Desejo e mentiras - degustaÇÃo por Anna Straub
Summary:

Olá queridas leitoras, o livro Desejo e Mentiras está em sua versão completa com 18 capítulos à venda nas versões digital e física e gratuito para kindle unlimited.


Deixo aqui uma degustação contendo os 9 primeiros capítulos da história, acessem o meu perfil no Instagram @anna_straub75 para conhecer um pouco mais do meu trabalho e ver o que as pessoas que leram acharam do livro além de ter acesso aos links para o livro digital e físico.


 


Muito obrigada e espero vocês lá


 


SINOPSE 


 


Já se perguntou porque todo desejo vira mentiras? Ou será melhor não saber a resposta?


 


Jackie e Alicia se envolveram em um jogo perigoso de paixão, desejo, sexo e mentiras, um jogo de encontros e desencontros onde a dor e o prazer eram inevitáveis, mas o sentimento de que uma pertencia tão profundamente a outra e que nenhum outro estado afetaria isso as deixava confortáveis até que tudo mudou.


 


"Um triângulo Amoroso explosivo e uma história que irá ter surpreender do início ao fim"


Literatura do gênero hot, vocês lerão muitas cenas de sexo, portanto só sigam com a leitura se realmente estiverem preparadas!


Categoria: Romances Characters: Original
Challenges:
Series: Nenhum
Capítulos: 9 Completa: Sim Palavras: 42820 Leituras: 25967 Publicada: 06/07/2020 Atualizada: 12/10/2020
Capítulo 9 - De Volta a Boate por Anna Straub

Playlist para o capítlulo !!!

 

Música 1 - Crying in the club - Camila Cabello

Música 2 - No Less - Sg Lewis, Lois Mattrs

Música 3 - Settle - Baynk

Música 4 - Wicked Games - The Weeknd

Música 5 - Too Deep - Ritual

Música 6 - Wise Enough - Lamb

 

 

Point of View - Alex

 

 

Já fazia pelo menos meia hora que eu estava sentada na porta do apartamento de Jackie e nada, nenhum sinal dela, mas se bem a conheço ela estava lá dentro se afogando em bebida e dor, foi quando ouvi um barulho estridente, com certeza era um copo se espatifando, rapidamente me levantei do chão e comecei a bater na porta e chamar seu nome.

 

- Jackie, Jackie, por favor abre essa porta eu sei que você está aí - falei gritando e esmurrando a porta.

 

Em segundos ouvi passos dentro do apartamento e a chave na porta a abrindo rapidamente.

 

- Alex, sua maluca, o que você está fazendo aqui, como entrou? Venha, ande, entre logo ou os vizinhos vão achar que é uma briga - Disse Jackie com cara de assustada.

 

Eu rapidamente me abaixei, peguei minha mochila do chão e entrei.

 

-Jackie eu estava preocupada com você, te liguei umas quinze vezes desde que saiu do café, saí correndo atrás de você, mas quando cheguei na rua já não a encontrei e decidi vir para cá na esperança de que você tivesse vindo para casa, aff, ainda bem que você está aqui.

 

- Tá bom Alex, mas como conseguiu entrar?

 

- Eu interfonei e ninguém atendeu, daí um rapaz estava saindo e eu aproveitei para entrar, subi e fiquei aqui na porta sentada esperando entender se você estava em casa, fiquei com medo de bater e você não querer abrir a porta para mim, eu realmente fiquei preocupada com você.

 

- Alex, você é maluca mesmo, porque não bateu na porta, quando tocou o interfone eu deveria estar subindo as escadas ainda e não ouvi - disse Jackie rindo.

 

Eu realmente estava achando a reação dela muito estranha, ela aparentava estar muito calma depois do ocorrido, será que ela estava se curando da dependência de Alicia?

 

- Ok, mas não tente me enganar, o que foi o barulho de vidro quebrando que ouvi?

 

- Foi um copo Alex, ele pulou da minha mão, sabe, se atirou na parede - disse com um ar sarcástico.

 

- Agora deu para ser engraçadinha, vamos, anda, fala logo, como você está? O que foi aquilo no café?

 

- Não sei explicar também, Alex, eu achei que nunca seria capaz de dizer aquelas palavras duras para Alicia, confesso que minha única vontade naquele momento era me jogar em seus braços, ela estava linda como sempre, aquele olhar que me mata, eu só queria beijá-la até o mundo acabar, mas enquanto a olhava nos olhos fui sentindo a vontade de me render a ela se transformando em raiva por tudo que ela me fez passar, o tanto que me fez sofrer, eu ainda sinto como se nossas almas pertencessem uma a outra, isso é inevitável, mas eu não posso mais, não posso ser fraca e me entregar a ela novamente.

 

- Jackie, mas agora ela está de volta novamente, como serão as coisas? Fatalmente iremos cruzar com ela em outros lugares e se bem conheço Alicia, ela não vai desistir de você assim tão fácil, assim que você foi embora ela ainda ficou uns breves segundos parada no mesmo local, parecia não acreditar no que você havia dito a ela, mas em instantes seu rosto já se transformou e tenho certeza que ela não vai deixar você em paz, ela foi embora como um furacão, mas com um ar de superioridade que juro, eu tive vontade de pular no pescoço dela naquele instante, mas estava mais preocupada com você.

 

- Eu sei que ela virá atrás de mim e não sei se serei capaz de repeli-la novamente como fiz hoje, pois eu a desejo ainda e muito, mas naquele momento em que lhe disse aquelas palavras algo estranho aconteceu comigo, eu só tive um único pensamento, aquela dançarina me veio a cabeça e dominou meus pensamentos de uma forma estranha e perturbadora.

 

- Hahaha, eu sabia, sua filha da puta, a forma como você falou dela me cheirava encrenca, Jackie você está apaixonada por uma mulher quem nem sabe o nome - disse gargalhando.

 

- Alex, é estranho isso, eu realmente fiquei incomodada com aquela mulher, mas talvez seja por ela ter feito aquele absurdo comigo de me deixar totalmente na vontade e me mandar embora, talvez seja apenas meu ego falando mais alto.

 

- Duvido disso Jackie, se fosse só isso porque ela permeou seus pensamentos bem quando Alicia estava à sua frente?

 

- Isso eu não sei, e é a única coisa que está me deixando intrigada, nem mesmo eu sei porque aquele maldito diabo veio em meus pensamentos, mas eu estou com um desejo imenso de voltar lá, ela sabia que eu voltaria, aquela filha da puta, só fez aquilo porque sabia que eu voltaria, mas o que diabos ela quer comigo?

 

- Olha Jackie eu não sei, mas se for para você esquecer a maldição da Alicia e voltar a viver eu acho mais é que tem que voltar, só cuidado para não se envolver em outra roubada, afinal você é um imã para mulheres diabo e encrenca - disse gargalhando

 

- Olha eu não sei se ela é encrenca, mas vou te dizer uma coisa, se for eu quero é me encrencar muito com ela, que mulher gostosa e sexy ela é, eu só fico lembrando dela descendo enrolada naquele tecido e eu lá embaixo toda molhada - Jackie falou rindo

 

- Mas tem uma coisa que você ainda não me falou, por que você estraçalhou aquele copo na parede?

 

- Enquanto você estava lá fora sentada no chão feito uma mendiga eu estava aqui no sofá, sentada e lembrei nos mínimos detalhes a minha primeira noite com Alicia, sério  eu pude sentir cada sensação, cada detalhe daquela noite e me enfureci em pensar que depois daquela noite que parecia ser o início de uma relação sensacional, de um amor inexplicável, tudo virou do avesso da noite para o dia e sinceramente eu busco naquela noite uma explicação para tudo que aconteceu nos meses que se seguiram e que mudaram nossas vidas de uma forma absurda e sem sentindo, mas eu nunca encontro a resposta e me deu uma súbita raiva em pensar que eu nunca fui capaz de compreender o que aconteceu para tudo virar o caos que virou e atirei o copo na parede, mas daí passou, fiquei mais calma pelo menos por enquanto.

 

- E quer saber, não quero mais falar de Alicia, não pelo menos por hoje, pois eu quero descansar um pouco pois eu irei naquela boate hoje, vou atrás da dançarina, não vou deixar aquilo barato para ela.

 

- Jackie, sua vadia, eu não acredito como você tem um fogo que não apaga, então vai lá e acaba com ela, mostra quem manda na porra toda - disse gargalhando.

 

Neste momento eu pude perceber que Jackie estava bem, dentro do possível, depois de ter encontrado com a víbora da Alicia, mas eu conheço minha amiga, essa história ainda não acabou, apesar de aparentemente ela estar com uma paixão súbita por aquela dançarina, Alicia ainda vai infernizar sua vida e vamos ver até onde Jackie irá suportar se manter longe dela.

 

 

 

Point of View - Katherine

 

 

(Play na música 1)

 

Aproveitei o dia para descansar meu corpo, fazer muito alongamento, ensaiar um pouco e me hidratar bastante, hoje eu preciso fazer o melhor show de todos, ela estará lá, a morena vai voltar hoje, eu tenho certeza, pode parecer loucura da minha cabeça, mas ela sentiu por mim o mesmo que senti por ela, eu percebi em seu olhar, eu sei que não deveria estar fazendo isoo e muito menos sentir o que estou sentindo, eu sou casada e se Jen descobrir ou sequer imaginar isso, ela seria capaz de me matar literalmente, ela é extremamente possessiva e nunca aceitaria me perder para outra mulher, eu estou com medo mas o que estou sentindo é maior que meu medo, eu já havia mesmo casada, trocado uns beijos com uma ou outra mulher, mas tudo superficial, sem sentido, apenas beijo por beijo, mas o que essa morena está me fazendo sentir é algo diferente.

 

- Kath, Kath, você se apaixonou por uma mulher sem nem saber quem é, sem nem saber seu nome? Eu já estava falando sozinha.

 

Mas que porra eu estou fazendo, em algumas semanas Jen estará no Brasil e isso não poderia acabar bem, mas algo em mim não me deixava parar de desejar a morena, mesmo sabendo de todo perigo envolvido.

 

Aumentei a música no último volume e continuei dançando no meio de minha sala, ainda não escolhi a música do show de hoje, mas essa música me deixa animada e preciso suar muito para parar de pensar naquele corpo e naquela boca deliciosa, meu Deus.

 

 

 

 

Point of View - Jackie

 

 

Depois da conversa e ao perceber que eu estava bem, Alex decidiu ir embora, afinal havia deixado Lena no café para vir atrás de mim, ela é uma ótima amiga, eu sinto seu carinho e sua preocupação comigo, sempre está ao meu lado nos melhores e nos piores momentos e isso é muito importante em minha vida, além do mais, ela é extremamente divertida e mesmo nos piores momentos ela me faz rir.

 

Bem, se eu quero realmente ir aquela boate hoje preciso me preparar, preciso da melhor roupa que tiver, além de estar psicologicamente preparada para aquele diabo que se finge de dançarina, hoje eu não saio daquele lugar sem saber seu nome e sem possuir aquele corpo deliciosamente esculpido, me lembro daqueles olhos verdes, aquele cabelo comprido, o sabor de sua boca e aquela bunda, há aquela bunda, que merda de bunda gostosa ela tem, mas hoje eu vou enlouquece-la, ela verá quem manda.

 

(play na música 2)

 

Já é noite, acabei de tomar um longo e delicioso banho, melhor eu beber algo pra relaxar, de fato estou me sentindo um pouco tensa, então vamos lá, um som pra animar e um bom whisky é o que preciso, eu estava apenas de lingerie, hoje escolhi uma branca com muita renda, eu queria que ela ficasse incomodada e sentisse muito, mas muito desejo por mim, isso garantiria que ela não fugiria novamente.

 

Aumentei o som sensual e relaxante, sentei-me em meu sofá apenas de lingerie, com as luzes da sala apagadas, apenas a luz do quarto ao longe estava acessa, com meu copo de bebida nas mãos e os olhos fechados fui sentindo cada batida da música entrar em meus ouvidos e percorrer todo meu corpo, ao abrir os olhos pude ver pela janela todos aqueles prédios com suas luzes acessas, a noite de São Paulo ganhava vida, era Sábado e eu estava excitada para essa noite, o que será que ela ira aprontar, será que haveria algo mais sensual do que aquela descida pelos tecidos da noite passada?

 

A única coisa que eu sabia é que não sairia de lá de mãos vazias, continuei ali no sofá até a música acabar, sentindo as batidas e relaxando todo meu corpo.

 

Ao fim da música, levantei-me, apoiei meu copo no móvel da sala e fui para o quarto escolher minha roupa, já estava quase na hora de sair e eu não queria me atrasar de jeito nenhum, eu não podia perder o show daquele diabo, pensei e dei um leve sorriso com o canto da boca.

 

Depois de uns bons minutos eu estava pronta, já maquiada e apenas faltava um toque final, meu perfume e eu me encharquei dele, sem dó.

 

Caminhei até um espelho de corpo inteiro que fica perto da porta do meu quarto para ver como estava o conjunto, eu precisava estar simplesmente maravilhosa, hoje definitivamente eu queria era mesmo chamar a atenção.

 

Eu não consigo muito fugir do meu estilo, calcas pretas justíssimas e o bom e velho coturno, mas escolhi uma camisa branca de corte reto e com os quatro primeiros botões abertos que quase mostravam minha barriga, levemente aberta era possível ver o contorno dos meus seios, cabelos soltos e uma leve maquiagem que realçavam meus olhos era o suficiente, era sóbrio e sexy.

 

Hora de ir, senão posso perder o show, com certeza aquela fila interminável poderia acabar com tudo, chamei um taxi já descendo as escadas de meu prédio em direção à rua, assim que abri a porta do prédio o taxi já estava encostando e logo já estaríamos chegando à boate.

 

Foi a meia hora de percurso mais demorada de toda a minha vida, eu estava literalmente ansiosa e nervosa, vim o caminho todo apertando as mãos que teimavam em ficar suadas e geladas, enfim chegamos e logo pude ver aquele lugar maravilhoso, novamente aquelas tochas acesas e aquela enorme porta preta da entrada, a fila como eu previa já estava enorme, mas ainda era cedo, eu conseguiria entrar antes do show com certeza, foram mais uns vinte minutos de espera e enfim chegou minha vez de entrar.

 

(Play na música 3)

 

Já com os pés lá dentro e com o som rolando e aquele burburinho, muita mulher bonita e as pessoas conversando, aquele lugar definitivamente me deixava com sensações inexplicáveis no corpo, era tudo tão sexy, tão quente que era impossível ficar inerte, caminhei mais alguns passos até chegar ao bar, eu precisava de uma bebida e rápido, encostei no balcão e pedi um whisky eu não ia misturar as bebidas hoje, eu queria estar relaxada e não bêbada, assim que peguei minha bebida pude ver que o palco estava preparado de forma diferente da noite anterior, onde nada havia no palco e o show vinha do alto, hoje havia apenas uma cadeira bem ao centro e um canhão de luz que vinha de cima e que iluminava apenas a cadeira e mais nada, eu confesso que não poderia imaginar o que poderia acontecer.

 

Fiquei observando tudo ao redor, reparando no alvoroço das pessoas, era apenas a segunda noite que aquele lugar estava funcionando e já estava lotado, as pequenas salas já estavam ocupadas e a mulherada já estava se pegando enlouquecidamente, confesso que aquele clima era propício para isso.

 

Eu estava visivelmente ansiosa mas podia notar que eu havia conseguido o resultado esperado, pude notar ao redor algumas belas mulheres me olhando e sorrindo, algumas um pouco mais ousadas e outras de forma mais acanhada, mas o fato é que eu estava chamando a atenção e não vou negar que gostei, faz bem para o ego, afinal eu já não era nenhuma menina de vinte e poucos anos, mas ainda chamava atenção delas, eu apenas bebia meu whisky e sorria para essas mulheres, afinal o que eu esperava era ver a dançarina e não apenas ver, eu a queria, eu a desejava aquela noite, minha, totalmente minha, a bebida começou a fazer efeito e me deixando relaxada o suficiente para aproveitar a noite, minhas mãos já estavam normais, mas eu ainda estava extremamente excitada.

 

Em um instante as luzes se apagam, apenas o bar está iluminado agora, eu caminhei para próximo do palco, eu queria estar ali na primeira fila, não perderia aquele show por nada eu queria estar bem à vista, eu queria que ela me visse ali.

 

De repente aquele rapaz que na noite anterior havia me entregado o bilhete sobe ao palco e pega um microfone, parecia que ia anunciar o show e eu já comecei a ficar nervosa novamente, estava com o copo na mão e antes dele começar a falar dei um gole que acabei com a bebida que havia nele e o apoiei em uma pequena mesa que havia ao lado, eu queria minhas mãos livres.

 

 

- Senhoras e Senhoritas é um imenso prazer ter vocês aqui novamente e hoje quebrando um pouco os protocolos da casa e com um show especial nossa atração principal fará um show mais intimista e estará bem próxima de vocês, apenas pedimos para que aproveitem o show e por favor não subam no palco, tenho aqui esses dois belos rapazes que garantirão que isso não acontecerá - falou rindo e apontando para dois seguranças enormes e musculosos que estavam estrategicamente posicionados um de cada lado do palco.

 

Agora sem mais espera, com vocês a rainha da casa a estrela desse show: Katherine Ann Jenkins.

 

Eu só pude ver que todas as luzes estavam apagadas agora, inclusive as luzes do bar, era um breu total e eu acabara de descobrir seu nome, já era um começo.

 

 

(play na música 4)

 

 

No mesmo instante que a música começou a tocar o canhão de luz iluminou apenas o ponto central do palco onde estava a cadeira e eis que lá estava ela, sentada na cadeira com as pernas cruzadas e as mãos apoiadas nas laterais da cadeira, com a cabeça levemente arqueada para trás e uma cara de desejo, ela vestia apenas uma lingerie de renda totalmente preta, seus seios quase não cabiam nela e a parte de baixo mal cobria seu sexo, com meias e cinta liga e aqueles cabelos longos, levemente ondulados e ruivos totalmente soltos sobre seus ombros e saltos altíssimos, seus olhos verdes brilhavam com as luzes em sua direção, ela ainda sentada e aquele inferno de música tocando ela se mexia para frente e para trás simulando roçar sob as pernas de alguém, eu olhava diretamente em seus olhos, mas ela ainda não havia me percebido, realmente estava bem escuro na plateia até que algumas pequenas luzes no chão em volta do palco iluminaram as pessoas que estavam nas primeiras filas e num instante ela colocou seus olhos em mim, aquilo foi mágico, no mesmo instante pude perceber seu sorriso malicioso com o canto da boca e em seu rosto a satisfação da certeza que ela tinha que eu estaria ali esta noite e na primeira fila.

 

Assim que senti seus olhos em mim, meu corpo entrou em colapso e eu podia sentir ele tremendo por inteiro, definitivamente aquele demônio me causava sensações estranhamente prazerosas, eu pude sentir meu corpo esquentando e meu sexo ficando molhado de vê-la naquela posição.

 

A música continuava e ela se levantou da cadeira ficando de costas e arqueando seu corpo para frente e apoiando suas mãos no encosto da cadeira,  rebolando seu quadril de um lado para o outro no ritmo da música, céus aquela bunda, agora estava bem a minha frente e eu não podia tocar, ela virou um pouco o rosto para ver seu eu estava prestando atenção em seus movimentos, ela tinha desejo em seu olhar e ao perceber que eu estava literalmente de boca aberta soltou um grande sorriso, a filha da puta estava fazendo de propósito, a casa estava cheia mas ela parecia fazer um show particular para mim, então se virou e largou a cadeira para trás, caminhou a passos lentos em direção a plateia, mas do lado oposto de onde eu estava e bem perto das mulheres ela rebolava e levava suas mãos a cabeça e descia por seus cabelos tocando todo seu corpo, aquilo era extremante sexy e eu sabia que ela estava fazendo aquilo para me provocar, ela descia seu corpo quase até o chão e tocava seu sexo com uma mão e com a outra em seus lábios era uma cena de pura luxúria e provocação.

 

Ficou alguns segundos dançando na frente daquelas mulheres que estavam enlouquecidas com ela e eu estava um tanto puta com isso, mas eu sabia que era para me provocar, ela simplesmente largou aquelas mulheres e andou em minha direção, nossos olhos estavam vidrados um no outro, ela caminhava lentamente em minha direção passando sua língua em seus lábios e em gestos sensuais foi chegando perto, já de frente comigo ela literalmente me comia com os olhos, eu podia ver nela todo o mesmo desejo que eu estava sentindo, rebolando na minha frente ela coloca um de seus dedos na boca e os molha com sua saliva e vai lentamente descendo ele por seu pescoço, sua barriga até alcançar a sua calcinha e coloca a mão por dentro tocando seu sexo com aquele dedo molhado de saliva, eu pude ouvir gritos das mulheres ao meu redor , mas eu estava focada em seus movimentos, seu rosto era puro desejo e eu sabia que naquele momento ela estava totalmente molhada como eu, eu só queria subir naquele palco, mas bem ao nosso lado estava um daqueles seguranças infelizes, ela se agachou em minha frente tirou a mão de dentro da calcinha e levou seus dedos molhados à minha boca, eu os senti em meus lábios, ela os passava de um canto ao outro para que eu pudesse ficar com seu gosto em minha boca, eu quase enlouqueci neste instante e quando eu ia chupar seus dedos ela os retirou de meus lábios e fez sinal de não com o dedo, me deu uma porra de um sorriso sarcástico, quase uma gargalhada e voltou para o centro do palco, ela definitivamente iria me provocar até eu não aguentar.

 

Já no centro do palco e de costas o show parecia já estar no fim quando ela tirou o sutiã e o jogou para a plateia, confesso que aquilo me deixou irritada, ainda em sua dança tão sensual, foi baixando sua calcinha, eu não podia acreditar que ela ficaria totalmente nua naquele palco, mas foi exatamente isso que ela fez, ainda de costas desceu sua calcinha até os pés e a retirou, neste momento ela estava vestida apenas com as meias, a cinta liga e os sapatos e eu logo pensei, que se ela jogasse essa calcinha para aquelas mulheres eu seria capaz de surtar, a música já estava em seus últimos acordes então ela com a calcinha nas mãos caminhou até mim, curvou seu corpo em minha direção, me entregou sua calcinha e sussurrou em meu ouvido.

 

- Quer mais? Estou te esperando em meu camarim.

 

Filha da puta ela fez aquilo assim no meio de todas aquelas mulheres, obvio que ninguém ouviu o que ela me disse, mas era como se tivessem ouvido pois a gritaria e a histeria foi absurda assim que ela falou em meu ouvido bem no instante que a música chegou a seu último acorde, ela tinha absolutamente todos os movimentos cronometrados, as luzes se apagaram por alguns segundos e quando retornaram ela já não estava mais no palco.

 

Só se podia ouvir gritos, aplausos e assovios, de fato o que ela acabara de fazer naquele palco foi de tirar o fôlego, logo as pessoas foram se dispersando da frente do palco e eu, eu precisava de uma bebida para assimilar o que tinha acabado de presenciar e eu a queria de qualquer maneira, fui até o bar peguei outro whisky e virei quase que em um só gole, aquilo, como gosto de dizer é coragem líquida, afinal o sussurro em meus ouvidos ao final do show era um convite para um passeio ao inferno com aquele demônio e eu não poderia negar que eu só queria me entregar a ela totalmente, é incrível mas seu jeito de dominar a situação me deixa extremamente excitada.

 

Caminhei entre aquelas pessoas e fui em direção ao corredor atrás do palco para chegar ao seu camarim, novamente aquele corredor escuro e eu com um medo absurdo de cair, mas fui lentamente chegando mais próximo da porta de seu camarim, estranho é que não havia ninguém ali, nem os grandalhões que estavam a beira do palco durante o show, ela tinha um certo poder naquele lugar pois parece que simplesmente ordenou que todos sumissem de lá, talvez ela não seja apenas a dançarina da casa e sim a proprietária, mas isso eu teria que descobrir, pelo menos agora eu sabia seu nome o que já era o bastante até o momento.

 

Cheguei em frente a porta de seu camarim e meu coração batia tão forte que eu achei que meu peito iria estourar, minhas mãos estavam suadas e trêmulas, aquilo era muito excitante, mas eu também sentia que não era apenas desejo, tinha algo mais que eu ainda não sabia o que era, respirei fundo e coloquei a mão na maçaneta para abrir a porta e já pude ouvir a música que tocava lá dentro, definitivamente ela pensava em cada detalhe para me deixar louca por ela.

 

(Play na música 5)

 

Abri a porta lentamente e lá estava ela no mesmo local da noite anterior, no fundo do camarim e com um copo de bebida nas mãos, mas desta vez ela estava completamente nua, exatamente como saiu do palco, apenas suas meias finas ¾, cinta liga e saltos, seus longos cabelos cor de cobre caiam sobre suas costas e chegavam próximo a sua bunda, há meu Deus que bunda, como ela pode ser tão deliciosamente gostosa, suas coxas são bem torneadas e seus músculos bem marcados, ela tem um corpo escultural, forte e totalmente sexy, ao notar que a porta havia sido aberta ela logo virou sua cabeça em minha direção e tinha em seus lábios o sorriso mais mortal que eu já havia visto, era um misto de desejo, paixão, medo e alegria ao me ver entrar em seu camarim.

 

- Eu não disse que você voltaria? Que seu corpo me dizia que estaria aqui hoje? - ela disse com sarcasmo, ainda mantendo seu ar de superioridade.

 

- Não nego que você tenha razão Srta. ou seria Sra. Katherine - disse com a voz rouca e firme.

 

- Para você apenas Katherine, e você morena qual seu nome? Afinal você foi embora tão rapidamente ontem que nem me deu tempo para saber - disse ela dando uma gargalhada.

 

Filha da puta, ela ainda tem coragem de dizer que eu fui embora rapidamente ontem, ela praticamente me expulsou deste camarim, mas tudo bem, se ela quer jogar é bom saber que eu também sei jogar.

 

- E você acha mesmo importante saber meu nome? o que mudaria se não soubesse? - eu disse tentando impor certo controle da situação.

 

- Não mudaria nada, mas como vou dizer seu nome enquanto gozo em sua boca?

 

Maldita mulher, essa vai ser páreo duro, ela é perspicaz e muito rápida com os pensamentos e sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre ácida para me provocar.

 

- Bem se o caso é dizer meu nome enquanto goza eu creio ser um bom motivo para sabê-lo, Jackie, muito prazer. - Eu disse soltando um leve sorriso com o canto da boca.

 

Todo esse diálogo e eu plantada na frente da porta e ela no fundo do camarim totalmente nua, como ela pode ficar tão confortável estando totalmente despida na minha frente.

 

- Pois bem Srta. Jackie, está vidrada me olhando, gosta do que vê?

 

- Eu adoro o que vejo, mas melhor ainda seria tocá-la afinal você me provocou o bastante já, desde ontem.

 

 

- Acha que poderá me tocar Jackie? Quem te garante isso?

 

- Seus olhos me garantem que está com tanta vontade quanto eu, eles mudam de tom quando sente desejo, não pense que somente você sente o que meu corpo quer, seus olhos a denunciam Katherine.

 

- Gosta de jogar Jackie?

 

- Depende do jogo, se no final eu for vencedora eu posso te dizer que até aceito um jogo, mas o que você quer de mim? Apenas um jogo, uma noite?

 

- Ganhar no jogo é apenas um detalhe e um ponto de vista, você pode achar que está ganhando, ou eu posso fingir que te deixei ganhar, o fato é que você nunca saberá se ganhou ou não, quanto ao que eu quero, é simples, hoje eu quero você minha e quero ser sua, quero te dar o prazer que nenhuma outra mulher te deu até hoje e não espero nada menos de você, mas amanhã eu não sei, vou viver o hoje, amanhã é outro dia.

 

- Esse seu jeito me deixa excitada, você se mostra esnobe, mas confiante e sabe o que quer, eu gosto disso, só espero que você não seja meu fim.

 

- Eu serei o que você quiser, hoje, só hoje, então pare de falar e aproveite esse corpo que estou te dando de presente.

 

Que maldita mulher, ela disse isso já caminhando em minha direção, completamente nua e com um olhar que era difícil manter os meus tão fixados nos dela, eu podia sentir meu sexo esquentar e meus olhos lacrimejarem, engoli seco e então em um instante aquele demônio estava bem a minha frente, colocou sua mão em meus cabelos, próximo a minha nuca e o puxou em sua direção, eu pude ver ela passando a língua em seus lábios de uma lado ao outro e os deixando molhados e em seguida os levando com força em direção aos meus, começamos a nos beijar de forma quente, forte e porque não dizer um pouco violenta, rapidamente levei minhas mãos ao seu quadril a trazendo para mais perto do meu corpo, eu queria sentir seus seios tocando os meus e suas coxas nas minhas, apertei seu quadril com força e a trouxe colada em meu corpo, pude sentir um leve gemido quando a peguei daquela maneira, ela é durona, mas eu a faria se render ao prazer que eu poderia lhe proporcionar naquela noite.

 

(Play na música 6)

 

 

O beijo estava cada vez mais forte, mais intenso e enquanto nos beijávamos soltávamos pequenos gemidos, é inevitável com tanto desejo manter qualquer controle sobre nossos corpos, mas aquilo não bastaria para matar nossa sede de prazer aquela noite e eu podia notar que o corpo de Katherine estava totalmente tomado por um desejo enlouquecedor, assim como o meu, eu então a suspendi em meu colo com suas pernas abertas e a levei em direção à parede ao lado do pequeno bar, nossos corpos se chocaram com a parede e ouvi ela gemer mais alto no exato momento que suas costas nuas tocaram a parede fria, meu quadril a prendia na parede e continuávamos nos beijando e eu pressionava meu corpo contra o dela em direção a parede e cada vez que eu fazia esse movimento ela gemia.

 

- Porra Jackie, quer mesmo me matar?

 

- Matar não, apenas possuir o que é meu.

 

- Mas quem disse que sou sua?

 

Ela mesmo naquela situação não deixava a arrogância de lado, mas confesso que aquilo me deixava mais louca por ela.

 

- Não preciso que me diga, eu apenas sinto você minha.

 

Ela em um ímpeto de desejo e luxuria desceu de meu colo, passou o braço por cima do pequeno bar derrubando violentamente todas as bebidas e copos que ali estavam se pôs de costas para mim e debruçou sob o bar.

 

- Se sou sua então me fode Jackie, mas terá que ser muito boa no que faz e então te direi se sou sua.

 

Eu simplesmente não podia acreditar que ela estava naquela posição em pé com o corpo arqueado e apoiado sob o bar e oferecendo aquela bunda que eu tanto desejava e ela sabia disso, eu estava paralisada só admirando todo aquele volume à minha frente, ela inclinou sua cabeça e colocou seus longos cabelos para frente do obro para que nada pudesse atrapalhar aquele momento.

 

- Vamos Jackie, eu sei que gosta de minha bunda, aproveite.

 

- Filha da puta, eu vou te mostrar o quanto você é minha.

 

Me ajoelhei e fiquei com meu rosto bem de frente a sua bunda, segurei em seus quadris com força, apertando de uma forma que eu sei que deixaria marcas nela e ela estava adorando, eu via seu rosto de satisfação e seus gemidos quando eu a tocava, levei meu rosto de encontro a sua bunda e com a língua fui percorrendo cada centímetro dela, a cada lambida que eu dava eu podia sentir o corpo de Katherine ter espasmos involuntários, eu dava leves mordidas e lambia, fui me abaixando um pouco mais e me sentei no chão com as costas encostadas no bar e tive acesso perfeito ao seu sexo, sua boceta estava completamente molhada eu podia ver, até que com força a abocanhei e em um instante minha língua estava dentro dela, que de tanto prazer soltou um grito.

 

- Oh Jackie, sua filha da puta, vamos, me chupa, me fode - disse esmurrando a parede à sua frente.

 

Eu podia sentir todo seu desejo naquele momento e não posso negar que eu estava totalmente enlouquecida também, seu sexo estava quente e pulsando, seu líquido escorria e eu só conseguia dar leves gemidos já que estava com toda a sua boceta em minha boca, endureci um pouco a minha língua e comecei a fazer movimentos que entravam e saiam de sua boceta, tudo que eu queria neste momento era ver seu rosto, eu queria ver o quanto de prazer eu estava dando a ela, mas da posição que eu estava só via sua boceta à minha frente, continuei com os movimentos e apertando suas coxas e seu corpo se estremecia a cada vez que minha língua a penetrava com força, eu podia sentir que ela teria um orgasmo bem ali, debruçada sob aquele misero bar com minha boca entre as suas pernas.

 

- Jackie, eu quero mais, quero tudo, quero você dentro de mim - falou com a voz embargada.

 

Eu apenas levantei de onde estava e decidi tirar minha roupa, aquilo estava me incomodando, eu queria sentir minha pele em sua pele, queria sentir seu calor e seu suor em mim, assim que tirei toda minha roupa e estava completamente nua ela ainda estava naquela posição, agora com as pernas um pouco mais abertas como se implorasse para ser fodida ali mesmo, naquela posição e eu não a deixaria passar vontade.

 

- E agora podemos dizer que você é minha?

 

- Ainda não sei, o que mais pode fazer comigo Jackie?

 

Ela nem havia terminado a sua maldita frase e eu estava atrás dela com dois dedos dentro de sua boceta, assim que os coloquei novamente pude ouvir ela gritar de prazer.

 

- Assim, maldita, isso, nada menos que isso, eu quero te sentir assim, dentro de mim, me fode, me faz sua Jackie.

 

Eu não pensei nem um segundo e metia meus dois dedos dentro de sua boceta em um movimento de vai e vem com força, eu podia ouvir o som de sucção em meus dedos, a filha da puta é tão apertada, tão gostosa, e a cada movimento que eu fazia para dentro dela nossos gemidos se misturavam, aquilo também estava acabando comigo, eu poderia gozar apenas fodendo essa mulher, meu Deus, eu via o suor escorrendo por suas costas e ela mordendo seus próprios lábios de tanto prazer.

 

Estávamos em um êxtase absurdo, mas parecia que não queríamos gozar, não pelo menos naquele momento, queríamos ficar ali sentindo esse prazer absoluto, ela estava em uma posição de submissão e confesso que aquilo me dava mais prazer, levei minhas mãos aos seus cabelos e os puxei com força em minha direção enquanto ainda a fodia.

 

- Diga que você não é minha, olha para você, totalmente entregue a mim.

 

- Vem Jackie, me faz gozar e então serei tua.

 

No mesmo momento eu arqueei meu corpo sobre o dela e a fodia com mais e mais força e a cada estocada eu podia ouvir seus gemidos aumentando, ela estava ofegante, assim como eu, nossos gemidos foram aumentando de volume e intensidade assim como eu a fodia cada vez mais forte e rápido, eu podia sentir que entraríamos em um orgasmo absurdo a qualquer momento.

 

- Oh Jackie, vai, me fode, continua assim, não para eu vou gozar.

 

- Há, vai gozar? Eu quero ver e ouvir você gozando, goza em mim, na minha mão Katherine.

 

- Não para, é sério, eu vou gozar.

 

- Vem, gostosa, goza em mim que eu vou gozar com você, quero sentir seu gozo escorrer pelas minhas mãos.

 

Em um segundo entramos em um orgasmo absurdo, gemíamos tão alto que eram praticamente gritos, ela mexia seu quadril em direção a minha mão parecendo procurar por mais e eu continuei os movimentos na mesma intensidade, naquele momento estávamos flutuando de tanto prazer, seu gozo não parava, escorria pelas minhas mãos e descia pelo meu punho, até que ela ergueu seu corpo ainda com meus dedos dentro dela, inclinou a cabeça para trás e colocou as duas mãos na cabeça, ela ainda gemia muito e soltava palavras sujas e meu nome estava em sua boca como o seu nome na minha, aquela sensação ainda durou alguns instantes e ainda estávamos com os corpos colados e sentindo tudo que acabara de acontecer, eu sentia que ela queria mais e eu também, até ouvir alguém bater na porta.

 

Ela rapidamente saiu de perto de mim e olhava assustada para a porta e para mim, eu fiquei em silêncio e já fui pegando minhas roupas do chão e me vestindo e apenas a olhava, ela respirou fundo tentando recompor sua voz e perguntou:

 

- Quem é?

 

- Kath, sou eu, pelo amor de Deus Jen acabou de entrar na boate e está vindo para cá. Ouvi uma voz masculina e desesperada falando do outro lado da porta.

 

Katherine mudou sua feição no mesmo instante.

 

- Filha da puta, mas que merda, o que ela está fazendo aqui, ela só deveria chegar em algumas semanas. Falou já correndo para colocar algo sobre seu corpo.

 

- Jackie, coloca logo essa roupa - disse me olhando com cara de assustada.

 

Eu naquele momento já estava praticamente com toda minha roupa, estava apenas calçando os sapatos enquanto ela andava de um lado para o outro do camarim, ela parecia bem desesperada, só aí que eu me dei conta do que estava acontecendo.

 

- Agora posso te chamar de Sra. Katherine, não é?

 

- Porra Jackie, isso não é hora para brincadeira, se Jen te pegar aqui estamos mortas, eu garanto.

 

Katherine então foi até a porta abriu levemente para olhar no corredor e me chamou com a mão.

 

- Vem Jackie, olha, você vai sair daqui, mas não vai em direção ao palco, vá na direção oposta e espere até a Jen entrar aqui e depois disso você some daqui pelo amor de Deus, eu não quero te ver aqui dentro com esse bando de mulher lá fora.

 

Mesmo naquela situação toda ela ainda estava preocupada se eu me atracaria com alguma mulher, ela é maluca porque pelo jeito quem tem uma mulher é ela e não eu, mas que merda, onde fui me meter.

 

- Ok, mas está escuro pra caralho nesse corredor como vou saber que foi ela que entrou?

 

- Será ela eu garanto, mais ninguém entra em meu camarim sem bater, só ela.

 

Eu então nem quis questionar mais nada e rapidamente sai e segui as orientações, dei uns passos para o fundo do corredor e fiquei ali bem quieta, pude ouvir alguns passos no corredor vindo em minha direção e o medo era tanto que até a respiração eu prendi, como se aquilo fosse fazer alguma diferença, até que percebi que a porta do camarim de Katherine se abriu, mas estava tão escuro naquele lugar que eu não consegui enxergar nada, muito menos quem era, mas como ela disse que apenas essa tal de Jen entra sem bater logo deduzi que era ela e assim que a porta se fechou eu simplesmente vazei daquele lugar, nem olhei para traz, mas saí ajustando minha roupa que coloquei de qualquer jeito, espero que não esteja do avesso, meus sapatos ainda estavam desamarrados e eu com certeza estava totalmente descabelada, assim que entrei no salão novamente eu comecei a rir sozinha, não se se foi de nervoso ou sei lá porque, o fato é que de alguma forma aquilo foi engraçado, eu nunca havia passado por uma situação dessa, eu ainda sentia seu gosto em minha boca e o que é mais foda é que aquele camarim cheirava sexo, assim como eu e ela, eu não queria estar em sua pele para explicar aquele cheiro de sexo e todas aquelas bebidas no chão, mas enfim vou fazer apenas o que ela disse, vou embora antes que a tal Jen resolva procurar quem acabou de foder sua mulher e me encontrar aqui no meio da boate com cheiro de um bom sexo e totalmente descabelada.

 

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ESPERO VOCÊS POR LÁ.

ABRAÇO,

ANNA STRAUB

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