Sobre
Esta autora ainda não adicionou uma biografia.
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Este conto é uma obra de ficcção que nos apresenta as trajetórias de Elza e Yara, duas mulheres com histórias de vida completamente diferentes, porém marcadas pelo estigma do preconceito e pelas injustiças que decorrem dele. Duas mulheres que superaram inúmeras adversidades e acabaram se encontrando na defesa de um mesmo ideal. Duas mulheres escolhidas por uma luta que clama a todos nós que é tempo de agir. Com muita humildade por parte desta caipira, espero que gostem!
Quem são essas mulheres que usam de imaginação e (muitas) palavras para nos fazer rir e chorar, sentir e sonhar? Quem são elas, onde vivem, do que se alimentam, o que esperam da vida e por que escrevem? Esta história é uma obra de ficção que trata sobre A AUTORA, esta personagem muitas vezes conhecida, certas vezes anônima e em alguns casos mítica. Visa voltar o olhar d@s leitor@s para o outro lado da tela, debater as nossas contradições humanas e fazer pensar até que ponto estamos de fato dispost@s a ir além das aparências e combater o que mais nos oprime, que é o preconceito. Baseada em nenhuma escritora deste ou de qualquer outro site ativo ou inativo, A AUTORA é apenas mais um fruto da imaginação caipiresca... de uma autora. “Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…” Clarice Lispector “Você já ficou grávida? Quando se fica grávida é imperativo parir.” Rachel de Queiroz “Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta.” Cecília Meireles PS: Os nomes das famílias, dos indivíduos, das agremiações e dos estabelecimentos citados fazem parte da ficção, não se relacionando a quaisquer clãs ou indivíduos ou estabelecimentos realmente existentes em quaisquer das cidades onde o conto se passa. Qualquer semelhança é mera coincidência.
Sinopse: Esta história é uma obra de ficção, por vezes muito dramática e densa, por outras leve e descontraída, na qual se descreve a trajetória de Zinara: uma mulher simples e ao mesmo tempo complexa, que experimenta grandes mudanças ao longo da vida e busca se refazer diante de cada uma delas. Forçada a mudar de país, cultura e idioma por causa de uma sangrenta guerra civil, Zinara se descobre gradualmente e aprende a encontrar a paz no único lugar onde ela poderia estar: dentro de si mesma. O Amor a ensinou a viver de forma plena e acendeu as luzes para que pudesse encontrar o verdadeiro Caminho; o Tao.
Trata-se de uma história sobre a vida cotidiana de várias mulheres, muito diferentes entre si, porém interligadas sob vários aspectos. Todas elas, cada uma a seu modo, descobrem que podem ser felizes, vivendo suas vidas plenamente. Ser homossexual não é uma doença; a doença reside nas mentes preconceituosas, apegadas às ilusões das formas e das aparências. Você pode achar algumas passagens um tanto transcendentais, dramáticas, engraçadas ou caricatas demais, só que nenhuma delas é destituída de significado. Sem a pretenção de querer ser ‘profunda’ a ideia é distrair e fazer pensar.
Esta é uma história totalmente ficcional sobre como a dinâmica da humanidade foi bruscamente afetada por causa de um vírus: CONVIDE-0. Este vírus desacelerou toda a economia mundial, fez milhares de vítimas, forçou pessoas ao isolamento e derrubou as máscaras forjadas por vários indivíduos que desejavam aparentar o que nunca foram. Centrada na história de amor de Yasirah e Mariah, a ideia é refletir quanto ao rumo de nossas escolhas individuais e coletivas. “Portam itineri dici longissimam esse” Dizem que numa viagem o percurso mais longo é o da porta