos minutos em que nos "conhecemos", foi a primeira vez que a percebi constrangida. O rubor de suas bochechas e o risinho nervoso deixou-a ainda mais graciosa, encantadora. Por Deus! Alguém devia proibir essa mulher de sorrir dessa maneira! É uma afronta à sanidade de qualquer um. Céus! Essa constatação, quando percebida por mim, me fez corar também. Eu ainda estava perturbada mentalmente. Só podia ser isso. Esqueci até do cafajeste que corria atrás de mim entre a multidão.

— Então… - Balbuciei.

— Eu… Tenho que ir. - A loira apontou para a Torre Eiffel, não parecendo muito certa de suas palavras.

— É claro.

— Tchau.

— Tchau.

Abri a porta do meu carro, observando-a sumir por entre aquele mar de gente. Imitei seu gesto de morder o lábio antes de entrar e dar a partida, dirigindo pelas ruas de Paris em busca de um bistrô que estivesse funcionando na véspera do Réveillon. Seria um milagre natalino atrasado, como também seria milagre encontrar uma mísera música na playlist de merda que só me fazia lembrar do traste culpado pela maior desgraçada que já aconteceu na minha vida. E agora? O que eu faria com aquelas canções que nunca mais poderiam ser ouvidas sem que eu chorasse um rio de lágrimas? Teria que ignorar todas, bem como os seus cantores? Merda! Mais uma coisa a ser acrescentada na lista de culpabilidade daquele puto sem mãe.

Distraída com meus pensamentos desconexos, nem havia me dado conta de que estava passando em frente a um charmoso café, com mesinhas modernas e encantadoras, dispostas do lado de fora do estabelecimento decorado com algumas flores, bem ao estilo parisiense. Dei uma freada brusca, suspirando aliviada em seguida, manobrando o veículo e conseguindo estacioná-lo na devida vaga.

Antes de sair do carro, lembrei-me de que levava no banco de trás um exemplar de The Spirit of Romance, de 1910, do renomado escritor Ezra Pound. Peguei-o, juntamente com a minha bolsa de mão, caminhando à passos lentos para dentro do estabelecimento.

Aquele lugar era, de certa forma, audacioso. Um bistrô requintado, com galeria de artes e um belo jardim frontal. A loja, na verdade, era mais um desses casarões antigos com a arquitetura específica, só encontrada na Europa. Era dividido em belos ambientes: o salão interno - onde ficavam expostos quadros e fotos, e as mesinhas externas. Com certeza o responsável pelo projeto daquele bistrô era uma pessoa articulada e totalmente voltada ao mundo multicultural, que pensou em um lugar único, onde todos pudessem se divertir e se emocionar.

Introspecto como o meu espírito estava naquele instante, ele conduziu a minha escolha a uma mesa aos fundos, na área menos ocupada do estabelecimento, próxima de alguns sofás que circundavam uma lareira.

Quando o garçom aproximou-se com o cardápio, sorri brevemente, solicitando o preparo de um cappuccino com canela. Ele deve ter demorado no máximo dois minutos para retornar com o pedido, pois foi só o tempo de um suspiro e uma circulada básica com o olhar pelo ambiente.

Aconcheguei-me na cadeira, atentando para a excentricidade de, por ser a noite que antecedia o Ano Novo, haver muitas almas solitárias como a minha transitando por ali.

Dando de ombros, abri o livro e comecei a folheá-lo, relendo um trecho que eu achava deveras importante. Concentrei-me a tal ponto na leitura, que só me dei conta de que existiam outras pessoas ao meu redor, quanto o garçom aproximou-se da mesa, retirando a xícara já vazia, oferecendo-me outro café. Assenti com a cabeça antes de dizer-lhe um sonoro "merci".

Quando estava prestes a abrir o meu livro novamente, um perfume marcante invadiu o meu olfato, fazendo-me olhar para trás de súbito.

— Posso me sentar com você? - Era ela. A dona da voz mais melodiosa que meus ouvidos tiveram o prazer de ouvir. Talvez nem fosse tanto assim, mas agradava-me esse exagero poético. Pensei em responder, mas somente pensei. O nervosismo que me acometeu, tal como acomete os jovens inexperientes iniciantes nas relações sociais e sexuais, não permitiu que eu proferisse nem uma só palavra. A loira dos olhos marcantes estava novamente diante de mim, linda e sorridente - Olha só o destino conspirando mais uma vez para que nos conheçamos, morena bonita do decote bonito.

Não resisti em dar uma breve risada divertida, gesticulando de forma a indicar a cadeira que eu oferecia para que se sentasse.

— E não é de bom tom contrariá-lo, não concorda? - Eu disse, agradecendo ao rapaz que trazia a minha segunda dose de cappuccino da noite. A loira aproveitou para fazer o seu pedido: um expresso com limão siciliano - Devo confessar que acho estranha essa combinação. - Comentei.

— Nós? Nossa combinação é estranha? - Ela indagou, erguendo o sobrolho esquerdo, arrancando-me uma risada mais alta.

— Não! O seu café.

— Ah, sim. Noites especiais carecem de bebidas especiais. O toque de limão trás um contraste de sabores entre o amargo e o azedo que, à primeira instância, realmente não agrada o paladar, mas ao segundo gole, te faz flutuar para outra dimensão. É quase surreal. Não sei explicar com precisão. - Sorri, encantada com toda aquela desenvoltura e leveza que a loira carregava. Era isso! O exagero poético estava nela. Na verdade, eu arriscaria dizer que o exagero poético era ela. Ficamos mais uma vez nos encarando em silêncio. Mais um pouco e poderíamos classificar a situação como parte de nossa rotina. A rotina de duas conhecidas desconhecidas - Então, você vem sempre aqui? - A mulher de batom rosa perguntou, após bebericar seu excêntrico café quando o trouxeram à mesa.

Gargalhei ainda mais alto que da vez anterior. Deus! Ainda por cima era divertida.

— Para falar a verdade, eu não faço a mínima ideia de onde estou.

— Ricardou. Alizée Ricardou. - Ela estendeu a destra em cumprimento.

— Lindo nome. Marina. Marina Schultz.

Terceiro clichê da noite: a demora em nossas mãos se separassem.

— Sabe, Marina, desde que nos despedimos no Champ de Mars eu fiquei pensando acerca do que houve entre você e seu noivo. Não estranhe, por favor. É que eu sou uma amante inveterada de histórias de todos os tipos, uma expressão mais chique para curiosa. - Ela riu - Pode me contar o que houve? - Respirei fundo, prendendo a respiração. Eu não tinha certeza se queria comentar sobre o assunto, se estava preparada para remoer aquela tristeza. Eu não tinha certeza nem se conseguiria não me debulhar em lágrimas somente com a pergunta da loira - Se não estiver confortável, tudo bem. Eu assumo o adjetivo grosseiro de curiosa intrometida.

— Não. Eu… Acho que talvez possa… Possa ser bom falar sobre isso. Quem sabe não é um meio de libertação, não é? - Ela tomou a minha destra entre as suas mãos, acariciando a minha pele com os polegares. Olhei para o local, um pouco assustada com o gesto, mas não fiz menção nenhuma de impedi-la de prosseguir. Estava até bem agradável aquele contato mais íntimo e encorajador - Namoramos por dez anos. Ficamos noivos por três. Raramente brigávamos e nos dávamos bem na cama. Eu imaginava que nosso relacionamento era perfeito, quase um conto de fadas, ou que éramos protagonistas de um desses filmes românticos, sabe? A minha vida era repleta de declarações de amor, flores, presentes, viagens a dois, jantares à luz de velas... Eu realmente tinha a certeza de que éramos o amor verdadeiro um do outro. Viemos à Paris com as nossas famílias, por insistência dele, para passarmos mais um dos diversos momentos encantados que, até então, eram praxe entre nós. Bom, ao menos eu pensei que a viagem tinha essa finalidade. Eu jamais poderia desconfiar que tudo não passava de encenação, de uma bela farsa. Um pouco antes de nós duas trombarmos, descobri que ele tinha um caso com a minha irmã e que iria pedi-la em casamento. Nós estávamos a caminho de uma festa de réveillon organizada por um amigo nosso, francês, que conhecemos em uma de nossas viagens à Londres…

— A festa do Henry Moreau? - Ela interrompeu-me.

— Sim, isso mesmo. Como sabe?

— Mais uma obra do destino querendo que nos conhecêssemos a todo custo. - Ela sorriu, executando o gracioso gesto de colocar uma mecha de seu cabelo atrás da orelha - Eu também estava a caminho de lá, mas agora não vem ao caso. Prossiga.

Uau! Parece que esse destino estava mesmo empenhado nessa missão de nos fazer ocupar o mesmo ambiente. Isso justificava a sua vestimenta atípica para o tempo frio que se dava na Europa nessa época.

— Hum… - Pigarreei - Então… estávamos indo para a festa, nos desencontramos e, em meio à minha procura, o vi de joelhos colocando uma aliança no dedo da minha irmã, e em seguida eles se beijaram apaixonadamente, igual beijo de cinema. Aí eu gritei "Seu filho da mãe! Está tudo terminado entre nós" e saí correndo. - Suspirei profundamente, erguendo o olhar que insistia em mirar seus polegares ainda me acariciando - Mas, e você? Porque está aqui e não na festa? - Indaguei, desfocando o assunto de mim antes que eu me afogasse nas lágrimas que já começavam a escorrer pelo meu rosto.

— A mulher com quem eu ia sair preferiu ficar com outra. - Ricardou deu de ombros, recostando-se na cadeira, só então soltando a minha mão - Resolvi tomar um café para afogar as minhas decepções... E cá estou.

— Mulher? - Perguntei, curiosa, apesar de não ser uma total surpresa para mim.

— Sim. Eu sou lésbica.

— Uau! - Exclamei sem querer.

— Isso é um problema para você? - A loira inclinou seu corpo para frente, tombando o tronco por sobre a mesa, mantendo um sorriso dúbio nos lábios.

— Nunca será. - Imitei sua atitude, também inclinando o meu corpo.

Silêncio e uma encarada. Nossos olhares se desviaram quando, em sincronia, pegamos as nossas xícaras, terminando de consumir as bebidas que ali continham.

— Você que ir a um outro lugar, Marina? - A pergunta veio com a mordidinha no canto do lábio, deixando-me completamente sem escolhas. 

Nome: rhina (Assinado) · Data: 25/01/2019 20:26 · Para: O primeiro olhar

 

Chique bem....

 

Rhina



Nome: rhina (Assinado) · Data: 25/01/2019 20:25 · Para: O primeiro olhar

 

Oi Autora.

Estou muito tempo ausente......então gostaria de saber sobre sua história "Mais que Professora"

 

Rhina



Nome: rhina (Assinado) · Data: 25/01/2019 20:10 · Para: O primeiro olhar

 

Oi Autora.

Estou muito tempo ausente......então gostaria de saber sobre sua história "Mais que Professora"

 

Rhina



Nome: Amazonas04 (Assinado) · Data: 16/01/2019 01:16 · Para: O primeiro olhar

Maravilhoso!  Como tudo que você escreve! Eu já tinha lido!! Mas e sempre um prazer reler suas histórias!! Parabéns!!!



Resposta do autor:

Coisa mais linda! Obrigada, meu amoreco! ???? É tão bom sentir que nossos trabalhos são reconhecidos com tanto carinho assim! É uma felicidade imensa pra mim! Obrigada mesmo! Em breve tem mais!!



Nome: sophiebrt (Assinado) · Data: 15/01/2019 21:53 · Para: O primeiro olhar

Autora ...autora...vim aqui conferir seu conto...e so tenho uma coisa a dizer..ADOREI...já quero o livro de preferencia pra semana que vem...rsrsrsrs. To apaixonada nessas duas. to apaixonada nos seus textos.

 



Resposta do autor:

Owwwnnn que comentário maravilhoso que me deixou sorrindo de orelha a orelha! Muito obrigada por isso! Esse livro deve sair somente no mês que vem, infelizmente. As personagens são lindas, né? Acho que você vai se apaixonar ainda mais por elas! ??



Nome: Marcella_18 (Assinado) · Data: 14/01/2019 23:00 · Para: O primeiro olhar

Amei a historia...e as lindas personagens!! Quando lançar o livro, me avisa por favor!



Resposta do autor:

Me aqueceu o coração saber que você gostou da história é dessas duas lindas! Obrigada! Pode deixar que quando o livro for lançado avisarei sim! 

Bjo



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